Meu Marido Eu no Carnaval, A Lei da Rua

Um conto erótico de Morena Casada
Categoria: Grupal
Contém 1811 palavras
Data: 01/06/2026 10:17:52

Saímos do carro cambaleando, o chão parecia balançar, mas não era só a bebida. Era o efeito de ter sido comida por dois negros gigantes, de ter o rabo da minha Boneca aberto e cheio de leite quente. Nós nos arrumamos rápido, ajeitei o body vermelho, ele ajeitou o vestidinho azul e a peruca, mas tinha certas coisas que não davam pra esconder: o brilho no olhar, a maneira como o Ricardo andava de perna aberta, e o cheiro de sexo que grudou na nossa pele.

Voltamos para a multidão do Então Brilha. O som estava ainda mais alto, a energia era contagiante. Nós dançávamos, nos beijávamos, ríamos, sentindo-nos deuses e deusas da folia.

— Patroa... — Ricardo sussurrou no meu ouvido, a voz falhando, ainda ofegante. — Olha lá... na nossa frente...

Eu olhei.

E o meu coração disparou.

Vindo na nossa direção, cortando a multidão como se fosse dono do lugar, vinha ele.

O Policial.

Mas que polícia era aquela? Era a fantasia mais sexy que eu já tinha visto na vida. Ele usava uma farda preta, mas totalmente modificada: a camisa era aberta até o umbigo, deixando o peito negro, forte, peludo na medida e musculoso totalmente à mostra. A calça era justa, justa pra caralho, marcando cada músculo da perna e principalmente o volume GIGANTE na virilha. Na cabeça, uma quepe de poli que caía de lado no cabelo black power encaracolado. Ele era alto, imponente, tinha uma barba grossa e um olhar que dizia: "Eu prendo, eu julgo e eu executo".

Ele nos encarou. Fixou o olhar em mim, depois desceu devagar para o Ricardo, que já estava tremendo que nem geléia.

Ele sorriu, safado, e começou a dançar vindo na nossa direção, rebolando o quadril, mostrando o peito, chamando a atenção de todo mundo, mas só tinha olhos pra nós.

— Parado! — gritou ele, fingindo autoridade, quando chegou perto, e riu logo depois. — Documentos por favor! Ou vai ter que pagar a multa na hora!

Eu ri, me aproximando, sentindo o tesão subir de novo, mesmo já tendo sido comida tanto.

— E qual é a multa, oficial? — perguntei, provocante, rebolando devagar pra ele.

— A multa é alta, gatinha... — ele disse, a voz grave. — E você aí, princesa? — olhou pro Ricardo. — Veio perturbar a ordem pública também?

Ricardo baixou a cabeça, envergonhado e excitado.

— S-sim senhor... nós viemos pra fazer bagunça...

— Eu imaginei. Eu senti o cheiro de safadeza de longe. — Ele estendeu a mão enorme, com a palma aberta. — Eu sou o Rafa. E hoje eu sou a lei aqui.

— Eu sou a Luana. E esse é a Rê — apresentei de novo, segurando a mão dele, que era quente e forte.

O Rafa não perdeu tempo. Ele puxou eu para perto, colou o corpo grande no meu, e sem pedir licença, enfiou a língua na minha boca.

Foi um beijo gostoso, molhado, dominador. Eu me entreguei toda, sentindo o peito peludo dele esquentando o meu, sentindo o pau dele duro esquentando minha barriga por baixo da roupa.

E o Ricardo? Ele ficou ali, parado, a um palmo do nosso rosto, olhando tudo, babando, de pau duro por baixo do vestido, vendo a esposa dele sendo beijada por aquele monumento de homem. Ele amava ser espectador.

— Gostosa pra caralho... — Rafa sussurrou, saindo do beijo, olhando pra mim com os olhos brilhantes. — E você, loirinha... gosta de ver? Gosta de ver ela beijando outro? Ele deve ter reparado nossas alianças iguais no dedo, enquanto conversamos e sacado que o Ricardo era meu marido.

— G-gosto... senhor... eu amo muito... — Ricardo gaguejou.

— Então bora. Tem uma rua aqui do lado que tá vazia... lá eu vou fazer a revista completa em vocês dois.

