Com tio e primos tudo pode, por serem família
Conto n.º 225 de Marcela Araújo Alencar
Tema: Incesto, sexo grupal, paixão, amor, loucura sexual.
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Estela chega da escola bastante alegre, isso porque passou de ano com ótimas notas e, como sua mãe prometeu, a levaria para o sítio de seu tio, para passar uns dias lá.
Gabriela, a mãe de Estela, apesar da promessa feita para a filha, procura um modo de escapar, do prometido, dizendo que o marido a convidou para aproveitar estes dias de folga para conhecer a noite da cidade.
Mas Estela, desacreditou esta desculpa, conversando com Ricardo, seu pai, ele disse não ter feito nenhum pedido para a esposa.
Assim, dois dias depois. mãe e filha estavam na estrada, a caminho do sítio de Joaquim, irmão mais velho do marido de Gabriela, seu cunhado.
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Vamos conhecer mais de perto o perfil das nossas personagens:
Gabriela, uma belíssima mulher, com cabelos loiros e corpo cheio de curvas que a todos impressiona, principalmente com os seios empinados, com mamilos salientes e bumbum perfeito, que se destaca quando veste calças jeans bem justas, que aparenta ter bem menos que seus 35 anos, porque como mulher vaidosa que é, cuida muito bem de seu corpo. Mesmo após casada, já visitou motéis com alguns amigos do casal e até com maridos de suas amigas. Lindo isso, não acham?
Estela, filha única, é tratada com muito amor e carinho, é loira como a mãe e tão bela quanto, com a única diferença, apesar de ser novinha é mais alta que a mãe, tem 1,70 e a mãe, 1,65 e, apesar de ter 18 anos, ainda é virgem.
Entretanto, não sabe ainda, mas a jovem carrega em seu DNA, a mesma sexualidade de sua mãe. Mas logo, logo, seus instintos sexuais acordarão de forma avassaladora.
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Ao chegarem no sítio, Gabriela e Estela, foram recebidas pelos seus parentes, Joaquim, o cunhado de Gabriela e por seus sobrinhos, Pedro, Paulo e Gustavo. Paulo o mais velho, com 25 anos e Pedro, o mais novo com 20.
Os rapazes abraçaram e beijaram Estela no rosto. A jovenzinha ficou admirada com tanta intimidade, mas gostou do beijo deles. Pior foi com a mãe, o tio Joaquim a beijou nos lábios. Gabriela o empurrou e passou a costa da mão nos lábios, olhando furiosa para o cunhado, encabulada.
O tio Joaquim, apenas riu e disse que foi sem querer. Foi então que Estela desconfiou qual razão sua mãe não querer vir para o sítio, seu cunhado é muito abusado e, ela teve a impressão de que algo já rolou entre o tio e sua mãe. Se arrepende de forçar a barra para ela ficar aqui, mas agora é tarde para recusar, já estamos no sítio.
***
Na distribuição dos quartos, os rapazes ficam, como sempre, nos quartos do primeiro andar, eu e mamãe ficamos nos quartos do pavimento superior, eu no canto direito, logo depois mamãe, depois o banheiro. O tio Joaquim, no quarto principal da casa, no final do corredor.
Depois do ótimo jantar, feito e servido por duas belas moreninhas, eu pretendia ir no quarto de mamãe, falar com ela, se quisesse poderia ir embora, se divertir com o papai.
No jantar, curiosa, perguntei onde o tio conseguiu encontrar estas belas cozinheiras, tão eficientes, ele respondeu serem filhas do seu Agostinho, o seu capataz.
Após jantarmos, elas retiraram as louças para a cozinha. Eu e os primos fomos jogar carteados na mesa do jantar, mamãe e o tio foram ver televisão, sentados no mesmo sofá. Conversavam, parecendo que tudo estava bem entre eles, então mais relaxada parei de os olhar e passei a ter mais atenção no jogo de buraco, tendo como meu parceiro Pedro. Demos uma surra em Paulo e Gustavo. Embolsamos cada um cerca de 120 reais, depois fomos jogar dama e perdi os mesmos 120.
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Já passava das 20:30, quando mamãe se levantou e mesmo em pé, se despediu do tio e veio até a mesa e falou para eu não ficar muito tempo jogando. Acenou para os rapazes e subiu. Não demorou nem dez minutos e o tio também se recolheu.
Fiquei só com meus primos, mas eles não deram nenhuma piadinha para cima de mim, apesar de me comerem com os olhos. Eles eram adultos e eu uma pirralha, apesar de ser alta.
As garotas cozinheiras se aproximaram da mesa e ficaram nos olhando, eles me apresentaram a elas, como prima deles, da capital. Me levantei e estendi a mão, elas ficaram em dúvida por alguns segundos, pois não esperavam que eu fizesse isso, mas logo estenderam suas mãos e com belos sorrisos mostraram dentes perfeitos.
Gustavo se levantou e falou para as garotas que esperassem, que ele iria buscar o dinheiro pelo serviço de hoje.
Paulo, foi até o bar, no canto da sala e trouxe uma garrafa de vinho e deu para as garotas:
— Tome aqui, é para o velho de vocês.
— Seu Paulo, papai falou que hoje queria conhaque.
Sem dizer nada, Paulo voltou e pouco depois pude ver na sua mão uma garrafa de conhaque. Depois pousou a mão no ombro de uma das jovens com muita intimidade. Elas receberam o dinheiro de Gustavo e saíram sorrindo e rebolando. Os meus primos não tiravam os olhos das salientes bundas. Foi então que percebi o que estava bem claro, as mocinhas eram jantadas pelos rapazes, meus primos.
