Somo o conto mais lido do mês, obrigado a todos.
Lembrando que estou fazendo um conto incrível depois desse
Com muito tesão, bem detalhado.
O Henrique sentou com tudo na cadeira da cozinha, soltando um suspiro pesado de cansaço depois de passar o dia inteiro batendo massa na obra. Mas na mesma hora em que a bunda dele encostou na madeira, ele deu uma travada. O assento estava quente demais, com aquele mormaço esquisito e uma umidade que não era de água limpa. Ele passou a mão por baixo do short de leve e sentiu o grude.
A Mariana estava de costas, fingindo que cuidava das panelas no fogão, mas pelo reflexo do azulejo eu vi que ela estava se mordendo todinha por dentro. Os olhos castanhos dela estavam arregalados, e o peito subia e descendo rápido por baixo do vestido de chita. Ela sabia que o marido estava sentado em cima da marca da nossa sacanagem, e o medo de rodar misturado com a desfaçatez fazia a buceta dela latejar e piscar de novo, derramando mais da minha porra grossa pelas coxas dela.
— Rapaz, o mormaço hoje nessa cozinha tá de lascar, preta... Até a cadeira tá pegando fogo — o Henrique soltou, com a voz mansa, fingindo aquela inocência de sempre enquanto cutucava o prato com o garfo.
Eu continuei no meu canto, escorado no balcão pitando o meu cigarro de palha, mantendo a minha pose de velho sério e focado no terreiro. Olhei bem no fundo dos olhos do guri e respondi grosso, sem dar nenhuma bandeira:
— O sol da tarde bate direto nessa janela, meu filho. O piso e a madeira guardam o calor o resto da noite, não tem jeito não.
A Mariana soltou uma risadinha nervosa, daquelas bem putinhas, e veio trazer o bule de café na mesa. Na hora em que ela passou por mim, com o Henrique comendo de cabeça baixa, a piranha atrevida deu uma rebolada lenta, roçando a bunda imensa direto na minha virilha e me mostrando com o rabo de olho que estava doidinha para o Henrique terminar a janta e ir deitar, só para a gente voltar pra transa no escuro do corredor.
A Mariana não aguentava o rojão. Toda vez que ela olhava para o Henrique sentado ali, esfregando a bunda exatamente no lugar onde eu tinha acabado de quebrar o corpo dela,a temperatura subia forte. Ela lembrava certinho de como o meu pau tinha entrado com tudo na buceta e no cuzinho dela, esticando a carne até o talo e fazendo a estrutura daquela cadeira estalar. O pensamento daquela grosseria deixava a morena com o corpo todo elétrico, e ela se mordia de tesão bem na cara do marido, apertando os lábios e cruzando as pernas grossas para segurar o rio de porra que ainda descia dela.
O Henrique estava focado no prato, mastigando o feijão com arroz bem devagar, A audácia da situação era tanta que a Mariana começou a dar uns passos manhosos pela cozinha, rebolando aquela bunda imensa só para me provocar, sabendo que eu estava de olho em cada movimento dela da cabeceira da mesa.
— Amor, traz mais um pedaço de queijo para mim? — o Henrique pediu com aquela vozinha mansa, dando um tapinha no assento da cadeira, como se quisesse que ela sentisse o grude quente que estava ali.
A Mariana engoliu seco, com as bochechas vermelhas de pura perversão. Ela foi até a geladeira e, quando voltou para entregar o pedaço, deu uma espiada para baixo, vendo a calça do marido marcada pelo calor do meu sêmen grosso que tinha passado para o pano dele. Aquilo foi o limite para a safadeza dela. Ela me olhou de rabo de olho com os olhos castanhos pegando fogo, mordendo o beiço com tanta força que quase tirou sangue, implorando em silêncio para eu arrastar ela para algum canto escuro assim que o guri fechasse o olho no quarto.
A Mariana colocou o prato de queijo na mesa com a mão trêmula, e o calor daquela cozinha parecia que ia fazer o teto rachar. Ela não conseguiu segurar a onda: aproveitando que o Henrique baixou a cabeça para cortar o pedaço, a piranha enfiou a mão por baixo do vestido de chita, deu uma coçada rápida na buceta que estava fervendo com o meu sêmen e, na maior desfaçatez do mundo, levou os dedos sujos até a boca, lambendo o meu mel bem na frente do marido.