Nós fomos. Que nem dois cachorros seguindo o dono.

Saímos da área principal do bloco e entramos numa rua escura, silenciosa, mas que não estava tão vazia assim. Dava pra ver vultos nos portões, casais se agarrando, gente gemendo. Era a zona de guerra do sexo livre.

— Aqui tá bom — Rafa parou debaixo de uma luz amarela fraca.

Ele se virou pra nós. Respirava fundo, cheirando o ar.

— deixa eu ver o que tem por baixo dessas fantasias. Os dois. Agora. Quero ver a mercadoria.

Nós obedecemos. Rápido.

Eu coloquei o body de lado, fiquei praticamente nua, de salto, diabinha sem asas.

Ricardo levantou o vestido, ficou só na calcinha fio dental, peruca loira, maquiada, tremendo.

Rafa riu, satisfeito. Ele abriu o ziper da calça preta dele devagar. Ziiiiip.

— Olha só... a cadela e a putinha... prontas pra servir.

Ele puxou a calça pra baixo.

MEU DEUS.

Aquilo não era pau. Era um CANHÃO DE GUERRA.

Grosso, grosso pra caralho, veias saltadas por todo lado, a cabeça roxa, inchada, pingando lubrificante transparente na ponta. Ele era enorme, parecia pesar, batendo na coxa dele com um som seco. Plap.

— Chega mais perto. Os dois. De joelhos.

Nós caímos no chão quente da rua, um do lado do outro. Eu e Ricardo, lado a lado, olhando pra cima para aquele Deus negro.

— Vocês duas têm boca? Sabem chupar direito? — ele perguntou, segurando a base da rola. — Quero ver quem faz melhor. Quero ver as duas línguas trabalhando ao mesmo tempo.

Ele aproximou o pau. Primeiro passou na minha boca, depois na boca do Ricardo.

— Abre a boca. Bem aberto.

Nós abrimos.

Ele começou a meter a rola primeiro na minha boca, fundo, fazendo eu engasgar, GLUP GLUP, depois puxava e enfiava na boca do Ricardo, que fazia cara de dor e prazer, tentando engolir aquela grossura toda.

— Isso... isso... dividindo o pau do patrão... — Rafa gemia, segurando a cabeça de nós dois com as duas mãos enormes, fazendo um movimento de vai e vem. — Que boca quente... que gosto bom...

Eu lambia a cabeça, chupava com vontade, enquanto o Ricardo lambia as bolas grandes e pesadas dele, fazendo SLURP SLURP, babando tudo. O pau dele era tão grande que enchia a nossa cara, nos deixava sem ar, nos deixava loucas.

— CHEGA! — ele gritou, puxando o pau de vez. — Agora eu quero comer. De pé.

Ele me puxou pelos cabelos, me levantando.

— Você, Rê — apontou pro Ricardo. — Chega aqui. Segura ela. Abre ela todinha pra mim.

Ricardo ficou atrás de mim, todo ansioso.

— Segura as nádegas dela. Abre bem pra eu ver o buraco. E abre a bucetinha dela com os dedos também. Eu quero entrar limpo e fundo.

— Sim senhor! — Ricardo gritou, animado.

Senti as mãos do meu marido me abrindo. Ele agarrou minha bunda com força, abrindo as metades, deixando meu cuzinho rosa e apertado totalmente exposto pro Rafa ver. E com a outra mão, ele espalhava meus lábios, abrindo minha buceta molhada, mostrando meu clitóris duro. Eu estava totalmente aberta, totalmente exposta, um objeto de prazer.

— Olha isso... — Rafa falou, passando a cabeça grossa do pau na minha entrada, roçando no cuzinho e na buceta. — Que bundinha branca... que buceta apertada...

— Mete, oficial! Mete logo! — eu gritei, arqueando as costas.

Ele escolheu a buceta primeiro. Alinhou, apertou minha cintura com força, e EMPURROU TUDO DE UMA VEZ SÓ!

AAAAHHHHHH SEU FILHO DA PUTA!!!

Eu berrei. A dor e o prazer se misturaram. Ele era tão grosso que parecia que ia me rachar ao meio. Ele entrou até o fim, as bolas dele bateram forte na minha carne. PLAC!

