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A Melhor Amiga Da Minha Esposa E Os Novos Vizinhos A Transformaram Numa Puta Pt10 Final

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Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 3672 palavras
Data: 24/06/2026 13:13:11

A semana do aniversário finalmente chegou. Thais estava se arrumando para ir à loja quando me disse:

— Amor, Douglas e Rômulo vão para São Paulo comprar umas mercadorias pessoalmente. Então essa semana vai ser só eu e a Sandra por lá.

Eu a abracei por trás, beijei seu pescoço e respondi:

— Essa festa vai ser um estouro.

Ela sorriu e concordou:

— Sim, vai ser incrível.

Pouco depois, meu celular tocou. Era Pamela. Atendi rapidamente e ela foi direto ao ponto, animada:

— Consegui os compradores para as lojas e para a casa. Vamos faturar quase 600 mil reais.

Eu sorri, sentindo uma onda de satisfação fria percorrer meu corpo, e respondi:

— Vem pra minha casa agora.

Pamela esperou Thais sair para o trabalho. Assim que o carro dela desapareceu na rua, Pamela apareceu na porta. Eu a puxei para dentro, fechei a porta e a prensei contra a parede da sala, beijando-a com fome.

— Vou te comer aqui mesmo — sussurrei no ouvido dela. — Quero seu cu hoje, amor.

Pamela gemeu baixinho, excitada, e respondeu:

— Sou sua… faz o que quiser comigo.

Eu a levei até o sofá, tirei sua roupa rapidamente e a deixei só de calcinha. Virei ela de costas, empinei aquela bunda redonda e firme e comecei a lambê-la. Passei a língua devagar pelo cuzinho apertado, molhando bastante enquanto enfiava dois dedos na boceta dela, que já estava encharcada. Pamela gemia e empinava mais, pedindo:

— Ti… me fode no cu…

Lubrifiquei bem meu pau com saliva e cuspe, posicionei a cabeça grossa contra o seu ânus e comecei a pressionar devagar. O cuzinho dela ainda era muito apertado. Centímetro por centímetro, eu fui entrando, sentindo a resistência deliciosa. Pamela soltou um gemido longo e agudo quando a cabeça do meu pau passou pelo anel muscular:

— Aaaaiii… devagar… está muito grande…

Eu parei, deixei ela se acostumar, depois continuei empurrando até enterrar metade do pau. O calor e a pressão eram intensos. Comecei a meter devagar, estocadas longas e profundas, vendo meu pau desaparecer naquele cuzinho virgem e apertado. Pamela gemia cada vez mais alto, misturando dor e prazer:

— Hnnngg… ai meu Deus… está me arrombando… continua… mais fundo…

Aumentei o ritmo aos poucos, segurando firme sua cintura e metendo com mais força. O som das minhas bolas batendo contra sua boceta molhada enchia a sala. Pamela empinava a bunda para trás, rebolando contra mim, completamente entregue. Eu estapeava sua bunda enquanto metia, puxava seus cabelos e acelerava:

— Isso… toma meu pau no cu… que delícia… aperta gostoso…

Pamela estava louca, gemendo descontrolada:

— Me fode… fode meu cu… mais forte, Ti… aaaahhh… eu sou sua putinha…

Eu metia com tudo agora, estocadas fortes e rápidas, sentindo o cuzinho dela pulsar ao redor do meu pau. Virei ela de lado, levantei uma perna e continuei fodendo fundo, esfregando seu clitóris enquanto socava. Pamela gozou tremendo violentamente, o cuzinho apertando meu pau com espasmos fortes, soltando gemidos agudos e longos.

Não aguentei mais. Meti fundo algumas vezes e gozei dentro dela, enchendo seu cu com jatos grossos e quentes de porra. Quando puxei o pau, vi minha porra escorrendo devagar do cuzinho vermelho e aberto dela.

Ficamos ali, ofegantes, suados e colados um no outro.

O resto da segunda-feira correu de forma tensa e surreal. Depois de transar com Pamela, tomei um banho rápido para tirar o cheiro dela do corpo e esperei Thais chegar do trabalho. Quando ela entrou em casa, estava visivelmente cansada, mas ainda assim veio me abraçar e me beijar como se nada tivesse acontecido. Jantamos juntos, ela contou como foi o dia na loja ,só ela e Sandra, já que Douglas e Rômulo estavam em São Paulo, e eu fingi interesse enquanto por dentro calculava cada detalhe da vingança. Depois do jantar, assistimos um filme no sofá. Thais se aninhou em mim, carinhosa, e eu correspondi, passando a mão em seus cabelos enquanto imaginava o que faria com ela em poucos dias. Dormimos cedo.

