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Como fui me iniciando como uma putinha

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Um conto erótico de Daniel Furacão
Categoria: Gay
Contém 1140 palavras
Data: 23/06/2026 03:50:55

Minha convivência com Juju Melancia aumentava a cada dia, eu praticamente passava minhas tardes todas em sua casa até o início da noite

Começava a me montar com as roupinhas de sua irmã mais nova que devido a diferença de estatura ficavam todas curtinhas em mim

Estava me sentindo cada vez mais menininha e vestida assim conseguia fazer com que Juliano fosse menos recíproco e conseguia ser ainda mais passivinha da maneira que eu gostava

Como os pais de Juliano trabalhavam no período que estávamos brincando no seu apartamento e quem ficava de olho era sua vizinha de porta que na verdade não olhava nada, eu me sentia cada vez mais livre para ser uma fêmea, inclusive afinando a voz

Aos poucos só o esfrega, esfrega e as chupadas já não me satisfaziam mais e começava a tentar ser penetrada por Juliano que desajeitado e com o pintinho tão pequeno quanto o meu não conseguia me penetrar, frustrando minhas vontades

Se Juju Melancia não era bonito como Fábio e Tavinho e nem tinha um pauzinho melhor que os outros dois amiguinhos meu, a sua atenção comigo superava e isso me aproximava dele cada vez mais a ponto de querer ir até na igreja com ele e sua família aos domingos

Para minha mãe era de se glorificar essa minha atitude, porém pecados a parte o que me interessava não era a palavra do pastor mas as ovelhas que lá estavam, porém por mais safadinho que eu fosse ainda me faltava a coragem para me revelar para meninos que eu não tinha tanta amizade

Apesar de não ter sido tantas idas até a igreja, foi o suficiente para conhecer mais garotos que moravam pelo meu bairro, mas o contato com eles ainda eram só naqueles poucos domingos no horário do culto

Eramos um grupo de seis meninos e as vezes um pouco mais, quase todos na mesma idade que brincava de pique pega, arrumava qualquer coisa para chutar como bola para jogar futebol em volta da igreja, até aí tudo normal mas um dia pouco antes da hora do culto caiu uma chuva daquelas de parar a cidade

Fiéis de não se importar com o tamanho da tempestade que caía lá fora a família de Juliano não deixou de ir ao culto e eu que já estava no apartamento deles antes da chuva fui junto e diferentemente dos outros domingos não havia a quantidade de amiguinhos que costumava ter para brincar, dos rotineiros apenas eu, Juliano e mais dois meninos mas em poucos minutos chegaram dois garotos um pouco mais velhos talvez um ou dois anos a mais que nós

Sem poder brincar do lado externo da igreja, ficamos em uma sala onde era usada para aulas, diferente do que acontecia no colégio Juju Melancia não sofria bullying dos outros garotos mas aquele noite as coisas iriam mudar, não sei se ele era inocente demais ou somente burro

Enquanto tentávamos pensar em alguma brincadeira naquela pequena sala que não fizesse muito barulho para não haver reclamações dos adultos, Juliano teve a brilhante e idiota ideia de querer usar as cadeiras da sala para brincar de como se fosse motos ou cavalos, até aí nada demais aparentemente até ele falar que poderíamos fazer em duplas

Era aquela brincadeirinha gostosa que eu fazia ao sentar no colo para esfregar meu bumbum o problema é que ali não era lugar e nem tínhamos a confiança de que os demais meninos entrariam na brincadeira

E nem precisamos fazer muito, na primeira demonstração de como seria a brincadeira um dos garotos mais velhos já disse

"Isso é coisa de bichinha"

Juliano ainda tentou retrucar com sua burrice e com isso só me tirou do armário sem mesmo eu saber que estava lá dentro eu não era inocente sabia muito bem que não era comum menino com menino, mas por gostar de coisas de meninas mais do que de meninos, normalizei isso na minha cabeça

Naquela noite até o fim do culto Juliano foi zoado pelos outros meninos, com um coro de viadinho eu fiquei no cantinho torcendo para que ninguém viesse fazer o mesmo comigo, apesar de não ter escapado com certeza pegaram mais leve comigo

Na hora de ir embora Juliano não me deu a atenção de costume e nem insistiu para sua mãe deixar eu ficar um pouco mais na sua casa e no dia seguinte não foi diferente, ele me ignorou na escola e no fim da aula não me chamou para ir sua casa como de costume, colocando fim a nossa amizade e assim fazendo com que nós dois isolados e sem amigos

Nos dias seguintes sem os amiguinhos de antes e sem Juliano me sentia só, mas foi na solidão do retorno para casa que me surpreendi, Paulinho um dos dois garotos mais velhos daquele dia na igreja me encontrou na rua e me chamou para ir na sua rua mais tarde brincar

Sem muitas opções de amizades aceitei sem saber suas reais intenções e no fim da tarde fui até a rua dele

Diferente dos outros meninos eu não fui para dentro da casa dele já que ele tinha mais irmãos e a mãe também estava sempre por lá, no princípio não tivemos muito contato físico, jogamos bola e as vezes apareciam um ou outro garoto que ficava um pouco ali, mas em seguida Paulinho colocava para correr

Se anteriormente tive iniciativa dessa vez fiquei bem mais contida, mesmo que ciente que Paulinho sabia que eu era uma bichinha, os primeiros dias nenhum dos dois tomou iniciativa

Mas lá pelo terceiro dia Paulinho já começou a roçar em mim para ver minha reação, eu não falava nada apenas sorria e deixava ele continuar a se esfregar em mim, novamente só isso não me satisfazia

Sem poder ficar dentro da casa de Paulinho não me sentia seguro para ir adiante por mais que ele insistisse e já fizesse eu pegar no pau dele na rua, tanta safadeza me deixava cada dia com mais vontade

Mais uns dias se passaram e Paulinho arrumou o lugar ideal para começar a me fazer de putinha dele, uma rua sem saída atrás de um carro abandonado foi o lugar que comecei a mamar a pica dele, parecia um pouco maior que de Tavinho e Fabio e com certeza maior que de Juliano

Chupava ele até ele ficar com vontade de mijar e minha boca ficar dolorida, logo só chupar não satisfazia mais nenhum de nós dois e logo Paulinho queria me comer

Sem destreza ou experiência a penetração era difícil ainda mais na rua com o risco de ser flagrado por algum morador, mesmo assim ele tentava insistente sem sucesso e então ficava só por pincelar meu cuzinho que piscava me fazendo arriscar uns gemidinhos

Assim fui me iniciando cada vez mais como uma putinha

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