***
Mas tarde estava me divertindo ao lado deles, jogando, bebendo vinho e botando conversa fora e já estava embriagada, pois em casa, meus pais só me deixam beber refri e sucos, talvez por esta razão estivesse gostando da mão tímida de Pedro alisando minha coxa por baixo da mesa. Quando queria subir coxa acima, eu olhava séria para ele e balançava a cabeça num discreto sinal de negação.
Idiota que fui, pensava que Paulo e Gustavo não percebiam nada, até que Paulo falou que queria trocar de lugar com Pedro, mas ele disse que não trocaria. Então Paulo veio sentar na cadeira ao meu lado direito e bastante perto de mim.
Não tardou muito e a mão de Paulo, também veio pousar na minha coxa. Fiquei rígida, com Pedro e Paulo apalpando minhas coxas e o pior é que eu estava sem calcinha. Acho que eles notaram que fiquei rígida, sem saber o que fazer. Estava muito gostoso meus primos, com suas mãos alisando minhas coxas, isso me dava muito prazer. coisa que acontecia comigo pela primeira vez, pois o máximo que meus namorados conseguiram era uns beijos. Agora estava aqui muito excitada, talvez seja efeito da bebida, pois estava tontinha, mas sabia que era o desejo sexual que estava nascendo em mim.
Mas quando senti dedos nervosos subirem e tocarem minha boceta, dei um pulo da cadeira, assustando os rapazes. Olhei para eles, não sabendo como agir. Depois, olhando para baixo, não querendo os encarar, tanto era a vergonha que senti, quando dedos, não sei de quem, começou a apertar o meu botãozinho e um forte e desconhecido prazer me fez ficar vermelha como pimentão maduro, mas o que me fez ficar assustada e sem ação, foi quando outro dedo, começou a se esfregar no meu acesso vaginal. Senti que fiquei toda molhada, pior é que os dedos que me bolinavam, também ficaram ensopados dos meus fluidos. Mesmo sem os olhar, com a cabeça abaixada, consegui murmurar:
— Parem com essas saliências comigo, por favor. Sou virgem!
Estava tão atordoada e com prazer tão intenso, a única objeção que fiz aos abusos de meus primos.
Eles se fizeram de surdos e continuaram a me bolinar. Tive de morder meus lábios para não gemer de prazer, do que meus primos estavam me obrigando a sentir.
Mas tudo o que senti, quando percebi, apavorada, que um dedo, todo melado, estava forçando acesso no meu cu. Dei um pulo da cadeira, quase a derrubando. No mesmo momento os dedos que me tocavam saíram de minhas intimidades.
Gustavo que a tudo assistia começou a rir de seus irmãos. Enquanto me levantada, baixando minha saia, que não sei como, nesta altura, estava enrolada quase na minha cintura.
Ainda abalada, falei que estava na hora de dormir, vendo o relógio de parede, disse:
— são 1:40, primos, já passou em muito minha hora de dormir.
Cambaleando caminhei em direção da escada, Pedro foi rápido e disse que me ajudaria subir até o quarto.
Eu sabia o que eles pensavam conseguir, mas o que eles não sabiam é que quero continuar virgem até me casar. Mas assim mesmo não os repeli, acho que acreditando em suas boas intenções. Ao chegarmos no amplo corredor, na semiescuridão, falei para Pedro não fazer nenhum barulho, pois não queria que minha mãe percebesse estar vindo me deitar, quase 2 horas da madrugada.
Foi pisando em ovos, que passamos pelo banheiro, pela porta do quarto do tio, que não vazava luz pelo vão inferior da porta, sinal de que devia estar dormindo. Seguimos em frente e perto do quarto de minha mãe vimos que não estava totalmente fechada e deixava escapar uma tênue luz saindo pela fissura da porta. Tremi de medo, pois temia que estivesse me esperando para me dar uma bronca e até proibir que ficasse no sítio, ela que já tem um pé fora do sapato na amizade com o cunhado, não hesitaria em tomar esta atitude.
Solicitei para Pedro voltar e pisando leve me aproximei do quarto de mamãe. Espiei pela porta entreaberta e o que vi me deixou petrificada, quase que em choque. O pior é que não conseguia desgrudar os olhos da cena dantesca, minha mãe e tio Joaquim, Ambos nus, engatados num sexo ruidoso. Mamãe por cima do tio, em posição invertida, lambendo e chupando o pau dele, enquanto a cabeça do tio estava no meio de suas coxas. Eu sabia que aquela posição se chamava 69.
Eles se posicionam e então pude ver a coisa do tio, fiquei de boca aberta, nunca pensei que um membro pudesse ser tão grande. Durante uma eternidade de dez segundos fiquei vendo minha mãe e meu tio, em sexo louco, em dupla traição ao marido e irmão.
Pedro, que recuando, já estava na boca da escada em caracol, me viu parada segurando a porta, sem me mexer e muda como a porta. Ele ficou me olhando por algum tempo e como nada acontecia, ficou curioso e foi se aproximando lentamente de mim., que não desviava os olhos da cama onde minha mãe, deveria estar dormindo. Então ele viu, também, o pai montado nas costas de sua tia, num anal com gemidos de prazer abafados da tia Gabriela.
Eles estavam tão concentrados no sexo que nem notaram que seus filhos, parados na entrada do quarto, os observava.
Estela de boca aberta, estava confusa, com mil pensamentos em seu cérebro. Pedro, admirado, mas excitado, vendo o magnífico corpo nu de sua tia, em ato sexual com o pai.
