SOCIEDADE SECRETA DO TERCEIRO ANO PT 3 A REVELAÇÃO

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 1865 palavras
Data: 03/06/2026 12:14:45

Naquela noite, depois de tudo que aconteceu no motel com Edna, cheguei em casa vazio. Minha mãe agora trabalhava como garçonete num restaurante no centro e só chegava depois da meia-noite, exausta. Meu pai continuava viajando, tentando salvar o que restava dos negócios. Eu estava praticamente sozinho quase todos os dias.

Sentei na cama, quarto escuro, apenas a luz do celular acesa. Abri a cópia do vídeo que Neguin tinha mandado. Edna de quatro, gemendo, sendo comida por nós dois. O momento em que a camisinha estourou e eu gozei dentro dela. O olhar de choque quando tiramos as máscaras.

Eu bati uma punheta devagar, quase com calma, assistindo tudo de novo. Não sentia culpa. Sentia um poder estranho, quente, viciante. Edna, aquela professora de Artes tão delicada, tão “artística”, sendo destruída por dois alunos dela. Gozei forte, gemendo baixo, imaginando o rosto dela quando percebeu quem éramos.

Depois fiquei deitado, olhando pro teto, respirando pesado.

Eu tinha gostado. E isso me assustava um pouco… mas não o suficiente pra parar.

No dia seguinte, Professor Ricardo nos chamou novamente para a sala dos professores depois do intervalo.

Dessa vez o clima era diferente. Ele estava sentado atrás da mesa, sério, mas com um brilho satisfeito nos olhos. Nós três entramos e sentamos. Ricardo nos olhou um por um.

— Parabéns — disse ele, voz grave. — Vocês fizeram um excelente trabalho. As provas que trouxeram sobre a Edna são boas. Ela vai colaborar de agora em diante.

Ele tirou três envelopes do bolso e entregou um pra cada.

— Mais 300 reais pra cada um. Vocês mereceram.

Paulo e Neguin sorriram. Eu peguei o envelope sem expressão.

Foi então que a porta se abriu.

A professora Aline entrou. A mesma Aline de Inglês, mestiça, corpo escultural, cabelo cacheado. Ela fechou a porta atrás de si e sentou naturalmente ao lado de Ricardo, como se fizesse parte daquilo desde sempre.

Ricardo sorriu de leve.

— Meninos… quero apresentar oficialmente pra vocês Aline . Aline faz parte disso desde o começo. Ela é uma das nossas.

Aline nos olhou, sem vergonha nenhuma. Havia até um leve sorriso no canto da boca dela.

Ricardo se recostou na cadeira e continuou, com a voz baixa e controlada:

— Vocês três acabaram de entrar pra algo maior. Aqui não é mais só sobre dinheiro ou foder professoras. Aqui é sobre poder. Sobre controle. Sobre saber quem realmente manda nessa escola e futuramente na cidade.

Ele fez uma pausa, olhando para cada um de nós.

— A partir de hoje, vocês fazem parte da Seita.

O silêncio que veio foi denso. Eu senti um arrepio subir pela espinha.

Ricardo continuou:

— A Seita existe há seis anos. Começou pequeno, com alguns professores e alunos mais velhos. Hoje controla quase tudo que acontece dentro dessas paredes. Segredos, chantagens, favores sexuais, proteção… tudo passa por nós. Quem entra, não sai. Quem trai… desaparece.

Aline cruzou as pernas e completou, com a voz calma:

— Eu cuido da parte das alunas. Ricardo cuida das professoras. Vocês três vão ser nossos braços diretos. Especialmente você, Matheus. Você tem algo diferente. beleza Inteligência. Discrição. E um pau que impressiona até as mais resistentes.

Eu fiquei quieto. Meu coração batia forte. Parte de mim queria levantar e sair correndo. Outra parte — a mais escura — estava fascinada.

Ricardo se inclinou pra frente, olhando diretamente pra mim:

— Você ainda pode escolher, Matheus. Pode sair agora e fingir que nada disso aconteceu. Mas se ficar… vai ter poder de verdade. Dinheiro. Mulheres. Respeito. E proteção. Porque fora daqui, você não é nada. Aqui dentro… você pode ser tudo.

O silêncio voltou. Pesado. Sufocante.

Paulo e Neguin me olhavam, esperando minha resposta.

