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O Submundo do Clube dos Cornos - Parte 9

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Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Grupal
Contém 2802 palavras
Data: 25/06/2026 13:50:50

Atrás de Cortez, o segurança sorria sarcasticamente. A sua frente, Dom parecia ainda não estar satisfeito:

- Então, Cortez... - Começou Dom, a voz rouca e imperativa: - É isso mesmo? Você quer que sua esposa seja a minha escrava leal, para fazer todas as minhas vontades? Aliás, ela e você, ambos, os dois, meus submissos?

Cortez respirava descompassadamente. O peito subindo e descendo. Luma o encarava. Dom o encarava. O segurança o encarava. Então, após segundos, ele respondeu:

- Sim... mestre. Nós queremos...

O jogo nem bem havia começado e já havia acabado de subir de nível.

[CONTINUANDO]

As palavras ditas por Cortez ainda ecoavam no cômodo quando Dom sorriu, surpreso, mas satisfeito com a rendição que parecia tão distante. Ele olhou rapidamente para seu segurança e depois para Cortez novamente:

- Boa decisão, corno. - Disse Dom, apertando um dos seios de Luma à sua frente: - Vamos voltar para o salão. Precisamos comemorar. Além disso, quero apresentar minha nova delícia para todos os meus amigos.

Luma olhava para Cortez sem acreditar no que acabara de ouvir. Havia um resquício de excitação, mas também medo e uma pergunta silenciosa em seu olhar. Cortez assentiu levemente com a cabeça, quase imperceptível, e deu passagem para os dois, colocando-se de lado, com o olhar para baixo. O segurança fez o mesmo automaticamente. Então voltaram todos para o mezanino.

A partir daquele momento, tudo seria diferente. Dom agora não escondia mais nada. Caminhava com Luma colada ao seu corpo, a mão grande espalmada na curva da bunda dela por cima do vestido vermelho. Sempre que alguém se aproximava, ele a apresentava com orgulho:

- Esta é Luma. Minha nova aprendiz a submissa. O marido dela está ali. - apontava para Cortez com um sorriso incontido: - Ele ainda está aprendendo o lugar dele. Mas tem futuro. Acho que será um bom escravo também.

Várias mulheres olharam para Luma com expressões que iam da curiosidade a inveja, passando pela pena. Uma loira elegante se aproximou e sorriu com cumplicidade:

- Parabéns, querida. Seja bem-vinda ao harém do Dom. Durou menos de um mês para eu me apaixonar por ele. - Ela então piscou um dos olhos de forma cúmplice: - Cuidado, hein!? Ele vicia.

Luma sorriu, mas não conseguiu esconder um frio na barriga que a acompanhava desde que saíram daquele quarto.

Pouco depois, Dom chamou uma mulher morena, alta, de corpo escultural e olhar cansado. Era Roberta, até aquela noite, sua submissa principal:

- Roberta, venha conhecer sua sucessora. Luma, esta é Roberta, esposa do Evair sentado logo ali. - Disse Dom, apontando para um loiro franzino sentado numa mesa ao lado: - Ela me serviu bem por quase oito meses. Hoje, com a sua chegada, eu a estou libertando.

Roberta olhou para Luma de cima a baixo, com um misto de alívio e tristeza. Aproximou-se e falou baixo, só para ela ouvir:

- Cuidado! Nunca se apaixone. Ele não ama ninguém. Só coleciona conquistas.

Dom encarou Roberta com um certo desdém e disse:

- Não dê ouvidos a essa frustrada, Luma. Ela só está com inveja de você por estar sendo trocada. Eu já disse, você e Cortez serão minha maior criação.

Dom então puxou Luma para si e beijou seu pescoço possessivamente, bem na frente de todos, como se marcasse território. E marcou, pois assim que se afastou uma mancha avermelhada ficou no local onde sua boca tocara. Ele a tratava com carinho até exagerado, acariciava seu cabelo, sussurrava elogios, oferecia taças morangos embebidos em champagne na boca dela. Parecia um namorado apaixonado. Mas quem o conhecia, sabia que não era.

