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DESCOBRI QUE MINHA ESPOSA QUE CASOU VIRGEM VEM DE UMA FAMÍLIA DE SAFADOS PT1

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Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 5772 palavras
Data: 22/06/2026 20:23:36

Eu me chamamo Lucas, tenho 24 anos, eu era o tipo de cara que achava que a vida tava no controle. Alto, 1,90m, corpo definido malhava todo dia, cabeça raspada, pele negra e um rosto que muita gente dizia que parecia o do Michael B. Jordan. Trabalhava home office como programador pra uma empresa americana, o salário era bom, dava pra viver confortável. Casei com a Beatriz cinco anos antes, quando ela tinha 19 e eu 19 também. Ela era virgem, eu tinha certeza absoluta disso — a gente esperou até o casamento, e foi especial pra caralho. Beatriz era a cópia exata da mãe dela, só mais nova. Corpo perfeito: 1,65m, uns 57 quilos, busto 86, cintura 66, quadril 98, aquele formato de violão que chamava atenção pra onde passava. Cabelo loiro claro, pele branquinha, sorriso que iluminava minha vida. A gente se mudou pra capital logo depois do casamento, ela mexendo com comércio, eu no computador. Tudo ia bem até ter nosso filho nascer , o Theo, que agora tinha dois anos.

Aí veio o desastre. Beatriz perdeu o emprego do nada, a empresa que ela trabalhava fechou as portas. Eu, pra ajudar, bati o carro num carro de luxo numa rua movimentada. O prejuízo foi absurdo. As dívidas se acumularam rápido. A gente vendia o apartamento ou afundava de vez. Beatriz sugeriu: “Vamos pro sítio dos meus pais no interior de SP. Vendemos o apê, pagamos tudo, ainda sobra um dinheiro pra recomeçar. Eles têm espaço de sobra lá.” Eu relutei pra caralho no começo. Morar com sogro e sogra? Depois de cinco anos de independência? Mas olhando pros números, pras contas atrasadas, pro Theo precisando de estabilidade… não tinha escolha. Aceitei.

A gente empacotou o que sobrou da vida no carro velho que deu pra comprar — o nosso tinha sido vendido pra ajudar nas dívidas. O Theo dormia no cadeirão atrás, cercado de malas e caixas. Saímos de São Paulo bem cedo, o trânsito ainda fluido na marginal. Beatriz ia no banco do passageiro, loira clara cabelo caindo nos ombros, vestindo uma blusa simples e short jeans que marcava aquelas coxas grossas que ela herdou da mãe. Ela segurava minha mão de vez em quando, tentando me acalmar.

— Vai dar certo, amor. Meus pais são gente boa, você sabe conhece eles. O sítio é grande, tem quarto pra gente, pro Theo brincar no quintal… — ela dizia.

Eu só murmurava “tá bom”, focado na estrada. O ar-condicionado lutava contra o calor do interior, Paramos num posto na Dutra pra almoçar, esticar as pernas. Theo acordou choramingando, Beatriz pegou ele no colo, acalmando com paciência de mãe. Eu observava ela e pensava como era parecida com a Dona Eliete. As duas baixinhas, curvilíneas, aquelas bundas empinadas que balançavam quando andavam. As mulheres da família eram assim — chamavam atenção. Beatriz, Sofia (a irmã de 22) e a própria Eliete pareciam cavalinhas, como diziam no interior. Os homens eram baixinhos: Lucio, o sogro, 1,67m, meio gordinho mas não obeso ainda, careca, extrovertido pra caralho; Rafael, o irmão de 20, também baixinho, seguia a genética da familia.

A viagem durou umas quatro horas. Saímos da rodovia, pegamos estradas menores, o asfalto virando terra no final. O sítio ficava num lugar bonito no interior de SP, chique pro padrão do interior. Casa grande, bem construída, muitos quartos, varanda ampla, piscina nos fundos, pomar e um terreno bem grande em volta. Quando o carro parou na frente do portão, Seu Lucio já tava lá, acenando com aquele jeito animado dele. Careca brilhando no sol, camisa polo folgada, bermudão jeans.

— Chegaram! Sejam bem-vindos de volta, meus filhos! — gritou ele, abrindo o portão com um sorriso grande no rosto.

Dona Eliete saiu logo atrás, limpando as mãos num pano de prato. 42 anos, mas parecia mais nova. Baixinha, 1,65m exatos, corpo escultural: busto firme 86cm, cintura marcada 66cm, quadril largo 98cm, igualzinho ao da Paola Oliveira pra vcs entender melhor. Cabelo loiro escuro, liso, caindo pouco abaixo dos ombros, pele branca impecável. Vestia um vestido leve de alcinha que marcava as curvas sem ser vulgar. Ela abraçou Beatriz primeiro, apertado, depois pegou o Theo no colo com aquele carinho de avó.

