Ola leitores
Finalmente voltei! Depois de passar um período prazeroso mas conturbado chamado maternagem, eu consegui um rompo pra escrever.
Aos novos leitores sugiro que comecem do início pra entenderem melhor a história, mas se nao quiserem aproveitem essa leitura e se divirtam.
A história é baseada na minha vida mas deixo espaço pra pequenas mudanças em função do texto.
Aproveitem!
Na semana seguinte a vida seguiu normalmente. Ana me mantinha trancado mas ao contrário do que pensei que seria, estávamos em um hiato sexual. Parecia que tudo que fizemos naquele fim de semana esgotou-nos psicologicamente. As vezes Ana me provocava, as vezes ela mandava eu chupar sua buceta, mas nada parecido com o frenezi que havíamos vivido.
Eu pouco tirava o cinto e isso começou a me incomodar pelos motivos errados pois eu estava ficando assado. Para quem não sabe, a pior parte de usar um cinto é achar um anel adequado. A partir de duas semanas de uso constante Ana passou a retira-lo a noite e algumas vezes até durante o dia pois a situação da minha pele piorava com o passar do tempo. Procuramos na internet e na época era difícil comprar pois os que existiam ou eram piores do que eu estava usando ou eram internacionais e eles não exportavam para o Brasil. Lembrei que a Fernanda havia dito que conhecia um site internacional que exportava para o Brasil e pedi ajuda a ela. Assim que ela mandou o e-mail com o endereço, chamei Ana para escolhermos juntos um novo cinto.
Haviam muitos modelos e óbvio que o que chamava atenção de Ana eram sempre os menores. Ela ficava inconformada em com era possível usar algo daquele tamanho. Óbvio que se comparado a hoje em dia os modelos que estávamos vendo eram bem grandes. Eu tinha dois cintos e achava que não existia nada menor do que eles mas me surpreendi. Eram muitos modelos pra olhar e pesquisar, fora outros acessórios, e então resolvemos que olharíamos com calma pois já estávamos ali há algumas horas e não decidíamos nada.
Naquela noite Ana partiu pra cima de mim mais excitada do que nunca e me fez chupa-la e come-la com o consolo maior. Ficamos mais de uma hora transando e dava pra perceber que ela estava com muito tesão. Após ela terminar simplesmente me abraçou, disse que me amava muito e dormiu profundamente. Eu que me lasquei pois estava com o tesão a mil, e preso em um cinto que machucava muito.
No outro dia acordei bem cansado pois havia dormido muito mal por conta das minhas assaduras e do aperto em que o cinto causava no saco. Além do tesão acumulado o cinto realmente havia me machucado a ponto de ficar em carne viva na região do anel. Mostrei pra Ana e ela resolveu que iria tirar até cicatrizar. Fui trabalhar meio dolorido mas nada que me impedisse de realizar minhas tarefas diárias.
A noite voltei pra casa e quando cheguei encontrei Ana com uma cara que havia aprontado.
- Que foi, Amor? – perguntei.
- Então, como o seu cinto não da mais pra usar eu passei o dia pesquisando e encontrei alguns que parecem promissores – respondeu ela.
- Que bom! Então vamos escolher um e comprar!
- Eu já comprei. E comprei mais de um. Na verdade comprei um monte de coisas! – disse ela fazendo cara de arteira.
- Bom...então tá! – respondi – Me mostra eles...
- Não! – disse enfática. É surpresa!
Gostei de sua animação com as compras mas aceitei que não saberia de nada antes delas chegarem.
Nossa rotina continuou normal e sempre que eu melhorava Ana me trancava no cinto por alguns dias pois não era possível mais do que isso. Eu conseguia aguentar uns 14 dias geralmente, mas como a pele em volta do anel estava muito sensível eu não passava de 10 dias já com muita dor. Enquanto eu ficava trancado Ana me impedia de gozar, nem mesmo um orgasmo prostático. O máximo que acontecia era ela me comer um pouco com o consolo e me deixar quase gozar mas não finalizava. Eu ficava maluco mas era assim que ela queria e eu não tinha escolha.
Houve uma vez em que ela parecia estar transtornada de tanto tesão e me tirou do cinto dizendo pra eu meter nela como eu quisesse. Meu pau saltou mais duro do que nunca, mas no meio do ato ele deu uma amolecida. Ana percebeu e mesmo assim tentou me ajudar movimentando-se de forma mais sensual mas parecia que só piorava. Quando ela viu que eu não ia conseguir, disse com um leve riso:
- Acho que você já está conformado com seu lugar, né amor?! Vou precisar de um macho pauzudo pra meter em mim.