Eu respirei fundo, sentindo o peso de tudo que tinha acontecido nos últimos dias.

E respondi, com a voz baixa:

— Eu fico.

Ricardo sorriu, satisfeito.

— Bem-vindo à Seita, Matheus.

Aline me olhou com um brilho diferente nos olhos. Como se já soubesse que eu seria útil.

Eu saí daquela sala com a sensação de que tinha acabado de vender minha alma.

E, estranhamente, não me arrependi.

Ricardo me chamou sozinho no final da tarde. A escola já estava quase vazia. Entrei na sala dos professores e encontrei Edna sentada numa cadeira, de óculos escuros, cabeça baixa, ombros caídos. Ela parecia ter envelhecido dez anos em dois dias.

Ricardo trancou a porta atrás de mim.

— Senta, Matheus.

Sentei. O silêncio era pesado. Edna não olhava para mim.

— Edna concordou em colaborar — disse Ricardo, direto. — Mas precisa de uma prova de lealdade. E você também. Quero que você peça desculpas pra ela… do seu jeito. Depois vai foder o cu dela sem camisinha. E ela vai gravar um áudio aceitando trabalhar pra gente.

Edna soltou um soluço baixo, cobrindo a boca com a mão.

— Por favor… — murmurou ela, voz tremendo. — Eu já fiz o que vocês queriam… não precisa disso…

Ricardo ignorou completamente o choro dela e olhou pra mim:

— Faz direito. Quero ver se você tem estômago pra isso.

Eu me levantei devagar. Meu coração batia forte. Parte de mim sentia nojo. Outra parte — a mais escura — sentia um tesão doentio.

Me aproximei de Edna. Ela tremia. Segurei seu queixo com firmeza e levantei o rosto dela.

— Desculpa, professora… — falei baixo. — Mas você não me deu escolha.

Edna chorava, lágrimas escorrendo por baixo dos óculos escuros.

— Matheus… você era um menino quieto… por favor… não faz isso…

Eu não respondi. Virei ela de costas, inclinei seu corpo sobre a mesa de Ricardo e levantei o vestido dela. A bunda grande e macia apareceu. Passei a mão nela, apertando. Edna soluçava.

Ricardo entregou o lubrificante. Passei bastante no meu pau e no cu dela. Edna tentou se afastar, mas eu segurei firme a cintura.

— Não… por favor… tá doendo ainda da outra vez… — implorou ela.

Empurrei a cabeça do pau contra o cuzinho apertado. Edna soltou um gemido longo e sofrido quando eu comecei a entrar.

— Ai… devagar… ai meu Deus… tá rasgando…

Entrei devagar, mas firme. O cu dela estava quente, apertado, ainda sensível. Edna cravou as unhas na mesa, chorando.

— Para… por favor… eu faço o que vocês quiserem… mas para…

Não parei. Meti até a metade, depois comecei um vai e vem lento. Edna gemia de dor, o corpo tremendo inteiro. Aos poucos, o cu dela foi relaxando. Comecei a meter mais fundo, mais forte.

— Isso… abre esse cu gostoso… — rosnei, segurando a bunda dela aberta.

Edna chorava, mas o corpo dela começava a reagir. Os gemidos de dor misturavam com algo mais. Eu metia com força agora, as coxas batendo na bunda dela, o pau entrando quase todo.

— Tá gostando, professora? — perguntei, voz rouca.

— Não… eu odeio vocês… — soluçou ela, mas rebolou levemente para trás.

Ricardo gravava tudo com o celular.

Eu acelerei, socando o cu dela com vontade. Edna gemia alto, lágrimas caindo na mesa. Segurei o cabelo dela e puxei para trás, metendo fundo.

— Diz que você é nossa puta agora.

Edna ficou em silêncio por alguns segundos, soluçando. Depois, com a voz destruída:

— Eu sou… eu sou a puta de vocês…

Gozei forte dentro do cu dela, enchendo tudo. Edna tremeu inteira, gozando também apesar das lágrimas.

Quando tirei o pau, o cu dela ficou aberto, piscando, com meu gozo escorrendo.

Ricardo parou de gravar.

Edna, ainda debruçada na mesa, tremendo, pegou algo da bolsa com a mão trêmula. Um pen drive.

— Aqui… — disse ela, voz rouca. — São as fotos e conversas com o vereador. Como vocês queriam.

Ricardo pegou o pen drive, satisfeito.