— Meu Deus, como vocês cresceram… olha o tamanho desse menino! — disse ela, beijando a bochecha do neto.

Eu desci do carro, esticando as costas. Eliete me olhou de baixo pra cima, como sempre fazia por causa da diferença de altura, e sorriu.

— Lucas, filho… que bom que vieram. A casa é de vocês agora também.

O abraço dela foi quente, o corpo macio encostando no meu por um segundo. Cheiro suave de sabonete e algo doce, talvez perfume de baunilha sei lá. Eu senti um desconforto rápido — ela era idêntica à minha mulher, só com uns anos a mais, e aquela maturidade que deixava as curvas mais… presentes e acentuadas. Balancei a cabeça, afastando o pensamento. Era só cansaço da viagem.

Rafael e Sofia apareceram em seguida. Sofia, 22 anos, baixinha como as outras, corpo gostoso pra caralho, cabelo loiro um pouco mais escuro que o da irmã. Vestia short e cropped, mostrando a barriga lisinha. Rafael, 20, baixinho, magro, só observava quieto.

A gente entrou. A casa era fresca, ventilada, móveis de madeira bons, cheiro de comida caseira vindo da cozinha. Seu Lucio já pegava as malas, falante como sempre:

— Deixa que eu ajudo meu genro! Você é alto pra burro, mas eu sou forte ainda Haha!

Arrumamos as coisas no quarto que nos deram — espaçoso, cama grande, janela pro quintal. Theo ganhou um cantinho com brinquedos que a avó já tinha preparado. No final da tarde, sentamos todos na varanda pra um café. Eliete servia, movendo-se com aquela graça natural, o quadril balançando levemente no vestido. Beatriz sentou do meu lado, encostando a cabeça no meu ombro. Seu Lucio contava piadas antigas, rindo alto. Sofia e Rafael ajudavam a arrumar a mesa.

Eu olhava pra cena e sentia um misto familiaridade e medo. A gente tava seguro agora, dívidas iam ser pagas com a venda do apê, mas morar ali… era outra história. Eliete cruzou o olhar comigo por um segundo mais longo enquanto servia meu café. Sorriu de leve, quase cúmplice.

— Descansa, Lucas. Amanhã a gente conversa sobre como vão ser as coisas por aqui.

A noite caiu devagar no sítio. O ar tava mais fresco, grilos cantando. Eu deitei com Beatriz e o Theo no meio, pensando no futuro. Não imaginava ainda como aquela proximidade toda ia mexer com as coisas. Mas naquele primeiro dia, era só a chegada. A família reunida, as malas desfeitas, Um recomeço forçado, mas necessário.Os primeiros dias no sítio foram estranhos, mas tranquilos. Eu acordava cedo com o barulho dos pássaros e o cheiro de café coado que Dona Eliete preparava na cozinha grande. O Theo corria pelo quintal com o avô, que já tinha virado o “vovô Lucio” falante de sempre, contando histórias do banco e fazendo o menino rir. Beatriz ajudava a mãe nas coisas da casa, as duas lado a lado, tão parecidas que de costas dava pra confundir — só o cabelo loiro claro da minha mulher versus o loiro escuro da sogra. Sofia, a irmã de 22, aparecia de shortinho e regata justa, o corpo cavalinha balançando enquanto ajudava no pomar. Rafael, o irmão de 20, ficava mais na dele, mas olhava tudo com aquele jeitinho quieto da família.

Eu tentava me manter ocupado no home office improvisado num quarto dos fundos, mas o calor do interior de SP entrava pelas janelas e o ar-condicionado do sítio era fraco pra caralho em alguns cômodos. Uma noite, depois de três dias, o tempo fechou feio. Chuva forte, trovões, a energia caiu e o gerador piscou. De repente, metade da casa ficou sem ar direito. O quarto nosso virou sauna.

Beatriz suava na cama, a blusa fina grudada nos seios, marcando os bicos duros. Eu deitado ao lado, só de bermudão, o corpo negro brilhando de suor, cabeça raspada molhada.

— Amor, tá impossível dormir assim — ela murmurou, virando pro meu lado. A mão dela desceu pelo meu peito, parando na barriga. — Lembra quando a gente morava sozinho? A gente resolvia o calor de outro jeito…

Eu ri baixo, mas sentia o pau já mexendo. O Theo dormia no quartinho ao lado, porta entreaberta. A gente se beijou devagar, quente, línguas se enrolando com gosto de suor e desejo acumulado de quem nao metia a dias. Beatriz montou em mim, shortinho puxado pro lado, a bucetinha molhada roçando meu cacete grosso. Ela desceu devagar, gemendo baixinho enquanto eu entrava na buceta dela, centímetro por centímetro, aquela pressão quente e apertada que eu conhecia de cor depois de cinco anos.

