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Comi a esposa gostosa do meu sobrinho parte 15

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Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3407 palavras
Data: 24/06/2026 06:27:07

O Cláudio travou, com a mão ainda firme na braguilha e o suor escorrendo pela testa ao ouvir o grito do Henrique vindo lá de fora. A Mariana deu uma segurada no fôlego, apertando os dedos com força contra o mármore da pia, mas não arredou o pé. Ela deu uma rebolada lenta e apertada ao redor do meu pau, me olhando por cima do ombro com aqueles olhos castanhos cheios de malícia, me atiçando para eu não parar as estocadas por nada desse mundo.

— Responde o homem, Cláudio... Diz que o gelo quebrou e você já tá saindo... — a Mariana sussurrou com a voz mastigada, toda sem vergonha, enquanto enfiava a bunda com mais força contra a minha virilha.

O Cláudio limpou a garganta duas vezes, tentando firmar a voz para não dar bandeira pro parceiro de serviço lá no quintal.

— Tô pegando aqui, Henrique! Já tô indo, só tô ajeitando as garrafas no congelador! — o Cláudio gritou de volta, com a voz meio trêmula, sem conseguir desviar os olhos do movimento bruto do meu quadril castigando a carne da Mariana.

Eu não afrouxei o lombo. Segurei as duas polpas da bunda da morena com as minhas mãos calejadas e continuei metendo firme, fazendo um barulho molhado e ritmado que preenchia a cozinha abafada. O Cláudio assistia tudo de camarote, respirando fundo e puxando o próprio pau para fora da calça brim, batendo uma punheta rápida e rasteira ali mesmo, bem na beirada do balcão, completamente enlouquecido pela a safadeza bem debaixo do nariz do Henrique.

O Cláudio não aguentou o rojão e começou a sacudir o pau dele com força ali mesmo, com a calça brim arriada no meio das pernas, babando de tesão só de ver eu fudendo com tudo naquela bunda imensa da Mariana. A morena olhava para o claudio batendo punheta e ficava ainda mais puta, jogando o quadril para trás com gosto para engolir o meu pau até o talo, fazendo a pia da cozinha estalar num ritmo gostoso.

Eu segurei o cabelo dela com uma mão e enterrei o meu pau com toda a força de uma vez só, fazendo a buceta dela estalar molhado. O Cláudio deu um passo para a frente, respirando curto, e esticou a mão trêmula para dar um tapa daqueles bem estalados na polpa da bunda da Mariana, marcando os dedos dele na raba gulosa dela. A piranha deu um arranco para a frente, mordendo o pano de prato para não berrar e entregar a sem-vergonhice pro Henrique, que continuava bebendo e ouvindo rádio no quintal.

— Vai, seu Omar... Soca esse pau sem pena... Faz eu derramar tudo... — ela choramingou num sopro de voz, completamente entregue pro crime.

Eu dei mais cinco metidas brutas, daquelas de levantar a saia azul até o pescoço, e senti a jorrada vindo direto do fundo do meu saco. Travei o meu quadril com tudo contra as nádegas dela e descarreguei um rio de porra grossa bem no fundo da buceta da Mariana. Na mesma hora, o Cláudio deu duas sacudidas violentas no pau dele e jorrou o leite dele todinho ali no chão de cimento e na beirada do balcão, bufando feito um animal cançado.

A Mariana caiu de bruços na pia, tremendo que nem vara verde, com o meu sêmen quente escorrendo pelas pernas grossas dela e pingando no chão junto com a sujeira do Cláudio.

O Cláudio guardou o pau na calça na maior pressa, puxando o zíper com a mão ainda trêmula de tanto tesão. Ele limpou o chão de cimento com um pedaço de pano velho, pegou o balde de gelo e abriu a porta da cozinha com a cara mais lavada do mundo, fingindo que nada tinha acontecido ali dentro.