Foi ele, que segurando Estela pelo ombro, a tirou de seu marasmo e foi a puxando pelo corredor. Murmurando em seu ouvido:
— Estela, não podemos fazer nada. É melhor a gente fingir que não vimos nada.
Estela concorda e solicita para não falarem do que viram para Paulo e Gustavo.
vão caminhando para o quarto de Estela. Lá conversam sobre o que viram, sentados bem juntinhos na cama da jovem. O assunto e a proximidade, quase que sem querer, foi fazendo com que ficassem excitados e Estela lembrou dos dedos atrevidos que buliram no seu clitóris lá embaixo e trêmula perguntou: “Pedro, foi você que tocou em minha intimidade por baixo da mesa?”
Ele, encabulado, responde afirmativamente.
Ele pensa que vai receber bronca dela, mas se surpreende quando Estela se cola mais a ele e fala, com voz carinhosa:
— Pedro, me toque novamente
Dez minutos depois, os dois jovens estão nus sobre a cama de meio-casal, enrolados em carícias mútuas.
— Pedro, eu sou virgem. Podemos nos acariciar, mas, solicito, não me penetre;
— Estela, posso fazer um boquete em você?
Ao ouvir Pedro falar em boquete, Estela tremeu de nervosismo e expectativa, algumas de suas colegas da escola, lhe falaram que foram chupadas por seus namorados e que é a coisa mais maravilhosa do mundo, que a levaram a ter muitos orgasmos.
Ela percebe Pedro se posicionar, por cima dela, enterrando a cabeça entre suas coxas e ela vai à lua e volta, quando sente as primeiras linguadas. O prazer que a jovem sente com o primo lambendo seu clitóris, a deixa alucinada e ela se entrega totalmente ao prazer da carne, e sente múltiplos orgasmos, os primeiros em sua vida, que a fazem gemer alto, tal o prazer que sente.
Seus gemidos e gritinhos são ouvidos por Paulo e Gustavo, que já estavam no corredor, ao subirem sorrateiramente a escada, os dois pensando em surpreender Pedro e Estela, no quarto dela. Mas o que chegaram a tempo de ver foi a tia sair do quarto do pai, praticamente nua e correr nas pontas dos pés para o quarto dela. Gabriela não escutou os gritinhos da filha, tão entretida estava. Ela esbarra com os dois sobrinhos, e com o susto deixa a cair a camisola que segurava em suas mãos. Gustavo se abaixa e pega a frágil roupa e entrega para a sua tia que fica branca como cera, balbucia algumas palavras desconexas, pois seus sobrinhos a viram totalmente pelada e pior, correndo do quarto do pai deles, para o seu. Em vista disso, para os rapazes, tudo ficou claro.
Paulo, sorrindo maliciosamente a empurra para o quarto dela e Gustavo entra colado a tia aturdida. Gabriela, nua e quase que em choque se deixa guiar pelos seus sobrinhos.
Somente quando se viu sendo levada para sua cama foi que saiu do seu marasmo e tentou reagir, mas já era tarde. Paulo a empurra e cai por cima dela sobre a cama, a beijando furiosamente, enquanto no meio de suas coxas, o grosso pênis dele procura sua boceta e a penetra por inteiro, com um só empurrão.
Gabriela o sentiu bastante mais longo e mais grosso que Joaquim, seu cunhado. Apesar de assustada com o atrevimento de seu sobrinho, mais nada podia fazer, a não ser gozar, pois o pau dele já estava dentro dela. Foi o que ela fez, agarrou-se ao seu sobrinho com braços e pernas e alucinou em múltiplos orgasmos, até Paulo a encher de uma quantidade enorme de seu gozo.
Quando ele saiu de cima, Gabriela pensou estar livre, mas nem teve tempo de se erguer e Gustavo estava se deitando por cima.
Ele é maior em tudo, de Paulo e de Joaquim, seu pai. Ela gemeu, quando a enormidade de Gustavo a penetrou. Mas para sua surpresa, sua vagina se adaptou plenamente, como uma luva ao gigante invasor e Gabi, mas uma vez gozou muito e gemendo tão alto, que no quarto ao lado, Pedro que estava em Estela, pela porta dos fundos, pode escutar, mas Estela gemendo com a cara enterrada no travesseiro, não escutou;
Pedro sai de dentro de Estela que estirada na cama, fica vendo o ontem. Pedro presta atenção e percebe que os gemidos saem da porta do quarto de sua tia.
Fica intrigado, a tia devia estar na cama do pai! Ele se levanta da cama e Estela, fica incomodada com comportamento dele, pois ainda esperava mais carinhos dele.
Pedro, sem cerimônia, empurra a porta e o que vê o deixa de boca aberta. Gustavo montado por cima da sua tia, cavalgando num sobe e desce muito rápido e Paulo sentada na beira da cama os olhava, segurando seu pau rígido, esperando sua vez. Pedro, por instante fica apreciando a cena e então decide que iria transformar todo o relacionamento entre, primos, tia e prima, numa orgia.
Ele puxa o mano Paulo pelo braço e perto da porta fala baixinho em seu ouvido. Paulo o escuta com atenção e arregala os olhos. Então ele fala mais alto, perante uma leve indecisão do mano.
— Vá logo, cara, foder Estela, mas só pelo rabo, a priminha ainda é cabaço. Fico no teu lugar para foder a gostosa titia.
