Na segunda-feira bem cedo minha alegria voltou quando Leo me esperava pronto as 15 para as 6 para irmos juntos a academia. Adorei ele estar comigo mais uma vez porque tinha percebido desde que ele começou a me acompanhar que os olhares para mim foram muito mais contidos. Fora que elogiava várias vezes minha beleza e minha performance, mas discreto como o bom filho.
No caminho de volta para casa, animados pela endorfina, estávamos felizes e aproveitei o momento para o incitar sutilmente a me imobilizar e me usar naquela tarde ou naquela noite, pois pela manhã seu pai pegaria o avião para São Paulo.
– Leo, estou desconfiada que seu pai tem outra mulher em São Paulo. Você me ajuda a descobrir?
Falei como se ele nunca tivesse entrado no assunto porque em meus momentos de realização de meu fetiche, o que acontecia lá não sai dali não contaminando minha vida real.
Leo ficou ainda mais animado.
– Eu te ajudo mãe. Meu pai usa muito o computador de seu escritório em casa. Já vi que ele não fecha o mensageiro e não desliga o computador, só o deixa adormecer. Se conseguir chegar rápido depois que ele sair, talvez o encontre ainda aberto e descubra algo.
– Faça isso filho. Ele foi frio e distante comigo esses dias como nunca foi antes.
Leo entendeu a indireta e por mais que tenha se contido era visível em sua face sua alegria, mas expô-la seria cutucar minha tristeza e como sempre muito observador, se conteve.
Em casa ele tomou banho rapidamente e se despedindo de seu pai correu para a faculdade após comer um lanche e tomar seu leite.
Trabalhei em casa naquela manhã estando bem ansiosa. Quando ele voltou almoçamos juntos e depois que a funcionária foi embora veio me servir um suco lá pelas 3 da tarde e eu tinha a certeza o que aconteceria. Sentada na mesa de estar onde trabalhava de casa, porque não gostava de usar o escritório de meu marido, tomei aquele suco sem nenhum medo e muito excitada.
Quando percebi o sono chegando forte, empurrei o laptop e me debrucei sobre a mesa caindo em um sono profundo. Com certeza a dose era muito menor porque quando acordei ainda era dia bem claro. Foi quando me dei conta que estava totalmente nua, amarrada em uma posição humilhante de franguinha assada totalmente vulnerável na outra ponta da mesa onde trabalhava quando adormeci. Logo me lembrei de uma das histórias preferidas que escrevi onde fui amarrada e usada daquela forma, só que tinha sido na cama e não na sala de refeições.
Ao despertar melhor percebi que minhas pernas tinham sido dobradas nos joelhos totalmente para trás e uma fita adesiva larga prendia minhas canelas ao meio de minhas coxas. Na altura da virilha minhas pernas também foram dobradas fazendo meus joelhos se encaixarem em minhas axilas e esticando meus braços, Leo prendeu meus pulsos em minhas canelas, me imobilizando totalmente em um W, nem precisando me amarrar na mesa, pois nem me mexer eu conseguiria.
Meu filho me transformou em um simples objeto vivo para seu uso sexual que poderia ser manipulado e usado a seu gosto, tornando realidade meus desejos mais sujos e profundos.
Levantei a cabeça o pouco que conseguia o procurando e o vi sentando a minha frente na cadeira da ponta da mesa tendo a visão privilegiada de minha buceta e meu cuzinho.
Fiquei toda arrepiada por saber que ele me usaria de todas as formas naquela posição, mas como só um ótimo filho poderia pensar, senti um edredom dobrado sob minhas costas amortecendo o contato com o tampo duro da mesa.
Era tudo o que eu queria, mas meu fetiche não me permitia demonstrar, pois teria que ser usada sem aceitar a situação e sem poder reagir como naquele momento. Comecei a tentar me debater sem nem isso conseguir. Só o que me restou foi poder falar e falei quase gritando.
– Me solta Leo. Me solta. Eu te disse que aquela seria a única vez, falei simulando raiva.
– E eu te disse que sou eu quem decido. Nesses 10 dias nem me masturbei pensando em guardar meu esperma para a próxima vez e estou cheio para depositar em seus buracos gostosos mãe.
