No dia seguinte, sábado, o sol nasceu belo e forte sobre o sítio. A luz entrava pelas janelas da suíte, iluminando tudo. Eu e Thais descemos juntos para a cozinha, onde os outros já estavam reunidos.
O café da manhã estava farto: pão fresco, queijo minas, presunto, manteiga, geleias caseiras, frutas cortadas ,mamão, banana, melancia , bolo de milho, ovos mexidos com bacon, café forte, suco de laranja natural e leite. Sentamos todos à grande mesa de madeira rústica. Thais e Sandra conversavam animadas sobre o fim de semana, Pamela estava mais quieta, me lançando olhares discretos de vez em quando. Douglas e Rômulo falavam sobre os planos para o dia — piscina, churrasco à tarde e fogueira à noite. O clima era leve, quase familiar, o que tornava tudo ainda mais surreal para mim.
Comemos com calma. Thais passou manteiga no pão e me ofereceu um pedaço, sorrindo. Eu comia devagar, observando cada gesto dela, cada olhar que trocava com os dois. O café durou quase uma hora, com risadas, histórias e planos para o dia.
Depois do café, Douglas bateu palmas e disse:
— Vamos aproveitar a piscina então!
Sandra, Thais e Pamela foram se trocar e colocar os biquínis. Eu disse que iria ao banheiro primeiro. Entrei em um dos banheiros sociais, tranquei a porta, peguei o celular e abri as gravações da noite anterior, especificamente da suíte onde Sandra estava hospedada.
O que vi foi uma orgia intensa e sem limites.
Assim que todos foram dormir, Sandra recebeu uma visita no quarto , De Douglas e Rômulo. Os três não perderam tempo. Sandra foi jogada na cama king size e os dois a atacaram ao mesmo tempo. Rômulo enfiou o pau grosso na boca dela enquanto Douglas metia com força na boceta. Eles revezavam sem parar: um na boca, outro na boceta, depois trocavam. Sandra gemia como uma puta, babando no pau de um enquanto era arrombada pelo outro.
Eles a foderam de todos os jeitos. De quatro, de lado, Sandra cavalgando um enquanto chupava o outro, dupla penetração — primeiro buceta e boca, depois buceta e cu. Sandra gritava de prazer quando os dois a penetravam ao mesmo tempo, o corpo suado e tremendo entre os irmãos. Eles estapeavam sua bunda, puxavam seus cabelos e a enchiam de porra várias vezes — na boca, nos seios, dentro da boceta e no cu. A cena durou mais de uma hora, com Sandra gozando repetidamente, completamente entregue, pedindo mais e mais.
Eu assisti tudo com o estômago revirado, mas sem conseguir parar.
Após o café e eu ver a gravação da orgia no quarto de Sandra , fomos todos para a piscina. O sol já estava forte e o dia prometia ser quente. Thais, Sandra e Pamela estavam de biquíni, todas extremamente gostosas. Thais com o biquíni dourado cavado que marcava perfeitamente sua bunda empinada, Sandra com um modelo vermelho fogo e Pamela com um biquíni preto pequeno que valorizava seu corpo jovem. Douglas e Rômulo não disfarçavam: sorriam o tempo todo para a minha esposa, com olhares famintos. Se eu e Pamela não estivéssemos ali, tenho certeza de que eles comeriam as duas ali mesmo, sem pudor.
Thais se aproximou de mim e disse com um sorriso:
— Amor, você pode fazer o churrasco? Você é bom nisso.
— Claro — respondi.
Douglas e Rômulo pegaram as carnes e me levaram até a churrasqueira. Eles já haviam acendido o carvão e me mostraram tudo: espetos limpos, sal grosso, farofa, linguiça, picanha, costela e outros cortes. Enquanto eu cuidava da churrasqueira, não conseguia parar de olhar para a piscina. Thais recebia tapas discretos na bunda dos dois — tapas que, para quem não prestasse muita atenção, pareciam brincadeiras inocentes.
Antes da primeira rodada de carne ficar pronta, Thais se levantou e disse que ia ao banheiro. Poucos segundos depois, Rômulo também se levantou e foi atrás. Eles demoraram alguns minutos. Quando voltaram, Thais estava com o rosto um pouco mais corado e o cabelo molhado, como se tivesse molhado o rosto.
Na segunda rodada de carne, o mesmo aconteceu, só que agora foi Douglas quem se levantou e seguiu Thais até o banheiro, enquanto Rômulo veio até mim na churrasqueira para “conversar sobre as carnes” e me distrair, perguntando como estavam as coisas, se precisava de ajuda, etc.
Eu respondia seco, virando os espetos, mas por dentro fervia de raiva.