— Shhh… devagar, o Theo — sussurrei, apertando a bunda dela, sentindo a carne macia transbordar entre meus dedos.

Ela rebolava gostoso, os peitos balançando na minha cara, suor pingando do pescoço dela pro meu peito. A gente fodia em silêncio, só respiração pesada e o barulho molhado de pele contra pele. Gozei dentro dela com força, ela tremendo por cima, mordendo meu ombro pra não gemer alto.

No dia seguinte, o calor não tinha dado trégua. Depois do almoço, Seu Lucio sugeriu:

— Vamos pra piscina, gente! Tá um forno. O filtro tá limpo, a água tá boa.

Todo mundo topou. Eu vesti uma bermuda de banho preta, saindo pro quintal. Beatriz apareceu num biquíni vermelho que eu nem lembrava que ela tinha trazido — pequeno pra porra, a parte de cima mal cobrindo os seios cheios, a de baixo marcando o volume da buceta e deixando metade da bunda de fora. Parecia a mãe dela vestida igual.

Dona Eliete veio logo depois. Vestido leve por cima, mas quando tirou… caralho. Biquíni preto, daqueles de amarrar, o top apertando os 86cm de busto, a calcinha cavada no quadril, a bunda empinada e redonda brilhando no sol. Aos 42 anos, o corpo dela era escultural, pele branca contrastando com o meu quando ela passou perto. Cabelo loiro escuro preso num rabo de cavalo, gotas de suor já escorrendo pelo vale dos seios.

Sofia veio rindo, biquíni azul minúsculo, corpo mais jovem firme mas igualzinho o da irmã — cintura fina, bunda grande, pernas grossas. Rafael de bermudão, magrinho, só observava.

A gente entrou na água. O frio aliviou o calor, mas não a tensão. Beatriz nadou pra mim, me abraçando por trás, as tetas pressionando minhas costas. Eliete ficou conversando com o marido na borda, mas os olhos dela desviavam pra mim de vez em quando. Lucio, extrovertido, jogava água nas filhas, rindo alto quando Sofia pulava em cima dele.

— Vem cá, genro! Entra na brincadeira — ele gritou, me puxando pro meio.

A tarde foi assim: risadas, toques “sem querer”. Eliete pediu pra eu passar protetor nas costas dela. Sentei na borda da piscina, ela na minha frente, de costas. Minhas mãos grandes, pretas, espalhando o óleo na pele branca e macia dela. Desci pelas costas, pela curva da cintura, até a base da coluna. A bunda dela quase encostando nas minhas coxas. Senti ela arrepiar quando meus dedos roçaram a lateral dos seios.

— Ficou bom assim? — perguntou ela, voz baixa, olhando por cima do ombro. O olhar demorou.

— Tá… ótimo — respondi, engolindo seco. Meu pau tava meio duro dentro da bermuda molhada.

Beatriz viu tudo e só sorriu, nadando pra Sofia e cochichando algo que fez as duas rirem. À noite, o jantar foi regado a vinho que Lucio abriu “pra comemorar a família reunida”. A mesa grande, todo mundo suado ainda do dia, roupas leves. Eliete de camisola fina por cima do biquíni, os bicos aparecendo quando ela se inclinava pra servir.

Depois do jantar, sentamos na varanda. O ar tava mais fresco, mas a eletricidade ainda fraca. Vinho descendo, as conversas ficando mais soltas. Lucio puxou Beatriz pro colo dele num momento, brincando:

— Minha princesinha voltou pra casa. Tá maiorzinha, mas ainda cabe aqui.

Beatriz riu, mas ficou um pouco mais tempo do que o normal, o quadril dela mexendo de leve no colo do pai. Sofia sentou do meu lado no sofá de bambu, perna encostando na minha, o shortinho subindo e mostrando coxa grossa.

Eliete sentou do outro lado, mais perto. A mão dela pousou no meu joelho “sem querer” enquanto ria de uma piada do marido. Ficou ali. Os dedos apertaram de leve, sentindo o músculo da minha coxa.

— Você é tão forte, Lucas. Malha todo dia, né? Deve ser bom ter um homem assim em casa — disse ela, perto do meu ouvido. O cheiro dela: sabonete, protetor solar e algo doce, feminino.

Beatriz olhou pra gente, mas em vez de ciúme, tinha um brilho diferente nos olhos. Como se aprovasse. Sofia encostou mais, o peito roçando meu braço.

A noite seguiu assim. Toques demorados, olhares que duravam demais, risadas que escondiam tesão. Quando fomos dormir, Beatriz me puxou pro quarto e me beijou com fome.

— Vi você passando óleo na minha mãe hoje… — sussurrou enquanto tirava minha bermuda. — Gostou dela, né? Ela é gostosa pra caralho tambem.