Eu fiquei meio sem graça de ter broxado mas Ana não deixou a bola cair e sem demora já pegou o consolo maior junto com a cinta e deu pra eu vestir.
- Vai Amor, me faz gozar bem gostoso com esse pauzão! – disse ela.
Vesti a cinta e ela ficou de quatro esperando receber o consolo dentro dela. Antes mesmo de eu começar meu pau voltou a ficar muito duro e eu sinalizei pra ela que não ia precisar usar a cinta.
- Amor, eu dei a chance de você me comer mas no fundo não é mais isso que você quer. Você só ficou duro por que vestiu o consolo e isso de alguma forma te excita.
Sem dar chance de eu tentar argumentar algo ela mandou eu tirar a cinta que prende o consolo e colocou de volta minha gaiola de castidade. Mandou eu vestir novamente o consolo e disse:
- Seu pauzinho vai ficar atrapalhando. Vamos manter ele preso.
Ela virou-se de e ficou de quatro esperando por mim, ou melhor, pelo consolo. A verdade é que eu ficava excitado metendo aquele pauzão nela. Enquanto eu metia ela gemia falando coisas desconexas mas entre as coisas que ela disse eu entendi duas delas que foram: “ preciso de um pau ” e “ vai Pê”. A segunda ela disse quase abafando mas disse. Eu senti aquele velho ódio que há muito eu não sentia mas continuei ate ela gozar.
Depois de se recompor, Ana veio retirar minha gaiola e começou a rir pois tinha vazado muito pre-gozo do meu pau. Eu estava meio sério e ela já percebendo que eu não estava curtindo perguntou o que havia acontecido. Eu contei pra ela o que tinha ouvido quando ela mencionou Pedro e ela confirmou que talvez tivesse falado o nome dele.
- Amor, esse pauzão que você meteu em mim é muito parecido com o dele. Tem horas que eu posso quase senti-lo de verdade. E se ele não fosse um idiota com certeza ele estaria metendo em mim agora. Eu estou com muita saudade de sentir uma rola dentro de mim.
Eu ia argumentar algo sobre ela usar mais meu pau mas ela interrompeu:
- Você sabe que não é disso que eu estou falando – disse apontando pra minha gaiola – Eu quero um pau de macho! Você nunca teve um pau assim mas ate que se comportava um pouco como um macho de verdade, mas agora nem isso você faz. Parece que sua mente foi reprogramada e agora você é um beta!
Ela riu um tanto debochada ao dizer isso e eu apenas respirei fundo demonstrando um pouco de raiva mas ela nem ligou e continuou:
- Não fica assim, meu betinha! Eu amo muito você e somente você! A única coisa é que de vez em quando eu quero um pau de verdade! O seu até seria bom se eu nunca tivesse tido outro mas...
Por mais que aquilo doesse era exatamente o que estava acontecendo. Minha mente tinha mudado bastante e eu não conseguia mais manter uma ereção sem aqueles tipos de estímulos. Ana vendo que eu estava conformado, excitado e não tentei falar nada pra contesta-la me deu um beijo e disse:
- Amor, pra mim você sempre foi perfeito mas eu sabia que teria que me contentar com o seu pau...que não é ruim e cumpria muito bem a função, mas eu sabia o que era um pau grande e sabia que eu não teria mais um desses. Porém, com essa nossa nova dinâmica de eu poder ter novamente um pau grande dentro de mim, eu fiquei satisfeita mas sempre culpada por deixar você tão inseguro. Mas as coisas sempre mudam e como estou vendo que sua mente foi reprogramada e voce tem aceitado melhor o seu novo normal não sinto mais culpa de te provocar com pequenas humilhações.
- Pequenas? -respondi com cinismo.
- Sim, pequenas! Igual seu pauzinho! - disse rindo – Mas falando serio, você sabe que as provocações deixam nós dois muito mais excitados, não é?
- É verdade amor! – respondi. Eu te amo.
- Uau! Eu te humilho e você se declara pra mim! Gostei! E por ser tão fofo hoje eu vou te comer até você gozar!
Ela vestiu a cinta com o consolo, deitou-se na cama e disse sorrindo:
- Quero olhar nos seus olhos!