A semana seguiu num ritmo agonizante de fingimento. Na terça-feira, Thais e Sandra trabalharam sozinhas na loja. Eu passava o dia monitorando as câmeras, mas não havia nada de comprometedor — apenas as duas atendendo clientes, organizando mercadorias e conversando normalmente. À noite, fingia ser o marido carinhoso de sempre. Pamela me mandava mensagens discretas, atualizando sobre os compradores das lojas e da casa, e nos encontrávamos rapidamente quando possível. Nossos encontros eram sempre intensos e rápidos: ela me chupava com fome no banco de trás do carro ou eu a fodia com força em algum lugar afastado, muitas vezes no cu, como ela gostava.

Quarta-feira foi parecida: Thais e Sandra sozinhas na loja, sem nenhuma gravação comprometedora. Pamela conseguiu avançar bastante nas negociações das vendas — encontrou compradores sérios para as quatro lojas e já estava tratando da casa. Nosso encontro daquela tarde foi especialmente quente: ela me chupou com vontade no banco do carro até eu gozar na boca dela, depois sentou no meu colo e cavalgou até gozarmos juntos.

Na quinta-feira o ritmo acelerou. Thais estava empolgada com o aniversário, falava sobre o vestido que iria usar e me pedia opinião, completamente alheia ao que eu preparava. Eu sorria, concordava com tudo e por dentro contava as horas para o momento em que tudo viria à tona. Pamela me ligou à tarde confirmando que os compradores estavam quase fechando o negócio — quase 600 mil reais no total. À noite, Thais quis transar . Eu não , correspondi, pois minha mente estava longe, focada na vingança que se aproximava.

Na sexta-feira, eu e Thais já iríamos para o sítio para começar a arrumar tudo para a festa. Porém, ela me deu uma desculpa:

— Amor, Douglas e Rômulo não vão estar na loja hoje. Eu e a Sandra não podemos ficar sozinhas lá. Você se importa de ir sozinho primeiro?

Eu fingi não me importar e respondi calmamente:

— Tudo bem, eu vou sozinho.

Cheguei ao sítio e comecei a organizar o espaço. Instalei um telão grande na área principal, perto da piscina, exatamente onde eu havia planejado. Nele, eu mostraria uma apresentação com fotos da Thais desde criança, adolescência, nossa época de namoro, casamento, até os dias atuais… mas não seria apenas uma homenagem. No momento certo, as fotos “inocentes” dariam lugar às provas — as gravações, as mensagens, os nudes, os vídeos dela sendo fodida pelos dois. Tudo seria revelado publicamente na frente de todos os convidados.

Enquanto montava os cabos, ajustava o projetor e testava o som, minha mente não parava. Cada detalhe estava sendo calculado. A vingança estava cada vez mais próxima.

Mais antes do dia terminar, recebi uma mensagem de Pamela:

“Casa e lojas já estão vendidas. A grana caiu na minha conta. Meus irmãos voltaram hoje.”

Meu sangue gelou. Se eles voltaram, certamente vão comer as duas. Abri o notebook imediatamente e acessei as câmeras da minha casa.

O que vi confirmou meus piores temores. Douglas e Rômulo já estavam na sala com Thais e Sandra. As duas estavam nuas, de quatro no sofá lado a lado. Douglas metia com força na boceta da Thais enquanto Rômulo fodia Sandra por trás. Os dois irmãos revezavam as duas sem piedade, estocando fundo, estapeando as bundas e puxando os cabelos. Thais gemia alto, empinando a bunda para Douglas, completamente entregue. Sandra não ficava atrás, rebolando contra Rômulo e pedindo mais.

Eles trocaram de posição várias vezes, fodendo as duas em todos os buracos, enchendo boceta, boca e cu. Os gemidos das duas enchiam a sala da minha casa enquanto os dois as usavam como putas.

Fechei o notebook com força, respirando pesado. A raiva queimava dentro de mim como nunca.

O dia da festa finalmente chegou.