O Henrique deu um suspiro fundo, empurrou o prato vazio para o meio da mesa.
— Essa janta me deu uma moleza no corpo, preta... Acho que vou tomar uma chuveirada e deitar logo, que o batente amanhã é cedo — ele falou.
— Pois vai lá, amor... Vai tomar seu banho que eu e o seu tio terminamos de arrumar essa bagunça aqui — a Mariana respondeu com aquela vozinha mansa de santa instruída, mas por trás das costas do marido ela já estava abrindo os botões de cima do vestido, me mostrando o bico dos peitos acesos.
O guri levantou da cadeira, pegou a toalha no varal do corredor e se trancou no banheiro. No segundo em que o barulho da água começou a correr no piso, a Mariana virou para mim com os olhos castanhos pegando fogo de pura perversidade. Ela puxou a calcinha suja de porra que estava escondida no bolso do avental e jogou o pano melado direto no meu peito.
— O senhor viu o letinho que deixou na cadeira, seu Omar? O Henrique sentou em cima do seu grude quente e quase percebeu o sexo — ela sussurrou, com a voz totalmente rouca, vindo na minha direção e já colando aquela bunda imensa na minha virilha. — Meu corpo tá todo elétrico... Deixa o guri engatar o ronco na cama que eu vou pro seu quarto para o senhor terminar de me arrombar no escuro.
Quando deu meia-noite, o silêncio no distrito era total, quebrado só pelo ronco grosso do Henrique que vinha lá do outro quarto, ecoando forte pelo corredor. Eu estava deitado na penumbra, com o pau duro feito ferro só de esperar, quando ouvi o estalo de leve da porta. A Mariana entrou na ponta dos cascos, feito uma gata no escuro, usando só aquela camisola curtinha de cetim que não tampava nada daquela bunda imensa.
Ela nem falou nada. Caminhou na direção da minha cama com os olhos castanhos brilhando de pura sem-vergonhice, subiu no colchão de joelhos e já virou de costas para mim. A piranha levantou o pano da camisola até a nuca, se jogou de bruços no meu peito e começou a dar uma surra de rabo na minha virilha, esfregando aquele rabo quente e pesado direto no meu pau que latejava de tanto tesão.
— Ah, seu Omar... O guri apagou igual a um tacho — ela sussurrou bem no pé da minha orelha, com a voz mastigada e rouca. — Mas o meu corpo não sossegou desde a hora da janta. Enfia esse cano de carne no meu cuzinho e senta a ripa com força!
Eu segurei as duas polpas da bunda dela com as minhas mãos calejadas, fincando os dedos na carne macia, e ajeitei o corpo dela por cima de mim. Mirei a ponta da pica direto no buraquinho de trás, que já estava piscando e todo babado de desejo, e empurrei com toda a minha ignorância para cima, enterrando o pau inteiro de uma vez só até encostar os bagos na racha dela.
A Mariana deu um arranco para frente, enterrando a cara no meu travesseiro para abafar o grito que subiu na garganta, enquanto eu começava a bombar por baixo com uma fúria cega. O som molhado do racha preenchia o quarto escuro, e a cama rangia bem de leve, no mesmo compasso do ronco do Henrique do outro lado da parede. A cada estocada bruta que eu dava, a morena rebolava o quadril com mais força, esmagando o meu pau por dentro e se entregando totalmente àquela loucura.
O sexo no escuro estava de lascar, e a Mariana jogava o peso daquele rabo imenso com toda a força contra a minha virilha, fazendo o meu pau entrar até o osso no buraquinho de trás. A cada bombada rasteira que eu dava por baixo, ela soltava um suspiro comprido e tremido, cravando as unhas no colchão para aguentar o rojão da grosseria. O medo de o Henrique acordar com o barulho e pegar a esposa sendo arrombada pelo próprio tio bem do lado do quarto dele deixava o sangue da morena fervendo de perversão, Eu tiro meu pau do cuzinho dela e coloco na sua buceta.
