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Loucuras de Mãe e filha. Final.

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Um conto erótico de Odinoque
Categoria: Heterossexual
Contém 1976 palavras
Data: 24/06/2026 15:29:35

Quando voltei parecia que nem tinha ido, minha mãe estava encostada numa pilastra com Ernesto no maior love, como se fossem um casal de namorados. Logo juntei-me ao resto da turma e Berto não tinha aberto a matraca ainda mas o sorriso solto no rosto era evidente, e não demorou muito os pombinhos deram o ar da graça.

A festança rolava solta e quando percebemos a contagem regressiva para o ano novo já tinha começado e ao final a celebração foi geral, muitos abraços, choros e felicitações por toda parte, Ernesto me abraçou e nossas bocas se encontraram num beijo maravilhoso acompanhado dos olhares invejosos que presenciavam aquele tiozão apertando a bunda deliciosa da morena cavala, o mesmo cara, que por sinal, estava há pouco no maior amasso com a coroa igualmente gostosa, mãe da novinha tesuda.

-E aí, bora pro chalé?

-Vamos sim, mas dá um tempinho pra gente se preparar e depois vai lá, disse

-Beleza, tenho que passar no meu de qualquer forma.

A batida seca na porta indicava a chegada de Ernesto.

-Pode entrar!

Seu queixo foi ao chão com visão que teve, eu e minha mãe usando lingeries brancas, transparentes, que exaltavam os seios e na parte de baixo eram minúsculas deixando parte da buceta à mostra e atrás somente uma linha que sumia no meio de nossos rabos. As peças eram praticamente iguais, compramos naquela rápida saída para cidade já no intuito de fazer a surpresa de despedida para nosso homem, o que diferenciava era que minha mãe usava uma meia calça branca e eu apenas uma fita branca na coxa e ambas estavam de salto branco.

-Nossa, isso tudo é pra mim? Perguntou já se despindo.

-É tudo seu, falei.

-Gostou da surpresinha? Disse minha mãe.

-Assim que gosto, chegar em casa e minha janta estar no jeito pra eu comer.

Com ar de soberba sentou na poltrona com sua coisa enorme entre as pernas apontando para cima e chamou:

-Vem! As duas.

Apontou para cada uma sentar em um braço da poltrona e ficou nos beijando e apertando nossas bundas.

-Agora de joelhos, minhas putinhas.

Para mim continuava estranho ser ofendida e humilhada por um macho, e mais estranho ainda ver minha mãe ser xingada de puta, vadia, vagabunda e outras tantas ofensas e ela agir como uma cadelinha obediente. Estranhamente bom, para ser sincera.

-Podem cair de boca!

E mais uma vez nós duas dividiamos o mesmo pau, passando a língua, beijando, engolindo e chupando com vontade e certa experiência adquirida nesses dias, nossas bocas já conheciam cada centímetro daquela rola dura e pulsante e sabíamos exatamente como extrair o máximo de prazer trabalhando em equipe.

-Que mamada gostosa das minhas bezerrinhas!

-Pra cama agora! As duas com o rabo pra cima, ordenou.

Ficamos de quatro na beirada da cama empinando os quadris, uma do lado da outra, ele começou a alisar nossas bundas e depois estapear bem forte deixando vermelho e começou a massagear os clitóris fazendo o chalé parecer uma sinfonia de gemidos das duas que rebolavam em resposta aos estímulos até ele puxar o fio da calcinha para o lado e cair de boca na minha mãe e enfiando o dedo em mim. Dava pra ouvir em alto e bom som o barulho do splash da língua dele na buceta suculenta e de seus dedos penetrando minha pepeca encharcada e não demorou muito Miriam gozou e ele passou a me chupar ao mesmo que dedava minha mãe. Que chupada maravilhosa tinha esse homem, minha buceta estava viciada nessa língua, com certeza vou ter problemas quando voltar para minha vida pós resort, já que meu noivo não chega nem aos pés de Ernesto nesse quesito, em nenhum, na verdade. Da mesma forma que nós, o safado sabia onde e como chupar, minha xana pertencia a ele, e como de praxe tive um belo orgasmo derramando todo meu melzinho em sua boca.

