Minha Esposa para Outro - Primeiros Passos

Um conto erótico de O Marido
Categoria: Heterossexual
Contém 1740 palavras
Data: 05/06/2026 06:35:11
Última revisão: 05/06/2026 06:37:47

Olá pessoal, estou retomando a minha série de contos inspirados em algumas das experiências que tive com a minha eposa. Gostaria de dar continuidade relatando quando de fato esse mundo de cuckold começou para valer para mim. Foram várias experiências, mas decidi relatar apenas as que tiveram alguma coisa ou que foram marcantes para mim. Este é o terceiro episódio da minha série de contos e relatos da minha vida sexual com minha esposa. Quem quiser mais detalhes? Aconselho a ler o primeiro episódio da série,mas daqui em diante teve um bom salto temporal desde do último conto.Não vou entrar em detetalhes de datas pois são meio irrelevantes para os contos. O que importa é a imersão e a diversão da narrativa. Mas bem vamos ao que interessa, o conto. Espero que gostem! AVISO - ESTE CONTO PERTENCE A UMA SÉRIE, PARA TOTAL IMERSÃO LEIAM TODOS OS OUTROS EPISÓDIOS.

Depois de perdermos a nossa oportunidade com o amigo dela, esfriamos um pouco a ideia. Contrário do que muitos pensam, é difícil encontrar pessoas para este tipo de meio, ainda mais para quem estava começando. Com o tempo, descobri os sites e apps de relacionamento (sexlog), com isso, voltei a estimulá. E o interesse voltou...

Tudo começou de maneira sutil, quase despretensiosa. A curiosidade virou conversa, a conversa virou desejo, e o desejo virou planos.

A primeira tentativa não deu certo. Ela havia se envolvido com um rapaz que conheceu através do site, mas algo nele não se encaixava. Não havia química, apenas o desejo de comer ela. Estava chato, pois ele não parava de pedir fotos e vídeos. No início, para ela, foi excitante, mas logo se tornou entediante. Ou talvez ele não tivesse a sagacidade necessária para cruzar a linha. O jogo acabou antes mesmo de começar, e a frustração ficou no ar. Porque a vontade de comer ela era tanta, que o infeliz mentiu para nós, dizendo que era solteiro, mas não era...Logo a esposa descobriu tudo e ainda tivemos que dar explicações para a coitada, que por sinal, estava grávida. Porém, minha esposa não percebeu que as semanas de conversa haviam gerado algo previsível, mas não perceptível. O que ela não sabia é que alguém estava atento.

Um amigo dele, que trabalhava no mesmo local, havia percebido os olhares, as mensagens trocadas em segredo, as mudanças sutis no comportamento dele. Ele era esperto e paciente. Soube esperar...

Começou com indiretas, pequenas provocações disfarçadas de brincadeira. Comentários que pareciam casuais, mas que carregavam um peso por trás. Quando a encontrava na rua, parava apenas o suficiente para plantar a semente na cabeça dela. Foi numa dessas que aconteceu outra situação. Minha tia flagrou esse “encontro”, e a abordou. Cortando o clima. Até então, eu não sabia. Minha esposa sempre agiu de forma ingênua com estes tipos de situações, não que ela fosse, mas apenas se comportava como tal. Com medo que virasse algo pior, ela veio até mim e contou o ocorrido:

- Amor! Nossa, a sua tia me fez passar um carão no HorttiFruti (local onde eles se encontraram).

- Mas por que? O que ela fez?

- Ahhh...Eu tava lá comprando as coisas. Aí o Jefferson me parou para cumprimentar.

- Quem é Jefferson? – perguntei para ela.

- O amigo do Wellington. Ele que dividia o espaço com ele.

- Aquele do BO com a Virginia (esposa do rapaz)?

- Sim. Ele mesmo. Ele veio me perguntar o que aconteceu, porque a esposa dele apareceu lá do nada, perguntou se ele me conhecia. Se ele sabia de alguma coisa. – respondeu ela.

- Ham...E aí? O que você disse?

- Eu só disse que ele arrumou um rolo lá e saiu, que também não entendi.

- Só isso? Tem certeza? O que minha tia fez então?

- Ela veio me barrando falando para ele que eu era casada, que ele não podia fazer aquilo e que eu não podia falar com ele vestida daquele jeito (ela estava com roupas curtas).

- Mas como assim? Ela descobriu sobre o Wellington?

- Não!!! Claro que não!

- Foi o que então? – perguntei ela sem entender.

- É porque ele atravessou a rua e veio me perguntar isso, só que ficou muito perto de mim. Ele tava olhando meu cabelo também, porque perguntei quanto ele cobrava para fazer as luzes. Acho que ela pensou que estava dando em cima de mim...

- E estava?

- Hahahaha! Mais ou menos...

- Como assim mais ou menos?

- Eu vi que ele estava com o pau duro. Tava com volume na calça...

- Sério?? Por que?

- Acho que ele bem sabe o que a gente ia fazer. Porque o Wellington emprestou o telefone para ele uma vez e depois disso ele sempre fica me olhando.

- Awh! Com certeza ele sabe então.

- Ele ficou me comendo com os olhos...

- Tá explicado então! Mas e aí? – perguntei para ver a reação dela.

- Daí que eu tive que ir embora. Já tava todo mundo começando a olhar.

- E você ficou com tesão? – já fui aproveitando o momento.

- Sim. – ela já respondeu daquele jeitinho que eu sabia. Ingênua, mas safada, porque a ingenuidade era só para disfarçar.

- Foi só hoje que ele te barrou?

- Teve uns outros dias também...

- E você não me falou nada?

- Ah amigo dele não pode. – respondeu ela como de costume, de cara limpa.