— Soca, seu Omar... Soca sem pena que o meu útero tá clamando por essa porra... — ela implorou num sussurro quase sumido, jogando o quadril para trás num compasso manhozo que apertava o meu pau feito uma mola.
Eu não dei descanso. Segurei firme na cintura dela, levantei um pouco o lombo e comecei a dar aquelas metidas violentas e certeiras, castigando a buceta dela sem nenhuma piedade. O som molhado da nossa safadeza e era abafado apenas pelo ronco falso do guri, que eu sabia que estava bem acordado do outro lado da parede fina de madeira, batendo uma punheta violenta no escuro enquanto ouvia a própria mulher gemendo no meu pau.
Quando senti a jorrada subindo quente do fundo do meu saco, apertei a Mariana contra o meu peito suado, dei três estocadas fundas até travar o quadril lá na frente e descarreguei tudo dentro da buceta dela. A porra grossa entrou em jatos quentes, enchendo a buceta da piranha até transbordar pelas coxas. A Mariana deu uma travada violenta com o corpo, contraindo as paredes de trás com tanta fúria que quase esmagou o meu pau, e gozou junto comigo, desabando exausta por cima das minhas pernas, com o corpo todo tremendo de tanto tesão.
Eu puxei o meu pau para fora bem devagar, ouvindo aquele estalo molhado que sempre ficava depois que eu enchia a buceta da morena de porra. A Mariana continuou jogada de bruços por cima das minhas pernas por uns cinco minutos, bufando feito uma jumenta cansada, com o peito subindo e descendo contra o lençol. O clima no quarto estava de lascar, e dava para ouvir o sêmen grosso misturado com o melaço dela escorrendo pela a buceta pingando no colchão.
Ela passou a mão na retaguarda, limpando o excesso do grude com os dedos, e levou direto na boca para lamber, me olhando na penumbra com aqueles olhos castanhos cheios de veneno.
— O senhor me desmonta inteira, seu Omar... Se o Henrique desconfia que eu vim buscar o recheio aqui no seu quarto, essa casa caía — ela sussurrou com a voz toda mastigada e rouca.
— Deixa de conversa e trata de voltar pro seu quarto antes que o guri levante para beber água — falei grosso, limpando o meu pau na beirada do lençol e ajeitando a minha cueca. — O ronco dele parou faz um minuto e eu não quero flagrante aqui dentro.
A Mariana deu uma risadinha sonsa, pulou da cama com aquela moleza gostosa de quem tinha acabado de ser arrombada e sumiu no corredor escuro na ponta dos cascos, voltando a deitar do lado do marido com a buceta cheia da minha porra morna.
Quando amanheceu o Henrique já estava ali na mesa, tomando café. com aquele olhar mans de quem estava armando por trás. A Mariana andava de um lado para o outro na cozinha com aquele passo travado, rebolando aquela bunda imensa por baixo do vestido de chita sem calcinha, deixando o cheiro da foda da madrugada rodar pelo ar.
Eu estava escorado no batente da porta, pitando o meu cigarro de palha e mantendo a minha pose de velho sério, quando o guri limpou a boca com as costas da mão, olhou para mim e soltou a conversa:
— Ô, tio... Estava pensando aqui. Amanhã já é fim de semana, o batente na obra termina mais cedo. O senhor se importa se eu chamar o Cláudio, o rapaz da moto que me dá carona pro trabalho, para vir aqui em casa amanhã de tarde tomar uma cerveja gelada no quintal? O cabra é gente boa, trabalha duro comigo no reboco.
Eu dei uma tragada comprida no cigarro, soltando a fumaça preta pro rumo do teto, e olhei de rabo de olho para a Mariana. Na mesma hora, a piranha deu uma parada no meio da cozinha, segurando o bule de café com a mão trêmula. Os olhos castanhos dela deram um estalo de pura malícia e o peito subiu rápido, sabendo muito bem o que a presença de outro homem jovem no terreiro significava para o fogo dela. Ela engoliu seco, fingindo santa, mas a buceta dela até piscou por baixo do pano.
— Por mim não tem erro não, meu filho — respondi, mantendo a voz firme e a cara de paisagem. — A casa é de vocês. Se o rapaz é de confiança, pode trazer para tomar a gelada no alpendre.