Eu me ajeitei e fui sentindo o consolo entrar. O interessante é que apesar de ir ficando mais fácil a cada dia eu ainda conseguia sentir ele rasgando meu cu todas as vezes. Quando eu senti que eu cu já havia engolido ele todo comecei instintivamente a rebolar enquanto Ana ria da minha agonia. Como já fazia um tempo que eu não gozava comecei a vazar bastante mas sem sentir que estava gozando e fiquei assim por um bom tempo. Ana mandou eu deitar na cama e enquanto metia em mim de frango assado beijava minha boca. Num deu 2 minutos eu senti meu primeiro orgasmo. Ana não parou e continuou metendo por mais tempo me incentivando a gozar e foi isso que aconteceu. Assim que acabou Ana soltou meu pau da gaiola pois eu estava assado e eu não aguentaria dormir preso.
Passou um mês mais ou menos desse acontecido e durante esse tempo eu parei de usar meu cinto de castidade para minha pele poder se recuperar. Eu e Ana transamos outras vezes mas foi apenas ela me penetrando e toda vez ela dizia que estava com saudade de um pauzão dentro dela. Resolvemos ir atrás de alguém para satisfaze-la e fizemos perfil em um site de encontros. Posso dizer que foi difícil encontrar alguém que parecesse confiável e tivesse os atributos físicos que ela queria mas após bastante conversa com muitos caras encontramos dois que pareciam ser promissores e resolvemos marcar um encontro com um deles para ver se dava certo.
Nesse meio tempo chegou em nossa casa todas as coisas que Ana havia comprado no site. Quando cheguei em casa a noite vi um monte de pacote em cima da cama e Ana toda animada mexendo nas coisas.
Haviam 5 cintos de castidade, alguns dildos com formatos diferentes e um dildo gigante ( mas muito grande mesmo e muito grosso), bolinhas tailandesas, mordaça de bolinha, prendedor de mamilo, chicote, algemas e outras coisas. Dos cintos havia um que veio a se tornar meu cinto do dia a dia por muito tempo que era o HT2 , que era um lançamento da Holytrainer e por ser muito confortável, apesar de pequeno, eu conseguia usar ele por longos períodos mas sempre tirando para higiene. Tinha também uns diferentes , entre eles um modelo de metal muito pequenino e eu jurava que não ia dar certo mas descobri mais tarde que sempre da pra diminuir o tamanho.
Ana toda animada já me deu todos pra eu experimentar. Dois deles eram muito ruins e não deram certo já de cara. Acabou que eu fiquei com 3 apenas no final. Naquela noite ela pediu que eu usasse o cinto de metal que ela iria testar um dos dildos em mim. Fiz toda minha preparação anal e raspei toda região onde o cinto ficaria. Foi dificil encaixar pois junto com ele vinha um cinto elástico que era preso no anel e dificultava a colocação da parte da frente da gaiola mas com paciência eu consegui. Meu pau, literalmente ficou resumido a nada e eu mal podia senti-lo. Quando saí do banheiro vi os olhos dela brilhando:
- Amor, cadê seu pau? -disse ela rindo – Só da pra ver as bolinhas!
Ela apalpava meu saco com um ar incrédulo e ao mesmo tempo sarcástico. Para complementar ela pegou uma calcinha que eu nunca tinha visto antes e que era bem pequena com uma abertura embaixo e deu pra eu vestir. Eu recusei e disse que não iria vestir calcinha nenhuma e ela sem ceder disse:
- Amor, acho que já passamos dessa fase, não é mesmo? A calcinha é o menor dos problemas se é que existe algum problema. Tudo que fazemos faz parte de nossas fantasias e fetiches. Eu vendo você com esse cinto que te deixa praticamente sem pau nenhum me faz pensar que vai combinar muito essa calcinha. Veste logo e deixa de frescura porque hoje vamos testar todos esses consolos e você vai ser minha menininha!
Óbvio que eu fiquei excitadíssimo ao ouvir ela me dando ordens e me chamando de menininha. Vesti a calcinha que se encaixou perfeitamente e logo senti algo diferente ao me ver vestido daquela maneira. De certa forma fiquei sexy pois eu tinha uma bunda grandinha e a calcinha por ser fio dental e deixou tudo evidente. De frente realmente não dava pra ver quase nada pois a gaiola era muito pequena e o cinto mantinha o anel bem perto do corpo. Ana também ficou empolgada com o resultado e disse:
- Amor, não sabia que você ficaria tao sexy! De verdade! A gente vai ter que ajustar algumas coisas no look mas já acho muito promissor o que vejo! Acho que tenho um novo fetiche! E você, o que achou?