Eu gemi quando ela engoliu meu pau com a boca quente e molhada. Enquanto chupava, ela parava e falava coisas que me deixavam louco:

— Imagina se ela estivesse aqui agora… ajudando eu a te mamar…

Gozei na boca dela pensando nisso, sem entender direito o que tava acontecendo com ela e com a família. Mas sentindo que as coisas no sítio tavam só começando a esquentar de verdade. Dois dias depois daquela noite na varanda, Sofia e Rafael anunciaram que iam viajar. Uma prima deles tava fazendo uma festa de formatura numa cidade a umas quatro horas dali e os dois resolveram esticar pra um fim de semana longo — três dias inteiros fora. Sofia já tava com a mala pronta, short jeans curto marcando a bunda redonda, cropped branco deixando a barriga de fora. Rafael jogou a mochila no carro velho do sítio, animado mas quieto como sempre.

— Cuidem bem da casa, hein — Sofia disse, abraçando a mãe e depois Beatriz. O olhar dela parou um segundo em mim, um sorrisinho no canto da boca. — E divirtam-se por aqui também.

Beatriz riu, apertando a irmã. Lucio deu um tapa nas costas do filho e um beijo demorado na bochecha da filha mais nova. Eliete ficou na porta, acenando enquanto o carro sumia na estrada de terra. O portão fechou com um clique metálico e, de repente, éramos só nós quatro no sítio grande e silencioso.

O calor parecia pior sem os jovens por perto. O Theo dormia cansado de brincar no quarto dele, exausto de tanto correr com o avô. Eu tava no home office, tentando entregar um código atrasado, mas a mente voltava pros toques da outra noite. Beatriz entrou no quarto, fechou a porta e sentou no meu colo, o shortinho subindo nas coxas grossas.

— Agora somos só os quatro adultos… — murmurou ela, roçando a buceta quente por cima da minha bermuda. — Mamãe e papai tão na piscina. Vamos quem sabe você fica olhando mais pra ela?

Eu segurei a cintura dela, apertando. O corpo da minha mulher era idêntico ao da mãe, só mais firme pela idade. A gente se beijou com vontade, mas ela parou, olhos brilhando.

— Quero ver como você olha pra ela hoje. Sem disfarçar. eu ria pensando ser uma brincadeira provocante que ela sempre fazia.

Saímos pro quintal. Lucio já tava na água, careca brilhando, barriguinha de aposentado aparecendo por cima da bermuda molhada, rindo sozinho. Eliete tava deitada numa espreguiçadeira, biquíni preto minúsculo de novo, o sol batendo na pele branca, gotas de suor escorrendo entre os seios grandes. Aos 42, ela era pura curva: bunda empinada espremida contra a toalha, coxas grossas ligeiramente abertas. Quando me viu, sorriu devagar, tirando os óculos escuros.

— Vem, Lucas. A água tá uma delícia hoje.

Beatriz tirou o vestidinho e entrou na piscina primeiro, o biquíni vermelho marcando tudo. Eu tirei a camisa, o corpo alto e definido contrastando com todo mundo ali. Entrei na água e logo senti mãos. Lucio jogou água em mim, brincalhão:

— Tá quente demais, né genro? Esse calor do interior não é mole não. Antigamente a gente resolvia de outro jeito aqui em casa…

Eliete riu baixo, nadando mais perto. O pé dela roçou minha perna debaixo d’água, subiu devagar pela panturrilha. Eu não afastei. Beatriz nadou até o pai, abraçando ele por trás, os seios pressionando as costas dele.

— Papai tá todo suado… vem cá.

A tarde foi virando algo diferente. A gente saía da água, secava um pouco, bebia cerveja gelada que Lucio trazia da geladeira. Eliete passou protetor em Beatriz, as mãos da mãe descendo pelas costas da filha, apertando a bunda de leve. Depois foi minha vez de novo. Sentei na borda, ela entre minhas pernas, de costas. Minhas mãos grandes espalharam o creme devagar, sentindo a pele macia, quente, arrepiada. Desci até a cintura, os polegares roçando a beirada da calcinha do biquíni. Ela soltou um suspiro longo, empinando levemente a bunda contra mim.

— Você tem mãos boas, Lucas… fortes — Né — Beatriz tem sorte.

Beatriz, deitada ao lado, observava tudo com os olhos semicerrados, uma mão entre as pernas por baixo da toalha. Lucio sentou do outro lado, rindo mas com o pau já marcando a bermuda molhada.

Quando o sol baixou, fomos pra dentro. Jantar simples: churrasco que Lucio fez na grelha, vinho tinto aberto de novo. Todo mundo de roupa leve — eu de bermudão folgado, sem camisa; Beatriz de camisola fina; Eliete com uma bata transparente por cima do biquíni; Lucio só de short. O vinho desceu fácil, as risadas ficando mais altas, as confissões mais soltas.