Eu estava acordado ,desde cedo para supervisionar tudo. A decoração estava impecável. O grande telão que eu instalei na área principal, ao lado da piscina, estava coberto por uma cortina preta, pronto para a “homenagem” que eu preparava. Havia balões dourados e brancos por toda parte, flores naturais, mesas bem arrumadas com toalhas brancas, um bar completo com bebidas, um DJ montando o som e um espaço reservado para o churrasco. A piscina estava limpa, com luzes subaquáticas já testadas, e o quintal amplo tinha tochas e luminárias espalhadas, criando um clima elegante e ao mesmo tempo festivo. No centro da área de lazer, um grande banner dizia “Feliz Aniversário, Thais! 29 anos”.

Thais, Sandra, Douglas, Rômulo e Pamela chegaram por volta das 18h30. Thais desceu do carro com um sorriso enorme, olhando tudo admirada.

— Amor… que lindo! — exclamou ela, correndo para me abraçar e me beijar.

Sandra também elogiou bastante a decoração. Douglas e Rômulo deram tapinhas nas minhas costas, fingindo camaradagem:

— Parabéns, Thiago. Ficou top!

Pamela chegou por último e me lançou um olhar discreto, cúmplice. Todos começaram a dar os retoques finais: Thais e Sandra arrumavam os centros de mesa e colocavam as fotos que eu havia pedido, Douglas e Rômulo ajudavam a acender as tochas e organizar a área do churrasco, enquanto Pamela me ajudava discretamente com os últimos detalhes técnicos do telão.

Eu observava tudo com um sorriso no rosto, mas por dentro sentia um frio calculado. Tudo estava no lugar. A festa estava prestes a começar… e também o meu plano.

Thais me olhou com um sorriso radiante, me puxou pelo pescoço e me deu um beijo longo e carinhoso na frente de todos. Depois encostou a testa na minha e sussurrou:

— Eu te amo muito, amor.

Eu retribuí o beijo, forçando um sorriso, enquanto por dentro sentia um misto de nojo e satisfação fria.

Logo os convidados começaram a chegar. Amigos próximos, familiares, os pais dela (que me abraçaram calorosamente), e a mãe de Sandra — aquela senhora religiosa e rigorosa — também apareceram. Nós os recebemos com sorrisos e abraços, eu fingindo ser o marido perfeito e anfitrião atencioso.

Em determinado momento, os pais de Pamela chegaram junto com Douglas e Rômulo. Assim que os dois irmãos nos viram, Douglas ergueu uma sobrancelha e disse, surpreso:

— Vocês dois aqui?

Pamela, que estava ao meu lado, respondeu rapidamente com um sorriso inocente:

— Eu pedi pro Thiago deixar eu convidar vocês. Ele aceitou.

Douglas e Rômulo trocaram um olhar rápido, mas logo abriram um sorriso falso e entraram no clima, cumprimentando a todos.

Os convidados continuavam chegando, o sítio aos poucos se enchendo de vozes, risadas e música ao fundo. Eu observava tudo com calma, o coração batendo forte no peito. O telão estava pronto. A vingança também.

A festa rolava animada, com bebidas circulando, muita diversão e várias rodas de conversa entre os convidados. O som estava alto, as luzes coloridas iluminavam o quintal e o clima era de celebração. Pamela se aproximou discretamente de mim, fingindo pegar uma bebida, e perguntou baixinho, quase sem mexer os lábios:

— Tem certeza?

Eu olhei para ela por um segundo e respondi com a voz firme e baixa:

— Sim.

Nesse momento, vi o advogado acenar discretamente para mim do outro lado do quintal. Olhei novamente para Pamela e completei:

— Assim que formos cantar os parabéns, eu revelo tudo.

Chegou o momento mais esperado da noite. Todos os convidados se reuniram em frente ao telão, copos em mãos, sorrindo animados. As luzes diminuíram e o DJ tocou os primeiros acordes de “Parabéns pra você”. Thais estava no centro, radiante, cercada por familiares e amigos. Eu me posicionei ao lado dela, com o controle do telão na mão.

Cantamos juntos, aplaudindo no final. Thais me abraçou, emocionada. Eu sorri, segurei o microfone e comecei meu discurso:

— Thais… meu amor. Hoje você completa 29 anos e eu quis fazer algo especial pra você. Quis mostrar a nossa história, desde o começo. Desde o dia que te vi na empresa, tímida estagiária, até virarmos esse casal que todos admiram.

