No meio da noite, o silêncio do distrito era de lascar, quebrado só pelo barulho dos grilos no mato. Eu estava deitado na minha cama, com os braços para trás da cabeça, curtindo o frescor que começava a entrar pela janela de madeira, quando ouvi o rangido de leve da porta do quarto do Henrique.
Não demorou dois segundos e os passos manhosos na ponta dos cascos apontaram no corredor. Era a Mariana. A piranha não sossegava o facho de jeito nenhum. Ela entrou no meu quarto feito uma assombração, com o mesmo vestido azul todo amassado e segurando o choro de tesão que aquela surra de pau da tarde tinha deixado na cabeça dela.
Ela colou na beirada da minha cama, pegou a minha mão calejada e enfiou direto no meio das pernas dela. A racha da morena parecia um braseiro aceso, latejando e babando o melaço que o banho não tinha conseguido tirar.
— Seu Omar... Pelo amor de Deus... O Henrique apagou igual a um porco, mas o meu corpo tá queimando... Eu não consigo dormir lembrando do senhor e do Cláudio me rasgando ali no chão — ela sussurrou com a voz toda mastigada e rouca, subindo na cama de joelhos.
Eu não falei nada. Segurei a morena pela nuca com toda a minha ignorância de velho da roça, deitei a bichinha de lado na cama e tirei meu short para baixo de uma vez só. O meu pau já acordou tinindo de duro, batendo na barriga de tanto fogo acumulado com o rastro da sem-vergonhice.
Mirei o pau direto no buraquinho de trás, que ainda estava todo frouxo e sensível do serviço que o Cláudio tinha feito, e empurrei até travar o quadril na bunda dela. A Mariana cravou os dentes no travesseiro para não dar um berro que ia acordar o distrito inteiro, rebolando o rabo com força pro rumo da minha virilha, pedindo mais castigo no escuro.
Eu não tive dó da safada. Segurei firme com as duas mãos na cintura grossa da Mariana e comecei a socar o pau com vontade por trás, fazendo o corpo dela balançar todo na cama de mola. O barulho da carne batendo na carne e da pica entrando rasgando naquele buraco preenchia o quarto escuro, misturado com o fôlego curto que ela soltava contra o travesseiro.
A Mariana estava totalmente entregue pro crime, jogando a bunda imensa para trás a cada estocada, querendo sentir o meu pau bater lá no fundo. Ela virava a cara de lado, com os olhos castanhos brilhando na penumbra, curtindo a dor gostosa do arrombamento da madrugada.
— Vai, seu Omar... Acaba com a meu cuzinho... Me racha no meio que nem o senhor e o Cláudio fizeram mais cedo... — ela gaguejava num sopro de voz, mordendo o pano para abafar o choro de tesão.
Eu acelerei, metendo com tanta força que a cama rangia alto. Senti o meu saco encolher de vez e a pressão subir na ponta do pau, anunciando que a jorrada estava vindo com força. Dei mais três bombadas brutas, daquelas de enfiar o cabeção com tudo, e travei a virilha esmagada contra a bunda dela.
Descarreguei um rio de porra grossa e quente bem no fundo do rabo da Mariana. A piranha deu um arranco na cama, esticou as pernas e gozou junto, derramando o mel dela no lençol enquanto o meu leite enchia o buraquinho dela até transbordar. Puxei o meu pau para fora com aquele estalo molhado e deitei de costas, puxando o ar, enquanto a morena continuava largada de bruços, bufando de cansada no escuro.
Eu estava deitado de costas, recuperando o fôlego com o peito subindo e descendo no escuro, enquanto a Mariana continuava estirada de bruços do meu lado, bufando de cansada e com o rabo todo melado do meu leite. O silêncio da noite no distrito era de lascar, e qualquer rangido de mola naquela cama velha parecia um tiro de espingarda dentro de casa.
Foi aí que eu ouvi o estalo seco da porta do corredor mexendo. Conheço o pisar de cada um nesta casa: era o Henrique. O guri tinha acordado com o barulho do chacoalho da cama e veio na ponta dos cascos, rastejando no piso de cimento frio para saber o que estava acontecendo no meu quarto.