Eu avisei que as carnes e o almoço estavam prontos. Todos se reuniram à mesa, comeram bastante e depois foram aproveitar a tarde, deitando nas espreguiçadeiras ao redor da piscina. Eu disse que ia ao banheiro da suíte e, assim que entrei, tranquei a porta, abri o celular e liguei as gravações dos banheiros da hora que estava na churrasqueira .
Na primeira vez que Thais foi ao banheiro, Rômulo entrou logo atrás dela. Assim que a porta fechou, ele a agarrou pela cintura e a beijou com fome. Thais não resistiu. Ela se ajoelhou rapidamente no chão do banheiro, abriu a calça dele e tirou aquele pau grosso de 19 cm para fora. Segurou com as duas mãos e começou a chupar bem gostoso. Primeiro lambeu toda a extensão devagar, passando a língua quente desde as bolas até a cabeça inchada, saboreando o pré-gozo. Depois abriu bem a boca e engoliu o máximo que conseguia, os lábios esticados ao redor da grossura. Subia e descia a cabeça com vontade, babando bastante, fazendo barulhos molhados enquanto olhava para cima. Rômulo segurava os cabelos loiros dela e fodia sua boca com estocadas lentas e profundas, gemendo baixo:
— Isso… chupa gostoso, loira… que boca boa da porra…
Thais acelerou, chupando com mais fome, uma mão masturbando a base enquanto a outra massageava as bolas dele. Rômulo não aguentou muito tempo. Grunhiu, segurou a cabeça dela com força e gozou na boca da minha esposa, enchendo-a com jatos grossos de porra. Thais engoliu parte, o resto escorrendo pelos cantos dos lábios. Ele ainda com o pau na boca dela, disse ofegante:
— Quero te comer agora…
Thais se levantou, limpando a boca e respondeu baixinho:
— Aqui não…
Eles saíram do banheiro rapidamente.
Alguns minutos depois, Thais voltou ao banheiro e Douglas entrou logo em seguida. A cena se repetiu, só que ainda mais intensa. Thais se ajoelhou novamente, puxou o pau enorme de 23 cm dele e começou a chupar com dedicação. Ela lambia a cabeça grossa devagar, girando a língua ao redor, depois descia a boca o máximo que conseguia, engasgando levemente enquanto tentava engolir mais fundo. Babava muito, saliva escorrendo pelo queixo enquanto subia e descia a cabeça ritmadamente. Douglas segurava seus cabelos e gemia:
— Caralho… que boca perfeita… continua assim, gostosa…
Thais chupava com vontade, olhando para ele com aqueles olhos azuis, uma mão masturbando a base grossa enquanto tentava descer mais. Douglas fodia sua boca com estocadas controladas, elogiando o tempo todo. Ele pediu sexo, mas Thais tirou o pau da boca por um segundo e disse ofegante:
— Mais tarde… o Thiago está aqui.
Mesmo assim, ela continuou chupando até ele gozar forte, enchendo a boca dela novamente.
Desliguei o celular com as mãos tremendo de raiva.
Enquanto todos cochilavam nas espreguiçadeiras em frente à piscina, ouvi um leve toque na porta da suíte. Abri e Pamela entrou rapidamente, fechando a porta atrás de si. Seus olhos estavam cheios de desejo. Ela me agarrou pelo pescoço, me beijou com fome e sussurrou contra meus lábios:
— Me fode, Ti… aqui e agora. E hoje eu quero no cu.
Não precisei de mais incentivo. Puxei ela para a cama, tirei seu biquíni em segundos e a joguei de bruços. Pamela empinou a bunda redonda e firme, olhando para trás com cara de safada. Eu abri suas pernas, lambi sua boceta molhada de cima a baixo e depois subi a língua até o cuzinho apertado, lambendo e cuspindo para lubrificar.
— Vai devagar no começo… — pediu ela, tremendo.
Segurei meu pau duro e pressionei contra sua entrada anal. A cabeça grossa forçou devagar, abrindo o cuzinho virgem dela centímetro por centímetro. Pamela soltou um gemido longo e abafado, cravando as unhas no lençol:
— Ai… que grande… devagar, Ti…
Eu empurrei lentamente, sentindo o aperto absurdo ao redor do meu pau. Entrei até a metade, parei para ela se acostumar, depois continuei até enterrar tudo. O cuzinho dela pulsava forte, quente e extremamente apertado. Comecei a meter devagar, estocadas longas e profundas. Pamela gemia cada vez mais alto, empinando mais a bunda para mim.
— Isso… fode meu cu… hmmm… está tão fundo…
Aumentei o ritmo aos poucos, metendo mais forte, segurando firme sua cintura. O som das minhas bolas batendo contra sua boceta molhada enchia o quarto. Pamela estava louca de tesão, rebolando contra mim, pedindo mais. Eu metia com força agora, fodendo seu cu com estocadas potentes, estapeando sua bunda enquanto ela gemia descontrolada:
— Ai meu Deus… me arromba… fode esse cu gostoso… aaaahhh!