Eu puxei o meu pau para fora da buceta da Mariana com aquele estalo molhado e ajeitei o meu short, voltando a acender o meu cigarro de palha na beira do fogão. A morena ficou um tempo escorada na pia, com as pernas bambas e o rabo piscando, vendo a minha porra grossa escorrer pelas coxas e melar o piso. Ela puxou o vestido azul para baixo de uma vez só, respirando fundo para recuperar o fôlego e disfarçar o rosto vermelho antes de o marido desconfiar.

Lá fora no quintal, o Cláudio entregou o gelo pro Henrique, que já estava meio alto por causa das cervejas.

— Demorou, hein cabra? Achei que tinha caído dentro da privada — o Henrique riu, dando um tapa nas costas do amigo de obra, sem nem imaginar que a própria esposa tinha acabado de ser arrombada pelo tio e vigiada pelo parceiro de serviço.

— Que nada, Henrique... É que o gelo estava colado no fundo do congelador, tive que fazer força para soltar — o Cláudio mentiu, engolindo seco e olhando para a porta da cozinha.

Nisso, a Mariana saiu no alpendre trazendo mais um prato de mandioca frita, andando com aquele passo travado e as pernas abertas por causa da rolada que tinha levado na pia. O Henrique olhou para ela, viu o suor descendo pelo pescoço da morena e o vestido todo amassado na parte da bunda, mas só deu um sorriso cínico, sabendo muito bem o tipo de "força" que tinha sido feita ali dentro.

O Henrique puxou a cadeira de ferro um pouco mais para o lado, esticando as pernas cheias de poeira da obra, e ficou olhando para a Mariana com aquele olho parado de quem sabe o que tá acontecendo, mas quer ver até onde a safadeza vai. Ele deu um gole comprido na cerveja, limpou o bigode com as costas da mão e soltou:

— Senta aqui com a gente, preta. Você trabalhou o dia inteiro nessa cozinha quente, merece tomar uma também.

A Mariana engoliu seco, ficando vermelha na mesma hora. Ela olhou para a cadeira que o Henrique estava apontando, bem do lado do Cláudio, sabendo que se sentasse ali com o vestido azul sem calcinha, o melaço da pia ia pingar direto no chão do alpendre. O Cláudio mudou de posição na cadeira na mesma hora, com o pau dele voltando a engrossar por baixo da calça brim só de ver a morena naquela situação de perigo.

— Que isso, Henrique... Preciso terminar de lavar os pratos lá dentro — ela gaguejou com aquela vozinha mansa de santa instruída, tentando dar um passo para trás, mas as pernas dela estavam tão bambas da surra de pau que ela deu uma fraquejada no joelho.

O Cláudio, na maior audácia, esticou o braço e segurou a Mariana pela cintura para ela não cair, espalmando a mãozona dele bem em cima do quadril dela, dedilhando a pele da morena na frente do marido.

— Deixa disso, Mariana, senta aí. O Henrique tem razão, você tá com o rosto todo suado, parece até que correu uma maratona ali na cozinha — o Cláudio falou com a voz grossa, dando uma risadinha safada de canto.

Eu continuei no meu canto, escorado no esteio do alpendre só pitando o meu cigarro de palha e vendo o circo pegar fogo. A Mariana não teve saída: jogou aquela bunda imensa na cadeira, abrindo as pernas de leve por causa do arrombamento da pia. Na mesma hora, o cheiro forte da foda e da porra derramada subiu no ar do quintal, e o Henrique deu um suspiro fundo, com a braguilha dele esticando na hora ao sentir a safadeza da esposa com o próprio tio.

A Mariana sentou na cadeira de ferro e deu uma tremida, porque o ferro gelado encostou direto na racha dela que ainda estava aberta e babando o meu leite. O Cláudio nem disfarçou: colou a cadeira dele bem grudada na dela, de um jeito que a coxa dele ficava roçando na perna grossa da morena por baixo da mesa. A piranha fechou os olhos por dois segundos, sentindo o pau do Cláudio encostando de lado no quadril dela, enquanto o Henrique só assistia a tudo de camarote, com o olho estalado e o short todo armado.