Pela fresta da porta de madeira pintada, eu vi a sombra do rosto dele se aproximando. O olho do guri estalou na penumbra quando ele espiou lá dentro e viu a esposa dele jogada na minha cama, com o vestido azul levantado até as costas, exibindo aquela bunda imensa toda brilhosa de suor e de porra.
Eu não fiz um movimento sequer para me cobrir. Na maior audácia de velho, virei a cara pro rumo da porta, dei uma tragada longa no meu cigarro de palha — fazendo a brasa vermelha iluminar o meu rosto e o corpo da Mariana — e olhei bem na direção do olho do guri na fresta.
Dava para ouvir a respiração do Henrique travando do outro lado. O coitado ficou paralisado de tanto tesão e de corno, vendo que a mulher dele não tinha sossegado o facho nem depois do serviço que ele e o Cláudio assistiram no alpendre. Na mesma hora, ouvi o barulho do pano do short dele roçando: o guri já tinha metido a mão para dentro da braguilha e começou a esfolar o pau ali mesmo no corredor escuro, vigiando a esposa ser fudida pelo próprio tio no meio da madrugada.
O Henrique continuou grudado na fresta da porta, com o olho estalado e o fôlego curto, assistindo a tudo na maior submissão. Dava para ouvir o chiado rasteiro da mão dele esfolando o pau no escuro do corredor, completamente entregue àquela sem-vergonhice.
Eu olhei bem para a direção dele, soltei a fumaça do cigarro de palha pro alto e dei um tapa estalado na polpa da bunda da Mariana, fazendo as nádegas dela tremerem no escuro. A morena deu um sobressalto, olhou para trás e viu a sombra do marido espiando pela madeira. Em vez de se assustar ou tentar se cobrir, o rosto dela se encheu de perversão. Ela empinou o rabo pro meu rumo e soltou uma risadinha mansa, desafiando o guri que assistia do lado de fora.
— Seu Omar... Olha ali o Henrique... — ela sussurrou com a voz mastigada de tesão. — Ele quer ver o senhor me pegar de novo...
Eu não esperei segunda ordem. Segurei a morena pelos quadris com toda a minha força de velho da roça, ajeitei o meu pau que já estava latejando de ferro outra vez e cavei direto no buraquinho de trás, que ainda estava todo melado e aberto.
O pau entrou inteiro de uma vez só, fazendo a cama de mola dar aquele rangido alto que ecoou pela casa toda. O Henrique deu um gemido abafado do outro lado da porta, acelerando a punheta numa fúria cega ao ver a esposa de joelhos, engolindo o meu pau por trás enquanto o suor descia pelo pescoço dela.
Eu sentava a mamona sem dó, dando aquelas metidas firmes e ritmadas que faziam o corpo da Mariana balançar todo na cama, enquanto o marido dela se acabava de tanto tesão na penumbra do corredor, sem coragem de entrar, só curtindo o descaramento da mulher com o tio.
A Mariana estava completamente enlouquecida com as minhas metidas por trás, revirando os olhos castanhos e sentindo o meu pau rasgar o buraquinho dela sem dó. Ela olhou fixamente para a fresta da porta, vendo o vulto do Henrique se esfolando no corredor escuro, e perdeu o restinho de vergonha que tinha na cara.
— Henrique... Entra aqui, seu frouxo... — ela sussurrou com a voz toda mastigada e arquejando de tesão, segurando o travesseiro com força. — Para de bater essa porra aí fora... Vem cá e mete na frente enquanto o seu tio acaba comigo por trás... Vem encher a sua mulher de leite...
O Henrique não esperou ela falar duas vezes. Ele empurrou a porta de madeira de uma vez só, entrando no quarto com o pau completamente erguido e latejando, com os olhos estalados na penumbra. O guri jogou o short no chão de cimento e subiu na cama na maior fúria, engatinhando por cima dos lençóis amassados até ficar de frente com o rosto suado da esposa.
A Mariana nem esperou; abriu as pernas bem muito na frente dele, mostrando a buceta que já estava totalmente ensopada e babando de desejo desde a foda da pia de tarde. O Henrique mirou o pau dele bem no rumo da bucetinha e empurrou com toda a força de uma vez só.
