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Brasil Escócia e a mamada em público

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Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Gay
Contém 1557 palavras
Data: 25/06/2026 20:48:53

A casa tava absolutamente lotada. Era uma daquelas tardes típicas de Copa do Mundo: uns vinte e poucos amigos e conhecidos espalhados pela sala grande, mesas de plástico branco dobráveis ocupando quase todo o espaço, cadeiras improvisadas, coolers cheios de cerveja gelada e o cheiro forte de churrasco vindo do quintal. No telão gigante de 75 polegadas, a transmissão da Copa do Mundo da FIFA 2026 enchia a sala com o verde do gramado do Estádio de Miami. Brasil contra Escócia, terceira rodada do Grupo C. O placar ainda estava 0x0, mas a tensão já tomava conta.

Eu estava sentado numa mesa mais de canto, de short de tactel preto folgado e uma regata do Brasil velha, latinha de Brahma gelada suando na mão. Não era o lugar mais movimentado, mas dali eu conseguia ver bem o jogo e, principalmente, observar as pessoas. Foi quando ele apareceu no meu campo de visão.

Negão alto pra caralho, fácil 1,90m, pele bem escura brilhando de suor por causa do calor da casa cheia. Corpo definido de quem joga pelada nos finais de semana — ombros largos, peito estufado, braços grossos, pernas musculosas. Usava um bermudão azul do Brasil meio caído na cintura e uma camisa amarela esticada no tórax. Ele estava de pé, uns três metros na minha frente, copo de cerveja na mão, olhos grudados no telão.

De repente, sem tirar o olhar do jogo, ele levou a mão grande pra dentro da bermuda e começou a coçar o saco bem devagar. Apertava, massageava, demorava, como se estivesse sozinho. O volume ali embaixo era óbvio. Ele olhou pra trás casualmente… e me pegou encarando. Em vez de desviar, sustentou o olhar. Um sorriso safado, quase desafiador, surgiu no canto da boca. Continuou coçando, agora de forma mais ostensiva, apertando o saco pesado enquanto me encarava. Meu pau deu uma latejada dentro do short.

O jogo começou agitado. Aos 7 minutos, Vinicius Jr. roubou a bola na saída de bola escocesa, driblou o goleiro e abriu o placar. A casa inteira explodiu em gritos: “GOOOOOOOL DO BRASIL!”. Ele gritou junto, levantando o braço, mas veio andando devagar na minha direção, abrindo espaço entre as mesas com aquele corpo imponente.

Parou bem do meu lado. A coxa grossa e quente encostou de leve no meu braço. O cheiro dele era forte — suor limpo, cerveja e aquele aroma natural de homem que mexe com a cabeça.

— Tá gostando do jogo, hein, cara? — murmurou rouco, sem olhar pra mim, só pro telão.

— Tá bom pra caralho… — respondi baixo, voz já um pouco rouca.

Ele deu um risinho baixo. Ficou ali, de pé ao meu lado, fingindo torcer. De tempos em tempos olhava pra baixo, na minha direção, e percebia que eu não conseguia parar de olhar pro volume na bermuda dele. O pau já estava meio duro, marcando forte no tecido fino.

Depois de uns minutos, ele se aproximou mais, quase colando a perna na minha cadeira. Com a mão livre, abriu discretamente o cordão da bermuda por baixo da mesa, puxando só um pouco o elástico. O cheiro forte de pau subiu. A rola gigante pulou pra fora só metade, pesada, grossa, veias saltadas, cabeça rosada já brilhando.

Eu olhei pros lados. Todo mundo vidrado no jogo, gritando, xingando o árbitro. Ninguém prestando atenção na nossa mesa de canto. Com a mão tremendo de tesão, estiquei o braço e segurei aquela monstrosidade.

Caralho… mal cabia na minha mão. Grossa pra porra, quente, pulsando. Comecei a punhetar bem devagar, de cima pra baixo, sentindo cada veia, cada centímetro daquela rola preta. O prepúcio deslizava macio sobre a glande melada. Ele soltou um suspiro baixo que se misturou com o barulho da torcida.

— Isso… vai devagar primeiro — murmurou, quase sem mexer a boca.

Fiquei punhetando ele assim por um longo tempo. Devagar, apertando a base grossa, subindo até a cabeça, girando a mão no topo, espalhando o pré-gozo que não parava de vazar. Ele ficava mexendo o quadril bem sutil, ajudando o movimento, enquanto torcia pro jogo. Cada vez que o Brasil atacava, eu acelerava um pouco a punheta. Quando a Escócia tinha a bola, eu diminuía, torturando ele.

— Porra, que mãozinha gostosa… — grunhiu baixinho quando fiz um movimento especialmente bom, polegar pressionando bem embaixo da cabeça.

Nos acréscimos do primeiro tempo, Vinicius Jr. recebeu de Matheus Cunha e ampliou: 2x0. A casa surtou de novo. Ele aproveitou o barulho, apertou meu ombro com força e rosnou:

— Continua batendo assim, porra… vai Brasil! Isso, mete força nessa punheta!

Meu braço já estava cansando, mas eu não parava. Punhetava firme, rápido, sentindo as bolas pesadas dele balançando contra minha mão, o pau latejando cada vez mais. O pré-gozo escorria todo, lubrificando tudo, fazendo barulhinho molhado que só eu escutava.