Cortez observava tudo de uma mesa próxima, sentado sozinho. Cada vez que Dom tocava Luma, cada vez que ela sorria timidamente para ele, sentia uma facada no peito. As pessoas olhavam para ele com expressões que variavam entre pena e desprezo. Ele era o novo corno oficial.

A noite terminou sem maiores novidades. Dom quis apenas estabelecer sua dominância. Quando se despediram na porta do clube, ele segurou o queixo de Luma e falou:

- Na próxima semana, querida. Quero vocês aqui no próximo sábado, na minha suíte privativa. Quero começar o seu treinamento de verdade. Estejam preparados. - Ele então a beijou na boca e depois olhou para Cortez: - Ah! E nada de sexo até lá, ok, corno? Se eu desconfiar que você me desobedeceu, Artur terá o prazer de te colocar no seu devido lugar. Estamos entendidos?

Cortez respirou fundo, mas concordou. Com um simples aceno de cabeça, resignado, ele concordou.

Na semana seguinte, a casa dos Cortez viveu dias estranhos. Havia uma tensão constante, algo sensual, sexual, algo que nem ele ou ela conseguiam expressar em palavras. Conversas longas à noite se tornaram rotina. Eles tentavam entender como o que viria a seguir e mais, como sobreviver a tudo o que viria. Luma estava ansiosa, com medo e bastante excitada. Cortez também vivia uma situação contraditória: o medo e o ciúme enfrentando uma excitação diferente, surpreendente. Ele quis fazer amor com Luma, mas a ameaça velada de Dom a fez negá-lo. Ele respeitava e tentava se manter firme, mas as noites eram difíceis.

Na quinta-feira à noite, não conseguiram resistir e fizeram amor. Depois de transarem com urgência, Luma deitou a cabeça no peito dele e perguntou:

- Você tem certeza mesmo de que quer fazer isso?

Cortez demorou a responder, olhando para o teto do quarto como se a resposta fosse aparecer num passe de mágica:

- Quero. Eu... A gente precisa. Mas se em qualquer momento você quiser parar, é só dizer. Eu li alguma coisa e sei que esse mundo também tem regras. Então, se algo fugir do suportável, apenas fale que paramos tudo. Combinado?

- Combinado.

No dia combinado, no horário determinado, Dom os recebeu no clube. Os frequentadores já começavam a chegar, trazendo curiosidades, vontades, vícios, enfim, o clube se enchia cada vez mais das mais variadas formas de desejos. Cortez e Luma pouco ficaram no salão. Tentavam fingir que era apenas mais um noite. Foi o tempo de tomarem um drink até Artur, o enorme segurança, chama-los para acompanha-lo. Entraram pelo mesmo corredor escuro, pelo mesmo lance de escadas e logo chegavam à suíte luxuosa de Dom. Eles entraram, acompanhados do segurança que ficou de frente para a porta da suíte. Dentro, a mesma cama, a mesma poltrona, que mais parecia um trono e nela, o mesmo Dom, porém com outra personalidade:

- Tirem a roupa. OsOrdenou calmamente.

Mesmo envergonhados, os dois obedeceram. Quando estavam nus, Dom sentou-se na ponta da poltrona e apontou o chão à sua frente:

- De joelhos, corno. Ao meu lado. Quero que veja de perto tudo o que farei com essa linda putinha casada.

Cortez olhou rapidamente para Luma e obedeceu. Pegou outra almofada, mas antes de jogá-la ao chão, Dom falou:

- Não. Sem almofada. Você perdeu o status de marido. Aqui você é só o corno e ganhará suas regalias conforme entender exatamente o seu lugar.

Cortez olhou para ele e depois para o chão, como se precisasse de confirmação. Dom a deu:

- Sim, corno. Joelho no chão duro, frio e áspero. É o que você merece agora.

Depois, Dom olhou para Luma, sorriu e falou com um tom ameno, totalmente diferente do direcionado a Cortez:

- Venha, minha linda. Fique de quatro à minha frente. Hoje, eu quero sua boca. Depois, eu te farei gozar.

