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“As Coroas da Praia – Meu Fetiche por Mulheres Reais e seus cheiros. COM FOTOS nos links"

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Um conto erótico de Daniel
Categoria: Lésbicas
Contém 1204 palavras
Data: 23/06/2026 06:12:38

Meu nome é Daniel e eu tenho um fetiche bem específico: mulheres comuns, coroas, daquelas que já passaram dos 40, corpos com marcas da vida, celulites, estrias, peitos que já caíram um pouco, bundas que não são empinadas de academia. O que me deixa louco é ver elas se exibindo sem vergonha nas praias de Pernambuco, usando fio dental que não cobre nada. A buceta quase toda de fora, o cuzinho piscando no sol, suor escorrendo. É real. É safado. É perfeito. Vou colocar os linkss para você baixar minhas fotos e vídeos noscomentários. e elai meus ontros contos também.

Aquele dia no beach club estava quente pra caralho. Eu tava deitado na areia quando vi elas duas. A primeira era a de cabelo cacheado escuro, corpo moreno brilhando de óleo e suor, biquíni verde floral minúsculo que mal cobria os mamilos e o fio dental preto sumido entre as nádegas grossas. A segunda, ao lado, de cabelo preso com um elástico colorido, pele mais bronzeada, biquíni preto ainda menor, as carnes das coxas e da barriga expostas sem nenhum pudor. Elas riam, fumavam, bebiam. Eram reais. Eram minhas.

Me aproximei com um sorriso fácil, oferecendo protetor solar “porque tá forte o sol hoje”. Elas aceitaram. Comecei passando nas costas da cacheada (vou chamar ela de Alda). A pele quente, oleosa, com cheiro forte de suor misturado com bronzeador. Desci as mãos devagar até a cintura, roçando o fio dental. Ela riu, mas não afastou. A outra, que chamei de Cida, observava com interesse.

Conversamos sobre tudo e nada. Elas eram amigas de longa data, casadas, mães, mas adoravam vir pra praia “se sentir vivas”. Mostrei fotos antigas minhas na tela do celular e, naturalmente, fui abrindo a galeria. “Vocês já viram esse tipo de coisa?” Abri fotos e vídeos de casais liberais, mulheres comuns como elas sendo tocadas por outros homens, lambendo umas às outras, gemendo sem vergonha. Os olhos delas brilharam. Alda mordeu o lábio. Cida apertou as coxas.

“Vocês querem tomar um banho antes?” perguntei quando fomos pro meu apartamento ali perto.

“Claro, estamos suadas pra caralho”, respondeu Alda.

“Não. Quero vocês exatamente assim. Suadas. Com cheiro de praia, de sol, de mulher real.”

Elas se olharam, riram nervosas, mas toparam.

No quarto, o cheiro delas encheu o ambiente. Suor de horas no sol, bronzeador, cigarro, perfume barato. Tirei o biquíni da Alda primeiro. Os peitos caídos, mamilos escuros grandes, barriga com marcas de gravidez. Virei ela de costas e abri as nádegas. O fio dental tinha deixado marca. O cuzinho era escuro, enrugadinho, com cheiro forte de bunda suada depois de um dia inteiro na praia. Cheirei fundo. Um cheiro terroso, salgado, íntimo, de mulher que não tomou banho. Meu pau ficou duro na hora.

“Que nojo…”, murmurou Cida, mas eu vi a curiosidade no olhar dela.

“Cheira”, mandei.

Cida se aproximou relutante, nariz perto do cuzinho da amiga. Fez cara de nojo. “Tá forte… cheira a suor e… bunda mesmo.”

Eu adorei ver aquilo. Segurei a cabeça dela de leve e encostei o nariz. “Respira. Isso é mulher de verdade.”

Enquanto isso, lambia o cuzinho da Alda. Salgado, quente, com gosto forte. Ela gemia baixinho, surpresa com o prazer. “Ninguém nunca fez isso em mim…”

Troquei. Coloquei as duas de quatro, lado a lado, bundas empinadas. Abri as duas ao mesmo tempo. O cuzinho da Cida era um pouco mais claro, mas igualmente suado e cheiroso. Cheirei as duas alternadamente, lambendo um, depois o outro. Elas gemiam, envergonhadas no começo, depois entregues.

