Sueli, de noiva tímida a escrava sexual
Conto n.º 227 de Marcela Araújo Alencar
Tema: Mulheres desaparecidas, cativeiro, escravidão, comércio sexual
Obs.: este conto foge totalmente do meu estilo de escrita, pois não visa ser erótico, mais sim, servi como mais um alerta contra este infame comércio.
Afonso e Suely são namorados há dois meses, ele tem 28 anos e ela 20. Suely tem cabelos dois palmos abaixo dos ombros, tão pretos que chegam a reluzir quando um facho de luz incide neles, seios que balançam sem esforço, com mamilos que costumam despontar nas blusas, cintura fina, bunda empinada coxas roliças e macias. Suely é bonita demais e por onde passa os homens se viram.
É comum receber cantadas, algumas de extremo mau gosto. A rapaziada faz fila para a namorar. Antes de Afonso, Suely teve quatro namorados e todos só queriam seu corpo e ela os dispensou, pois pensava em se manter virgem até se casar.
Com Afonso, namorados a tão pouco tempo pensava ser ele diferente dos outros. Puro engano dela, pois ele é o pior indivíduo que ela teve a desventura de cruzar em seu caminho.
Afonso em sociedade com seus três irmãos é proprietário de um local montado no sítio deles, há 250 quilômetros da cidade. Desde que a conheceu, combinou com os irmãos, a levar para ser uma das garotas da casa, pois sua enorme beleza seria chamariz para a clientela deles, gente muito bastante importante no nosso País e até de diversas outras regiões do mundo.
Ernesto, Lineu e Luiz os irmãos de Afonso, ao conhecerem Sueli ficaram, como todos, taradão pela estonteante beleza do seu corpo e rosto. Quando foi convidada a conhecer o sítio, ela aceitou. Sem imaginar que sua visita ao sítio, jamais teria retorno. Todo calvário de Suely começou já na viagem de ida. No carro de Afonso, como seria lógico, ela deveria se sentar ao lado dele, no banco do carona. Ficou contrariada, mas teve de aceitar em sentar atrás, entre Ernesto e Luiz, que faziam questão de a espremer. Lineu ao lado de Afonso se virou e lhe ofereceu uma garrafinha de licor de Anis que Sueli aceitou e gostou. Cinco minutos depois começou a ficar sonolenta e coisa estranha, que nunca sentiu, ficou excitada e sua calcinha ficou úmida.
Vagamente, percebeu Luiz espalmar a mão em sua coxa, por cima da saia, até aí tudo bem, julgou ela. Do outro lado Ernesto se virou e a surpreendeu com um forte abraço e assim prendeu seus braços e lhe deu um chupão no pescoço, provavelmente deixando um vermelhão.
Tudo foi realizado de pleno acordo entre eles, pois no mesmo momento, a mão de Luiz desceu para o interior de sua saia e subiu rapidamente para o interior de sua calcinha e os dedos começaram a bulir o seu clitóris. Ela protestou, mas a droga a fazia ficar sonolenta e, ao mesmo tempo, com uma estranha excitação.
Os quatro irmãos, tinham perfeito conhecimento dos efeitos da droga e não tiveram dúvidas de utilizarem isso para a manter refém de suas diabólicas intenções.
Em um par de minutos Suely totalmente nua deitada ao comprido sobre o banco, com Luiz no meio de suas roliças e macias coxas, beijava e lambia sua virgem boceta e Ernesto chupava seus mamilos. Este duplo ataque, em pouco tempo fez Suely ter sucessivos orgasmos, lhe era impossível resistir com Luiz dando leves chupadas em se clitóris e invadindo sua vagina com o dedo indicador. Enquanto tinha seus mamilos lambidos, chupados e mordidos por Ernesto.
***
Entorpecida pela droga, percebe quando o carro para e que mãos a puxam para fora do banco estofado.
Nas 24 horas seguintes, trancada em um dos quartos que passou a ser o seu cativeiro, ainda dopada. Sueli foi submetida a continuado estupro pelo quarteto de irmãos, que se revezavam em a penetrar pela vagina e ânus, tudo para que compreendesse, que a partir daí, ela era apenas uma máquina de foder para dar lucros. Este “adestramento” perdurou por alguns dias, até que os irmãos, decidiam que ela estava no ponto que queriam. Uma mercadoria a ser ofertada pelo melhor preço, num leilão on-line de mulheres. Em três dias, os irmãos Linhares, tinham três belas peças a serem leiloadas, Uma Loira, uma morena e uma mulata. Todas de boa linhagem e devidamente “domesticadas”
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Durante semanas o misterioso desaparecimento, de Sueli, a jovem e bela estudante, foi foco da mídia, mas depois lentamente foi sumindo e o caso foi sendo esquecido, tal como ocorre com outras ocorrências, com centenas de mulheres que desaparecem em todas as regiões do nosso imenso País.
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Texto obtido da mídia nacional
“O Brasil é um país fornecedor do comércio internacional de mulheres traficadas para exploração sexual, porém, país maior fornecedor é, regra geral, um país que se caracteriza por um déficit acentuado nos direitos fundamentais. Os principais países de destino estão localizados na Europa Ocidental. A maioria das mulheres traficadas vem das regiões do Leste Europeu, mas também do Sudeste Asiático, da África e América Latina. Nessa última, especialmente do Brasil, da Colômbia, do Equador e da República Dominicana”
Amigo leitor(a). Este conto é totalmente diferente dos outros que publico aqui, na Casa dos Contos. Ele visa apenas a alertar meus leitores, da crua realidade do tráfico internacional de mulheres para escravidão sexual e/ou para o comércio de vendas de órgãos humanos.
Pela atenção dispensada,
Obrigada