O telão acendeu com fotos nossas: o primeiro beijo, o namoro, o pedido de casamento, o casamento lindo, a lua de mel em Cabo Frio, a mudança para a casa nova… Os convidados suspiravam, emocionados. Thais apertava minha mão, com os olhos marejados.

— Mas a vida nem sempre é só flores — continuei, a voz ficando mais séria. — E hoje eu vou mostrar a verdade completa.

O clima mudou instantaneamente. Cliquei no controle e as fotos inocentes deram lugar às gravações. O telão mostrou Thais de joelhos chupando Douglas e Rômulo na sala de mercadorias, depois sendo fodida pelos dois na nossa casa, gemendo como uma puta enquanto era arrombada na boca, boceta e cu. As mensagens também apareceram: os nudes, as cantadas pesadas, as conversas com Sandra planejando tudo.

O silêncio foi absoluto. Depois veio o caos.

A mãe de Thais levou a mão ao peito e desmaiou. O pai dela ficou branco, cambaleou e precisou ser amparado por outros convidados. Gritos de choque e incredulidade ecoaram pelo sítio.

Thais olhou para o telão, depois para mim, o rosto pálido, lágrimas escorrendo imediatamente. Ela tremia inteira e disse, com a voz quebrada:

— Amor… o que é isso…?

Eu a encarei friamente, sem nenhuma piedade, enquanto todos os olhares se voltavam para nós.

Eu olhei fixamente para Thais, que chorava copiosamente, e comecei a falar com a voz firme, carregada de dor e desprezo:

— Como você pode fazer isso comigo, Thais? Como você teve a coragem de me trair na nossa própria casa, na nossa cama, com esses dois filhos da puta?

Contei tudo em voz alta, para que todos os convidados ouvissem claramente: como eu instalei câmeras escondidas pela casa e invadi as da loja, como gravei e salvei cada detalhe dela sendo fodida pelos dois na sala de mercadorias, na nossa sala, no banheiro e no sítio. Falei também sobre o aplicativo espião que coloquei no celular dela, as mensagens com Sandra, os nudes, as cantadas e os planos que eles faziam.

Chamei Pamela para o centro. Ela, com a voz um pouco trêmula mas decidida, virou-se para Douglas e Rômulo e disse:

— Vocês vão perder tudo. As lojas e a casa estão no meu nome. Já vendemos. Vocês não têm mais nada.

Sandra tentou se aproximar, pálida e desesperada, mas sua mãe — a senhora religiosa e rigorosa — deu um tapa tão forte no rosto da filha que o som ecoou por todo o quintal. Sandra cambaleou, com a marca vermelha da mão estampada no rosto.

Thais, ainda em choque, virou-se para mim com os olhos cheios de lágrimas, ódio e incredulidade, e gritou:

— Thiago… como você gravou tudo isso? Como conseguiu essas mensagens?

Eu respondi friamente, sem qualquer piedade:

— Eu instalei as câmeras escondidas em casa e na loja. E coloquei um aplicativo espião no seu celular.

Thais explodiu, claramente brava, humilhada e fora de si:

— Então você descobriu tudo e não falou nada, seu corno manso…?

O silêncio que se seguiu foi absoluto e sufocante. Todos os olhares estavam voltados para nós.

Thais, com o rosto vermelho de raiva e lágrimas escorrendo, continuou gritando na frente de todos:

— Como você era um corno manso! Ficou assistindo sua esposa ser fodida por dois homens de verdade e não fez nada! Eles me deram algo que você nunca me deu, Thiago! Eles sabem me tratar bem, tanto no dia a dia quanto na cama, seu filho da puta!

O silêncio era absoluto. Eu a encarei friamente, tirei do bolso interno do blazer o envelope com os papéis e entreguei a ela.

— Thais, eu te amei muito. Aqui está o divórcio. Já coloquei a casa e o carro à venda. Vamos dividir tudo. Acabou.

Os pais de Douglas e Rômulo, visivelmente chocados e envergonhados, se aproximaram de mim e disseram:

— Desculpa, filho… Eles são dois inconsequentes. Não sabemos onde erramos.