— Sabe, filho — Lucio disse, servindo mais uma taça pra mim —, quando a gente era mais novo, Eliete e eu convidávamos uns amigos pra cá… as coisas esquentavam. Família aberta, entende?

Eliete deu um tapa brincalhão no braço dele, mas não negou. Os olhos dela encontraram os meus por cima da mesa.

— E você, Lucas? Tá acostumado com isso? Beatriz é bem liberal na cama?

Beatriz corou, mas sorriu, passando a mão na minha coxa por baixo da mesa.

— Ela é. E gosta de brincar.

A eletricidade ainda tava fraca por causa da tempestade anterior. Depois do jantar, sentamos na sala grande, ventilador girando devagar. O calor subia. Lucio puxou Beatriz pro sofá maior, sentando ela no colo dele como na outra noite. Dessa vez, as mãos dele não ficaram paradas — uma na cintura, a outra subindo pela coxa dela, apertando a carne macia. Beatriz gemeu baixinho, rebolando de leve.

Eliete sentou do meu lado no outro sofá, perna encostando na minha. A mão dela foi direto pro meu peito, sentindo os músculos.

— Tão quente… — sussurrou. O cheiro dela era forte agora: suor limpo, vinho, excitação feminina. Ela subiu os dedos pelo meu abdômen, parando na barra da bermuda. Meu pau já tava duro, latejando, marcando o tecido.

Olhei pra Beatriz. Ela tava beijando o pescoço do pai, a mão dele dentro da camisola dela, apertando um seio. O olhar dela encontrou o meu — tesão puro, sem ciúme.

— Deixa, amor… — ela murmurou. — Mostra pra ela como você é grande.

Eliete não esperou mais. A mão pequena e macia dela desceu, apertou meu cacete por cima da bermuda. Soltou um gemido surpreso quando sentiu o tamanho.

— Meu Deus, Lucas… você é pauzudo pra caralho. A Beatriz não mentiu.

Ela puxou o elástico pra baixo. Meu pau negro, grosso, pesado, saltou pra fora com tudo. Eliete lambeu os lábios, os olhos brilhando. Abaixou devagar, cabelo loiro escuro caindo no meu colo, e tomou a cabeça na boca quente e molhada. Chupou devagar, saboreando, a língua girando enquanto a mão massageava as bolas. O som molhado encheu a sala.

Do outro lado, Lucio tinha tirado a camisola da filha. Beatriz tava nua no colo dele, rebolando na mão dele, gemendo enquanto ele chupava os bicos dos peitos rosados dela. Os dois olhavam pra gente.

Eliete mamava com fome, descendo mais fundo, engasgando um pouco copm o tamanho mas continuando. Eu segurei o cabelo dela, guiando devagar a bebida tava bem alta ja e eu nao queria saber de mais nada. O corpo dela tremia de desejo. Beatriz veio até nós, ajoelhou do lado da mãe, e as duas começaram a me chupar juntas — línguas se encontrando no meu pau, beijos molhados, gemidos.

Lucio assistia, punhetando devagar, o pau dele médio mas duro.

— Isso, meninas… acolham meu genro direito.

O calor, o vinho tava alto, o tesão proibido tomaram conta. Eliete tirou o biquíni, os seios grandes caindo livres, mamilos duros. Montou em mim no sofá, devagar. A buceta dela quente, molhada, apertada pra caralho — mais experiente que a da filha, apertando diferente. Desceu centímetro por centímetro ate que a cabecinha toda entrou, gemendo alto enquanto eu abria ela toda.

— Ai, que delícia… tão grosso… me arromba toda…

Beatriz beijava a mãe, as duas se tocando enquanto Eliete cavalgava devagar, os quadris batendo contra mim, a bunda macia quicando. Suor escorrendo, cheiro de sexo enchendo a sala. Lucio se aproximou pra olhar de perto, Beatriz me chupando enquanto eu fodia minha sogra. Eliete subia e descia devagar no meu colo, a buceta quente e molhada engolindo só metade do meu pau. Ela tremia inteira, as coxas grossas apertando minhas pernas, o suor escorrendo pelo vale profundo entre os seios grandes. Aos 42 anos, o corpo dela era macio, maduro, mas apertado pra caralho por causa do meu tamanho. Meu cacete negro, grosso, veioso — bem maior que o do marido dela— tava abrindo ela de um jeito que a fazia morder o lábio inferior com força.