Dom olhou para Cortez, já ajoelhado e ordenou:

- Corno... Coloque almofadas para a minha putinha não se machucar. Afinal, a única pele dela que deverá ficar vermelha hoje, é a da buceta, não é?

Cortez o olhou rapidamente e pegou duas almofadas, jogando à frente do Dom:

- Te fiz uma pergunta, corno, responda!

Cortez teve que se controlar para não xingá-lo naquele momento. Mas se o fizesse, Dom poderia descontar depois em Luma sua frustração. Engoliu seu orgulho e disse:

- Sim, mestre. A buceta dela deve ser bem surrada, até ficar vermelha.

Luma o encarou. Dom o encarou. A resposta de Cortez superou as expectativas dele. Um sorriso sarcástico escapou da boca de Dom:

- Muito bem, corno. Continue assim que deixou você usar uma almofada também.

Luma se aproximou, olhou uma última vez para o marido, ajeitou-se sobre as almofadas e baixou a cabeça. Segurou o pau de Dom pela primeira vez sem roupa. Era grosso, pesado, já meio duro. Começou uma punheta ainda meio desajeitada. Ela, de alguma forma, tinha esperanças que Cortez desistisse de tudo antes de começarem. Mas ele estava apenas prostrado, ciente e silente:

- Use a boca, Luma. Mostre a putinha que se esconde nesse corpinho perfeito.

Luma suspirou uma vez mais e... o colocou na boca. Começou devagar. Parava. Lambia. Beijava. Colocava um pouco mais de vontade na chupada. Dom, enquanto isso, acariciava seus cabelos como se ela fosse uma gata:

- Isso! Assim mesmo... Boa menina... Lambe meu saco também, com carinho, devoção, porque é daí que virá o leite que te alimentará. Ah. Pode olhar também pro corno enquanto chupa. Afinal, ele é mais seu corno do que meu. E eu quero que ele veja seus olhos enquanto tem prazer comigo.

Luma obedecia. Seus olhos encontraram os de Cortez enquanto ela engolia já metade do pau de Dom e tentava cada vez ir mais fundo. O som molhado já começava a encher a sala.

Dom gemeu baixo e satisfeito com o boquete de sua nova sub. Então, olhou de lado e falou diretamente para Cortez:

- Não acredito que você a tenha ensinado, corno. Olha como ela mama bem… Se ela já não nasceu como uma puta, aprendeu com alguém. Ou talvez ela já vinha te traindo e você não sabia.

Cortez olhou involuntariamente nervoso para Luma. Ela também arregalou os olhos e soltou o pau de Dom com um sonoro “plup”. Então, balançou a cabeça negativamente para o marido, negando a sugestão de Dom. Este gargalhou e a pegou pelos cabelos, novamente direcionando ao pau e pressionando para que ela engolisse o máximo possível. Olhou para Cortez e disse:

- Viu o tesão nos olhos dela? Aposto que já está molhada. Verifique isso para mim, corno. Enfie os dedos nessa putinha e me mostre como ela está.

Cortez engoliu em seco. Mas obedeceu. Foi até atrás de Luma e a excitação dela já transbordava. Enfiou um, dois dedos e os trouxe brilhando de fluídos para a satisfação visual de Dom:

- Viu!? Ela nasceu para ser uma escrava. Sorte a minha de tê-la encontrado primeiro. - Dom puxou a cabeça de Luma pelos cabelos, de seu pau: - Chupe os dedos do seu corno, Luma. Eles estão molhados da sua própria buceta melada, sua safada.

Luma nada disse. Apenas olhou para Cortez, viu a mão ainda levantada e avançou contra ela, colocando os dois dedos em sua boca, enquanto encarava o marido no fundo dos olhos. Ela não apenas os chupou, lambeu, respirando pesadamente:

- Agradeça seu mestre, corno! Não são todos que trato com essa bondade.

Cortez o encarou, assombrado com tamanha sordidez. Mas sabia que não poderia desobedecê-lo. Sua voz saiu rouca e baixa:

- Obrigado… Mestre.