O pau do guri entrou inteiro na frente, na mesma hora em que eu dei uma bombada violenta por trás, travando o meu quadril contra a bunda imensa dela. A Mariana deu um grito abafado, revirando os olhos e cravando as unhas nas costas do marido, completamente prensada entre o meu pau e o do guri. O quarto virou um inferno de safadeza, com o barulho molhado dos dois paus trabalhando aquela piranha ao mesmo tempo, num compasso violento que fazia a cama de mola quase quebrar no escuro.
O Henrique segurou firme nos ombros da Mariana, mantendo o ritmo das estocadas na frente, com a respiração tão curta que mal conseguia formar as palavras. Ele olhou bem nos olhos dela e falou com a voz rouca:
— Você queria isso, Mariana? Queria os dois homens da casa te dominando no escuro?
A Mariana jogou a cabeça para trás, encostando a nuca no meu peito enquanto eu continuava firme por trás, e respondeu com um suspiro profundo:
— Eu queria sim, Henrique... Olha como vocês me deixam... Estou completamente preenchida. Seu Omar, não para por nada.
Eu segurei os quadris da morena com as minhas mãos calejadas, impulsionando o meu corpo contra o dela com toda a minha força e respondi, olhando para o guri na minha frente:
— Ela não quer que pare, Henrique. Veja como a sua esposa sabe receber o castigo. Continua o serviço na frente que eu vou terminar aqui atrás.
O Henrique deu um sorriso tenso, focado no movimento dos nossos corpos na cama de mola, e falou diretamente para ela:
— Olha para o tio, Mariana. Sente o que ele está fazendo com você enquanto eu estou aqui na sua buceta. Você é toda nossa esta noite.
— Eu sou de vocês... Façam o que quiserem comigo... Só me encham de leite até o final — ela suplicou, fechando os olhos e entregando o corpo por completo ao compasso violento que dominava o quarto.
O Henrique começou a dar umas metidas mais rápidas na frente, fazendo o corpo da Mariana chacoalhar todo na cama e bater com força contra a minha virilha. O barulho molhado dos dois paus trabalhando aquela safada ao mesmo tempo tomava conta do quarto escuro, misturado com os estalos das molas do colchão.
— Aguenta a pressão, Mariana! Toma o meu pau todo na frente que o teu tio tá te rasgando por trás! — o Henrique falava com a voz bem rouca de tesão, socando com força até o talo.
A morena revirava os olhos castanhos, agarrando o lençol com as unhas e rebolando aquela bunda imensa para engolir o meu pau até o fundo do buraquinho dela. Ela estava totalmente entregue pro crime, babando de tanto fogo.
— Soca mais, seu Omar... Soca com ignorância... Henrique, me puxa pelo cabelo e bate com vontade na minha cara... — ela implorava, toda sem vergonha, jogando o quadril para frente e para trás num ritmo enlouquecido.
Eu segurei firme na cintura dela e sentei a mamona por trás, enfiando o meu pau vermelho com toda a força de velho da roça. Senti a jorrada subindo direto do saco na mesma hora em que o Henrique travou o corpo dele por cima dela, tremendo as pernas todinhas.
— Vou derramar, Mariana! — o guri berrou, descarregando um rio de porra morna na buceta dela.
Eu dei mais três bombadas violentas por trás, empurrei até colar o meu quadril na bunda dela e jorrei o meu leite grossão bem no fundo do rabo da morena. A Mariana deu um estiramento de pernas, soltou um grito bem alto no escuro e gozou junto com nós dois, encharcando a cama todinha de sêmen.
O Henrique continuou grudado por cima da Mariana, com o pau mole dele escorregando para fora daquela buceta completamente arrombada e espumando de porra. O cheiro de foda e de sêmen misturado tomou conta do quarto escuro, e o guri caiu de lado no colchão, bufando com o coração quase saindo pela boca de tanto tesão.
Eu puxei o meu pau para fora do rabo dela com aquele estalo molhado e gosmento. O leite da minha jorrada começou a vazar daquele buraquinho frouxo, escorrendo pelas nádegas da morena e melando o lençol todinho. A Mariana continuava de bruços, com a cara enterrada no travesseiro, soltando uns gemidos mastigados de pura putaria, com as pernas abertas e a bunda toda lambuzada.