Eu queria responder que não havia gostado mas eu realmente me sentia excitado com toda a situação e sem nem pensar apenas respondi:
- Adorei!
Ana sorriu surpresa com minha resposta e empolgada foi ate seu guarda roupa e trouxe uma meia 7/8 e um sutiã pra eu vestir.
- Coloca Amor!
Eu tentei por o sutiã mas não fechava atrás e mal dava pra colocsr. Ela ficou meio decepcionada mas pediu pra eu colocar as meias. Vesti e vi que ela trouxe uma liga pra eu prender. A liga ficou meio apertada na minha cintura mas deu certo.
- Amor, você esta linda! Pode deixar que eu vou comprar os tamanhos corretos pra você ficar maravilhosa!
Ela já me chamava no feminino e aquilo me excitou demais porém meu pau estava esmagado naquele cinto me deixando com uma dorzinha bem chata.
- E pra próxima vez quero você sem nenhum pelo! – disse Ana. Você vai ser minha putinha linda! Vou produzir você todinha!
Ana pegou um dos consolos novos e acoplou no harness e mandou eu ficar de 4. Quando ela começou a colocar eu senti que a cabeça daquele consolo era bem larga (depois medi e vi que tinha 18cm de espessura). Doeu um pouco pra entrar e eu comecei a dar pequenos gemidos de dor. Ana vendo que não tava fácil começou a falar:
- Relaxa putinha! Relaxa esse cuzinho! Deixe esse pauzão arrombar você!
Ela empurrou mais forte e dei um gemido mais alto pois estava doendo bastante. Ana disse:
- Não é assim que uma menininha geme! Quero ver você gemer igual a uma mulherzinha. Vai! Se não gemer assim não comer seu cuzinho!
Ela ia falando isso e empurrando aquele consolo cabeçudo. Eu tentava me controlar mas a dor era forte e ela insistia pra eu gemer que nem uma garotinha. Eu sentia uma certa vergonha de fazer isso mas reuni todas minhas minhas forças e gemi mais agudo do que era meu usual. Ana vibrou de felicidade!
- Isso putinha! Geme pra mim! Já to imaginando você toda produzida dando por aí, sendo usada pelos meus machos!
Eu só conseguia concordar e gemer agudinho. Ana continuou:
- Isso mesmo putinha! Eu terei muito machos e você vai dividir alguns comigo! Esquece esse seu pauzinho! Agora que eu vi sua versão menininha, eu não tiro você de dentro dessa gaiolinha nunca mais! Até porque esse piruzinho nem funciona direito...
Ana metia com toda força e dava pra sentir seu tesão pois ela gemia já meio rouca. Ela me xingava, me humilhava e parecia que isso dava mais tesão nela. O consolo em si não era tão bom pois ele mais machucava do que me dava tesão mas sentir Ana com aquele nível de tesão era alucinante. Se eu tivesse usando o outro cinto com certeza eu já teria gozado porque por mais que meu pau ficasse exprimido dava pra senti-lo apertando a gaiola mas nesse caso eu não conseguia nem sentir que tinha um pau e a sensação que dava era de um constante tesão que me deixava próximo mas nunca chegava.
Eu gemia como nunca pedindo pra Ana meter e por mais que ela atendesse ao meu pedido eu não conseguia gozar. Ana estava com tanto tesão que só de meter em mim gozou, e não foi pouco. Ela tremia toda igual a quando Pedro a fazia gozar. Depois de seu orgasmo ela praticamente apagou ao meu lado e eu fiquei com aquela sensação de vazio e de tesão não resolvido. Após alguns minutos ela acordou sorrindo e com o semblante de cansado disse:
- Amor, que delicia que foi! Fazia tempo que eu não gozava assim! Você gostou também?
- Eu gostei...mas não gozei... – respondi tentando não parecer frustrado.
- Como não? Eu vi você gemendo e pedindo mais....achei que tivesse gozado...- respondeu ela.
- Eu não consegui. Parecia que tava chegando mas não chegou – disse eu desapontado.
Ana pegou a chave e abriu o meu cinto pra ver se tinha algo errado mas a única coisa que tinha era uma quantidade de pre-gozo enorme e parecia tudo certo com o meu pau. Ana pegou nele e iniciou uma punheta bem lenta e assim ficou por longos minutos, sem dizer nada e sem fazer qualquer coisa que não fosse a lenta punheta. Eu me concentrava pra poder gozar mas a punheta era realmente lenta e não ajudava. Em alguns momentos eu tentava me mover pra acelerar mas Ana afrouxar a pegada ou simplesmente acompanhava o meu movimento me deixando extremamente agoniado.