Ohhhh deus. Sua informação de ter guardado seu esperma por 10 dias e a forma como falou comigo me tratando como o instrumento de seu alivio como era meu desejo obsceno, quase me fez gozar. Comecei a tremer excitada e sentir meus fluidos escorrendo para o cuzinho e depois para o rego devendo estar chegando ao edredom.
Com certeza ele tinha lido todos meus contos naqueles dias e estava ainda mais perfeito como o homem imaginado e desejado para me usar como eu queria.
Fiquei sem reação, mas continuei a me debater.
– Assim você só vai se machucar e sabe que não tem chance nenhuma de escapar e eu te soltar antes de te usar.
– Essa posição é degradante. Sou sua mãe.
– Não, nesse momento você só é 3 buracos para que eu me alivie como você deseja. Tenho dois deles aqui bem na minha frente e se te girar sobre a mesa sua boca vai ficar aqui na borda. Um por um vou usa-los uma ou mais vezes até descarregar toda essa porra que acumulei por 10 dias.
Seu jeito grosseiro e desbocado de falar, como meu filho nunca falou na vida real, mas os homens que me usavam em minhas histórias usavam, mais ter me reduzido a 3 buracos como sempre desejei ser tratada me levou a uma excitação extrema e comecei a tremer e logo tive um orgasmo pela primeira vez na vida sem ter nenhum ponto de meu corpo tocado e era um gozo muito forte.
– Aaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu.
Enquanto gozava, me dei conta definitivamente da certeza que eu já tinha após meu delicioso filho ter me usado pela primeira vez. Mesmo que seu pai voltasse a ser o amante maravilhoso que era antes, sempre esperaria e estaria disponível para que Leo me usasse ao seu desejo, pois só ele me daria o que eu precisava para me satisfazer completamente.
Além disso ele poderia ter quantas namoradas quisesse, depois esposa e eu estaria sempre lá para que ele também realizasse seus desejos de usar uma mulher e os meus de ser usada para seu alivio. Eu tinha apenas 34 anos, uma mulher jovem e linda, mas não precisaria de mais nenhum homem caso me separasse de meu marido, se meu filho continuasse a me usar. Não verdade, nem ia querer outro homem, já que tinha o homem perfeito.
Tendo voltado a apoiar a cabeça, não via mais Leo enquanto eu gozava, mas tinha a noção que ele deveria estar se sentindo todo poderoso. Quando meu orgasmo terminou o vi se levantar descobrindo que estava só de cueca. Em pé e com as coxas encostadas na borda da mesa bastava tirar seu pau para fora e o colocar em minha buceta ou meu cuzinho totalmente expostos e vulneráveis, mas não foi o que fez.
– Quero te usar para todas minhas necessidades sexuais. Por mais que eu queira aliviar minha porra, primeiro vou te usar para meu aprendizado sexual. Quero conhecer uma buceta visualmente, quero sentir o cheiro e o sabor e depois aprender como fazer uma mulher gozar a lambendo e sua bucetinha linda e rosada toda escorrida é perfeita para isso mãe.
Uma nova onda de tesão correu por meu corpo adorando que meu lindo filho tivesse todas aquelas primeiras experiencias comigo e sabendo que eu seria a beneficiada com muitos prazeres.
Leo puxou a cadeira mais perto e voltou a se sentar bem próximo a ponta da mesa e meu corpo exposto. Minhas pernas imobilizadas estavam totalmente abertas naquele W que ele me colocou. Na ânsia por seu toque eu já gemia.
– Ahhhhmmmmmmmmmmm.
O que senti primeiro foi ele se inclinando e tocando minha fenda de leve, possivelmente com a ponta do nariz, pois deitada toda entregue só conseguia olhar para o teto. O ouvi então inspirar intensamente várias vezes.
– Caramba mãe. Não sabia que além de linda e gostosa minha mamãe tem o melhor cheiro do mundo. Seu perfume é simplesmente divino, falou inspirando profundamente outras vezes.
Era absolutamente extraordinário como meu filho de 18 anos conseguia me fazer sentir sensações de excitação como jamais senti. Com meu marido o sexo delicioso e quente que fazíamos antes era uma troca, um toma lá dá cá, mas com Leo ele agia só em seu benefício me dando exatamente o que eu queria de uma forma que jamais tive.
A seguir ele levou os dedos a meus finos lábios vaginas e os abriu o máximo que pôde expondo todo o interior da buceta de sua mãe. Por segundos ficou só admirando sem falar nada me arrepiando até a alma.