— Vai ser bom, Henrique... Eu posso até fritar um pedaço de carne com mandioca para vocês petiscarem — a Mariana emendou na maior desfaçatez do mundo, com aquela vozinha mansa de esposa caprichosa, mas me encarando com um olhar que era puro veneno.
O Henrique sorriu, achando bom o consentimento, e levantou para pegar a marmita pro rumo da estrada. Ele nem desconfiava que eu já estava maquinando o sexo que ia acontecer naquele quintal com o motoqueiro vigiando a sem-vergonhice de camarote.
No sábado de tarde, a quentura na cidade estava de lascar o cano do poço. O Henrique chegou da obra junto com o Cláudio, e o barulho da moto apontando na subida da estrada de terra já fez o meu pau dar aquele estalo dentro do short. Os dois entraram no alpendre jogando as botinas num canto, cheirando a suor e cimento, doidos por uma cerveja trincando.
A Mariana já estava engatada na maldade. Ela saiu da cozinha para servir os homens usando um vestido de alça azul, bem curto e fino, daqueles que marcam até o pensamento. Como eu já imaginava, a piranha não colocou calcinha nenhuma por baixo. A cada passo que ela dava para botar as garrafas e o prato de mandioca na mesa de ferro do quintal, o tecido colava na polpa daquela bunda imensa, desenhando seu rabinho.
O Cláudio, que é novo e tem sangue quente, não conseguia tirar os olhos dela. Ele fingia que prestava atenção no falatório do Henrique sobre o reboco da obra, com o copo americano na mão, mas o rabo de olho dele estava cravado na morena. Toda vez que a Mariana se abaixava para recolher os copos vazios, mostrando o colo dos peitos fartos sem sutiã, o rapaz engolia seco e mudava de posição na cadeira para disfarçar o volume nas calças.
Eu continuei sentado na minha cadeira de balanço, pitando o meu cigarro e vigiando a cena com aquela minha cara de velho respeitoso, curtindo cada segundo daquela perversão. Eu percebi a secagem do Cláudio na hora e resolvi testar o rojão para ver se o rapaz aguentava a pressão.
— Ô, Mariana! — chamei, soltando a fumaça pro alto. — Vai lá dentro e traz mais uma pedra de gelo para a cerveja dos rapazes, faz favor.
— Vou sim, seu Omar — ela respondeu com aquela vozinha mansa de santa instruída, me dando uma espiada cheia de malícia.
Esperei ela dar três passos pro rumo da cozinha e levantei da cadeira sem fazer barulho. Deixei o Henrique e o Cláudio conversando no quintal e fui atrás dela, pronto para armar o flagrante que ia incendiar aquela tarde de sábado.
Eu entrei na cozinha num passo firme e sem fazer barulho nas botinas, pisando macio no piso. A Mariana já estava escorada no balcão da pia, de costas para a porta, fingindo que quebrava o gelo com uma colher de ferro, mas a bunda imensa dela já estava empinada pro rumo da entrada, como se soubesse que eu vinha atrás cobrar o imposto.
Não precisei falar uma palavra. Cheguei por trás feito um bicho, colei o meu peito suado nas costas dela e meti a mãozona calejada por baixo do vestido de alça azul, espalmando a mão na buceta quente e nas coxas grossas. A buceta dela estava fervendo, ensopada de mormaço e do desejo que ela estava acumulando lá fora na frente do Cláudio. Eu puxei o pano do vestido até a altura da cintura dela num puxão só e dei uma encoxada bruta, afundando a minha virilha bem na bunda dela, fazendo a morena dar um sobressalto e cravar as unhas na beirada da pia de mármore.
— Ah... seu Omar... os meninos estão bem ali na mesa... — ela sussurrou com a voz mastigada, toda tremida, tentando abafar o som enquanto rebolava o quadril para trás, esmagando o meu pau duro por cima do short.
— Cala a boca, piranha — cochichei grosso bem no pé do ouvido dela, puxando o cabelo da nuca dela para trás com força. — Você não queria se exibir pro Cláudio? Pois agora se aguenta.