— Ai, Lucas… espera… devagar… você é muito grande, meu Deus… — gemeu ela, voz rouca, quase um sussurro quebrado. As mãos pequenas dela apertavam meus ombros, as unhas cravando na pele negra. Ela desceu mais um centímetro e soltou um gemido agudo, a cara contorcida entre dor e prazer. A buceta dela pulsava ao redor da cabeça do meu pau, apertando como se quisesse me expulsar e me puxar ao mesmo tempo. Líquido claro escorria pela base, molhando minhas bolas.

Beatriz, ainda ajoelhada do lado, parou de chupar o pai por um segundo e olhou pra mãe com um misto de tesão e carinho. Ela sabia exatamente como era. Beatriz tinha casado virgem comigo aos 19 anos. Antes disso, nunca tinha deixado ninguém comer a buceta dela.

— Relaxa, mãe… respira fundo — murmurou Beatriz, a voz doce mas excitada. Ela passou a mão na bunda da mãe, abrindo as nádegas macias pra ajudar. — Ele é bem maior que o papai… mas depois que acostuma fica uma delícia.

Lucio, sentado no sofá ao lado, punhetava o pau médio dele — uns 16cm, grosso o suficiente pra ser gostoso, mas nada como o meu. Careca, barriguinha suada, ele sorria largo, extrovertido mesmo no meio do tesão.

— Isso mesmo, Eliete. O meu genro veio pra ensinar umas coisas novas pra gente — disse ele, rindo baixo antes de gemer quando Beatriz comelou a chupar ele, engolindo o pau inteiro sem dificuldade alguma.

Eliete parou no meio do caminho, respirando pesado, o peito subindo e descendo rápido. O cheiro dela enchia meu nariz: suor doce, buceta molhada e aquele perfume de baunilha misturado com vinho. Eu segurei a cintura fina dela e empurrei devagar pra cima, só um pouco, ajudando ela a se acostumar. Cada movimento fazia ela tremer, os quadris balançando de leve, a bunda grande tremulando contra minhas coxas.

— Porra… tá me abrindo toda… sinto cada veia entrar… — ela sussurrou, testa encostada na minha, cabelo loiro escuro grudado no rosto suado. Os olhos castanhos dela estavam vidrados. Aos poucos, ela desceu mais, engolindo quase tudo. Um gemido longo, quase um soluço, saiu da garganta dela quando a cabeça do meu pau bateu fundo, pressionando o fundo da buceta. — Ai, caralho… tá fundo demais…

Beatriz soltou o pau do pai com um pop molhado e subiu no sofá ao nosso lado. Ela beijou a mãe na boca, línguas se enrolando devagar, trocando saliva enquanto Eliete rebolava devagarinho em mim, se acostumando com o tamanho. Eu sentia cada contração, cada tremor interno. O suor dela pingava nos meus peitos, escorrendo pela barriga tanquinho.

— Lembra quando eu só deixava você comer meu cu, pai? — Beatriz murmurou pra mim, olhando nos meus olhos enquanto a mãe dela cavalgava. — Eu tinha tanto medo da buceta… agora olha pra gente. Mamãe vai aprender do mesmo jeito dar a buceta proi meu marido.

Lucio se aproximou por trás de Beatriz, ajoelhando no sofá. Ele cuspiu na mão, passou no pau médio e encaixou na bundinha da filha devagar. Beatriz soltou um gemido gostoso, empinando pra trás, acostumada com aquela sensação desde antes do casamento. O pau do sogro entrou fácil, ela rebolando contra ele enquanto me olhava.

— Isso, papai… me fode devagar… — ela pediu, voz manhosa.

A sala tava um forno. Ventilador girando devagar, luz fraca, cheiro forte de sexo: buceta molhada, suor, vinho e pele. Eliete agora subia e descia com mais ritmo, ainda com dificuldade, mas o prazer ganhando. Cada descida fazia os seios dela quicarem pesado no meu rosto. Eu capturei um mamilo rosado na boca, chupando forte, mordiscando. Ela gritou baixinho, apertando mais forte ao redor do meu pau.

— Você vai me rasgar porra… mas não para não… por favor, não para… — ela pediu. As coxas tremiam, os pés pequenos se apertando no sofá. Eu segurei a bunda dela com as duas mãos grandes, abrindo e ajudando no movimento. O barulho molhado era obsceno: ploc ploc ploc, o pau saindo brilhando de tesão.

Beatriz, sendo fodida no cu pelo pai, esticou a mão e começou a esfregar o clitóris da mãe. Eliete estremeceu violentamente, quase gozando ali mesmo.

— Filha… assim eu vou… ai, que delícia…

Lucio metia ritmado na filha, a barriguinha batendo na bunda dela, gemendo satisfeito. O pau médio dele entrava e saía fácil do cuzinho apertado de Beatriz, que gemia alto agora, sem vergonha.