Quem vai levar pau primeiro?

Diante de nossa hesitação ele mesmo decidiu e empurrou de uma vez em Miriam que gemeu com a estocada forte, ela por sua vez não continha sua excitação e sua respiração se transformava em gemidos que mais pareciam sussurros. A química deles era magnífica, ver seus corpos nus colados e saber que o pau enorme e duro de Ernesto os conectava naquele momento era algo prazeroso. Após um bom tempo dando um trato nela ele me deitou na cama e veio por cima deixando minhas pernas em seus ombros fazendo meus joelhos ficarem na altura do meu rosto e puxou a lingerie de lado e me comeu sem tempo pra descansp. Nessa posição cada sapecada que ele dava me tirava o fôlego, o safado estava decidido a castigar as duas com seu pauzão sedento por buceta.

No comando da situação, Ernesto foi até sua roupa no chão e pegou um lubrificante, acredito que era isso que ele tinha ido buscar no seu chalé.

- Quero comer cu.

Nós duas trocamos olhares e depois encaramos o pinto enorme pulsando todo babado e Miriam foi a primeira a falar.

-Eu to fora, não aguento essa tora atrás, nem pensar!

- Então o cuzinho da sua filha vai ser meu.

Eis que finalmente eu perderia o cabaço no anal, só imaginava o estrago que esse monstro cheio de veias faria em mim e na ironia de sempre negar para meu noivo e acabar numa cama qualquer dando meu precioso para um coroa com o pau do dobro do tamanho do dele.

De quatro na cama Ernesto colocou na buceta e começou a massagear o cuzinho com o lubrificante, uma sensação deliciosa, introduzindo o dedo aos poucos, algo que até então não era novidade haja vista que meu noivo já enfiou o dedo na sua vã tentativa de me comer por trás. Só fui sentir diferença quando foram dois dedos e o incômodo surgiu, mas devido ao tesão de estar levando na buceta e o efeito anestésico do gel logo já brincavam de vai e vem.

-Agora esse cuzão gostoso vai ser meu.

Uma quantidade generosa de lubrificante foi despejada no meu ânus e senti um frio na barriga ao olhar para trás e ver Ernesto besuntando o cacetâo enorme e a cabeçona vermelha e babona preparada para destruir meu cuzinho virgem, tudo isso sob o olhar apreensivo da minha cúmplice que observava tudo sentada na cama. Ele pincelou na portinha e começou a forçar a cabeça que entrou com alguma resistência me tirando um gemidinho, e um grunhido de satisfação do Ernesto, e com muita calma e experiência ele foi botando o pau. Cada centímetro conquistado era uma dor lacerante, tinha a impressão de ouvir cada prega estourar e os músculos do meu cu expandirem e alargar conforme aquele pedaço de carne de 19 cm entrava e arrebentava com tudo.

Nesse ponto eu já gritava e chorava de dor, parecia que iria me rasgar e partir ao meio, minha mãe com os olhos esbugalhados de espanto pedia para Ernesto parar porque eu não estava aguentando.

-Ssshhh...uma cavalona assim aguenta muita rola, um cuzão gostoso desse tem que ganhar muito pau.

Minha dor e o desespero da minha mãe pareciam excitar o cafajeste que empurrava sem dar pausa até que ficou parado dentro de mim por um tempo e começou a fazer o movimento de entrar e sair e a dor apesar de presente começou a amenizar e outras sensações emergiram, meus gemidos não eram mais sofridos como há pouco. O sexo anal era uma experiência totalmente diferente, a pressão que meu cuzinho fazia no pau era intensa e a forma avassaladora que me invadia e preenchia era indescritível, um sentimento de estar rendida aos caprichos de um predador que tinha em posse sua presa, eu estava totalmente indefesa e dominada com aquele pau enorme atochado no meu rabo.

-Já acostumou levar na bundinha?

Antes que eu pudesse responder ele disse:

-Prepara esse cu pra levar mais pau que só entrou metade até agora.

Não estava acreditando no que acabara de ouvir, não tinha como ser verdade.

-Mãe? Procurei ouvir palavras acolhedoras da minha progenitora.