A troca foi feita e Paulo, subiu na cama e se posiciona para comer o rabo de sua jovem prima. Estela o recebe com satisfação, é seu segundo sexo, é anal e ela achou uma delícia e quer mais.
separou as coxas e moveu os quadris para cima, a fim de melhor o receber. E ele veio, mas com mais ímpeto. Ele respirava pesado enquanto lambia, chupava e mordia seus ombros e pescoço, e espalmava seus seios e torcia os mamilos com os dedos. Estela sentia leve dor, mas o prazer que sentia era bem maior e ela deixou rolar. Não tardou e novo barril de porra encheu suas entranha. Ele, se retirou de seu buraco, semimorto e foi repousar entre suas coxas.
Ela o sentia, “dormindo” com a ponta da glande encostada em sua boceta, isto a fez sentir enorme prazer e ela mesmo, foi se mexendo, até sentir a ponta da glande beijando sua úmida grutinha.
Paulo, desde o início percebia a manobra de sua prima. Ela queria apenas o sentir, lambendo, a boca de sua vagina virgem e ele com extraordinário controle, se dispõe a isso.
Estela, ainda sem notar a troca de parceiro, com voz rouca, falou baixinho:
— Pedro, eu quero ir por cima.
Paulo não titubeou nem um segundo e rolou de lado e puxou Estela para cima dele. Então ela ficou à vontade, se movendo por cima do primo, fazendo com que o pênis, agora rígido como um tronco, brincasse no acesso vaginal dela, contudo sem a penetrar por completo. Estela cada vez mais “abusada” fazia a cabeça do pau de seu passivo primo, entrar em sua fenda, contudo sem encostar no guardião de sua virgindade. Mas de súbito, num segundo tudo mudou de posição, e para isso bastou que “Pedro” subisse os quadris abruptamente e muito rápida a virgindade de Estela já era coisa do passado. Com a vagina de Estela, totalmente lubrificada, quando o sentiu entrar e romper seu hímen, apenas deu um leve gritinho de dor e se relaxou por cima do primo, que a segurava com os braços em torno de sua macia bunda, que naquele instante deixou de ser menina para ser mulher, mudança um pouco tarde, para uma jovem de sua pouca idade, 18 anos.
Ela pode sentir o primo a virar de bruços e a premiar com quase duas dezena de bombadas e depois a encher com uma tonelada de porra, depois sair dela e sem ao menos lhe dar boa noite, foi .
***
Estela não conseguiu dormir, não esquecia o sexo que fez com Pedro… na realidade foi com Paulo. Às 4 horas, vestindo somente uma camisolinha, saiu e calçando uma pantufa, foi para o banheiro do corredor com muita vontade de tomar um banho bem frio. Ao chegar percebeu que a lâmpada acima da pia estava ligada, então indagou alto se alguém estava ali, como não teve resposta, entrou, trancou a porta com o trinco e começou a se despir, prendeu os cabelos e vestiu uma touca. Correu a porta de acrílico escuro e entrou, ainda ajeitando os cabelos na touca.
Foi quando sentiu um braço musculoso a envolver pela cintura, o susto foi tão grande que urinou, ainda bem que estava no box. logo lhe veio à mente ser um dos primos, Pedro talvez, quando se virou, a maior surpresa do mundo. Era seu tio Joaquim.
— Me solte, tio!
— Não. Se fiquei quieto foi para te pegar, e agora porque iria te soltar?
— O que quer de mim, tio?
Não se preocupe, sei que és virgem, então só quero te chupar.
Estela escuta o tio, dizendo que ela é virgem e que ele só quer a chupar. Está a ponto de falar que há minutos deixou de ser virgem, mas ao sentir o tio se ajoelhar e começar a beijar e lamber sua boceta, logo se assanhou e achou melhor se calar.
Joaquim por quase uma hora, quase matou a sobrinha de tanto a fazer gozar em múltiplos e consecutivos orgasmos. Tão debilitada ficou que não conseguia se levantar do piso do box. Joaquim teve de a secar e como não viu ninguém, a levou no colo e a colocou deitada em sua cama. Sua sobrinha estava tão exausta de tanto gozar, que nem percebeu o tio, tarado pela beleza do corpo nu de sua sobrinha, se despir de sua bermuda, separar suas coxas e com pênis, duro como aço, a penetrar. Ela percebeu que este segundo homem dentro dela não era de seus primos, pois o corpo por cima dela, é bem mais pesado e era o sentia cabeludo em seu ventre e Seios.
— Meu Deus! É o tio, ele me chupou lá no banheiro e veio me foder… Como teve coragem… mas está muito gostoso… muito mesmo… achoo que estooo teen doo um orgasmoooo.
Estela se desmancha em múltiplos orgasmos com o tio a fodendo e apesar com receio, permitiu que fizesse anal. Já estava quase amanhecendo, quando Joaquim, montou por cima de sua sobrinha, em posição invertida e enterrou a cabeça no meio de suas coxas e começou a lamber e chupar sua boceta e dando linguadas no clitóris. Fazendo com que a garota fosse a lua de tantos orgasmos. Com isso conseguiu fazer o que tanto queria, a cabeça do pau, passear nos lábios dela, num determinado momento quando ela mergulhou em mais um orgasmo e separou os lábios, ele empurrou toda a glande na boca da jovem. A partir daí, não teve mais volta e o 69 rolou solto. Inexperiente nessa forma de sexo, quando percebeu, seu tio. Já tinha explodido um barril de porra em sua boca. Desesperada tentou cuspir, porém, meio barril já tinha engolido e pouco adiantou, o xingar até a oitava geração. É com diz o ditado: Depois do leite derramado…
***
Naquela manhã, a mesa do café da manhã, preparado com esmero pela duas moreninhas, ficou sem ninguém até as onze horas, quando o patrão, senhor Joaquim desceu. Ele saudou calorosamente as jovens, dando um leve puxão nos cabelos de Iara e um tapa na bunda de Lara, que apenas riram e foram servi-lo quando se sentou a mesa,.