— CARALHO QUE BUCETA BOA! — ele disse, começando a socar. PLAM! PLAM! PLAM! O som ecoava na rua vazia.

E o Ricardo? Ele não parava. Ele continuava ali, atrás, ao lado do Rafa, ajudando. Ele segurava minhas nádegas abertas para o Rafa ver entrando e saindo, ele passava a mão no cuzinho dele, fazendo carinho, incentivando.

— Mais forte! Come ela bem! — gritava Ricardo, fora de si. — Come a minha patroa!

— Ela é apertada, puto! Ela aperta meu pau pra caralho! — Rafa gritava, metendo com uma violência gostosa. Ele segurava meu cabelo puxando para trás, me obrigando a olhar pra cima, pro céu de BH. — Você gosta disso, diabinha? Gosta de levar pica de preto no meio da rua?

— GOSTO! GOSTO MUITO! ME ARROMBA! — eu gritava, perdida.

Ele mudou a posição. Me virou de lado, ainda com o pau dentro, e mandou o Ricardo ficar de frente pra mim.

— Beija ela. Beija ela enquanto eu fodo ela.

Nós nos beijamos ali, eu e meu marido, nossas línguas se encontrando, enquanto o pau gigante do Rafa me destruía por trás, me enchendo, me fazendo tremer contra o corpo do Ricardo. Era uma sensação de irrealidade, de pura perversão.

— Eu vou gozar! Eu vou encher essa porra toda! — Rafa gritou, o ritmo ficando desesperado, socando fundo, socando meu útero.

— ENCHE! ENCHE A MINHA BUCETA! JOGA TUDO DENTRO! — eu gritava.

PUFT! PUFT! PUFT!

Ele travou o corpo contra o meu. Soltou um grunhido animal, e eu senti o pau dele latejar forte, pulsando, e disparar jatos quentes e grossos dentro de mim. Era tanta porra que eu senti meu estômago esquentar, senti transbordar, senti escorrer pelos meus lábios, molhando a mão do Ricardo que ainda me segurava.

— Toma... toma toda a porra do patrão... — ele sussurrava, ainda bombando o resto.

Ele saiu devagar, e a porra começou a escorrer muito, escorrendo pela minha coxa, pingando no chão.

— Ricardo! — Rafa chamou, firme.

— Sim senhor! — meu marido respondeu na hora, de boca aberta, esperando ordens.

— A minha rola ficou toda suja de buceta e de porra. E eu não gosto de sujeira. Limpa.

Rafa apontou o pau todo brilhante, melado de mim, para a cara do Ricardo.

Meu marido não pensou duas vezes. Ele avançou, agarrou aquela tora com as duas mãos, e começou a lamber, a chupar, a limpar cada centímetro, sugando o gosto misto do lubrificante dele e da minha buceta. Ele lambia a cabeça, lambia as veias, chupava as bolas, todo dedicado, todo feliz em servir.

— Isso... limpa bem... passa a língua ali... — Rafa gemia, alisando o cabelo loiro da peruca do Ricardo. — Boa putinha. Muito obediente.

Quando ele achou que estava limpo, Rafa empurrou a cabeça do Ricardo de leve.

— Agora... limpa ela também. Limpa o que eu deixei escorrer. Lambe a buceta da tua mulher. Lambe o meu gosto dentro dela.

Ricardo caiu na minha frente, de quatro no chão, levantou minha saia (que já estava no chão mesmo), e enfiou a cara ali. Ele lambeu todo o excesso, sorveu o leite quente que escorria, lambeu minha bunda, me fez gozar de novo só com a língua, agradecendo por termos sido usados tão bem.

Rafa se vestiu calmamente, voltando a ser o policial sexy, peitos de fora, todo poderoso.

— A ordem foi restabelecida — ele disse, piscando pra gente. — Qualquer problema, é só chamar a Ronda. Eu apareço de novo.

Ele saiu dançando de volta pro bloco, sumindo na multidão.

Eu e Ricardo ficamos ali, sentados no meio-fio, semi-nus ainda, olhando um para o outro, completamente destruídas, felizes, cheias de porra, cheias de vida.

O Carnaval de BH... esse ano tinha superado todas as expectativas.

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