Dom sorriu satisfeito e voltou a segurar a cabeça de Luma com mais firmeza ainda. Puxou-a até seus lábios se encontrarem com os dela e a beijou com paixão, um tesão verdadeiro que extrapolava tudo o que Cortez imaginava dele. Cortez viu a pele de Luma se arrepiar aquele contato, bem como ouviu um gemido abafado escapar dos lábios dela. Dom então a empurrou gentilmente para baixo novamente, segurando seus cabelos como um cabresto e passou a foder sua boca com calma, controlando o ritmo.

Nada mais se ouvir por um bom tempo. Apenas gemidos, leves engasgos, respirações interrompidas e outras descompassadas. Dom queria mostrar quem mandava e o fez, gozando na boca dela sem avisar. Quando terminou, alguma porra escorria pelo canto da boca de Luma. Ela não parecia disposta a engolir e olhou para a porta do banheiro:

- Engula! - Mandou Dom.

Luma negou com a cabeça, os olhos ficando arregalados com aquela pegajosa mistura em sua boca:

- Engula... É uma ordem! - Insistiu Dom, levantando uma mão.

Lágrimas brotaram nos olhos dela e por um instante. Por um milésimo de segundo, Cortez cogitou parar tudo aquilo. Mas Luma fechou os olhos e engoliu... tudo. Cortez e Dom viram os movimentos de sua garganta e depois ela os encarando. Ela ainda tossiu levemente em seguida, olhando inconformada para Cortez. Dom não se incomodou com aquela troca silenciosa de olhares entre o casal. Na visão dele, ela simplesmente estava colocando o corno no seu devido lugar. E talvez estivesse protestando realmente. Dom então passou os dedos pela porra que havia escapado pelas laterais da boca dela e mandou:

- Abre a boca e chupa o meu dedo.

Luma já havia feito pior. Aquilo ali, agora, seria fichinha. Olhou diretamente para Cortez novamente e colocou o dedo lambuzado de Dom na boca, chupando, lambendo, e mesmo inconscientemente, para punir seu marido, mordiscando de leve. Cortez assistia a tudo atônito, mas resignado. Por fim, Luma beijou o dedo de Dom que se recostou, satisfeito, e encarou Luma com uma luxúria resistente:

- Boa garota. Realmente, você está me surpreendendo, Luma. Agora vá beijar seu marido. Ele merece. Não se esqueça de usar a língua para ele sentir bem ao gosto do meu pau e da minha porra...

Luma, ainda de joelhos, aproximou-se de Cortez, que se afastou discretamente. Ela, entretanto, segurou sua cabeça e beijou sua boca. O gosto de Dom estava forte na boca dela e tal qual ordenado por ele, ela dividiu aquele sabor com o marido. Cortez sentiu nojo, mas sabia que era necessário apoiar sua esposa. E retribuiu, sentindo uma mistura devastadora de raiva e excitação.

Cortez não perdeu a chance de humilhá-lo:

- Não sinta remorso por fazer isso, minha putinha. Seu marido está de pau duro. Ele está gostando de tudo o que estamos fazendo. E digo mais, talvez esteja curtindo mais do que a gente.

Luma olhou nos olhos de Cortez e apertou o seu pau. Estranhamente, ele estava mesmo duro como uma rocha. Ela inclinou sua cabeça de lado, como se perguntasse como aquilo era possível. Cortez nada respondeu. Apenas permaneceu ali, quieto, ereto, sentindo o toque quente da mão de Luma:

- Já chega! - Disse Dom, chamando a atenção de Lima: - Vistam-se. Vamos curtir um pouco da noite no salão do clube. Podemos voltar depois para continuarmos.

Todos se vestiram. Artur, o segurança, abriu a porta para lhes dar passagem. Ao chefe, um singelo meneio de cabeça em respeito. A Luma, um olhar que dizia “logo será minha vez.” Ao Cortez, um sorriso de desdém.