Depois, ele falou para Lara ficar atenta para servir o desjejum ao pessoal, conforme fossem descendo e avisar que fui ver o depósito de combustível e que Iara foi comigo.
As garotas sabiam o que aquilo significava e Iara toda sorriso saiu a frente de Joaquim.
O galpão de combustível, que abastecem os geradores de energia do sítio, fica há 300 metros da casa grande. E em lá chegando, Joaquim abre o portão, fechado com um grande cadeado. lá dentro Joaquim olha uns relógios, que controlam o quadro de diesel, de querosene e óleo, nos três tanques, toma nota e depois se deita numa rede estrategicamente ali colocada. Iara que o acompanha de perto, sabe o que deve fazer.
Se aproxima de Joaquim e lentamente vai se despindo, até mostrar ao patrão sua impressionante nudez, seios volumosos, mas firmes, ventre liso e bem torneados, quadris perfeitos e genitálias com lábios carnudos e sem deixar nenhuma pele sobrando. Coxas perfeitas e bunda salientes que deixam os peões babando.
Iara não necessita de nenhum comando de Joaquim, vai até a rede onde ele já pronto para a receber, com a calca e a cueca arriadas até abaixo dos joelhos, ela com cuidado e com as mãos segura o caralho de Joaquim e o direciona para seu acesso vaginal e vai se sentando lentamente nele e ela o recebe por dentro, pois já está acostumada com o patrão e com os três meninos, filhos deles.
Iara cavalga em Joaquim por muitos minutos, até que o sente tremer e inchar dentro dela e ela recebe em seu útero, duas toneladas do prazer do patrão.
— Garota, eu e meus filhos as fodemos quase todos os dias, você e tua irmã, por acaso se cuidam para não ficarem buchudas de mim ou dos rapazes?
A gente não faz nada patrão, mamãe dá um chá para nós beber, e ela fala que gente não fica prenha.
***
Quando Joaquim volta para casa, ao lado de Iara, encontra um clima tenso, Gabriela discute, parecendo estar furiosa com Estela.
— Você tem de me obedecer, eu sou tua mãe, se digo que vamos embora hoje é por que vamos
— A senhora pode ir, mas vou ficar aqui no sítio, eu não entendo, mãe, porque mudou de opinião em uma noite!
— Eu não mudei de opinião, filha!
— Mudou, sim, me diga com sinceridade, o que aconteceu que a fez querer ir embora? Eu lhe garanto que dormi como um anjo.
”Dormi como um anjo” … esta afirmação fez com seu tio e primos, se olhassem, surpresos com o sarcástico dito pela garota que nem piscou ao falar mentira tão descarada.
— Não aconteceu nada, filha atrevida, não discute mais, arrume tuas malas. Que as minhas já estão no carro.
— Você por acaso é surda, mãe? Falei um milhão de vezes que não vou embora. E ponto final, vou passar o dia vagando pelo sítio. Só voltarei a noitinha
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Estela sai pela porta central vestindo somente um vestido com bainha pouco acima dos joelhos e por baixa nada, está sem calcinha e sutiã e seus pés protegidos por uma sandália de tiras de couro.
As primeiras pessoas que encontra são os pais das garotas Lara e Iara e fica sabendo que elas são gêmeas.
A mãe das garotas é muito simpática, bonita e jovem, Estela pergunta sua idade e fica surpresa ao saber que tem apenas 35 anos.
Estela continua sua caminhada e passa pelos poucos trabalhadores do sítio que a olham com indisfarçável desejo. Eles diferem dos homens da cidade, lá eles são mais civilizados. aqui parecem lobos famintos
Acho melhor me desviar desta área onde estão trabalhando e pegar o caminho da Gruta dos lobos, lugar onde nenhum empregado do sítio vai. Depois de quase uma hora de caminhada por caminhos sinuoso, aberto no meio da densa mata da Floresta dos Ventos Uivantes, Estela chega, finalmente, a Gruta dos lobos que visitara em duas ocasiões com os primos, quando tinha apenas doze anos.
A gruta está lá como é óbvio. Tem vinte metros de profundidade e oito de pé direito na boca e dois pés nos fundos. Nenhuma marca de pegadas na fina camada de terra que o vento trouxe. Então a gruta é dela.
Há quinze metros da boca da gruta, Estela se deita para descansar da caminhada. Quase sem perceber adormece, um sono profundo e reparador da noite de sexo e da caminhada pela mata da Floresta dos Ventos Uivantes.
***
Dois rapazotes de no máximo dezoito anos, morenos claros, filhos de um sitiante localizado do outro lado da Floresta dos Ventos Uivantes, Onde predominava a montanha, subiram até o pico e decididos desceram pelo lado oposto e ficaram admirados ao se deparar com a enorme caverna.
— Luiz, vamos deixar as mochilas aqui e examinar esta caverna.
— Carlos, primeiro vamos comer uns sanduíches e beber um pouco da batida. depois a gente pesquisa a caverna.
Eles se desfizeram das pesadas mochilas que levam nas costas e retiram uns pacotes de sanduíches recheados com carne e de um bornal bebem batida de cachaça com mel.
Luiz, ainda bebendo se ergue e olha ao redor e é quando vê um vulto caído há uns dez metros deles.
— Carlos, Carlos… tem alguém caído ali nos fundos. …
Carlos imediatamente se levanta ainda mastigando e olha para onde seu irmão aponta, vê o vulto imóvel, é de pessoa e logo pensa se tratar de um defunto.
