Esposa viajando sozinha e o corno dez dias na gaiola!

Um conto erótico de Eduardo Manso
Categoria: Heterossexual
Contém 809 palavras
Data: 01/06/2026 12:29:22

Já eram duas e quarenta e cinco da tarde quando finalmente terminamos de arrumar as malas.

Ufa! Conseguimos! E com tempo de sobra.

Que horas você quer sair, amor?

Ahh, gato, acho que se sairmos às três dá tempo tranquilo. Já fiz o check-in do vôo pelo celular, não vai ter enrolação no aeroporto.

Amor, posso te pedir uma coisa?

O que?

Vamos dar uma rapidinha?

Agora? Não vai dar tempo.

Por favor, amor. Você vai ficar 10 dias longe.

Tá bom, vai. Mas seja rápido.

Dizendo isso, ela puxou o pingente escondido no meio dos seios. Era uma pequena chave, que ficava pendurada em seu colar, que ela usaria todos os dias daquela viagem.

Vai, abaixa as calças, vou soltar seu pintinho.

Abri o zíper e abaixei o jeans. Ela acariciou o volume anormalmente grande na minha cueca antes de baixá-la.

Ele parece bem maior assim. Pena que é por causa da gaiola.

Quando ela destrancou minha gaiola de castidade, meu pau já começou a tomar volume, tamanha era minha excitação. Ela começou a me masturbar lentamente e se ajoelhou em minha frente.

Aproveita, gato, porque só vai poder gozar de novo quando eu voltar!

Aquelas palavras me fizeram ficar em ponto de bala. Ela aproveitou e começou a me chupar, deliciosamente. Ela sugava e acariciava a cabeça do meu cacete com a língua enquanto apertava minhas nádegas com as duas mãos.

Me deixa meter na sua buceta, amor?

Você quer, é?

Quero muito!

Tá bom, mas só porque eu sei que assim você vai gozar mais rápido.

Dizendo isso, ela se levantou. Abaixou sensualmente a calcinha e levantou o vestido. Virou de costas e se debruçou sobre a mesa, me convidando a penetrá-la.

Sem demora, encaixei meu pau em sua buceta e fui empurrando devagar. Ela deu uma leve empinada e sussurrou:

Vai, fode minha bucetinha, fode.

Comecei a bombar freneticamente.

Isso, fode. Segura na minha cintura.

Ao seu comando, segurei firmemente em seu quadril, acelerando ainda mais o ritmo da transa.

Isso, maridinho. Fode. Aproveita. Goza bem gostoso, porque vai ficar dez dias trancado.

Fui me aproximando do ápice. Sabendo disso, ela continuou.

Vai, amor. Enche minha buceta com seu leite!

Com três últimas fortes estocadas, gozei intensamente, fazendo com que a minha porra transbordasse e escorresse pelas pernas dela.

Vai, me chupa.

Sem questionar, ajoelhei e cai de boca em sua buceta, não me importando com a porra que escorria.

Limpa tudo. Isso. As pernas também. E seja rápido. Não quero perder o voo.

Fiz como ela ordenou. Passei a lingua pelas pernas, onde a porra escorreu, e fui subindo, até chegar na sua buceta, toda melecada. Continuei chupando e engolindo todo resquício de porra. Quando finalmente me posicionei para chupar seu clitóris, ela empurrou minha cabeça para trás e começou a se vestir.

Mas amor, e você? Quero te fazer gozar.

Não vai dar tempo. Mas fica tranquilo, tenho certeza que é a primeira coisa que o Ramon vai fazer quando me pegar no aeroporto.

Tem certeza? Vai aguentar esperar tanto para gozar?

Sim. Agora vamos pro carro.

Saímos apressados, para não perder hora. Meu pau ainda estava duro e só foi amolecer na estrada, a caminho do aeroporto. Depois que passamos o pedágio, ela pediu para que eu parasse no acostamento. Quando paramos, ela ordenou que eu abaixasse minhas calças e novamente me trancou na minha gaiola.

Pronto, agora podemos seguir viagem!

Depois que peguei a estrada novamente, ela falou.

Sabe, acho que você tinha razão.

Em que, amor?

Eu não vou aguentar tanto tempo.

Dizendo isso, abaixou a calcinha, levantou o vestido e apoiou um dos pés no painel do carro, deixando sua buceta exposta. Começou a se masturbar ao meu lado, me levando a loucura.

Olha pra frente! Assim vai bater o carro.

Me esforcei para manter a atenção no trânsito, mas de canto de olho, vislumbrava os olhares pervertidos que ela direcionava a mim, enquanto massageava seu clitóris. Meu pau voltou a ficar duro, mas dessa vez, limitado pelo espaço da gaiola.

Ela seguiu se tocando até gozar, entre gemidos e movimentos involuntários de seu corpo. Quando terminou, estávamos a poucos minutos do aeroporto. Ela colocou novamente a calcinha e arrumou o vestido.

Quando chegamos no aeroporto, ajudei ela a descer as malas e fomos até a área de embarque. Antes dela passar pelo portão, demos um caloroso beijo de despedida.

Boa viagem, meu amor! Divirta-se.

Obrigada, gato. Nos vemos em dez dias!

Vê se manda notícias…

Pode deixar, mas acho melhor os detalhes ficarem para a volta - e olhando em direção a gaiola, completou - se não, vai ser muito sofrimento.

E assim, ela passou pelo portão de embarque. Eu só veria minha esposa novamente em 10 dias. E muita coisa iria acontecer nesse tempo!

Continua…

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