— Que surra, seu Omar... Vocês me foderam com gosto — ela sussurrou, limpando a baba que escorria da boca e olhando para trás com aqueles olhos castanhos cheios de safadeza. — Meu rabo tá latejando do pau do senhor.
Eu sentei na beirada da cama, peguei o meu cigarro de palha e acendi, vendo a brasa vermelha clarear a esculhambação que estava aquele quarto. O Henrique olhava para a esposa toda gozada e dava risada, orgulhoso de ver a própria mulher transformada numa piranha de primeira ordem.
— Você é uma sem-vergonha mesmo, Mariana — o Henrique falou, dando um tapa estalado na bunda dela, fazendo a porra salpicar na parede. — Amanhã o Cláudio vai voltar aqui e a gente vai abrir o teu rabo de novo no alpendre.
— Tomara, Henrique... Quero aquele pau de obra me rasgando e o do seu tio na minha boca até eu engasgar de sêmen — ela respondeu na maior desfaçatez, se arrastando pelo colchão até colar a cara na minha coxa para lamber o resto do leite que tinha sobrado no meu saco.
O sol de domingo já estava de rachar o quengo quando a Mariana começou a mexer as panelas no fogão de lenha. A cozinha parecia um forno, mas a morena não estava nem aí. Para atiçar de vez, ela resolveu trabalhar na maior sem-vergonhice: tirou toda a roupa e amarrou só um avental encardido nas costas. Quando ela andava de um lado para o outro mexendo o feijão, a bunda imensa ficava totalmente de fora, balançando de um jeito que deixava qualquer um maluco.
Eu estava no alpendre pitando o meu cigarro de palha quando a moto do Cláudio roncou na estrada de terra e embicou no quintal. O Henrique já levantou da cadeira de ferro com o short armado, rindo de canto de boca. O Cláudio desceu da moto com a calça brim cheia de poeira e o pau já apontando por cima do cinto só de lembrar do serviço do dia anterior.
— Rapaz, que cheiro bom é esse? — o Cláudio falou, entrando na cozinha com as botas batendo no cimento.
Quando ele deu de cara com a Mariana de costas no fogão, com aquele rabo imenso totalmente pelado e brilhando de suor, o homem até engasgou. A Mariana olhou por cima do ombro, deu uma risadinha de piranha e falou:
— O almoço tá quase pronto, Cláudio... Mas acho que a carne principal sou eu.
O Henrique entrou logo atrás e já chegou metendo a mãozona na bunda dela, apertando com força.
— Não falei, Cláudio? A bicha passou a manhã inteira desse jeito só esperando o teu pau da obra — o Henrique disse, puxando o próprio pau para fora das calças.
Eu não esperei conversa. Joguei a xepa do cigarro no chão, entrei na cozinha e segurei a Mariana pelos cabelos, puxando a cabeça dela para trás. O avental dela voou longe quando eu a joguei de bruços em cima da mesa de madeira, deixando aquela bunda gigante empinada pro rumo dos três.
— Pois então vamos almoçar logo — falei grosso, arriando as calças e mirando o meu pau já tinindo de duro direto no rabo dela, que ainda estava meio frouxo da madrugada.
Cravei o pau com toda a ignorância de velho da roça. A Mariana soltou um gemido alto, cravando as unhas na madeira da mesa, enquanto o Cláudio, doido de tesão, colou na frente dela, puxando o pau dele e enfiando direto na boca da morena até o talo. O Henrique não ficou atrás: abriu bem as pernas dela por trás e enterrou o pau dele na buceta molhada, dividindo o espaço comigo naquele vaivém violento.
A cozinha virou uma verdadeira pouca-vergonha. Era o som das metidas brutas estalando na carne, as panelas tremendo na chapa do fogão e a Mariana se engasgando com o pau do Cláudio na frente, meu sobrinho comia a bucetinha dela, enquanto eu arrombávamos a piranha por trás sem nenhuma piedade.