- HAHAHA! Então é assim? Você quer dar para ele? – já fui logo perguntando enquanto passava a mão na buceta dela. Meu pau já estava duro igual uma rocha, só com essa situação. Imaginar uma nova oportunidade me excitava ainda mais.

- Se você quiser... – disse ela tentando ver minha reação. Nessa hora já tínhamos ido para o quarto, fechado as cortinas e nos deitado com a desculpa de conversar melhor.

- Quem tem que me dizer é você...Você quer? – continuei questionando, enquanto ela já estava subindo por cima de mim, de costas.

- Sim...

Então puxei a calcinha dela para o lado, já estava toda ensopada, mas muito mesmo. Nunca tinha visto ficar daquele jeito. E falei: - Deixa eu ver se quer mesmo...? – tirei meu pau para fora e coloquei na entradinha da buceta dela, estava pegando fogo! “Quer dar mesmo para ele?” – para excitar mais ela. Ela me respondeu: “Sim...O dele parece ser grande...” – dizia ela meio ofegante. “Você já viu?” – perguntei, enquanto roçava a entradinha dela, sem penetrar. “- Não. Mas deu para ver por cima da calça”. Eu já estava ficando louco também, mas queria estimular ela psicologicamente também, para ela ficar com aquilo na cabeça. “- Ele fez mais o que com você já?” – perguntei para ela. Que respondeu: “Só isso. Mas quando ele foi ver meu cabelo. Deu para sentir....”

- Sentir o que? – já estava estourando de tesão! Ela: “- Como ele tava com tesão. Ele esbarrou em mim..

- De frente ou de costas?

- Primeiro nas costas....Depois na frente...

- No meio da rua?

- Perto do salão dele...- ela começando a rebolar tentando fazer meu pau entrar. Mas eu queria mais. Então continuei:

- E você deixou?

- Ele que chegou perto demais...

- E aí?

- Ele me encoxou no cantinho e perguntou quando que a gente ia fazer o cabelo. E pediu para olhar de perto.

- E você deixou?

- Ele me parou do nada. Não sabia o que fazer...Ele começou a olhar, passar a mão no meu cabelo. Quando ele chegou perto eu senti que ele tava de pau duro porque estava esbarrando na minha coxa. Aí foi olhar o comprimento por trás, depois senti o pau dele encostar na minha bunda, enquanto passava a mão no meu cabelo. Até que ele virou de frente e encostou no meio das minhas pernas. – dizia ela toda excitada.

- Isso foi hoje?

- Não! Foi ontem.... Àquela hora que fui ao açougue. Quase que ele colocou...Ele tentou. Ele tava com muito tesão.

- E você quietinha...Safada! Mas colocar o que?

- Primeiro a mão, depois o pau...

- E o que você fez?

- Deixei só ele sentir um pouquinho.Mas tava passando gente...

- Com a mão? Ou deixou ele esfregar o pau em você?

- Sim...Só um pouquinho...

- O pau dele?

- Sim...Coloca...- ela quase que implorando para eu colocar o pau dentro da buceta dela. Tava escorrendo, pingando o melzinho...

- Calma...- disse para ela. Ela já estava hipnotizada pelo tesão.

- E deu para sentir alguma coisa?

- Ele tava de calça jeans...

- E você quer sentir o pau dele...?

- Sim!

- Vai deixar ele sentir sua buceta de novo? – eu já com muita dificuldade de me conter.

- Vou! – disse ela forçando a buceta no meu pau.

- Só esfregar ou deixar ele colocar assim, na sua entradinha....

- Isso...

- Só quero ver...Vai deixar ele colocar dentro também?

- Se ele quiser...

- Mas você quer?

- Não sei...Pode? – fiquei em silêncio pensando em uma resposta. Naquele momento o tesão já estava a mil. Mal conseguia raciocinar direito. A única coisa que eu queria é que aquele momento nunca acabasse. Estava muito bom. Eu sentia toda a excitação da minha mulher. Nunca havia visto ela daquele jeito. Sentia todo o calor de seu corpo, o suor, os fluídos que escorriam de sua buceta. Ela já havia gozado e não percebemos. Então respondi:

- Só não deixa ele gozar dentro... – então ela sentou no meu pau como se estivesse sentando no cacete dele. Era perceptível que o que ela estava fazendo comigo, não era para mim, era para ele. Ela rebolava, rebolava, e empinava a bunda. Fazendo questão de olhar para mim, para ver minha reação. Eu ainda continuei:

- Safada! Tá cheia de tesão nele...Continua! – e ela gemia. Quicava! Estávamos em êxtase.

- Tá muito bom...- disse ela.

- Safada!Gostosa! Delícia! Senta gostoso. Eu sei que tá com tesão no pau dele! Deixou ele esfregar na sua buceta né?

- Ehhh...Siiim..

- Vai deixar ele gozar em você?

- Não sei... – a buceta dela engolindo meu pau. Apertando, pressionando, pulsando e pegando fogo.

- Eu te conheço...Você vai deixar e vai ficar quietinha. Eu quero que me conte tudo!

- Siiiim....- eu comecei a bombar mais forte.

- Se quiser pode deixar, mas vem para casa para eu ver sua buceta gozada. – e ali começava outro desejo, outro fetiche.

- Taaa booom...

Não aguentei mais. Então gozei! Gozei muito, parecia litros. Ela também. Pela terceira vez! Logo caímos no sono.

Passado esse acontecimento, decidimos investir nessa oportunidade, começando com troca de mensagens de Whatsapp. A troca de mensagens evoluiu para algo mais ousado. Os textos viraram fotos. As fotos viraram vídeos. Até que um dia, sem mais adiamentos, eles marcaram um encontro.

CONTINUA...

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