Levando o Novinho do Sinal Para o Motel

Um conto erótico de Morena Casada
Categoria: Heterossexual
Contém 1066 palavras
Data: 03/06/2026 04:57:10

Voltei pra casa naquele dia, e foi impossível tirar o Juninho da cabeça. Eu sentia falta daquele pau, daquela energia, da forma como ele me comia. Eu sabia que tinha que dar pra ele de novo, mas dessa vez com conforto, sem aperto de carro.

Nos dois dias seguintes eu não o vi no sinal, fiquei até preocupada e com saudade, mas logo depois eu o encontrei. Quando ele me viu, ele olhou com a cara mais lavada do mundo e disse:

— Bom dia, meu amor... Sentiu saudades do seu novinho?

Eu só respondi, tentando manter a pose:

— Deixa de ser bobo, menino...

Mas por dentro eu estava derretida, com a buceta já encharcada de tesão só de olhar pra ele. Eu só disse que mais tarde a gente conversava, o sinal abriu e eu saí, mas a minha cabeça já estava fervendo.

Na hora do almoço eu voltei de carro, parei do outro lado da avenida, buzinei e o chamei. Ele estava com mais dois garotos, conversando, mas quando me viu, despediu deles rapidinho e veio em minha direção todo sorridente. Eu fechei o vidro e fomos,

— Pra onde nós vamos, meu amor? — Juninho perguntou, mexendo no rádio, todo descontraído, mas com a mão já passeando na minha coxa por cima do vestido.

— Você vai ver, novinho... um lugar confortável pra você gente aproveitar direito. — respondi, olhando pra ele, sentindo o calor subir.

Chegamos no quarto do motel, ambiente escuro, espelhos por todo lado, cama grande e a hidro no canto. Mal a porta fechou, a tensão explodiu.

— Vou tomar banho primeiro, amor — ele disse, já tirando a camiseta. — Espera um pouquinho que eu já te chamo.

Ele entrou no box e eu ouvi a água cair. Fiquei ali só de lingerie, olhando pelo vidro fosco, imaginando o corpo dele e aquela rola imensa já dura me esperando. Quando entrei logo depois, o vapor quente me envolveu.

Ele estava lá, todo nu, molhado, e a rola dele já estava em pé, dura, grossa, pulsando, parecendo ainda maior debaixo da água.

— Nossa senhora... — eu sussurrei.

— Vem cá, meu amor — ele chamou, me puxando pela cintura.

Sem dizer nada, ele me empurrou de leve contra a azulejaria, baixou a cabeça e enfiou a cara na minha buceta.

OHHH MEU DEUS!

Ele chupava com uma fúria! Língua forte, rápida, circulava o clitóris, enfiava dentro de mim, chupava os lábios, fazia SLURP! SLURP! barulhos molhados que enchia o box. Ele levantou minha perna no ombro dele, me deixando toda aberta, e me comeu com a boca como se estivesse morrendo de fome.

— ISSO! ISSO FILHO! CHUPE BEM! — eu gritava, agarrando a cabeça dele, sentindo as pernas tremerem. — ME FAZ GOZAR LOGO!

Eu já estava gozando, tremendo toda, molhada de água e de prazer, quando ele parou de repente. Levantou o rosto, todo molhado, olhou nos meus olhos e disse:

— Agora a mamãe paga. Cai de boca, amor.

Eu me ajoelhei no chão escorregadio do box, bem debaixo da chuveira. Ele ficou em pé na minha frente, aquela rola gigante na minha cara, batendo levemente no meu queixo.

— Abre bem a boquinha... deixa o novinho enfiar.

Abri a boca o máximo que consegui. Ele agarrou meus cabelos formando um rabo de cavalo, alinhou e EMPURROU!

GLUP!

Entrou tudo. A cabeça grossa bateu no fundo da garganta, me fazendo engasgar, lacrimejar. A água caía no nosso rosto, eu engolia, chupava, lambia cada veia daquele pau grosso.

— ISSO! BOCA DE MÃE! — ele gritava, começando a socar devagar e forte. GLUP! GLUP! GLUP! — QUE GOSTOSA! ENGOLINDO O PAU DO NOVINHO!

Ele era tão grande que enchia minha cara toda, eu mal conseguia respirar, mas eu amava aquilo. Eu chupava com vontade até sentir ele pulsar muito, mas ele puxou de volta.

— CHEGA! Agora eu quero meter! Quero ver entrando!

Ele me virou de frente pro espelho do box, ficou atrás de mim, colado no meu corpo. A cena era perfeita: eu branquinha, ele moreno magrinho, e aquela rola imensa roçando na minha entrada.

— Segura aí, amor. Vai ser forte.

PLOC!

Ele enfiou tudo de uma vez só!

— AAAAAHHHHHH!!! — berrei, vendo o pau dele desaparecer dentro de mim no reflexo do espelho.

Ele era tão grosso que me esticava todo, me enchia de uma forma que doía de tão bom. Ele começou a meter forte, PLAM! PLAM! PLAM!, o som abafado pela água mas com uma violência gostosa. Ele segurava meus seios, apertava, socava fundo, me fazendo ver estrelas.

Depois fomos pra cama! Ele me jogou no colchão, me virou de quatro, levantou minha bunda bem alta e enfiou de novo.

— GOSTOSA! BUNDINHA BRANCA PRA CARALHO! — ele gritava, segurando minha cintura, metendo e tirando tudo, mostrando o pau melado e enfiando de novo.

Ele tinha um fôlego incrível! Não cansava! Me comeu de lado, de bruços, eu montada em cima dele, onde eu sentia ele tocar o fundo na minha buceta a cada estocada. Eu gozava várias vezes, gritava o nome dele, toda entregue.

— VEM NA HIDRO! VAMOS TERMINAR LÁ!

Nós pulamos na água morna. Ele me sentou na borda, ficou de pé fora da água e meteu de novo, ou me pegou no colo dentro da água, a espuma subindo, o barulho da água misturado com o som da pele batendo.

— EU VOU GOZAR! VOU ENCHER VOCÊ DE NOVO! — ele gritou, o ritmo ficando desesperado.

— GOZA DENTRO! ENCHE MINHA BUCETA DE PORRA DE NOVINHO! JOGA TUDO!

PUFT! PUFT! PUFT!

Ele agarrou minha cintura com força, enterrou o pau até o talo e disparou. Senti jatos quentes, espessos, enchendo minha buceta, era tanta porra que transbordou, escorreu pela entrada, misturando com a água da hidro. Ele gemia alto, tremia todo em cima de mim.

Ficamos lá recuperando o fôlego, abraçados. Depois ele se arrumou todo, tomou banho, vestiu o shortzinho dele de novo, cheiroso e limpo.

Eu o deixei de volta na esquina.

Quando ele desceu do carro, os amigos dele estavam lá, olhando tudo. Juninho saiu todo animado, rindo igual bobo, batendo no peito, todo convencido. Os amigos olharam pra ele, olharam pro carro, e ficaram boquiabertos, incrédulos.

Agora eles sabiam.

Claro que ele tinha contado tudo antes e eles não acreditavam, diziam que era lenda. Mas agora, vendo ele voltando cheiroso, sorrindo e com aquele jeito de quem comeu e bebeu muito... agora eles tinham certeza absoluta.

Juninho era o cara. E eu... eu era a patroa que satisfazia ele todo dia.

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