O Cláudio começou a socar o pau na boca da Mariana com tanta ignorância que as veias do pescoço dele saltavam. Ele segurava a cabeça da piranha pelos cabelos, fazendo o pau entrar até o talo, e roncava grosso de tanto tesão:
— Chupa, sua cachorra... Engole esse pau de obra todinho... Olha o tamanho dessa bunda balançando pro teu marido e pro teu tio, sua puta!
A Mariana só conseguia soltar uns gemidos abafados, com o pau do Cláudio entalado na garganta, mas os olhos castanhos dela estavam estalados de tanta perversão. Ela dava uns arrancas para trás, jogando o rabo com força contra a minha virilha e contra o pau do Henrique, que estava do lado destruindo a buceta dela.
O Henrique estalava as metidas com força na frente, fazendo um barulho lazarento de mel na buceta dela. O guri babava de tesão e berrava no ouvido da morena:
— É isso que você queria, sua piranha do caralho? Tomando a pica do meu tio no rabo pe e na buceta por mim ao mesmo tempo? Aguenta o tranco, sua égua safada!
— Ai, Henrique... Porra... Soca com força essa buceta... Seu Omar, me rasga no rabo... Entra com tudo, seu velho tarado! — a Mariana conseguiu gritar, dando uma folga na boca quando o Cláudio puxou o pau um pouquinho para fora para babar no cabeção.
Eu segurei firme na morena, com o meu pau pegando fogo dentro daquele raboquente, e mandei as metidas sem dó nenhuma, fazendo a mesa de madeira arrastar no chão da cozinha.
— Cala a boca e toma o pau, sua sem-vergonha! — dei o grito, batendo o saco na bunda dela. — Cláudio, mete essa pica na boca dessa cadela de novo que a jorrada tá subindo! Olha o mel dessa puta sujando a cozinha toda!
O casa virou um inferno de barulho de carne batendo, o Henrique bufando que nem bicho, o Cláudio roncando de fogo e a Mariana chorando de tanto tesão enquanto os três paus trabalhavam ela sem parar.
O Cláudio não diminuiu o ritmo e continuou empurrando o pau na boca da Mariana até o fundo, fazendo a morena quase engasgar de tanta saliva e pre gozo escorrendo pelo queixo. O Henrique, do lado, já estava com os olhos vermelhos de puro fogo, esbofeteando a bunda dela com uma mão enquanto socava a pica na buceta com a outra, fazendo um barulho gosmento que ecoava nas paredes da cozinha.
— Caralho, Cláudio, a bichinha tá apertada demais! Olha o mel dessa piranha! — o Henrique berrava, dando aquelas estocadas bem rápidas que faziam o quadril da Mariana bater com força na madeira da mesa.
— Chupa tudo, sua cachorra! Não deixa cair uma gota no chão! — o Cláudio roncava, com o corpo todo suado, acelerando o vaivém na boca dela até o limite.
Eu senti o meu saco encolher de vez com o calor daquele cuzinho apertando o meu pau. Segurei a morena pelos quadris com as minhas mãos calejadas, dei as últimas três metidas mais brutas, enfiando até colar os pentelhos na bunda dela, e dei o aviso.
— Vai subir! Aguenta o rojão, sua puta! — gritei, com as veias da testa saltadas.
Travei o meu quadril com toda a força e descarreguei um rio de porra grossa e quente bem no fundo do rabo da Mariana. Na mesma hora, o Henrique deu um roncada de bicho, esticou as pernas e jorrou um mar de leite dentro da buceta dela, tremendo todo por cima da mesa.
O Cláudio não ficou atrás: puxou o pau da boca dela na última hora, segurou no queixo da morena e descarregou a jorrada dele todinha na cara e nos olhos castanhos da piranha. A Mariana deu um estiramento de pernas, soltou um gemido agudo e gozou junto, derramando o mel dela por cima da mesa de almoço.
A cozinha ficou num silêncio danado, só com o barulho dos quatro bufando. Os três paus saíram moles de uma vez, deixando o sêmen misturado vazar de todos os buracos da Mariana, que caiu de lado na mesa, toda lambuzada e aberta, sem forças nem para respirar direito depois daquela surra de domingo.