Se aproximam mais do corpo e para surpresa veem ser uma mulher, loira e jovem e sem a tocar, não encontram nenhum ferimento visível.
— Escutam o leve ressonar dela. Ela está é dormindo, e não tem cheiro de álcool!
— Será que está sob efeito de drogas?
— Acho que não… veja como é novinha e bonita!
Carlos se ajoelha ao lado da garota adormecida e lentamente com as duas mãos na bainha do vestido, o vai puxando para cima, primeiro descobre um palmo acima das grossas coxas, depois dois e para sua surpresa e de Luiz, o mais incrível, ela não veste calcinha e assim podem ver sua boceta, lisinha sem nenhum pelinho. A descobrem até exibirem os seios, pois também está sem sutiã. Excitados, com cuidado a desnudam de sua única vestimenta, o leve vestido.
Mesmo assim Estela continuou dormindo. Sonhando com Pedro (Paulo) e com o tio. Naquela noite quando perdeu sua virgindade, e isso a deixa excitada, mesmo sonhando, suas larissa fica úmida tendo a nítida impressão de que dedos estão a tocando.
Carlos e seu irmão, estão ajoelhados ao lado da mocinha sabendo que ela está dormindo. Eles não conseguem desviar o olhar da maravilhosa nudes da garota. Jovens que são nunca viram o corpo nu de uma mulher.
Não se fossem Virgens, pois já tinham conhecido sexo. Mas foi coisa ligeira, com a moça que fazia faxina na casa deles. Por R$ 20,00 Martinha levantava a saia, baixava a calcinha, se inclinava sobre a bancada da pia e deixavam por trás. Ela estava de casamento marcado e queria casar virgem. Dela, só podiam ver a bunda. isso somente em três ocasiões.
***
Carlos não conseguiu segurar sua tesão e levou a mão e a descansou sobre a boceta da adormecida Estela. Não percebeu nenhuma reação dela, então seus dedos começam a “examinar” a gruta, desconhecida para ele.
Estela fica totalmente molhada e o rapazote percebe isso em seus dedos e tão excitado está, que despe sua bermuda e com o membro tão duro que chega a doer, com uma mão direciona a glande para o acesso vaginal e com facilidade a penetra, deixando seu peso leve cair por cima da bela adormecida.
Com isso Estela acorda abruptamente e atordoada, pensa que é o primo Pedro que está dentro dela, mas em seguida percebe que não é ele, tampouco Gustavo ou Paulo, ou o seu tio. O membro é pequeno e o homem que está por cima dela, é peso leve. Então sabe que não são seus primos e sim…!!!!
— Puta merda!!! quem é você?
Estela enquanto fala, assustada, empurra Carlos de cima dala, mas o rapaz a envolve com os braços e ela não consegue se livrar.
— Moca, eu sou Carlos… deixe só um pouco mais por favor!
Estela o sente dentro dela e escuta o pedido do estranho… Carlos… quem será?
Não está a machucando, ao contrário é gostoso, então permanece quieta e se surpreende, pois ele dá meia dúzia de movimentos, deixa seu sêmen e se retira, a deixando frustrada. Mas para sua surpresa, outro rapaz se deita por cima enquanto direciona com a mão o membro para a sua vagina, fala a um palmo de sua orelha: Sou o Luiz, moça. Ela o sente, também peso leve e o membro” mediano”. Mas este rapaz não é como o anterior, “ligeirinho”. Ele dá duas dúzias de bombadas, antes de chegar ao auge, permitindo que Estela tivesse dois orgasmos.
Depois, eles se apresentam como irmãos gêmeos, filhos de um sitiante do lado norte da Montanha dos Ventos Uivantes, que estavam “explorando” a região e a encontraram caída e dormindo, sem roupas íntimas, na Grande Caverna que eles pretendiam pesquisar.
— O que aconteceu com você, moça?
— Vocês estão mentindo, eu estava com um vestido! Foram vocês que me despiram… olhe ele ali.
— Perdoe moça, a gente fez isso, foi para ver se tinhas ferimento.
— Desculpa mais boba! Vocês queriam é me comer, falem a verdade!
— Não deu para resistir, moça; tu é gostosa demais!
— Vocês acham? Meu nome não é moça, é Estela e eu estava com raiva e sai de casa sem rumo. Moro no sítio do meu tio. sem nada… vocês têm água e comida?
— Temos, sim, ali nas nossas mochilas.
Alguns minutos depois, Estela, Carlos e Luiz, conversam ao lado de uma fogueira fora da caverna. Ela bebeu e comeu e disse que voltaria ao sítio, pois nessa hora da tarde, sua mãe já deveria ter voltado para casa. Os rapazes lhe deram uma garrafa de água e se despediram, mas antes imploram por mais uma “fodinha”.
— Se querem me foder novamente, vou lhes propor algo diferente. Fico deitada de lado e você Fode meu rabo e você Luiz come minha boceta.
— Eu sou o Carlos, o Luiz é aquele ali.
— Tanto faz, vocês são cara de um, focinho do outro. Se posicionem conforme falei.
Depois de mais um pouco de sexo, coisa estranha, duplo sexo. Coisas que nunca pensavam existir. Eles satisfeitos, de despedem.
***
Estela sabia o caminho a seguir, mas como a tarde já estava no meio, decidiu apressar os passos, com medo da noite a pegar ainda longe do sítio. Aconteceu que com a pressa, numa bifurcação, pegou a trilha errada, com isso se afastando ainda mais de casa.
Quarenta minutos depois, com o fim da tarde, nervosa e com medo, sabia que estava perdida. Como única solução seria retornar até a maldita bifurcação.