Eu mudei a posição. Levantei Eliete no colo — ela era leve, 57kg — e deitei ela no tapete da sala, de quatro. O corpo branco dela brilhava de suor, a bunda empinada pra mim, buceta inchada e vermelha. Entrei devagar de novo, sentindo ela se abrir toda. Dessa vez ela aguentou melhor, empinando mais, pedindo.

— Mais fundo, Lucas… me arrebenta com esse pauzão… — gemeu ela, rosto pressionado no tapete, mãos agarrando o tecido.

Eu meti mais forte, o quadril batendo na bunda macia, fazendo ondas na carne. Beatriz deitou do lado da mãe, beijando ela enquanto o pai continuava comendo o cu dela por trás. As duas mulheres lado a lado, loiras, corpos quase idênticos, gemendo juntas.

Eliete gozou primeiro. O corpo inteiro dela travou, a buceta apertando meu pau como um punho quente e molhado, esguichando um pouco no chão. Ela gritou, tremendo descontrolada.

— Tô gozando… porra… você me fez gozar tão forte…

Eu continuei metendo, mais devagar, deixando ela sentir cada centímetro enquanto descia do orgasmo. Beatriz gozou logo depois, o cuzinho piscando ao redor do pau do pai, gemendo na boca da mãe.

Lucio puxou o pau e gozou nas costas da filha, jatos grossos brancos contrastando na pele branca dela.

Eu ainda tava duro pra caralho dentro da Eliete. Puxei devagar, o pau brilhando, e Beatriz veio chupar a mãe de mim, limpando tudo com a boca gulosa. Eliete, ofegante, virou de lado e olhou pra mim com olhos pesados de tesão deitou no meu peito e dormiu.

Acordei com a cabeça latejando forte, boca seca como se tivesse comido areia a noite toda. O sol já entrava fraco pela janela da sala, cortando o ar parado e quente. Pisquei devagar, tentando entender onde estava. Meu corpo nu suado colado no sofá. E ali, dormindo de lado bem encostada em mim, completamente nua, estava Dona Eliete. Os seios grandes dela pressionados contra meu peito, o mamilo rosado roçando minha pele negra a cada respiração lenta. A bunda redonda e branca empinada ligeiramente pra trás, uma perna por cima da minha coxa. O cheiro dela ainda grudado em mim: suor seco, buceta, vinho .

Do outro sofá, Beatriz e Lucio dormiam embolados. Minha mulher nua, a cabeça no peito do pai, uma mão descansando na barriguinha dele. O pau médio do sogro meio mole encostado na coxa dela. Os quatro pelados na sala de estar como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Caralho.

Tudo voltou de uma vez. O vinho, os toques, Eliete gemendo enquanto eu metia meu pauzão dentro dela, Beatriz chupando , Lucio comendo o cu da filha bem do nosso lado. As palavras sujas, os gemidos, o barulho molhado de carne batendo. Eu tinha fodido minha sogra na frente da minha mulher. E tinha gostado pra caralho.

Sentei devagar, com cuidado pra não acordar Eliete. Minha cabeça girava. “Foi a bebida… a gente bebeu demais, porra. O vinho misturado com cerveja desceu solto, as coisas escaparam.” Tentei me convencer enquanto me levantava, o pau pesado balançando meio duro ainda só de lembrar. Fui pra cozinha, pés descalços no piso frio, e comecei a fazer café. O cheiro forte subiu rápido, enchendo a casa.

Enquanto esperava a cafeteira, meus olhos pararam na parede da sala de jantar. A foto do nosso casamento. Eu e Beatriz sorrindo, eu de terno, ela de vestido branco, virgem pura que tinha esperado até aquela noite. O Theo nem existia ainda. Eu olhei pra aquela imagem e senti um peso no peito que quase me fez vomitar.

“Caralho, Lucas… você acabou de foder a mãe da sua mulher na frente dela. Na casa dela. O que você virou, cara? Um animal? Um safado sem limite?”

A culpa bateu forte em min, como um soco no estômago. Eu tinha tudo. Mulher boa, filho, um recomeço. E agora tava aqui, pelado na cozinha dos sogros, com o cheiro da buceta da Eliete ainda no meu pau. Apoiei as mãos na pia, cabeça baixa, respirando fundo.

Ouvi passos leves atrás de mim. Beatriz. Ela tinha acordado, enrolada numa camisola fina que mal cobria a bunda. Cabelo loiro claro bagunçado, olhos ainda sonolentos mas com aquele brilho que eu conhecia bem.

— Bom dia, amor — murmurou ela, chegando por trás e abraçando minha cintura. Os seios macios encostaram nas minhas costas. — Tá fazendo café? Que bom… tô morrendo de vontade de tomar uma chicara.

Eu me virei, olhando pra ela. Não conseguia disfarçar a cara de confusão.