Nisso, ouvi o barulho das cadeiras de ferro arrastando lá no quintal e os passos do Cláudio vindo pro rumo do corredor de dentro, resmungando que ia usar o banheiro da casa. A Mariana travou o corpo de pavor, o coração dela parecia uma bateria batendo contra o meu peito, mas os olhos castanhos dela estalaram de pura perversão. Em vez de se afastar, ela empurrou a bunda com ainda mais força contra o meu pau, sabendo que o Cláudio estava a poucos passos de ver a safadeza acontecer de camarote na penumbra da cozinha.
O Cláudio apontou na fresta da porta do corredor, com o copo na mão e o rosto vermelho do mormaço da cerveja. Ele deu um passo para trás e travou o corpo na hora em que viu a cena: eu estava totalmente colado por trás da Mariana, com as mãos calejadas enfiadas por baixo do vestido azul dela, levantando o pano até a nuca.
A Mariana virou o rosto de lado, olhando fixamente para o Cláudio com os olhos castanhos arregalados de susto, mas com um sorriso sonsor e cheio de malícia no canto da boca. Ela não tentou se soltar. Pelo contrário, ela firmou os pés no chão da cozinha e empurrou aquele rabo imenso com força contra a minha virilha, deixando bem claro para o rapaz da obra o que estava acontecendo ali na penumbra da pia.
O Cláudio engoliu seco, e deu para ver o pomo de adão dele subir e descer. Ele olhou para trás, pro rumo do quintal onde o Henrique continuava bebendo e conversando sozinho com o rádio ligado, e depois voltou a olhar para nós. O short do rapaz esticou na hora, subindo um volume enorme de tanto tesão acumulado só de ver a esposa do amigo dele totalmente entregue à grosseria do velho.
— Seu Omar... Mariana... O Henrique tá chamando lá fora... — o Cláudio gaguejou com a voz engasgada, sem conseguir tirar os olhos da bunda da morena que se mexia devagar contra o meu short.
— Pois diga para ele que o gelo já tá indo, Cláudio — respondi grosso, mantendo a minha pose de homem respeitoso, mas dando uma metida firme por cima do pano que fez o corpo da Mariana dar um estalo alto de prazer. — E aproveita e fecha essa porta para o vento não apagar o fogo do fogão.
O Cláudio ficou parado por dois segundos, paralisado pela sem-vergonhice, com o suor descendo pelo pescoço. Ele deu um passo lento para a frente, esticou o braço e puxou a porta da cozinha por completo, deixando nós três trancados ali dentro no mormaço, prontos para levar aquela perversão até o final enquanto o Henrique continuava na maior inocência do outro lado.
O Cláudio encostou a porta da cozinha sem fazer um ruído sequer, fincando os olhos no chão de cimento batido, mas com o pau visivelmente erguido por baixo da calça brim da obra. O silêncio ali dentro era tão pesado que dava para ouvir a respiração curta da Mariana, que estava totalmente entregue ao perigo daquela situação.
— Você quer ver, Cláudio? Então olha direito como é que se trata uma piranha atrevida — comentei grosso, puxando o zíper do meu short com uma das mãos enquanto mantinha a outra espalmada na cintura da morena, segurando a carne dela com força.
A Mariana soltou um gemido baixinho, todo mastigado, e se inclinou mais para a frente, escorando os cotovelos no mármore da pia. Ela olhava de rabo de olho para o Cláudio, mordendo o lábio inferior com tanta perversão que o rosto dela estava completamente vermelho. Eu não perdi tempo: mirei o meu pau grosso na buceta dela, que já estava totalmente encharcada e babando de desejo, e empurrei com toda a minha força de velho da roça.
O pau entrou inteiro, fazendo a estrutura da pia dar um estalo seco. A Mariana enterrou a cara num pano de prato para não gritar alto, jogando o quadril para trás num compasso manhozo que esmagava a minha pica por dentro.
O Cláudio deu um passo para a frente, totalmente hipnotizado pelo barulho molhado da foda e pelo movimento daquela bunda imensa sendo castigada pelas minhas metidas brutas. Ele levou a mão à braguilha, sem aguentar a pressão de ver a mulher do próprio parceiro de serviço ser arrombada na sua frente, enquanto lá fora o Henrique gritava, com a voz meio arrastada da cerveja:
— Ô Cláudio! Demorou no banheiro? Traz uma gelada nova aí de dentro!