Douglas e Rômulo me encararam com ódio puro e avançaram um passo, ameaçadores:

— Você enganou nossa irmã, seu corno! Vai pagar pelo que fez conosco!

Antes que a situação piorasse, o pai deles os segurou e gritou:

— Vocês dois, saiam daqui agora!

Pamela, que estava ao meu lado, se aproximou, me abraçou na frente de todos e me deu um beijo firme na boca. Depois olhou para mim e disse baixinho, mas com firmeza:

— Acabou, meu amor. Eu te amo, Ti.

Após a revelação, o caos se instalou. Os pais de Thais foram embora imediatamente, visivelmente destruídos. Thais os acompanhou, mesmo eles não querendo sua companhia. Sandra também saiu correndo, chorando de vergonha na frente da mãe — a única pessoa cuja opinião realmente importava para ela.

Os dias seguintes foram um inferno de explicações, advogados e humilhações públicas. Thais e Sandra me denunciaram por invasão de privacidade por causa do aplicativo espião que instalei no celular dela. Sandra embarcou na onda da minha esposa, já que o divórcio ainda não havia saído.

Um dia, os pais de Thais apareceram no hotel barato onde eu estava hospedado. Eles me pediram desculpas, dizendo que sentiam muito pelo que a filha havia feito. Mas então me deram uma notícia que me deixou paralisado:

— Thiago, eu sinto muito… mas nossa filha está grávida. E não sabemos se é seu… ou de um daqueles dois vagabundos.

Senti meu corpo perder as forças. Thais grávida. Fiquei em silêncio por alguns segundos, processando a bomba, e respondi com a voz rouca:

— Se for meu, eu vou assumir. Mas eu vou morar em Cabo Verde, na África. Agora.

Eles assentiram, cabisbaixos, e foram embora.

Assim que fechei a porta, liguei para Pamela, que estava na casa dos pais enquanto esperávamos para viajar para Cabo Verde.

Após algumas semanas de batalhas judiciais, eu e Thais nos divorciamos oficialmente. Dividimos tudo — a casa, o carro e o dinheiro restante. Foi frio, rápido e doloroso. Ela saiu da minha vida carregando a dúvida da gravidez, e eu não quis mais saber.

Logo depois, Pamela e eu embarcamos para Cabo Verde. A viagem foi longa e cansativa, com escalas e muitas horas no ar, mas quando pisamos na capital, Praia, senti um peso enorme sair dos meus ombros. O ar quente, o mar azul e a sensação de recomeço eram libertadores.

Compramos uma casa bonita à beira-mar com o dinheiro das vendas das lojas e da casa antiga. Era moderna, com vista para o oceano, piscina privativa e muito espaço. Na primeira noite, mal colocamos as malas no chão.

Pamela me olhou com aqueles olhos brilhantes, tirou o vestido devagar e ficou nua na minha frente. Seu corpo jovem — seios médios firmes, cintura fina, bunda redonda e empinada, pele morena clara — me deixou imediatamente duro.

— Quero você agora, Ti… — sussurrou ela.

Eu a peguei no colo, carreguei até o quarto e a joguei na cama king size nova. Comecei beijando sua boca com fome, depois desci pelo pescoço, chupando seus seios com vontade, mordiscando os bicos enquanto ela gemia e arqueava as costas. Desci mais, abri suas pernas e lambi sua boceta devagar, enfiando a língua fundo, sugando o clitóris inchado enquanto ela segurava minha cabeça e rebolava contra meu rosto.

— Ti… por favor… me fode…

Eu me posicionei entre suas pernas, esfreguei a cabeça do meu pau na entrada molhada dela e meti devagar, sentindo sua boceta apertada me engolir. Pamela soltou um gemido longo quando eu entrei até o fundo. Comecei a estocar ritmado, fundo e forte, segurando suas coxas enquanto ela cravava as unhas nas minhas costas.

— Isso… me fode… mais forte… — pedia ela.

Eu acelerei, metendo com vontade, batendo fundo enquanto os seios dela balançavam. Virei ela de quatro, segurei sua bunda e meti com força, estapeando enquanto ela empinava para mim. Depois a fiz sentar no meu pau, cavalgando gostoso, rebolando enquanto eu chupava seus seios.