“Agora uma cheira a outra”, ordenei.

Alda, mais safada, encostou o nariz na bunda da Cida primeiro. “Ai que cheiro forte…” disse com nojo, mas ficou. Cida fez o mesmo na Alda. As duas com cara de nojo misturado com tesão. Eu filmava mentalmente cada segundo pra registrar tudo.

Pedi pra se deitarem lado a lado, pernas abertas. Bucetas peludas, lábios grossos, molhados de suor e excitação. Cheiro forte de buceta madura, de dia inteiro na praia. Comecei chupando a Alda enquanto enfiava dois dedos na Cida. Depois inverti. Elas se beijavam desajeitadas no começo, depois com vontade, se tocando os peitos.

Coloquei as duas de lado, uma de frente pra outra. Penetrei a Alda primeiro, devagar, sentindo o calor molhado da buceta suada. Metia enquanto ela gemia no ouvido da Cida. Depois saí e entrei na Cida. As duas gemendo juntas, corpos suados se esfregando.

“Quero ver vocês se lambendo”, pedi.

Elas se posicionaram em 69. Alda em cima. O cheiro das bucetas e bundas misturado era insano. Elas lambiam desajeitadas, com nojo e tesão ao mesmo tempo. Eu metia na buceta da Alda enquanto ela chupava a Cida. Depois troquei.

Gozei primeiro na boca da Alda. Ela engoliu um pouco, o resto escorreu no queixo e caiu nos peitos da Cida. Depois fodi a Cida de quatro enquanto Alda passava a mão na bunda dela. Gozei dentro dela, enchendo a buceta madura.

Elas ficaram deitadas, suadas, gozadas, respirando pesado. O quarto cheirava a sexo, suor, bunda e buceta. Perfeito.

Continuação da putaria (mais detalhes)

Não deixei elas tomarem banho. Quis manter o cheiro delas o máximo possível. Ficamos conversando nus. Mostrei mais coisas no celular: casais liberais onde as mulheres comuns, coroas como elas, eram compartilhadas. “Vocês podiam fazer isso também”, falei. Alda riu, mas os olhos diziam sim. Cida estava mais tímida, mas a buceta molhada entregava.

Coloquei as duas de quatro novamente, bundas empinadas lado a lado. Cheirei fundo as duas, alternando. O cheiro da bunda da Alda estava ainda mais forte agora, misturado com suor novo. Lambi devagar, enfiando a língua. Depois fiz o mesmo com Cida. Elas gemiam e se tocavam.

Pedi pra Alda cheirar e lamber o cuzinho da Cida enquanto eu comia a buceta dela por trás. Ela fez, com nojo no começo (“Tá salgado demais…”), depois foi entrando no clima. Eu metia forte, fazendo os corpos balançarem.

Troquei de buraco. Entrei no cuzinho da Alda devagar. Ela reclamou da dor, mas pediu pra continuar. O cheiro subia forte enquanto eu metia. Cida assistia, tocando a própria buceta. Depois foi a vez dela. O cuzinho da Cida era mais apertado. Meti devagar, registrando cada gemido.

No final, as duas ajoelhadas na minha frente, chupando meu pau juntas. Línguas se tocando, cheiro de boca, suor e porra. Gozei no rosto das duas. Elas se beijaram com porra na boca, rindo envergonhadas.

Saíram do apartamento ainda suadas, com cheiro de sexo, prometendo me encontrar de novo. “Da próxima a gente traz mais amigas”, disse Alda.

Esse é o tipo de mulher que me deixa louco. Não são modelos. São reais. Têm cheiro de vida. Têm tesão escondido. E eu registro tudo, guardo cada detalhe, cada gemido, cada cheiro.

Se você também curte coroas reais, fio dental na praia, cheiro natural forte, iniciação bi com nojo e tesão misturados… comenta aqui embaixo o que você faria com elas. Compartilha as fotos. Salva o conto. E corre atrás das suas próprias coroas na praia.

Porque mulheres como a Alda e a Cida estão por aí, suadas, exibidas, só esperando alguém como eu (ou você) mostrar o caminho liberal pra elas.

Qual das duas você comeria primeiro? E qual cheiro você quer sentir mais?

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