Gabi parte 2 comendo uma grávida 7 meses. Depois de toda aquela função na buceta dela, foi a minha vez de deitar e receber o tratamento de rei. Gabriele, mesmo com o barrigão de quase oito meses pesando, se posicionou entre as minhas pernas com uma fome que me deixou louco. Ela desceu a boca direto pras minhas bolas, lambendo e sugando com vontade, mas o golpe de mestre veio em seguida.
Ela começou a passar a ponta da língua bem na linhazinha entre o meu saco e o meu cu. Aquela boca quente e úmida trabalhando ali, subindo e descendo com força, me fez arquear as costas no colchão. Ela alternava aquelas lambidas compridas com chupadas certeiras no meu cu, enquanto uma das mãos dela batia uma punheta rápida e firme no meu pau, que já estava estralando de tão duro, latejando de tesão. O quarto era só o som do sluco, sluco da saliva dela e os meus gemidos sem freio. Eu já estava quase vindo ali mesmo, só com aquela boca de fada na minha retaguarda.
O tesão acumulado explodiu e ficou impossível segurar. Era hora do ato principal. Ajeitei a Gabriele de quatro na cama. Com o ventre enorme pendendo em direção aos lençóis e aquela bundinha redonda e empinada apontada direto para mim, o cenário era a coisa mais erótica do mundo.
Me posicionei logo na entrada daquela gruta que já estava uma poça de tão encharcada e inchada. Comecei a pincelar a cabeça do meu pau para lá e para cá, sentindo o calor absurdo dali. Gabriele olhou para trás, com os olhos vidrados, a respiração sôfrega, e mandou a real:
— Goza rápido, porque eu não vou aguentar você muito tempo de quatro por causa do peso.
Segurei firme com as duas mãos na cintura dela, sentindo a quentura daquela morena, e mandei:
— Posso bater firme dentro da sua buceta?
Os olhos dela quase reviraram e ela soltou a frase que me deu o passe livre para a covardia:
— Vai, come sua gravidinha gostosa! Vai, me enche de porra... Goza tudinho dentro da minha buceta, meu homem!
Aí o bicho pegou. Enfiei o pau todo de uma vez, ouvindo aquele estalo úmido e delicioso da carne batendo com força. Comecei a socar forte, firme, sem dó. A edícula virou um eco de sacanagem pura: o som dos meus ovos batendo na bunda dela e a buceta estralando de tanta lubrificação. A cada estocada violenta até o talo, o corpo dela balançava, e ela começou a urrar alto, apertando os lençóis com as unhas.
— Eu vou gozar, não vou aguentar! — ela gritava, completamente entregue.
— Segura que eu também vou! Vamos gozar juntos! — respondi, acelerando as bombadas no limite do prazer.
Ela teve um orgasmo violento, as paredes da buceta dela começaram a contrair e esmagar meu membro por dentro com uma pressão inacreditável. Foi o gatilho. Dei as últimas três estocadas com toda a minha força e descarreguei um jato farto, quente e grosso lá no fundo, na boca do útero dela. Despejei toda a minha porra, jacto atrás de jacto, limpando o saco dentro da Gabriele.
Ficamos colados daquele jeito por uns dois minutos, os dois ofegantes. Quando finalmente puxei o meu pau para fora, a cena foi sacanagem pura: aquela quantidade enorme de porra branca e farta começou a transbordar e a escorrer direto de dentro da buceta dela, deslizando pelas pernas e sujando o lençol.
Gabriele desabou de lado, exausta. Deitei do lado dela, fiz carinho no cabelo, passei a mão de leve naquele barrigão lindo e comecei a chupar os peitos dela com cuidado. Mas os bicos estavam sensíveis demais, cheios de hormônios, e ela logo pediu manhosa para eu parar.
Depois de um tempo, nos vestimos e eu a levei embora. O ápice do tesão, porém, veio pelo WhatsApp assim que pisei em casa. Meu celular vibrou com uma mensagem dela que me deixou duro de novo na hora:
"Nossa, você me acabou... Minha calcinha está toda molhada agora, minha buceta ainda está escorrendo e saindo bastante da sua porra de dentro de mim."
Aquela Gabriele grávida era uma verdadeira máquina de prazer.A Gabi grávida era, sem dúvidas, uma das mulheres mais incríveis que já passaram pela minha vida. Todos meus contos são reais.