Eu a virei de lado, levantei uma perna dela e continuei metendo fundo no cu, esfregando seu clitóris com a mão. Pamela gozou tremendo inteira, o cuzinho apertando meu pau com espasmos fortes. Eu não aguentei mais. Meti fundo algumas vezes e gozei dentro dela, enchendo seu cu virgem com jatos grossos e quentes de porra.
Ficamos ali por alguns segundos, ofegantes. Depois eu puxei o pau devagar, vendo minha porra escorrer do cuzinho dela.
— Se arruma e sai daqui — sussurrei. — Ninguém pode nos ver.
Antes que ela se levantasse, completei:
— Mais tarde vamos conversar. Tenho uma proposta pra você sobre a vingança aos seus irmãos.
Pamela me deu um beijo rápido, se vestiu às pressas e saiu do quarto discretamente.
Aquela tarde de sábado passamos quase toda na piscina. O sol estava forte e o clima era de descontração, mas eu mal conseguia relaxar. Em determinado momento, Sandra e Thais saíram para descansar dentro de casa. Eu e Pamela ficamos sozinhos com Douglas e Rômulo.
Os dois se aproximaram dela e Douglas perguntou:
— Você ligou pro pai? Ele está te procurando.
Pamela respondeu tranquilamente:
— Mais tarde falo com ele.
Douglas e Rômulo trocaram um olhar e acabaram saindo, nos deixando sozinhos. Pamela esperou eles se afastarem e me olhou séria:
— Eu abri o jogo com meus pais. Eles estão putos com os dois.
Ela fez uma pausa e continuou:
— Eu sei o que você pode fazer com eles.
Ela continuou baixo:
— Vamos vender tudo. As lojas, a casa…
Eu completei:
— Eu tive a mesma ideia que você. E a casa e as lojas estão no meu nome.
Eu a encarei e disse:
— Então vem comigo pra Cabo Verde.
Ela sorriu, um pouco emocionada, e respondeu:
— Eu conversei com meus pais… e eu vou com você. Mas só se for como sua esposa.
Eu segurei sua mão e falei:
— Então, Pamela, você será a minha nova esposa.
Ela assentiu e completou:
— Meus pais acham que essa é a única forma dos dois aprenderem a não ser tão inconsequentes.
No início da noite, Douglas e Rômulo se aproximaram de mim e Douglas disse:
— Thiago, você pode ir até o mercado comprar umas coisas que acabaram aqui? Pega aqui o dinheiro.
Rômulo chamou Pamela e completou:
— Vai com ele, Pamela. Ele não conhece nada por aqui.
Entramos no carro e seguimos pela estrada de terra. Assim que nos afastamos um pouco, Pamela olhou para mim e disse:
— Você sabe, né Ti? Eles vão comer sua esposa agora.
Eu respirei fundo e respondi:
— Vamos ver isso.
Parei o carro num trecho mais isolado da estrada. O sinal de internet estava fraco, mas funcionava. Abri o aplicativo das câmeras e acessei a visão da piscina.
Thais e Sandra já estavam completamente nuas, deitadas nas espreguiçadeiras. Douglas e Rômulo estavam em pé na frente delas, os dois paus duros e latejando. Douglas tinha o enorme pau de 23 cm, grosso e veioso. Rômulo tinha o pau um pouco mais curto, mas ainda mais grosso.
Douglas puxou Thais pela mão e a colocou de quatro na beira da piscina. Sem preliminares, ele posicionou o pau na entrada dela e meteu com força, enterrando quase tudo de uma vez. Thais soltou um gemido alto e longo:
— Aaaahhh… que delícia…
Rômulo fez o mesmo com Sandra, enfiando o pau grosso na boceta dela por trás. Os dois começaram a foder as duas com estocadas fortes e ritmadas, batendo fundo enquanto seguravam a cintura delas. O som molhado das estocadas ecoava pela área da piscina.
Eles trocaram de posição várias vezes. Douglas deitou Thais de costas na espreguiçadeira, abriu bem as pernas dela e meteu fundo, estocando com força enquanto chupava seus seios. Rômulo colocou Sandra de quatro no chão e fodia ela com violência, estapeando a bunda dela. Depois eles inverteram novamente.
Douglas pegou Thais no colo, encostou ela contra a parede da casa e meteu de pé, fodendo com força enquanto ela gemia descontrolada, as pernas enroladas na cintura dele. Rômulo fez Sandra sentar no pau dele e quicar, segurando a bunda dela e estocando para cima.
Os gemidos das duas enchiam a noite:
— Aaaahh… me fode… mais forte… vocês são enormes… hnnnggg!!!