— Beatriz… o que aconteceu ontem… a gente… eu…

Ela sorriu de leve, quase tímida, e pegou uma xícara. Serviu café pra nós dois, como se estivéssemos falando do tempo.

— A gente bebeu demais, né? Mas não foi só isso. Você gostou, eu vi. Mamãe também. Ela tava louca pra sentir um pau daquele tamanho comendo ela.

Eu engoli seco, a culpa apertando mais.

— Porra, Bia… eu fodi sua mãe caralho. Na sua frente. ? E seu pai tava ali comendo você. Isso não é normal, caralho.

Ela tomou um gole devagar, encostando no balcão. Olhou pra mim com calma, como se tivesse ensaiado isso.

— Amor… senta aqui. Preciso te contar umas coisas.

Sentamos à mesa da cozinha. A casa ainda silenciosa, só o barulho distante dos pássaros. Eliete e Lucio ainda dormiam na sala.

Beatriz respirou fundo, enrolando uma mecha de cabelo no dedo.

— Eu sempre fantasiava com isso, Lucas. Desde antes de te conhecer. Ver minha mãe sendo comida por um pau grande, grosso… um homem forte que pudesse dar pra ela o que meu pai não consegue sozinho. A gente já brincava em casa, sabe? Antes de você aparecer. Eu, mamãe e papai. Nada muito pesado, mas… toques, olhares, algumas noites que a gente bebia e as coisas aconteciam. Eu casei virgem com você porque nunca deixei ninguém comer minha buceta. Só o cu. E só com meu pai. Era meu jeito de me guardar pra você… mas eu sempre quis que a família fosse assim. Safada. Aberta.

Eu fiquei olhando pra ela, chocado. O café queimando na minha mão. Meu coração batendo forte.

— Você… só fazia anal com seu pai? Antes de casar comigo? E planejou isso tudo?

Beatriz baixou os olhos por um segundo, depois me encarou de novo. Voz baixa, quase sussurrando.

— Planejei não… aconteceu mas eu queria. Quando a gente precisou vir pra cá, eu pensei: “Talvez agora ele veja como minha família é de verdade.” Você é diferente, Lucas. Alto, forte, pauzudo pra caralho. Eu sabia que minha mãe ia pirar quando sentisse. E eu… eu gozei tanto ontem vendo você abrindo ela, ouvindo ela gemer que tava sendo rasgada. Me desculpa se te choquei. Mas eu te amo. E isso não muda nada entre a gente. Pelo contrário.

Eu passei a mão na cabeça raspada, respirando pesado. A culpa e o tesão brigando dentro de mim.

— Bia… eu casei com uma menina virgem. Pura. Que esperou por mim. E agora descubro que você deixava o próprio pai comer seu cu desde antes? Que sua família toda é assim? Que porra eu fiz da minha vida? Eu vim pra cá pra recomeçar, pagar dívida, dar estabilidade pro Theo… e tô no meio de uma família de safados. Eu virei o quê? O garanhão negro que vai arrombar todo mundo?

Beatriz se levantou, veio até mim e sentou no meu colo. A camisola subiu, a bucetinha quente encostando na minha coxa. Ela segurou meu rosto com as duas mãos, me obrigando a olhar pra ela.

— Você virou o homem que a gente precisa, amor. Forte. Que aguenta. Olha pra mim. Eu te amo. Ontem foi foda, foi real. Mamãe tá lá dormindo toda arrombada por você. E ela vai querer mais. Eu quero ver mais. Papai também aprova. Ninguém vai te julgar aqui. O Theo tá dormindo, a casa é grande… a gente tem mais dois dias sozinhos.

Ela beijou meu pescoço devagar, a mão descendo pro meu pau que, traidor, já começava a endurecer de novo.

— Relaxa, Lucas. A culpa passa. Eu vi como você olhava pra ela enquanto metia. Você gostou de abrir minha mãe no meio. De ouvir ela implorando. Não mente pra mim.

Eliete se mexeu na sala, acordando aos poucos. Ouvi o gemido baixo dela se espreguiçando, nua no sofá. Lucio roncou uma vez e virou de lado.

Beatriz sorriu contra minha pele.

— Vai lá dar bom dia pra ela. Eu seguro o Theo quando ele acordar. E depois… a gente pode continuar. Sem vinho dessa vez. Pra você sentir tudo de verdade.

Eu fiquei ali, sentado, o café esfriando na mesa, o coração acelerado. A culpa ainda pesava, mas o tesão já subia de novo. Olhei pra foto do casamento mais uma vez e suspirei.

“Que merda eu fiz… e por que não consigo parar de querer fazer de novo?”

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Comentários

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Bom conto cara o da seita vai ter continuidade

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ESCREVENDO AGORA MESMO AMANHA OU DEPOIS JA SAI MAIS UM.

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