— Toma um gole aqui no meu copo, preta — o Henrique falou com aquela voz mansa, empurrando a cerveja pro rumo dela. — Você tá com a boca seca, tá até arquejando. O calor daquela cozinha com o meu tio deve ter sido de lascar, né?

A Mariana pegou o copo com a mão tremendo tanto que o líquido quase derramou no vestido azul. Ela deu um gole, limpando a boca com as costas da mão, e olhou pro Henrique com aqueles olhos castanhos cheios de medo e de safadeza.

— Foi sim, Henrique... O seu tio me ajudou a carregar as panelas pesadas, por isso que fiquei cansada desse jeito — ela mentiu na maior desfaçatez do mundo, mas por baixo da mesa ela deu uma libertada na perna e esfregou a racha ensopada direto na calça brim do Cláudio.

O Cláudio deu um suspiro fundo, segurando o copo americano com tanta força que o vidro quase quebrou. Na maior ousadia, o parceiro de obra do Henrique enfiou a mãozona por baixo da mesa e enfiou os dedos direto no meio das pernas da Mariana, sentindo o meu sêmen grosso misturado com o melaço dela. A Mariana deu um sobressalto na cadeira, cravando as unhas na mesa de ferro, enquanto eu, lá do canto do alpendre, dava uma risada rasteira por dentro, vendo o Henrique morder o beiço de tanto tesão de corno ao ver a mulher sendo trabalhada pelo amigo bem na sua frente.

O Cláudio não quis saber de conversa e começou a enfiar os dedos com vontade na racha da Mariana por baixo da mesa, movimentando a mão na maior sem-vergonhice. A morena estava com o corpo todo elétrico, segurando o grito na garganta enquanto sentia os dedos do rapaz da obra misturando o leite que eu tinha deixado no fundo dela. Ela olhava pro Henrique com os olhos castanhos arregalados, com o peito subindo e descendo, totalmente entregue pro crime na frente do marido.

O Henrique deu mais um gole na cerveja, com o olho fixo no braço do Cláudio que sumia por baixo do pano da mesa. A calça do guri estava tão armada que o pau dele parecia que ia rasgar o tecido, mas ele continuava ali, com aquela cara cínica, curtindo cada segundo do descaramento da esposa.

— Ô Cláudio, a mandioca da Mariana é boa, não é? A bicha sabe temperar uma carne como ninguém — o Henrique soltou, com uma risadinha maliciosa de canto de boca, dando uma cutucada com o pé na canela do amigo.

O Cláudio deu um sorriso safado, acelerando o movimento dos dedos por baixo do vestido azul dela, fazendo um barulho molhado de sacanagem que o rádio ligado no alpendre mal conseguia abafar.

— É boa demais, Henrique... A sua mulher é caprichosa até o talo, dá gosto de ver — o Cláudio respondeu com a voz rouca de puro tesão, olhando bem na cara do guri.

Eu dei mais uma tragada no meu cigarro de palha, soltando a fumaça preta no rumo das telhas do alpendre. A Mariana não aguentou a pressão daquela mãozona grossa trabalhando a carne dela na frente dos dois e deu uma rebolada forte na cadeira, jogando o quadril para frente com tudo. Ela soltou um gemido abafado e gozou ali mesmo, derramando mais mel nos dedos do Cláudio, enquanto o Henrique mordia o beiço com tanta força que quase tirou sangue, sem conseguir segurar o pau duro dentro do short.

O Cláudio puxou a mão de baixo da mesa com os dedos todos lambuzados do mel e do meu sêmen grosso, exibindo o grude na cara do Henrique. A Mariana desabou na cadeira de ferro, bufando e com as pernas abertas, mole de tanto gozar, sem força nenhuma para fechar o vestido azul que já estava todo molhado na parte do assento.

O Henrique olhou para a mão do amigo e depois para a racha da esposa que brilhava no mormaço do alpendre. O guri perdeu o restinho de vergonha que tinha na cara; enfiou a mão por dentro do short, puxou o pau dele para fora bem na frente de nós três e começou a sacudir com uma fúria cega, olhando fixamente para a bunda imensa da Mariana que ainda tremia.