Douglas e Rômulo revezavam as duas sem parar, trocando de buraco, colocando as duas de quatro lado a lado e fodendo alternadamente. No final, eles colocaram Thais e Sandra de joelhos na frente deles. Os dois gozaram quase ao mesmo tempo, enchendo a boca, o rosto e os seios das duas com jatos grossos de porra.
Thais e Sandra ficaram ali, suadas, ofegantes e cobertas de porra, lambendo os paus deles para limpar.
Pamela, ao meu lado no carro, olhava a tela em silêncio. Eu fechei o celular com as mãos tremendo de raiva.
Pamela me abraçou forte dentro do carro, encostando a cabeça no meu peito. Senti seu corpo ainda quente do que tínhamos feito pouco antes. Ela sussurrou:
— Eu sinto muito… mas isso é a vadia da sua esposa. Falta pouco para nós dois vermos eles todos encarando as consequências das escolhas que fizeram.
Ficamos em silêncio por alguns segundos. Depois seguimos para o mercado da cidadezinha. Compramos as coisas que Douglas e Rômulo haviam pedido — cervejas, refrigerantes, gelo, carvão extra e alguns temperos. O caminho de volta foi silencioso, carregado de tensão.
Quando chegamos ao sítio, eles nos trataram como se nada tivesse acontecido. Douglas e Rômulo sorriram, pegaram as sacolas do carro e fizeram piadas sobre o churrasco que iríamos fazer mais tarde. Thais e Sandra agiam normalmente, como se não tivessem acabado de serem fodidas pelos dois na beira da piscina. Thais até veio me dar um beijo rápido no rosto e perguntou se eu estava bem.
Eu forcei um sorriso e respondi que sim, mas por dentro fervia. A hipocrisia deles era sufocante.
A noite de sábado seguiu tensa e passou rápido com aquela falsa normalidade. De vez em quando eu notava Thais saindo discretamente e, pouco depois, Douglas ou Rômulo sumiam separadamente para encontrá-la. Sandra fazia o mesmo. Eu e Pamela também conseguíamos alguns momentos a sós — ela me chupava com vontade sempre que surgia a oportunidade, ajoelhando-se rapidamente e engolindo meu pau com fome.
No domingo pela manhã, enquanto arrumávamos as coisas para voltar para Belo Horizonte, Douglas e Rômulo chamaram Thais para a suíte onde Sandra estava hospedada. Eu fiquei na cozinha com a própria Sandra e Pamela, guardando as últimas coisas nas malas. Foi então que abri discretamente o aplicativo das câmeras e assisti tudo.
Assim que entraram no quarto, Douglas agarrou Thais pela cintura e a beijou com brutalidade, enquanto Rômulo tirava a roupa dela por trás. Em menos de um minuto ela estava completamente nua. Os dois a jogaram na cama king size. Rômulo se ajoelhou na frente dela e enfiou o pau grosso na boca da minha esposa, fodendo sua garganta com estocadas profundas enquanto ela babava sem controle. Ao mesmo tempo, Douglas abriu as pernas dela e meteu com força na boceta, estocando fundo e rápido, fazendo o corpo dela balançar na cama.
Eles a foderam sem piedade por longos minutos, trocando de posição constantemente. Douglas deitou Thais de lado e meteu no cu dela, abrindo aquele cuzinho com seu pau enorme, enquanto Rômulo enfiava o pau na boca dela. Thais gemia descontrolada, o corpo suado brilhando, completamente entregue. Depois eles a colocaram de quatro no meio da cama e a penetraram ao mesmo tempo — Douglas no cu e Rômulo na boceta. Thais gritava de prazer, o corpo tremendo violentamente entre os dois irmãos:
— Aaaahhh… me arrombem… os dois ao mesmo tempo… hnnnggg… que delícia… me fodem mais forte!!!
Os dois aceleravam, estocando com força bruta, estapeando a bunda dela, puxando seus cabelos loiros. Thais gozou várias vezes seguidas, o corpo convulsionando, a boceta e o cu apertando os paus deles. No final, eles a colocaram de joelhos no chão. Douglas gozou primeiro, enchendo a boca e o rosto dela com jatos grossos de porra. Rômulo gozou logo em seguida, esporrando na língua e nos seios dela. Thais engoliu parte, o resto escorrendo pelo queixo e pingando nos seios enquanto ela lambia os paus deles, exausta e satisfeita.
Eu fechei o celular com as mãos tremendo, o ódio queimando no peito.
A tarde já caía quando chegamos em casa. Thais estava visivelmente exausta. Assim que entramos, ela largou a mala na sala e disse, com a voz cansada:
— Nossa, estou morta… deve ser pela viagem e pelo fim de semana inteiro.
Eu apenas assenti, fingindo preocupação, mas por dentro pensava:
“Essa semana é a da festa… e na segunda-feira seguinte, minha vingança estará completa.”