No salão, Dom permitiu que tomassem outro drinque e curtissem um pouco da noite. Mas avisou que logo ela voltaria a lhe servir. Não aconteceu. Coisa de uma hora depois, um homem vestindo um terno surgiu e sumiu com Dom para dentro dos corredores escuros da parte mais reservada do clube. Algum tempo depois, Artur surgiu e disse que eles poderiam ir embora quando quisessem, porque Dom tinha outros assuntos para resolver e não poderia mais doutrina-los. Foi um alívio para o casal que saiu no mesmo instante.

No carro, voltando para casa, Luma chorava baixinho no banco do passageiro. Cortez dirigia com uma mão no volante e a outra acariciando o braço dela:

- Fala comigo, amor. - Pediu ele, a voz suave.

- Eu não vou aguentar... - Disse entre soluções: - Eu me senti… usada, a mais baixa das mulheres, Cortez!

- Eu vi. Eu... - Cortez suspirou, os olhos pesados atentos à estrada: - Não foi fácil.

- Fácil!? Ele... Ele... Você viu o tamanho dele? E sabe o que é pior? Eu também me senti desejada. É confuso. Eu... Não sei se vocês notaram, mas eu gozei só de chupar ele e de ouvir a forma como ele me tratou, Cortez, e da forma como ele te tratava também. Eu... acho que sou uma doente.

Cortez parou o carro no acostamento. Desligou o motor e a puxou para um abraço apertado:

- Eu tô aqui. Não vou te abandonar. Se quiser parar, a gente para. Mesmo que isso signifique desistir de tudo.

Luma chorou mais forte contra o peito dele:

- Eu não quero continuar, mas... não dá para parar também. Mas preciso que você me lembre quem eu sou depois de cada humilhação. Não me deixa acreditar que eu sou só uma puta que nasceu para servir ele. Por favor...

- Nunca! - Prometeu Cortez, beijando o topo da cabeça dela: - Você é minha mulher, minha esposa, meu amor. E sempre vai ser.

Eles ficaram ali, abraçados, por algum tempo. As intenções de cada um queimando em seus peitos. Mas o preço estava começando a ficar claro para os dois. E talvez fosse caro demais para eles pagarem.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 372Seguidores: 755Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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03 obs

01- 09 capítulos e o DOM ainda nao fez sexo com ela, ou vai ser a trepada da casa dos contos eroticos e entrar para a história do site, ou vai ser a mesma coisa do conto PUTA DAMA, o sexo vai acontecer, mas nunca ficaremos sabendo.

2- A motivação para o marido estar aceitando tudo isso ao meu ver vai ser algo frustrante. Tipo a inteligência artificial ter armado tudo.

3- A Nanda uma vez escreveu um conto meio parecido, o marido acabou dando corda para a esposa (que era médica e tinha um caso com outro medico), entraram no mundo do BDSM, o marido foi participativo em tudo, mas no final ele estava aliado ao dominador e deu um "mortal carpado" de uma forma que prejudicou tanto o dominador, quanto esposa.

O conto esta criando muita expectativa, e isso acaba deixando a interação entre os personagens como algo artificial, a maioria dos leitores acredita que o marido tem uma espécie de acordo e que a esposa esta sendo manipulada e usada para um objetivo maior e isso acaba tirando aquela perspectiva de que é um casal vivendo algo novo e se descobrindo.

O marido esta vendo a esposa como um meto instrumento ? Ou como esposa de fato ?

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Eita! Excelente conto, é o melhor autor.

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Volto a afirmar que esse conto é sobre a capacidade e disposição do ser humano ceder aos mais profundos desejos, põe em discussão se os fetiches sexuais podem ser mais fortes que dogmas sociais convencionados, quebrando paradigmas difíceis de ser ignorados por estarem profundamente enraizados no inconsciente coletivo pré estabelecido há muito tempo por toda a sociedade, vale a pena passar por cima dos próprios valores e se enganar com uma situação somente em nome do prazer, sim ou não?

- Eu não quero continuar, mas... não dá para parar também. Mas preciso que você me lembre quem eu sou depois de cada humilhação. Não me deixa acreditar que eu sou só uma puta que nasceu para servir ele. Por favor...