- Quer gozar, putinha? -disse Ana me provocando
- Quero Amor! – respondi
- Não, não. Não quero com essa voz. Cadê minha garotinha? – provocou.
Eu tava morrendo de tesão e nem pe sei duas vezes.
- Quero muito, Amor! – disse eu com uma voz mais aguda.
- Hum...assim ta melhor! – disse ela tocando mais firme no meu pau – Mas quero que você me chame de senhora – disse firme.
Eu fiquei surpreso e achei meio estranho. Ana estava levando as coisas pra um lado mais BDSM. Eu tinha um pouco conhecimento desse mundo até porque castidade faz bastante parte dele mas nunca havia despertado nem em mim nem nela curiosidade ou vontade de atuar dessa maneira. Confesso que naquele momento meu coração disparou e eu senti um arrepio ao receber aquela ordem. E com um tesão imenso respondi com uma voz afeminada:
- Sim senhora! Eu gostaria muito de gozar, minha Rainha!
Ana se transformou novamente e com muito tesão pegou firme no meu pau batendo uma punheta bem rápida. Senti que eu iria gozar quando de repente ela largou meu pau me deixando naquele quase orgasmo. Por reflexo eu fiz menção de pegar no meu pau mas ela me deu um tapa nas bolas que doeu muito! Meu pau abaixou e eu urrei de dor pois doeu muito. Ana por sua vez pegou novamente nele e voltou a punheta-lo.
A sensação era muito louca! Era dor e prazer num nível que eu nunca havia experimentado. Ana baixou a boca no meu pau e iniciou um boquete e naquele momento eu já não sabia mais o que esperar. Era ir do 8 ao 80 muito rápido e quando senti que tava ficando bom Ana parou o boquete e deu vários tapas nas minhas bolas.
- Você tá pensando que vai gozar assim? Hahahaha – riu debochada – Essa boca aqui so chupa pau de verdade, pau de homem, pau de macho. Essa boquinha não é feita pra chupar maricas que se veste de mulherzinha!
Ana estava novamente elevando o patamar da humilhação. Só que dessa vez ao invés de eu sentir vergonha ou raiva eu estava com tesão incontrolável e de forma instantânea respondi com voz afeminada:
- Me desculpe, senhora. Eu me descontrolei quando você colocou sua boca no meu pau.
- Pau? Hahahahahaha! Como você pode chamar isso de pau? Isso no maximo é um clitorizinho. – disse. Vai, coloca seu cintinho pra eu não ter que ficar olhando pra essa minhoquinha.
Meu pau estava duríssimo ouvindo ela falar aquilo e dificultou muito a colocação do cinto mas com bastante força eu consegui.
- Pronto. Agora sim, putinha. E pra você ver como eu sou boazinha com você, eu vou deixar você escolher o consolo que eu vou por ai no teu cuzinho.
Eu escolhi um dos que ela tinha comprado mas não percebi que era o menor. Pra mim eu só queria ter algo dentro de mim logo e peguei qualquer um. Depois eu descobri que esse dildo ela havia comprado o modelo certo mas clicou no tamanho errado e ele era menor do que os que nós tínhamos. Ana vendo que eu havia escolhido o menor disse:
- Ah, sua putinha trapaceira. Ta com o cuzinho dolorido e escolheu o menorzinho? Pois só porque você escolheu esse eu vou pegar o maior. Vê se aprende a não se aproveitar da minha bondade. Eu comprei ele por curiosidade e pra quem sabe um dia se eu tivesse coragem, tentar usar em mim, mas que vai estrear é você.
O dildo gigante, como eu já mencionei antes era realmente grande. Tinha 30cm de comprimento mas o que dificultava mesmo era sua espessura. Tinha 21cm no início e no meio chegava a 23cm. Eu vi que era algo descomunal e meio que tentei rejeitar a ideia.
- Ana, eu não vou aguentar um negócio desse...
Não acabei a frase e senti um tapa forte no rosto.
- Quem é que manda aqui? – gritou Ana.
Eu juro que naquele momento eu quase perdi a linha pois o tapa doeu demais. Porém, o tesão foi a mil por hora e imediatamente eu respondi:
- É a senhora!
Veio outro tapa forte no meu rosto.