– É tão excitante te ter assim amarrada e imobilizada e poder fazer isso. Dentro é um rosa ainda mais intenso do que as bordas e suas aréolas mãe. Literalmente dá água na boca ver seus fluidos brilhando e escorrendo para seu cuzinho.
Em meus contos, os homens que criei muitas vezes faziam um oral mesmo não sendo propriamente me usar, mas era por desejo deles. Nunca pensei e escrevi sobre um que iria aprender e fazer um oral pela primeira vez comigo, muito menos que ele seria meu filho. Aquele tesão imenso que sentia jamais consegui imaginar, menos ainda quando ele levou a língua a meu cuzinho melado e foi lambendo subindo com a língua espalmada recolhendo meus fluidos e quando pensei que tocaria meu clitóris e me faria gozar, ele a tirou.
– Ahhhhhhhhhhhh, gemi decepcionada.
O escuto com sons em sua boca como se experimentasse uma comida ou uma bebida deliciosa. Sem falar nada, novamente lambeu desde o cuzinho até perto do clitóris sorvendo mais.
– Ohhhh deus, gemi quase gozando e só não gozei porque tinha gozado pouco antes.
Depois de saborear novamente, enfim falou parecendo muito excitado.
– Seu sabor também é o melhor que já senti mãe. Maravilhoso, sem igual. Pensando bem você é a melhor para todos meus 5 sentidos. Seu perfume é o melhor para meu olfato, seu sabor o mais gostoso para meu paladar, sua beleza a mais linda para minha visão, seu corpo o mais delicioso para meu tato e seus gemidos os mais agradáveis para minha audição.
Quem era aquele homem que tão jovem me proporcionava os sentimentos mais extremos de minha vida? Ser introspectivo, inteligente, observador e quieto provavelmente foi o que tornou meu filho naquele homem que qualquer mulher do mundo desejaria ardentemente, mas ele me queria, queria sua mamãe e era aquele seu jeito de se expressar.
Meus tremores aumentaram a beira de um orgasmo e não esperava que ele fizesse o que fez.
– Essa é minha primeira vez e já que preciso aprender tudo, vou começar por seu cuzinho lindo.
Se inclinando novamente, ainda com os dedos mantendo meus lábios bem abertos, sua língua foi diretamente para minhas preguinhas anais e desta vez não só para iniciar a lambida, pois começou a girar em torno dele.
Na hora explodi em um orgasmo brutal.
– AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH.
Meu marido sempre fez um oral delicioso, mas da mesma forma que nunca aceitou realizar meu fetiche de ser usada para o sexo, também jamais usou sua língua em meu ânus.
A sensação era deliciosa, não só pelo toque de sua língua naquela área sensível, mas pela situação de estar toda arreganhada, imobilizada e quem estar lambendo meu cuzinho ser meu filho másculo e lindo.
Após quase um minuto lambendo e ameaçando o penetrar com sua língua mantendo meu gozo, meu filho foi para minha buceta e nela fez uma completa varredura com sua língua, sempre voltando onde percebia que eu sentia mais.
Meu orgasmo terminou, mas ele já construía outro se deliciando com minha intimidade a lambendo, beijando, sugando, soprando, inspirando, conhecendo e aprendendo maravilhosamente o que fazer com uma mulher.
Além dos sons das lambidas molhadas eu ouvia seus sons de estar adorando me deixando ainda mais tarada.
– Hammm. Hummm. Hummmmmm.
Leo naqueles 10 dias provavelmente pesquisou muito e era surpreendente como fazia maravilhosamente bem feito, claro que por estar motivado por ser sua mãe, ser sua primeira vez e me ter como queria. Satisfeito e vendo que meu corpo já tremia novamente, deu o golpe final e por fim chegou a meu clitóris e com a língua espalmada, começou a lamber no vai e vem rude e depois girou em torno de meu botãozinho super sensível.
– Estou gozaaaaaaaaaaaaaaannnnnnndooooooooooooooooo, gritei em ou novo orgasmo poderosíssimo com Leo mantendo as lambidas e meu orgasmo, até que parou dando a nítida impressão que sabia que não deveria continuar por causa da sensibilidade.
Eu gozava deliciosamente e após dar uma última lambida longa recolhendo meu suco que tanto gostou, o percebi se levantar e com dificuldade abri os olhos vendo que tirava a cueca. Depois, em pé bem encostado na mesa quase me tocando, minha última excitação foi ver seu rosto todo melado.
