Tem coisas que a gente até espera que, algum dia, vai acabar acontecendo. Mas tem outras que são bastante imprevisíveis. Esse conto é sobre um episódio assim, algo que nem nos meus sonhos mais safados eu podia imaginar.
Pela época desse acontecimento, Daniela e eu (Marcelo) já tínhamos bastante experiência no mundo da putaria, já tínhamos feito muita coisa, mas como dizia minha avó: “Você vai ver coisa, menino!” (risos)
Havia uma amiga, uma good vibes, que vivia nos chamando pra trilhas, acampamentos, cachoeiras e coisas assim. Um rolê para o qual ela sempre chamava e que ainda não tínhamos participado era um tipo de ritual para encontrar o “eu interior”. Já imaginei um monte de hippies de alguma faculdade federal fumando maconha e comendo cogumelos. Mas acabávamos topando sempre, nem que fosse só pra conhecer, fomos.
Como todo rolê dessa amiga, tudo começava com uma trilha no meio do mato. A propósito, essa amiga se chama Hellen. Sair com Dani e Hellen era sempre um espetáculo visual. As duas tinham peitões, coxas grossas, bundas grandes e redondas, seios fartos, rostos lindos. Só de olhar pra elas, dava uma tesão da porra, vinha mil coisas na mente. Dani tem 1,65 e já é uma cavala. Imagina Hellen que é uma loira de 1,76!!! Um absurdo de gostosa. Duas vagabundas de uma beleza devastadora.
Depois de desbravar quase toda a Mata Atlântica, já ao cair da noite, chegamos ao local. Era um tipo de cabana/tenda relativamente grande e tinha forma circular. No chão, vários tapetes, tatames e almofadas davam ao ambiente um ar aconchegante. No ar, um cheiro perfumado leve que lembrava alguma flor.
Logo que chegamos nos orientaram a trocar nossas roupas pelas “roupas ritualísticas”, um tipo de túnica bem larga e confortável, não podíamos usar nada por baixo. A forma como a roupa marcava os peitos e bunda de Hellen e Dani me dava tesão. As putinhas eram tão gostosas que até uma roupa larga conseguia marcar de forma sensual o corpo delas.
Além de nós três, estava no ambiente uma mulher branquinha, de uns trinta e poucos anos, linda, corpo magro, cinturinha de pilão, seios médios, tudo muito proporcional, parecia uma princesa. Usava um vestido longo e com um generoso decote, além de um lenço na cabeça. Lembrava algo como uma cigana. Nos fez uns passes, nos envolveu numa fumaça usando um tipo de defumador/turíbulo. Tudo gerava um certo relaxamento. Então, ela nos serviu em pequenas xícaras, um tipo de chá. Bebemos. E foi aí, que a parada começou a ficar louca.
Mal terminamos o chá começou a dar uma tontura, depois veio um calor, e finalmente uma excitação que cresceu rápido até ficar brutal. Olhei para as meninas e vi que elas também estavam começando a suar enquanto tocavam suas bucetas tomadas por uma volúpia incontrolável. Comigo não era diferente, meu pau ficou duro como uma barra de aço, veio uma vontade de fuder que eu só poderia associar a um animal selvagem. Nós três, instintivamente, arrancamos nossas roupas ficando totalmente nus. A mulher à nossa frente observava tudo com serenidade, como quem se deleita com as chamas de um incêndio.
Quando me dei conta, Hellen e Dani avançaram sobre mim me forçando a deitar. Dani sentou na minha cara e eu comecei a chupá-la com voracidade, Hellen que eu já era louco pra comer, sentou na minha pica e começou a cavalgar. Sentir o peso e o volume daquelas duas boazudas era insano, era, talvez, a coisa mais gostosa que já havia me passado. E tudo isso potencializado por aquele chá estranho, que deixou todos tarados.
Dani e Hellen trocaram de lugar, agora era Dani quicando no meu pau e Hellen esfregando a buceta na minha cara. Aproveitaram a mudança para ficar um de frente a outra e se beijavam. Eu chupava Hellen com os dedos cravados na sua raba imensa, provavelmente a maior que eu já toquei. Enfiava minha língua no fundo daquela buceta jorrando mel. Daniela sentava firme e forte. As duas começaram a tremer e gozaram uma na sequência da outra, eu também não aguentei aquela quantidade explosiva de estímulo e enchi a buceta de Dani de porra. Foi então que percebi, não me cansei e nem perdi ereção, provavelmente efeito do chá. Nunca me recuperei tão rápido. As garotas se deitaram uma sobre a outra se beijando ardentemente, a cena dos peitões de uma pressionando o da outra, as coxas se entrelaçando, era a cena mais linda que já vi, uma pintura depravada magnífica.
Aproveitei a posição delas e comecei a comer a buceta de Hellen que estava por cima e fui alternando com a buceta de Dani. Eu estava num paraíso inacreditável. Quando Dani gozou tendo orgasmos múltiplos eu voltei minha atenção novamente para Hellen, segurei e puxei com força seu quadril largo e meti rápido e forte. Ela passou de gemidos até urros, quando novamente tremendo, gozou mais uma vez.
Não dei folga, mandei as duas se ajoelharem e me chuparem simultaneamente, eram vorazes, lambiam e chupavam, alternando entre meu pau e meu saco. Pense numa sensação com a qual pouco nesse mundo se pode comparar em termos de prazer! Gozei pela segunda vez, desta, na boca das putinhas. Ainda transamos mais, o tesão não passava, até que desmaiamos de exaustão e prazer.
No dia seguinte, logo cedo, retornamos pra casa. A experiência foi intensa. E eu não parava de pensar: do que era feito aquele chá?!
FIM