Alguém dúvida que a Luma está verdadeiramente agindo como a puta adestrada do Dom, mas a Luma tem uma necessidade patológica de se enganar.

Se essa declaração da Luma não for um artifício manipulativo, é um resumo do teor do meu comentário, antes eu achava que esse conflito estaria somente com o Cortez, mas deverá ser com o casal, nem sei se isso piora ou melhora as minhas expectativas com a felicidade do casal, em primeiro momento não seria de muita tranquilidade não, inclusive se repararem o fetiche está atrapalhando a vida íntima e doméstica do casal, inclusive sexualmente, a proibição do sexo entre o Marido e sua Esposa foi fora de qualquer parâmetro saudável, prevejo piorar para depois piorar, exatamente como o Mark comentou.

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Essa frase da Luma para Cortez tem uma similaridade impressionante com a frase de Helena para Bree, no video do quarto das duas com o Bradley! a palavra "humilhação" aparece nas duas cenas.

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Cara isso aqui é sensacional, estou no dentista esperando para ser atendido e me divertindo aqui.

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Esse cortez é mais liso que pedra de cachoeira

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Parece que ele realmente está envolvido até o pescoço nisso e a esposa que entrou de bucha. Agora Doda imagina e decepção dela quando descobrir. Vai ser osso.

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Olha, vou reler mas esse casal esta de comum acordo em tudo...e cercados de mistérios. Não é nada de mundo liberal não.

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Esperar o FUCDC se reunir e vamos as novas teorias.

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Precisamos convocar um congresso nacional do FUCDC de forma presencial para discutirmos esses contos. Nesse primeiro congresso vamos chamar o Doda como convidado especial para ele ver que nosso trabalho é sério kkkkkkkk

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Ele pode ficar só olhando e aprendendo a ser fofoqueiro.

Ontem ele tentou um golpe baixo, nem nós que somos fofoqueiros mor temos coragem de fazer o que ele fez...

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Pode ser, e a chegada de um novo personagem que foi conversar com o Dom pode ser o motivo.

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"- Eu tô aqui. Não vou te abandonar. Se quiser parar, a gente para. Mesmo que isso signifique desistir de tudo.

Luma chorou mais forte contra o peito dele:

- Eu não quero continuar, mas... não dá para parar também."

Eles estão juntos nessa...com algum objetivo em comum.

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Eu achava que o Don estava de acordo com a submissão para satisfazer o desejo da esposa e que na verdade o verdadeiro Don Black seria ele ,mas agora ao que me pareceu não é nada disso e tem algo maior por trás.

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Teorias anuladas:

Cortez mancomunado com DB

Luma é uma puta...não é

Cortez é um corno...apesar de se ecitar...não é

Volto com minha teoria de que SINA os cooptou, por suas caracteristicas peculiares e unicas para a missão...igual a Helena foi.

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A parada é que pelo visto a Luma entrou de bucha nessa parada, então fica a questão dos porquês do marido e qual vai ser a reação dela quando descobrir tudo.

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Na verdade ela não entrou de bucha ,tanto que após voltar pra casa ela se sente incomodada por ter sido tratada como puta

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Quem é SINA? Qual o capítulo faz referência?

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A IA do Puta Dama. Tem q ler todo o conto, se vc não leu, leia, pois é fantástico.

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É isso, temos uma estória!! E como se parece com uma que nós ficamos loucos hein!!

Imperium...lavagem de dinheiro...homem estranho poderoso aparecendo!!

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Esse Cortez não vale o angu que come,abaixar a cabeça p um outro e o pior dos pecados.ser humilhado e aceitar a condição de escravo,não merece a mulher,pois p mim um homem desse não merece nem beijar os meus pés

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Ao meu ver ele esta se sujeitando a isso por uma razão maior que ainda não sabemos.

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Bianca se for somente por tesão ele não passa de um bom filho da puta e tem de perder a mulher que não ficou nem um pouco confortável com o que viveu agora, ele se fosse um homem honrado não permitiria mais que isso acontecesse, mas como ainda não sabemos as motivações Cortês só nos resta continuar aqui em cima do muro olhando para tentar descobrir algo

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