Como se adivinhasse, ele se inclinou sobre mim apoiando as mãos de cada lado e com seu peitoral firme, espremeu meus seios e me beijou vorazmente o que respondi com fogosidade, mesmo ainda gozando.
Por não o ter recusado com meus fluidos na boca, foi perceptível seu tesão, pois quase arrancava minha língua. Meu filho me tinha totalmente imobilizada para seu alivio e satisfação, mas até aquele momento ele já tinha me dado 3 orgasmos incríveis e ainda não tinha gozado nenhuma vez.
Depois de um minuto, interrompeu e desceu por meu pescoço chegando a meus seios. Ele tirou as mãos da mesa e os agarrou afundando os dedos e sugou forte cada um de meus bicos.
– Ahhhhhuuuuuuuuuuu, gemi de dor e prazer.
– Eles são tão lindos, grandes, firmes, perfeitos e gostosos e aproveitei tão pouco na primeira vez. Adoro essas sardas, falou começando a lambe-las.
Alternando as lambidas entre minhas sardas nos cones de meus seios e meus mamilos, por tudo que já tinha feito naquela tarde e na primeira vez, meu filho não precisava aprender mais nada sobre sexo, pois já dominava totalmente essa habilidade.
Muito colaborou para que chegasse a esse ápice tão rapidamente. Descobrir os segredos sujos de sua mãe, ter os mesmos desejos que eu, ser linda e gostosa a seus olhos, ser sua mãe e a situação como acontecia o sexo entre nós. Mesmo com tudo ajudando, Leo parecia ter uma habilidade instintiva e eu era a felizarda dele usar essa habilidade comigo.
Foi incrível, pois com aquela forma de tratar meus seios, com algo de rude, mas sem ser violento e me machucar, nem bem terminou meu orgasmo e já começava a me excitar novamente. Uns 5 minutos depois ele parou soltando meu mamilo e deixando de apertar meus seios e levantou.
– Agora sim eles tiveram a atenção merecida. São lindos e gostosos demais para serem negligenciados. Na próxima vez que te amarrar para te usar, vou fazer de uma forma que possa te colocar em meu colo, assim poderei aproveita-los muito mais, mas agora preciso aliviar meus testículos que estão quase explodindo de esperma.
Senti uma corrente elétrica correr por todo meu corpo. Eu tinha saudade daquele pau enorme me rasgando e me preenchendo desde a primeira vez, mas muito mais depois que seu pai me penetrou e quase nem senti seu pau.
O senti pincelando minha fenda melando mais sua glande que já deveria estar melada por seu pré-gozo. Não bastasse toda minha excitação, ele ainda a alimentou.
– Vou gozar em sua buceta gostosa, depois te girar e gozar em sua boca. A seguir te giro de novo e gozo em seu cuzinho e se ainda não tiver acabado meu estoque de esperma, vou o lavar e volto para encerrar em sua buceta mãe. Quantos dias seu marido vai ficar fora, perguntou parecendo ser do nada aquela pergunta.
– Ele não tem data para voltar, pois vai ficar até a montagem terminar.
Descobri que não foi do nada sua pergunta.
– Não vou mais aguentar 10 dias sem me aliviar em você. Se prepare que vou te usar a cada 2 ou 3 dias.
Meu canal onde logo ele arrombaria, pulsou de tesão. Demorou tanto para que meu desejo fosse realizado e agora ele seria frequente. Fiquei empolgada, mas não poderia demonstrar.
– Não podemos. Meu fetiche não era assim de se tornar rotina. É tudo muito intenso, e nem sei se estarei recuperada.
– Ser com o filho também não era seu fetiche e você está adorando. Não vou ser tão intenso se fizermos sempre. Não se preocupe.
Nem consegui falar, pois o senti pressionando a portinha de minha buceta e logo a alargando desproporcionalmente. Mesmo gostando e com muito tesão reclamei de dor.
– Ahhhhhiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
Leo continuava a empurrar devagar, mas a sensação era que estava sendo rasgada ao meio.
– Está vendo, preciso a acostumar com meu pau para não sentir mais dor, falou me provocando.
– Ela nunca vai se acostumar com esse pau imenso. Impossível. Aiiiiiiiiiii.