- Que voz é essa? Eu quero ouvir sua voz de mulherzinha. – disse ela gritando comigo.
- Me desculpe senhora! – eu disse com voz afeminada.
- Isso mesmo! É assim mesmo que eu quero. Agora pede pra eu enfiar aquele pau gigante em você. Pede putinha!
- Enfia no meu cuzinho, senhora, por favor!
Ana ria e sem perder tempo acoplou aquele consolo enorme no harness. Foi um pouco difícil pois como o diâmetro dele era maior do que os comuns, ela teve que trocar o anel que prende o dildo no harness mas apesar de demorado logo ela estava com aquele monstro pendurado nela.
Ela mandou eu ficar de quatro com a bunda virada pro alto pra facilitar. Obviamente que por mais que tentasse não entrou e nem perto disso. Mudamos a posição e eu fui por cima pra controlar melhor. Ficamos nessa tentativa por mais ou menos uns 40, 45 minutos e de repente eu senti que a cabeça entrou. Eu estava morrendo de medo de ela se empolgar e enfiar tudo mas vi que ela não perdia em nenhum momento a paciência nem a delicadeza. Quando entrou ela disse:
- Agora sim, putinha! Agora não tem mais volta.
Eu ia descendo aos poucos e e subindo de volta, tudo bem devagar pois ali realmente não havia prazer nenhum, apenas dor. Em um momento , saí de cima dela com as pernas trêmulas pois já estava muito cansado e esperava já receber um esculacho mas ela foi muito compreensiva e ate pegou água pra eu beber. Demos um tempo e eu pensei que ja tinha acabado mas ela em tom de ordem me mandou ficar de quatro no chão apoiado na cama.
Ela foi novamente forçando e quando eu percebi ela tinha colocado mais da metade, inclusive a parte mais grossa. Ana fazia tudo de forma lenta e cuidadosa e quando já tinha entrado mais ou menos ¾ do consolo ela parou de forçar pra dentro e apenas deixava sair quase tudo e colocava de novo pra dentro.
Eu comecei a sentir algum prazer novamente e ela percebendo isso ajudou dizendo várias pequenas humilhações que me deixava cada vez mais excitado. De repente vi que ela estava ficando naquele estado de excitação em que sua voz começava a ficar rouca e seus movimentos mais brutos. Ana parou de repente e se levantou indo ate onde estava suas compras e trouxe de la o prendedor de mamilos e a mordaça, colocou os dois em mim e voltou a meter forte no meu cu. Novamente senti algo diferente, um tesão realmente diferente do que jamais havia sentido.
Ana metia forte sem dó. Eu gemia tentando manter minha voz afeminada mas o tesão era tanto que eu já estava perdido no que estava fazendo. Eu senti algo que era como se fosse um orgasmo mas diferente pois sentia que não tinha ejaculação. A sensação deixava minha pele sensível, meu corpo eletrificado mas o gozo não vinha. Parecia que eu iria urinar e ao mesmo tempo gozar mas nenhum desses acontecia. Ana gozou novamente ainda mais forte que na primeira vez mas dessa vez não dormiu.
Eu me deitei no chão pra descansar e Ana deitou no meu peito. Eu senti um certo medo de abraçá-la mas nem precisou pois ela mesmo fez. Fiquei acariciando suas costas enquanto nos recuperávamos e ela perguntou:
- Conseguiu gozar agora, amor?
Ela já tinha voltado a ser a Ana carinhosa ou melhor, a Ana bate e assopra.
- Eu não sei direito, amor. Parece que sim mas acho que não. Não sei explicar.
- Eu acho que realmente esse cinto te atrapalhou, né?
- Acho que sim...
- Ótimo! Assim você não perde o tesão.
- Vish...me lasquei – disse eu.
Ana riu da minha reação e ficamos conversando sobre tudo que havia acontecido naquela noite.
- Sabe amor, eu gostei de ser uma dominadora, ou melhor, uma dominatrix! – disse rindo. Não serei o tempo todo assim mas acho que vou dar uma pesquisada pra entender melhor e tentar colocar isso nas nossas vidas. O tesão que eu senti hoje foi um dos maiores que senti na vida e acho que temos muito a descobrir, não é minha garotinha?
- Sim senhora!
- Bom, depois temos que falar dos nossos encontros. Um deles eu acho que vai rolar e parece promissor...mas agora vamos nos arrumar pra dormir. Amanha falamos nisso – disse ela.
Continua