No intervalo, ele não guardou. Só deixou o pau latejando na minha mão enquanto comentava o jogo com os outros, fingindo naturalidade. Eu continuava punhetando devagar, agora com as duas mãos, uma na rola e outra apertando o saco pesado, massageando as bolas cheias.

Quando o segundo tempo voltou, ele finalmente mandou, voz rouca de tesão:

— Tá na hora. Entra debaixo dessa mesa agora, vai. Quero sentir essa boca safada trabalhando.

Olhei pros lados mais uma vez. A torcida estava animada, mas menos caótica que nos gols. Me abaixei discretamente e me enfiei debaixo da mesa de plástico. O espaço era apertado, cheiro forte de homem, pernas grossas dele me cercando. O pau enorme balançava na minha frente, brilhando da punheta longa, veias pulsando, cabeça inchada.

Ele abriu as pernas mais, segurou meu cabelo com uma mão e puxou minha cabeça pra frente.

— Chupa, vai… engole essa rola do negão.

Eu abri a boca o máximo possível. A cabeça grossa entrou, esticando meus lábios. Ele não esperou. Empurrou o quadril e meteu uns bons 12 centímetros de uma vez. Eu engasguei, saliva escorrendo imediatamente. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos grandes agora, prendendo ela no lugar.

— Isso… chupa gostoso… — rosnou baixo.

Comecei a trabalhar com fome: língua girando em volta da glande, sugando forte, descendo o máximo que conseguia. Ele fodia minha boca com estocadas lentas e profundas, controlando o ritmo. Eu babava inteiro, lágrimas escorrendo, nariz fungando contra os pelos pubianos.

O jogo seguia. A Escócia tentava reagir, mas o Brasil dominava. Cada vez que o narrador gritava “Brasil ataca!”, ele metia mais fundo.

— Chupa, Escócia! — ele berrou de repente, misturando o grito de torcida com a putaria. A galera riu achando que era torcida, mas ele estava olhando pra baixo, fodendo minha garganta. — Isso, chupa Escócia, porra! Engole esse pau brasileiro!

Eu gemia abafado, chupando como uma puta desesperada, apertando os lábios, sugando com força. Ele segurava minha cabeça firme, às vezes empurrando até o nariz encostar na barriga, me sufocando com aquela rola gigante. Eu ficava sem ar, garganta apertada em volta da grossura, olhos revirando, baba escorrendo pelo queixo e pingando no chão. Ele mantinha assim uns segundos, sentindo minha garganta convulsionar em volta dele, depois soltava um pouco pra eu respirar.

— Isso, engasga nessa rola… boa piranha… — grunhia entre os dentes.

A mamada durou um bom tempo. Eu lambia as bolas pesadas, chupava uma de cada vez, voltava pro pau, engolia fundo de novo. Ele alternava entre estocadas rápidas e curtas e enfiadas longas que me deixavam sufocado.

Quando Matheus Cunha recebeu o passe perfeito de Bruno Guimarães no contra-ataque e chutou pro gol, a casa inteira explodiu: “GOOOOOOOL DO BRASIL! 3x0!”. Gritos, pulos, mesas tremendo.

Foi exatamente nesse momento que ele perdeu o controle total.

— ISSO PORRA! CHUPA ESCÓCIA! TOMA ESSA ROLA! — berrou ele junto com a torcida, voz rouca de tesão puro.

Segurou minha nuca com as duas mãos enormes, enfiou a rola gigante até o talo, nariz enterrado no ventre dele, e gozou violentamente. O primeiro jato foi absurdamente forte, quente, grosso, batendo direto no fundo da minha garganta. Eu gemi desesperado, engolindo tudo. Ele não tirava. Mantinha minha cabeça presa, sufocando-me completamente com o pau latejando.

— Engole tudo, sua vadia! Toma o leitinho do negão! Isso caralho! Chupa Escócia, engole essa porra toda! — gritava ele, disfarçando com os berros de gol, enquanto jorrava sem parar.

Eram jatos longos, abundantes, potentes. O pau pulsava na minha garganta apertada, enchendo-me de porra quente e salgada. Eu engolia desesperado, guloso, mas tinha tanto que transbordava pelos cantos da boca, escorrendo pelo queixo, pingando no meu peito. Ele me sufocava, mantendo a rola toda dentro, sentindo minha garganta se contrair em volta dele a cada gole.

— Isso… engole… boa menina… toma tudinho… — rosnava, ainda gozando, quadril tremendo.

Foram uns longos 12-15 segundos de gozada intensa. Eu chorava de tesão, baba e porra misturadas, pulmões queimando por ar, mas adorando cada segundo. Só quando o último jato saiu ele afrouxou um pouco a pressão, mas ainda deixou o pau meio mole dentro da minha boca, me obrigando a lamber e limpar tudo, sugando as últimas gotas, passando a língua por baixo da glande sensível.

Finalmente puxou pra fora. O pau brilhava, limpo da minha boca. Ele guardou devagar na bermuda, deu dois tapinhas carinhosos na minha cabeça por baixo da mesa e sussurrou:

— Boa piranha… engoliu tudo como uma puta bem treinada.

Eu saí debaixo da mesa discretamente, rosto vermelho, boca inchada, queixo melado. Sentei de novo como se nada tivesse acontecido. O jogo terminou 3x0 para o Brasil.

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