– Isso é o que vamos ver. Hoje não porque não vou perder a chance de comer seu cuzinho e o acostumar também nessa posição toda exposta, mas na próxima, 5, 6, 7 vezes só na bucetinha até a acostumar, senão totalmente, parcialmente. Ohhhhhuuu.
Já tinha feito meu papel de parecer não querer o que ele ameaçava, então me calei e me deixei sentir aquela maravilha de pau que me arrombava mais uma vez. Por uns 3 ou 4 minutos, gemi, gritei, sofri e também tive prazeres que só ele poderia me proporcionar.
Naquela posição, mesmo que Leo se inclinasse sobre mim, não chegaria mais a minha boca para me beijar e nem aos meus seios para os mamar, então olhava para mim cheio de tesão e de amor.
– Você é tão linda mãe. Seu rosto simétrico, seus olhos verdes e seus cabelos avermelhados te fazem parecer uma modelo ou uma atriz famosa. Sou tão privilegiado de poder ter essa mulher de sonho dos homens que você é.
Nem consegui responder aquele maravilhoso elogio, pois naquela posição de franguinha assada, meus músculos da virilha estavam esticados e me deixavam ainda mais apertada para aquele seu pau grosso. Pela sensação de preenchimento, deveria estar pela metade e eu o olhava estando sofrendo e tendo um prazer incandescente. Queria fazer meu papel de satisfazer o homem que me usava, então fui buscar forças.
– Me usa filho. Me usa para gozar. Se alivie na buceta da mamãe.
Leo pareceu querer resistir, mas não ia conseguir. Perdendo o cuidado por causa de sua necessidade, começou a enterrar mais rapidamente me fazendo ver estrelas, quase desmaiando, mas quando o senti inteiro dentro de mim empurrando meu colo de útero e abrindo minha buceta, explodi em um orgasmo estratosférico no mesmo momento que ele também gozava me injetando um mar de esperma escaldante.
– Aaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, gritei de dor e um prazer sem fim.
– Estou gozando mãeeeeeeee.
Safado, Leo deixou o pau enterrado com sua uretra na porta de meu útero e conforme ejaculava eu o sentia entrando lá dentro me levando de volta aquele mundo de prazer só nosso onde ele me levou em nossa primeira vez.
Eu fazia força para manter meus olhos abertos olhando para aquele rosto de homem lindo sabendo que era ele quem me dava o que eu desejava me levando a ter prazeres que nunca alcancei antes sem nenhum preconceito por sua mãe. Como o meu rosto devia aparentar a ele, o dele também mostrava todo o prazer que sentia. Sem nenhum movimento a não ser as pulsações e contrações de nossos sexos, mais suas pulsações, pois te tão arregaçada meu canal pouco conseguia o comprimir.
Quando seu orgasmo se apagou, ele continuou lá encaixado e duro acompanhando meu orgasmo em nosso mundo particular. Quando terminou eu estava letárgica depois de 4 orgasmos, mas Leo só tinha gozado uma vez e estava há 10 dias sem gozar.
– Goze de novo. Continue me usando porque você me colocou assim para isso.
– Não precisamos ter pressa. Seu marido está longe e mesmo que eu tenha que te soltar quando me satisfazer, hoje vai demorar mais, pois vou com calma. Por isso coloquei o edredom em suas costas.
Meu fetiche sempre foi ser usada e satisfazer o homem e eu estaria bem enquanto ele não se sentisse satisfeito, ainda mais sendo o filho que toda mãe quer fazer feliz, no entanto eu tinha trabalho da fábrica a fazer o qual ele interrompeu quando me dopou.
– Tenho um trabalho para terminar.
– Precisa entregar hoje ou amanhã?
– Pela manhã.
– Então você termina após o jantar. Não vou te importunar. Quero foder bem forte sua buceta nessa posição, mas vou deixar para o final. Quero aproveitar que tenho bastante esperma ainda para gozar em sua boca, pois quando gozei na outra vez tinha pouco.
Leo tirou seu pau com cuidado e ficou parado observando o estrago. Eu queria que ele nunca tivesse saído, pois já senti aquele vazio naquele espaço que já pertencia a meu filho.
– Que tesão ver meu esperma escorrendo de sua buceta mãe. Ela é muito elástica, pois assim que tirei ela quase já se fechou completamento. Por isso é apertadinha e deliciosa.