***
Foi quando percebeu há uns 50 metros adiante um homem. Estela congelou, não havia como se esconder, pois, ele a viu e rapidamente se aproximou. É um homem enorme, com mais de dois metros, pele escura como carvão, facão na cintura e espingarda de caça apoiada no ombro.
— Puta merda! Hoje estou com sorte, cacei uma gazela desgarrada!
— Eu não sou nenhuma gazela desgarrada. Estou indo para o sítio do meu tio Joaquim.
— O sítio do Joaquim fica noutra direção, bastante distante. Tu está perdida, mocinha gostosa, não pode enfrentar caminhada tão longa na escuridão da mata.
— Obrigada, mas prefiro continuar caminhando.
— Nada disso, hoje tu é minha caça!
Estela sente as intenções do enorme negro e apavorada, se vira e com a força da adrenalina, dispara como uma flecha para fugir. Ele a persegue, mas ela é mais rápida e o homem vai ficando para trás, mas na corrida, Estela não percebe um desnível do terreno e mergulha de frente, bate de cabeça em um tronco e apaga.
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Quando acorda já é noite, tudo lhe dói principalmente a cabeça, seios, boceta e ânus. Percebe que está nua, estendida sobre um estrado de madeira com uma esteira servindo como colchão. Está em uma cabana, iluminada por um lampião a óleo e o gigante negro está sentado perto dela, segurando uma caneca de alumínio. quando percebeu estar acordada, ele a olha com um sorriso de escárnio e fala:
— Finalmente acordou. Estava cansado de a foder como uma morta. Agora desperta, será melhor.
Estela grita e esperneia, quando ele monta por cima e a penetra com um só empurrão. Ele é enorme e ela se sente dilatada ao máximo para o acomodar. sente dor toda vez que a glande se choca com o seu colo de útero com violência. Ele se assemelha a uma máquina de foder, parece que não vai parar de se mover dentro dela a fazendo gemer, não de prazer, mas de dor.
Este sofrimento permanece durante alguns momentos da noite, com pouco intervalos e o homem se mostra ser um sádico, a penetrando com enorme violência, Estela não sabe a razão, mas mesmo com tanta estupidez ela se derrete em múltiplos orgasmos. Tem certeza de que aquele negro enorme, a fez sentir mais prazer que seus primos, tio e os garotos.
Estela se espanta, como isso é possível! Sentir prazer e dor ao mesmo tempo, e sendo estuprada. Quando, quase ao amanhecer, ele sai de sua bunda e inexplicavelmente, lhe dá um violento soco na sua têmpora direita que a faz ir a nocaute.
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Joaquim, Pedro, Paulo, Gustavo e alguns peões, desde o anoitecer do dia anterior, montados em seus cavalos, estavam em campo a sua procura, mas foi Pedro que a encontrou, caída nas margens de um córrego, com o vestido rasgado jogado por cima de suas nádegas. Seu corpo mostrava sinais de que sofrera estupro brutal.
Estela foi atendida primeiro pela mãe das gêmeas Lara e Iara, depois pelo doutor Francisco, que Joaquim mandou buscar na pequena cidade próxima do sítio.
Trinta dias depois Estela está totalmente recuperada, mas suas férias escolares estão terminando, ela terá de voltar para casa. É então que ela toma decisão que irá mudar totalmente o seu destino.
— Pai, mãe, já tenho idade para decidir o que quero… e eu não vou voltar para casa, para a escola. vou ficar morando no sítio, ao lado do tio e de meus primos.
Seus pais não aceitaram que Estela abandonasse seu lar e os estudos e fizeram de tudo para a fazer mudar de ideia, mas de nada adiantou e Estela ficou morando no sítio, indo visitar os pais uma vez por mês e continuou estudando via online. Sua mãe passou a ter um motivo para matar as “saudades” que tinha da filha, visitando o sítio de tempos em tempos.
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Mas, nas noites, em segredo, (Nem tanto) Gabriella se transformava na mulher do seu tio Joaquim e dos s seus sobrinhos, Pedro, Gustavo e Paulo, uma noite para cada um deles e ela vivia feliz, com este estranho e incestuoso arranjo.
Entretanto, os mais felizes com tudo isso é Joaquim e seus três filhos, que sem sair de casa, tinham a disposição, quatro belas mulheres: Estela, Gabriela, Lara e Iara.
O único inconveniente, nisso é que a jovem Estela estava gravida, com dois meses e ela não sabia de quem, pois tinha sete candidatos: Pedro, Paulo, Gustavo, Joaquim, Carlos, Luiz e o gigante negro de 2,10 m. Contudo a mãe das gêmeas, usou algumas ervas da flora da região e a jovem Estela, viu seu problema resolvido.
Estela, uma jovem saudável, com 18 anos, que se tornou viciada em sexo, foi esta a razão de teimar com seus pais que queria continuar morando no sítio de seu tio Joaquim. Pois é onde pode ser fodida pelo tio e por seus sobrinhos. Depois, ainda encontrou os gêmeos Luiz e Carlos. Há… e ainda sofreu estupro de um negro gigante, de 2,10 m. Na cidade, na casa de seus pais, isso jamais poderia acontecer… Talvez se ela se tornasse, garota de programas ou frequentadora de bordéis, mas isso ela não queria ser.
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No sítio, continua seus passeios e não é raro, passa pelo galpão, que serve de alojamento aos peões do sítio, que a olham com indisfarçável desejo. Eles se diferem dos homens da cidade, lá eles são mais civilizados. aqui parecem lobos famintos.