-Falta metade ainda, filha.

Como eu poderia me sentir tão preenchida e não ter tudo dentro, não iria aguentar todo esse processo de ficar entrando aos poucos, além disso, não sei por quanto tempo mais a paciência do Ernesto aguentaria.

-Amor, eu sou sua puta, me trata como tal.

-Então é assim que vai ser, vagabunda.

Ele tirou o pau de mim e o vazio que senti foi absurdo, uma leveza perturbadora me tomava, observei também ele despejando todo gel do frasco em sua rola dura. Ele voltou a enfiar o pau e dessa vez botou tudo me fazendo quase desmaiar, eu dei o grito de angústia mais verdadeiro e sincero da vida, naquele momento Ernesto tinha me dilacerado, certeza que meu cuzinho foi estragado, iria me devolver toda arregaçada para meu noivo e eu teria que me explicar. Não havia mais cautela, tampouco cuidado, meu algoz me castigava com rudeza, as metidas eram rápidas, suas mãos agarravam minha cintura com firmeza, evitando uma possível fuga, a bunda recebia uma chuva de palmadas que estremeciam e marcavam a pele em ardência, como se destruir meu outrora intocado anelzinho de carne não fosse o suficiente.

-Puta que pariu! Enterrei até a bolas.

-Sim, amor. Minha voz quase não sai.

-Delícia ser o primeiro a descabaçar esse cuzão gostoso, cravei tudo dentro do seu rabo delicioso.

Ernesto estava em êxtase e metia incessantemente, seu pau batia no fundo do meu ser, a mistura do álcool, tesão e dor estavam quase me deixando em transe, eu gemia alto e gritava a cada estocada do canalha que me comia sem um pingo de remorso, numa foda tão envolvente que minha mãe começou a se tocar.

-Vou encher ter cu de leite!

-Ele é seu vida, faz o que quiser com ele.

-Diz que é so meu e que mais ninguém vai comer.

-É só teu, amor.

-O que é só meu?

-Meu cuzinho.

-Então toma leite no cu, vadia.

Os jatos vieram como uma enxurrada que de tão fortes me forçavam para frente e Ernesto me puxava, me empalando e guardando toda sua porra e fincando bandeira em seu mais novo território nunca antes conquistado por ninguém. O suor pingava de nossos corpos e encharcava os lençóis, misturado aos nossos fluídos e esperma. Ernesto começou a tirar o cacete e parecia não ter fim, o colosso que tinha no meio das pernas levou uma eternidade para sair do meu ser.

-Caralho! Baguncei legal, disse ele.

-Minha nossa, Mariana! Ele abriu uma cratera em você, espantou-se Miriam.

-Preciso de um banho e cama, estou exausta e dolorida, falei.

-Essa trepada foi a melhor de todas, vou aproveitar e voltar pro meu chalé para continuar a comemoração com os caras, disse Ernesto.

Minha mãe deu tchau e foi tomar banho, Ernesto veio ao meu encontro e se despediu com um longo e carinhoso beijo molhado.

-Até amanhã, linda. Você é minha, não esqueça!

-Tá bom, gatão! Até amanhã.

Na manhã seguinte acordamos cedinho, fizemos as malas e pegamos a estrada sem abraços nem despedidas, afinal, por mais que tivesse rolado um lance sensacional o objetivo era compartilharmos novas experiências para lembrar entre mãe e filha e isso com certeza fizemos. Era inviável manter Ernesto em nossas vidas já que moralmente falando não dá para conviver com um homem que comeu nós duas e certamente continuaria querendo, com o agravante que sou noiva e não saberia lidar com a situação.

Com isso em mente fomos embora do Resort e não tocamos no assunto deixando aquela loucura gostosa para trás.

Bom, pelo menos é o que eu achei por aproximadamente seis meses, quando descobri que minha mãe tinha aprontado uma das boas, mudando drasticamente nossas vidas, mas isso é história para outra ocasião.

Obrigada pela paciência. Beijos.

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Comentários

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Delícia.. querendo saber a continuação. Não vai me dizer que Ernesto é seu novo padrasto e futuro amante....

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