— Olha aí, Cláudio... Olha o que você fez com a minha preta — o Henrique resmungou com a voz toda mastigada pelo tesão, batendo a punheta rasteira ali mesmo na mesa, com o leite quase saindo na ponta. — O meu tio arrombou ela na pia e agora você terminou de amaciar a piranha.

O Cláudio deu uma risada safada, levou os dedos sujos até a boca do Henrique e fez o parceiro de obra lamber o melaço da própria mulher. O guri engoliu o grude com gosto, limpando o beiço com a língua enquanto continuava esfolando o pau com força, completamente enlouquecido com a sem-vergonhice.

Eu joguei a xepa do meu cigarro de palha no chão do quintal, pisei em cima com a bota e caminhei pro rumo deles com o meu pau grosso já apontando por cima do cós da calça. A Mariana me viu chegando e, na mesma hora, escorregou da cadeira direto pro chão de cimento, ficando de joelhos na frente das minhas botas, com os olhos castanhos pedindo mais ignorância.

— Pois já que a putaria tá aberta, vamos terminar o serviço direito — falei grosso, segurando a morena pelos cabelos da nuca. — Henrique, continua batendo essa porra aí que agora o Cláudio vai ver como é que o velho da roça crava o pau nessa cachorra.

Eu não dei tempo para conversa. Puxei a Mariana pelos cabelos com força, fazendo a cabeça dela ir para trás, e mirei meu pau grosso direto na boca dela. A morena nem piscou; abriu o bocão com gosto e engoliu a minha pica até o talo, limpando o resto da porra que tinha sobrado com a língua, enquanto os olhos castanhos dela brilhavam de pura sem-vergonhice olhando para cima.

O Henrique continuava ali do lado, com as pernas abertas na cadeira de ferro, esfolando o pau dele com tanta ignorância que as veias estavam saltadas, quase chorando de tesão vendo a esposa de joelhos no cimento se engasgando com o meu cano. O Cláudio não ficou atrás: arriou a calça brim de uma vez, puxou o pau dele que já estava latejando vermelho e colou por trás da Mariana, mirando o cabeção direto no cuzinho dela que ainda estava todo melado da foda da pia.

— Deixa eu entrar nessa festa também, seu Omar... Essa racha tá chamando — o Cláudio resmungou com a voz toda rouca, dando a primeira metida e enfiando o pau dele com tudo no rabo da morena.

A Mariana deu um gemido abafado com o meu pau entalado na garganta, erguendo aquela bunda imensa para dar espaço pro Cláudio castigar ela por trás. O alpendre virou uma pouca-vergonha sem tamanho: era o som do Cláudio bombando a bunda dela por trás, a Mariana chupando a minha pica com vontade na frente, e o Henrique batendo a punheta de corno dele, jogando os primeiros jatos de leite direto no chão do quintal, completamente rendido à safadeza da própria mulher com os dois homens da casa.

O Cláudio não teve dó: segurou firme no quadril da Mariana e começou a dar aquelas metidas certeiras por trás, fazendo a bunda imensa dela bater com força contra as coxas dele. O som daquela safadeza ecoava no alpendre. A Mariana, com o meu pau enfiado até o fundo da garganta, revirava os olhos castanhos e fazia um barulho abafado, se engasgando de tesão enquanto era trabalhada nos dois buracos ao mesmo tempo.

O Henrique, vendo a esposa ser totalmente dominada, deu um grito rouco e descarregou o resto da punheta dele, jogando jatos de porra morna direto nas costas e na bunda da Mariana, melando a pele suada dela na frente do Cláudio.

— Soca o rabo dela, Cláudio! Arromba essa piranha! — o Henrique berrava, com o pau mole na mão, babando de puro delírio de corno.

Eu senti o meu saco encolher e a pressão subir com aquela mamada violenta que a morena estava me dando. Puxei a cabeça dela para trás com um puxão no cabelo e descarreguei um rio de porra grossa direto na boca dela. A Mariana engoliu quase tudo com gosto, deixando o excesso escorrer pelo queixo e pingar nos peitos fartos.