Estela se ver tentada a os provocar. Para isso, em uma manhã, em um dos seus passeios, passa em frente do portão do alojamento, onde vê quatro deles, sentados botando conversa fora, pitando cigarros de palha e bebendo algo, que pode ser aguardente.
Com a maior cara de pau, Estela se aproxima e indaga o que eles estão bebendo.
Um moreno, tostado pelo sol, sem camisa, vestido com uma calça rasgada na altura dos joelhos, se antecipa aos outros e responde:
— A gente tá bebendo pinga de milho e pitando cigarro de erva seca torrada. A madame que provar?
— Pinga de milho e cigarro de erva seca! Que coisa mais bizarra! Quero sim.
Ele e outro peão, se apressam em lhe dar uma caneca de lata cheia da tal aguardente e o cigarro de erva seca torrada.
— Minha nossa!!! Isso é álcool puro e este cigarro, tem cheiro e gosto forte, isso sim.
Estela senta em um banco de madeira e consegue beber uma boa porção da bebida e fumar o cigarro de erva seca torrada, que realmente é a planta conhecida popularmente como Coca, da qual se origina a cocaína. Que eles utilizam seca e torrada, sem saber do que se trata de uma droga.
Estela, também não sabe e já um pouco “alta” aceita pitar outro cigarro e sem perceber, bebe quase toda caneca da forte aguardente.
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Quase duas horas depois, com a cabeça girando, embriagada e nua, estendida sobre uma lona, no piso de terra nos fundos do alojamento, Estela é fodida, não só pelos quatro primeiros peões, mas por todos os dez trabalhadores do sítio. Eles, ordenadamente, fazem fila, de modo que todos provem a boceta ou o cu da sobrinha puta do patrão e, quando um sai dela, outro entra e o que sai volta para a fila, novamente.
Seis horas depois, com medo das consequências, do que fizeram com a garota, fazem um pacto de silêncio e um deles, o mais cabra frio, a levará na garupa de um cavalo, para o mesmo lugar que há duas semanas, a encontraram bastante machucada, demostrando que sofrera estupro. A intenção era simular a mesma ocorrência de antes, com a única diferença, uma pedrada em sua cabeça, a calaria para sempre.
É o mesmo argumento, antes ela do que a gente.
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O peão, a quem coube a macabra tarefa de calar a boca de Estela para sempre, duas horas depois, chega ao local onde fará o “descarte” de Estela. A coloca estendida no chão de areia e apesar de a ver com dezenas de marcas de dentadas e chupões por todo corpo, ainda quer a foder mais um pouco, antes de… a mandar dormir.
Ele se despe de sua calça e por muitos minutos a penetra pela frente e por trás. Satisfeito, olha ao redor, escolhe uma pedra de bom tamanho, que servirá perfeitamente para o serviço. a segura com as duas mãos e caminha até Estela.
Quando está aproximando da jovem desfalecida, dois disparos de espingarda, manda o infeliz para o “Quinto do diabo”.
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O gigante negro, escuro como carvão, com quase 2,10 m. chega a sua cabana, já noite, carregando sobre os ombros a desfalecida garota, a mesma de algumas semanas passadas. Ele não consegue compreender como ela veio parar novamente naquele local, o mesmo de antes, mas agora com um homem decidido a dar fim em sua vida com uma pedrada.
O que ela terá feito de ruim, que a queriam ver morta? Se a coisa com ela, é assim, tão perverso, melhor ficará morando aqui, na minha cabana, onde a protegerei e, ela será a minha mulher.
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Algumas horas depois, Estela, começa a sair de seu sono, em parte, etílico. Tem vaga lembrança, de que peões do sítio de seu tio, a estavam fodendo, e eram muitos deles, mas… mas nenhum é tão enorme a ponto de… meu Deus! É o gigante negro que está a me foder!!! Como, como isso é possível?
Após vários minutos de reflexão, de dor e prazer da jovem. Ele consegue se fazer entender, quando se retira por momentos de sua vagina.
— Eu a peguei, perto da lagoa, com um peão, que sei é do teu sítio e ele estava segurando uma grande pedra para esmagar tua cabeça.
— Mas qual razão, ele quer me matar?
— Isso não sei, mas tu, sim, deves saber o que fez de malvado lá no sítio. A única coisa que sei é que tu será minha fêmea para sempre, morando na minha cabana.
Estela fica apavorada, ao perceber que ele deseja a manter prisioneira como sua mulher. Tem receio de o contrariar e ele a surrar. No entanto, o que o gigante negro como carvão, nas horas seguintes, faz é a obrigar a alucinar, quase que morrendo de seguidos e múltiplos orgasmos, com ele se posicionando entre suas coxas, e com sua deliciosa boca e língua, chupar sua boceta e clitóris por quase duzentos anos. E depois enterrar na sua vagina e cu a enormidade dele.
Nos dias e semanas seguintes, Estela já está acostumada com o monstro do negro de 2,10 m. dentro dela, tanto pela porta da frente como pela porta dos fundos.
Vamos ter em mente de que seus dois acessos já estão tão dilatados, de que alguma coisa menor que a monstruosidade do “seu negro”, não será capaz de lhe proporcionar prazer. Estela sabe que seu tio e primos são águas passadas, as “coisinhas” deles, jamais serão capazes de lhe proporcionar o que ela mais deseja.
“Se é de minha livre vontade, aceito o negro como meu marido para sempre”
***
Já são transcorridos cinco anos que a jovem e bela Estela, de apenas 18 anos, desapareceu quando passava uma temporada no sítio de seu tio. Apesar de ampla busca, nunca mais se teve uma única pista de seu paradeiro.
FIM
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