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Um conto erótico de Daniel
Categoria: Heterossexual
Contém 853 palavras
Data: 23/06/2026 09:25:39

Meu nome é Daniel e eu sou aquele amigo que todo mundo acha "gente boa". O que ninguém sabe é que, desde 2008, eu vivo para esses momentos roubados. Como aqui não posso mostrar fotos nem vídeos, deixo pra vocês os links nos COMENTÁRIOS, ok? Sou o cara que fotografa escondido, que guarda cada detalhe, que espera a oportunidade perfeita. E naquele dia no Clube Paraíso das Águas, na praia de Pau Amarelo, em Paulista, Pernambuco, eu encontrei o paraíso de verdade.

Era um sábado infernal de sol. Mais de 38 graus, umidade altíssima, o ar quente quase se mexendo sozinho. Sandra e o marido, meu amigo de longa data, chegaram cedo. Ela estava usando um biquíni branco minúsculo e um shortinho amarelo daqueles que parecem pintados no corpo. Quando ela virou de costas pela primeira vez, eu quase perdi o ar. A pele cor de canela dela, bronzeada depois de horas no sol, brilhava de suor. Gotas escorriam pela coluna, descendo até a cintura baixa do short.

O short amarelo estava completamente enfiado na bunda dela. Não era só um pouco. A parte de baixo, bem onde fica o ânus, estava enterrada fundo entre as nádegas firmes e suadas. O tecido esticadíssimo marcava cada curva, e dava pra ver o contorno perfeito da fenda. Eu fingia conversar com o marido dela, mas meus olhos não saíam dali. O suor fazia o short grudar ainda mais, criando uma mancha escura bem no meio. Meu pau já estava latejando dentro da bermuda.

Eu me aproximava devagar, sempre com o pretexto de pegar uma bebida no carrinho de alumínio laranja. Quando passei perto dela, o cheiro me acertou como um soco: suor de mulher maduro, depois de mais de seis horas no sol forte. Um cheiro forte, azedo, íntimo, misturado com o desodorante de axila que já estava quase vencendo. O aroma das axilas dela era denso, quase animal. Eu fiquei tonto de tesão. Tirei várias fotos com o celular no silencioso, fingindo mexer no Instagram. Ninguém percebeu. Nem Sandra, nem o marido, nem as pessoas ao redor. Clique após clique, eu registrava aquele short enfiado, o suor escorrendo pela parte de trás das coxas grossas, o jeito que a bunda dela se mexia quando ela se apoiava no balcão.

Eu imaginava tudo. Como devia estar o ânus dela depois de tanto calor. Apertado, franzido, cor de canela escura, brilhando de suor. A textura enrugadinha, úmida, com aquele cheiro concentrado de bunda suada, o lugar mais proibido do corpo dela. Eu queria enfiar o nariz ali, bem no fundo, e inalar até perder a razão.

Passamos a manhã e a tarde inteira no clube. Oito horas de sol. Quando voltamos pra minha casa, todos estavam exaustos. Sandra e o marido foram direto pro quarto de hóspedes. Ouvi eles tomando banho, rindo, e depois ela disse alto:

— Amor, vamos tomar um sorvete na sorveteria aqui perto? Tô morrendo de vontade.

Eles saíram. A casa ficou silenciosa.

Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. Corri pro quarto deles assim que o portão bateu. A porta estava entreaberta. Na cadeira, jogado de qualquer jeito, estava o shortinho amarelo. E ao lado, o fio dental branco do biquíni, ainda úmido. Nenhum dos dois tinha sido lavado.

Peguei o short primeiro. O tecido estava quente, quase molhado de suor seco. Virei do avesso e levei a parte de dentro, exatamente onde ficava o ânus dela, direto no nariz. O cheiro era insano. Forte, azedo, amargo, salgado. Cheiro puro de bunda suada de mulher depois de um dia inteiro de calor. Misturado com o perfume natural da pele dela. Eu inalei tão fundo que meus olhos lacrimejaram. Meu pau estava duro como pedra.

Sentei na cama deles e baixei a bermuda. Enquanto cheirava o short, imaginava a cena: Sandra de quatro, o short ainda enfiado, eu puxando devagar com os dentes. O ânus dela aparecendo aos poucos — pequeno, apertado, cor de chocolate escuro, franzido em ruguinhas perfeitas, brilhando de suor. Eu imaginava o gosto: salgado no começo, depois aquele amargo característico do suor anal, a textura enrugada contra minha língua. Como ele devia pulsar, contraindo quando ela sentisse minha respiração quente ali.

Peguei o fio dental e enrolei no pau. O cheiro da virilha dela estava impregnado no tecido — suor, xota, bunda, tudo misturado. Comecei a me masturbar devagar, esfregando o short no rosto, lambendo a parte que tinha ficado encostada no ânus dela. Meu tesão era tão grande que eu gemia baixo, imaginando ela sentando na minha cara ali mesmo no clube, o short ainda vestido, me sufocando com aquele cheiro forte enquanto o marido conversava a poucos metros.

Gozei como nunca. Um jato grosso, quente, que sujou minha mão e parte da cama. Limpei tudo rápido, coloquei as roupas exatamente como estavam e saí do quarto antes que eles voltassem.

Desde aquele dia eu vivo obcecado. Toda vez que eles vêm pra Recife, eu espero o momento. E hoje, finalmente resolvi compartilhar um pouco dessa loucura.

Quem quiser ver os flagras de Sandra (e de muitas outras) desde 2008 até hoje, pode baixar aqui:

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