Na mesma hora, o Cláudio deu as últimas três bombadas brutas no rabo dela, travou o corpo e jorrou o leite dele todinho dentro do cuzinho da morena, bufando feito um bicho cançado. Ele puxou o pau para fora e caiu sentado na cadeira, mole de tanto tesão. A Mariana desabou de lado no chão de cimento do alpendre, toda lambuzada de sêmen dos três, com as pernas abertas e a cuzinho piscando, completamente desmontada na frente do marido.

A Mariana ficou estirada ali no cimento do alpendre por um bom tempo, arquejando e com a boca aberta, sem forças nem para levantar as pálpebras. O vestido azul dela estava todo rasgado e manchado, e dava para ver o leite grosso de nós três misturado, escorrendo pelas coxas dela e empossando no chão.

O Cláudio deu um suspiro fundo, puxou a calça brim para cima com as mãos ainda meio moles e catou as garrafas de cerveja vazias que estavam em cima da mesa.

— Rapaz, Henrique... O batente hoje foi de lascar, mas essa janta de tarde valeu por tudo — o Cláudio falou com aquela risada safada, abotoando o short e olhando para a piranha jogada nas botas dele. — Vou puxar o meu carro antes que a noite caia na estrada.

— Vai lá, cabra... Segunda-feira a gente se esbarra no reboco da obra — o Henrique respondeu com a voz toda mole, se limpando com um pano de prato sujo, mas com o olho cravado no rabo da esposa que ainda dava uns estalos.

O Cláudio montou na moto e sumiu na poeira da estrada de terra, deixando o distrito no maior silêncio de novo.

Eu acendi mais um cigarro de palha, toquei na perna da Mariana e olhei grosso pro Henrique.

— levante a mariana, meu sobrinjo. E vamos limpar essa sujeira do alpendre antes que o cheiro dessa sem-vergonhice chame a atenção dos vizinhos.

O Henrique nem piou. Agachou no chão, pegou a Mariana no colo feito um saco de batata e levou a bicha pro quarto, com o rabo dela ainda pingando a porra da tarde todinha no piso de cimento.

O Henrique voltou pro alpendre com um balde de água da cisterna e um rodo velho para limpar a lambança que tinha ficado no cimento. O guri ainda estava meio zonzo, com as pernas moles e a cara de quem tinha saído de um transe, mas passava o pano no chão com uma pressa danada, com medo de o cheiro de porra e suor grudar nas paredes da casa.

Eu continuei ali na minha cadeira de balanço, pitando o resto do meu cigarro de palha e vendo o sol sumir de vez por trás do mato, deixando o distrito na escuridão. Dava para ouvir, lá de dentro do quarto, o som da Mariana se revirando na cama, soltando uns gemidos baixinhos de dor e de cansaço por causa do arrombamento duplo que tinha levado.

Quando o Henrique terminou de passar o rodo, jogou o balde num canto e sentou nos degraus do alpendre, olhando pro chão limpo, com a cabeça baixa.

— Tio... — ele soltou com a voz sumida, sem coragem de olhar na minha cara. — Segunda-feira o Cláudio vai olhar para mim na obra com aquela cara de riso. Mas vou te falar... Eu nunca vi a Mariana com tanto fogo na vida.

— Deixa de ser frouxo, guri — respondi grosso, soltando a fumaça preta pro rumo das telhas. — Você queria ver a putaria e viu. Agora aguenta o rojão. Se o Cláudio abrir a boca na obra, você racha a cara dele no meio. Mas você sabe muito bem que aquele cabra vai é querer voltar no próximo sábado para encher o rabo da tua mulher de leite de novo.

O Henrique engoliu seco e deu um sorriso murcho, sabendo que eu estava coberto de razão. Ele levantou, bateu a poeira do short e entrou pro quarto na ponta dos cascos, indo deitar do lado da piranha que já estava capotada, cheirando as leitada da tarde mais sem-vergonha que aquele quintal já tinha visto.

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 61Seguidores: 140Seguindo: 35Mensagem Somo um casal bem safado

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