No final, eu a coloquei de lado, levantei uma perna e meti fundo, acelerando até gozarmos juntos — eu enchendo sua boceta com porra quente enquanto ela tremia inteira, gemendo meu nome.

Caímos exaustos na cama, suados e abraçados, olhando o mar pela janela.

Uma nova vida começava.

Alguns meses depois, eu e Pamela nos casamos em uma cerimônia simples e bonita em Cabo Verde, com vista para o mar. Apenas nossos pais, alguns amigos próximos e o pôr do sol como testemunhas.

Quando chegou o momento dos votos, Pamela me olhou nos olhos, segurando minhas mãos com firmeza, e disse com a voz emocionada, quase sussurrando:

— Ti… estou grávida.

O mundo parou por um segundo. Senti uma mistura de choque, felicidade e alívio tomar conta de mim. Sorri, com os olhos marejados, e a puxei para um beijo profundo e apaixonado na frente de todos. O beijo durou longos segundos, cheio de promessas, amor e um novo começo.

Quando nos separamos, encostei minha testa na dela e sussurrei:

— Vamos ser uma família de verdade.

Ela sorriu, radiante, com lágrimas de felicidade escorrendo pelo rosto.

Uma nova vida realmente estava começando

Após um ano, nosso filho já havia nascido. Eu e Pamela estávamos felizes, observando o pequeno dormir no berço. Nossos pais estavam conosco, aproveitando os primeiros meses do neto. Era uma vida calma, cheia de amor e recomeço.

Sobre Sandra, após a sua mãe descobrir tudo ela foi humilhada pela mãe perante toda família,soubemos que ela agora mora com a mãe no interior, onde se tornou uma religiosa devota, frequentando igreja todos os dias e tentando apagar o passado .

Douglas e Rômulo abriram outro negócio juntos. O que tinham de safados, tinham de bons gestores. Agora vendiam carros usados e, de vez em quando, ainda aprontavam alguma. Mas pareciam ter aprendido um pouco com a queda.

Quanto à Thais… os filhos que ela carregava eram dos irmãos. Sim, ela teve gêmeos de pais diferentes — um de Douglas e outro de Rômulo. Por mais incrível que pareça. Ela agora morava com as crianças e um homem que conheceu na cidade onde sua tia vivia. Diziam que eles não se respeitavam, que ela não era feliz e que era corna da cidade toda. Nenhum homem ousava olhar para ela, pois seu marido era conhecido por ser perigoso e violento.

Eu e Pamela estávamos na praia, deitados na areia quente, nos beijando suavemente enquanto o sol se punha no horizonte. Tudo o que passamos agora parecia apenas parte de um longo e doloroso aprendizado. Um capítulo fechado. Uma nova vida que finalmente começava de verdade.

O

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Comentários

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Conto muito bom.

Merece 3 estrelas .

Thiago apenas reagiu a traição da esposa

Engraçado que dizem q Thiago não teve caráter, então o mais certo seria pegar a esposa no flagra e pedir o divórcio, ai acabaria o conto .

Se Thiago se separasse o público iria dizer q a esposa merecia um castigo e que Thiago foi frouxo .

Parabéns ao autor

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Que tenho vídeos incesto zoo. Para os macho é venda. A mulheres uma boa conversa mando uns vídeos. Telegram @ANDERSONAGUIARSP1977

Grupo telegram chamaa

Os 20 a 10reais

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Conto machista e hipócrita!

No conto as mulheres se dão mal e todos os homens saem por cima. Isso e nojento.

Thiago também traiu Thais, armou e destruiu a vida dela.

Os caras seguem com um final feliz, bem sucedidos.

As mulheres seguem estigmatizadas e culpabilizaras por tudo.

O conto é muito bem escrito mas, Decepcionante o final.

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Uma irmã trocou os irmãos que nunca fizeram mal a ela por um macho

O Tiago foi tao mal caráter quanto a Tais, pois fez exatamente a mesma coisa que ela e ainda beijou a Pamela na frente de todos quando revelou os chifres.

Os dois irmãos so aumentaram a fama de pica grande e comedores.

O Tiago foi tao patético e mole que nem pegou a Sandra, que era safada e morou debaixo do teto dele, se tivesse sido mais malandro poderia ter pego a esposa e a Sandra juntas.

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Parabéns. O final foi perfeito. Excelente conto e melhor ainda o desenvolvimento da narrativa.

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