— Boa menina. Pode ir embora.

Edna se arrumou como pôde, limpou as lágrimas e saiu da sala sem olhar para mim. A porta fechou.

Ricardo me olhou.

— Você passou no teste, Matheus. Bem-vindo de verdade à Seita.

Eu saí da sala com o corpo quente, a cabeça girando.

Não sentia remorso.

Só uma fome que parecia crescer a cada dia.

Cheguei em casa por volta das 19h40, ainda com o corpo quente da cena com Edna . A rua estava escura. Quando abri o portão, notei que a casa também estava toda apagada. Só a luz da rua iluminava fracamente a fachada.

Entrei. O silêncio era estranho.

— Mãe?

Ouvi um soluço baixo vindo da cozinha. Caminhei até lá e acendi a lanterna do celular.

Minha mãe estava sentada na mesa velha, com a cabeça apoiada nos braços, chorando baixinho. O cabelo preso de qualquer jeito, o uniforme de garçonete ainda sujo do dia de trabalho. A casa estava quente, abafada, sem ventilador, sem geladeira funcionando.

— Mãe… o que aconteceu?

Ela levantou o rosto, os olhos vermelhos e inchados. Parecia dez anos mais velha do que realmente era.

— Cortaram a luz, filho… — disse ela, voz embargada. — Cheguei agora do serviço pra jantar e já tava cortada. Devem três meses… eu juro que tava tentando pagar aos poucos, mas com as contas… o aluguel atrasado… não deu.

Ela começou a chorar de novo, cobrindo o rosto.

— Eu tô tão cansada, Matheus… trabalho o dia inteiro, chego meia-noite, e ainda assim não dá. Não sei mais o que fazer nen me trocar pra voltar vou conseguir.

Senti um aperto forte no peito. Olhei para ela — minha mãe, que sempre foi forte, que segurou a família nas costas quando meu pai viajava — agora destruída, chorando na cozinha escura.

Sem dizer nada, peguei um dinheiro na conta que Ricardo tinha me dado. Abri o app do banco e fiz o pagamento da conta de luz pelo PIX na hora. O comprovante apareceu em menos de um minuto.

uma hora depois o rapaz veio ligar, as luzes da casa se acenderam. O ventilador começou a girar. A geladeira voltou a zumbir.

Minha mãe levantou a cabeça, confusa. Olhou ao redor, depois para mim.

— Matheus… como você…?

Eu me aproximei e a abracei. Ela se agarrou a mim, ainda chorando, mas agora de alívio.

— Meu filho… de onde veio esse dinheiro? Me fala a verdade…

Fiquei em silêncio por alguns segundos, sentindo o cheiro de cansaço e comida de restaurante no uniforme dela. Depois menti, com a voz calma:

— Fiz um freela de tradução pra escola. Uns documentos em inglês que a professora Isabela precisava. Pagaram hoje.

Minha mãe se afastou um pouco, me olhando com os olhos marejados, mas cheios de orgulho e preocupação ao mesmo tempo.

— Tradução? Você… você não tá se metendo em nada errado, né? Eu sei que a gente tá precisando, mas eu não quero que você…

— Tá tudo bem, mãe — interrompi, forçando um sorriso. — Foi só um trabalho extra. Nada de mais.

Ela me abraçou de novo, apertado, como se tivesse medo de me perder.

— Obrigada, meu filho… você tá crescendo tão rápido. Eu só queria poder te dar mais… não te fazer carregar isso tudo nas costas.

Fiquei ali, abraçando ela.

Minha mãe se afastou, limpou o rosto e tentou sorrir.

— Vou fazer um café pra gente antes de eu voltar.

Enquanto ela mexia na cozinha, eu me sentei à mesa, olhando para o chão.

Pela primeira vez, entendi de verdade o que Ricardo quis dizer.

A Seita não era só sobre sexo ou poder.

Era sobre isso.

Sobre transformar você no provedor. No salvador. No homem da casa.

E quanto mais você precisava do dinheiro deles… mais preso você ficava.

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Comentários

Foto de perfil de Samas

Interessante essa seita e ao mesmo aterrorizante .Agora esse trecho " Hoje controla quase tudo que acontece dentro dessas paredes" .e

Eu acrescentaria : e fora dela já que os que fazem parte da Seita de certa forma também estão fora" ,embora em menor número mas fazem parte.

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