Não pensei duas vezes. Segurei a Akemi pela cintura, sentindo o metal frio do plug contrastar com a pele quente dela, e a empurrei para dentro do quarto, trancando a porta logo em seguida. O mormaço da piscina sumiu no ar condicionado no talo, mas o quarto já pegava fogo.
Joguei a japonesa na cama de casal. Ela caiu de quatro, empinando aquela bunda redonda com o dragão vermelho esticado na pele branquinha. Sem perder tempo com conversa, tirei o short e mirei direto no cuzinho dela, que já estava lubrificado pelo brinquedo que ela usava. Enfiei os 19 cm de uma vez só, sem dó.
— Ahhh, Paulo! — a Akemi soltou um gemido abafado, cravando as unhas no lençol enquanto eu começava a socar forte, num ritmo violento que fazia a cama bater contra a parede. *Plact, plact, plact.*
Enquanto eu castigava a japa no quarto, o bicho pegava no quintal. Pela janela entreaberta, dava para ouvir a bagunça na piscina. O Tizil tinha deitado a Naty na borda do deck e mandava ver com força. A ruiva gritava alto, sem se importar com os vizinhos, jogando aquela raba gigante de biquíni vermelho contra as botadas do Carlos.
Mas a Naty não estava satisfeita só com o Tizil. O Felipe, que tinha descido pro quintal todo zonzo, acabou sendo puxado para o meio da roda. No meio daquela foda na beira da água, a Naty segurou o estagiário de 18 anos pelo pescoço, puxou o moleque de terno amassado para o chão e começou a mamar o pau dele com vontade, dividindo a atenção entre a pica do Carlos atrás e o estoque do novinho na boca. O Felipe olhava para o céu, paralisado, sentindo a mulher do chefe engolir o resto de juízo que ele tinha enquanto o tio dele continuava achando que a família era tradicional.
Lá em cima, a Akemi gemia alto, acompanhando o ritmo dos gritos da Naty lá embaixo. Segurei o cabelo chanel da japa por trás, puxando com força, e aumentei a velocidade, sentindo o aperto do rabo dela esmagar o meu pau.
— Vai, Paulo... me quebra inteira! — ela sibilava, completamente entregue à putaria da casa.
A pressão subiu com tudo. Com a imagem da Naty dando pro meu amigo na piscina e chupando o meu estagiário na surdina, meu cérebro virou um caldeirão. Afundei o pau até o osso na Akemi e descarreguei tudo lá dentro do cuFicamos ali deitados por uns dois minutos, grudados pelo suor, tentando recuperar o fôlego enquanto o ar-condicionado jogava aquele vento gelado nas nossas costas. O cheiro de sexo no quarto estava pesado. A Akemi se mexeu devagar, soltando um suspiro longo, e olhou para trás com aqueles olhos puxados semicerrados, dando um sorriso místico de quem tinha adorado a grosseria.
— Caralho, Paulo... você não brinca em serviço mesmo — ela sussurrou, a voz toda arrastada, passando a mão na coxa onde o desenho do dragão vermelho terminava. — O Carlos tinha razão. Você é o capeta.
— O parquinho aqui é profissional, Akemi — respondi, rindo de canto e me levantando da cama com o pau ainda melado.
Caminhei até a janela do quarto, puxando a cortina de leve para dar uma olhada no quintal. A cena lá embaixo continuava um esculacho completo. O sol da tarde batia direto na água azul da piscina, e o Tizil ainda estava com a Naty na beira do deck, socando sem pena nenhuma. A ruiva estava com as pernas jogadas para cima, os cabelos de fogo espalhados pelo chão molhado, gritando o nome do Carlos num tom que dava para ouvir do quarteirão vizinho.
E bem ali do lado, sentado numa cadeira de plástico com o terno todo aberto e a gravata jogada na grama, estava o Felipe. O moleque estava completamente anestesiado, com a cara lavada de porra e de suor, olhando para a minha mulher com os olhos verdes arregalados, enquanto a Naty, mesmo levando estocada do Carlos, esticava a mão e batia na cara do estagiário, mandando ele não desviar o olho por nenhum segundo.
A Akemi levantou da cama nua, veio por trás de mim e encostou o peito durinho nas minhas costas, olhando pela fresta da cortina junto comigo.
— Olha lá o seu estagiário... o coitado não vai conseguir trabalhar amanhã, Paulo — ela riu baixo, passando a mão pelo meu quadril. — A Naty destruiu a inocência do menino em menos de duas horas.
— O Felipe agora é o espião oficial do cabaré, Akemi. Ele sabe que se abrir a boca pro tio Tomás, a vidinha da família dele desmorona — falei, dando um tapinha na bunda dela, fazendo o plug de metal balançar. — Vamos descer. Quero tomar uma cerveja gelada e ver o final desse treino de perto.
Nos limpamos rápido no banheiro da suíte. Eu vesti apenas o meu short de banho preto de volta e a Akemi continuou completamente nua, segurando o biquíni cortininha na mão, sem a menor pressa de se vestir. Descemos as escadas pisando macio.
Quando empurrei a porta de vidro que dava para a piscina, o mormaço da tarde bateu forte na cara. O Tizil ouviu o barulho, deu as últimas três botadas violentas na Naty que fizeram a ruiva dar um pique para frente na cerâmica, e saiu de dentro dela soltando um urro de bicho. Ele desabou na água da piscina para se limpar, enquanto a Naty ficava deitada de costas, arfando, com as pernas trêmulas.
O Felipe, no que viu eu e a esposa do Tizil chegando, tentou levantar da cadeira todo sem jeito, mas a calça social dele estava tão bagunçada que ele quase tropeçou nos próprios pés.
— D-Doutor Paulo... — o moleque gaguejou, com a voz sumindo, olhando para a Akemi nua e depois para mim, sem saber onde enfiar a cara de tanta vergonha e tesão.
— Senta aí, Felipe, e bebe uma cerveja — mandei, pegando uma lata trincando do balde de gelo e jogando no colo dele. — Você se comportou bem. Assistiu a tia Helena ser fudida e ainda ficou calado.
A Naty sentou no deck, limpando o suor da testa com o braço, e olhou para mim e para a Akemi com aquele olhar de quem sabia muito bem o que a gente tinha ido fazer no quarto. Ela deu aquela risada cínica e gostosa que dominava a casa toda.
A Naty se sentou na borda da piscina, balançando as pernas na água e olhando fixo para mim com aqueles olhos verdes cheios de provocação. Ela limpou uma gota de suor do pescoço, soltou uma risada debochada e apontou com o queixo na direção do Felipe, que continuava estático na cadeira de plástico, vermelho feito um pimentão.
— Ó Paulo, já que você subiu e comeu a Akemi lá no quarto, agora o jogo mudou — a Naty mandou a real, com aquela voz rouca que usava quando queria quebrar o resto do meu juízo. — Eu quero a minha revanche aqui mesmo. Quero dar para o seu estagiário no pelo, bem na sua frente e na frente do Carlos, para ele aprender o que é o cabaré de verdade. O moleque já foi batizado, agora tem que terminar o serviço na dona da casa.
O Felipe levou um susto tão grande que quase derrubou a lata de cerveja no chão. Ele olhou para a Naty, depois para mim, com a boca aberta, sem conseguir soltar uma palavra de tanto pavor e tesão. A calça social dele deu aquele solavanco na frente na mesma hora.
Antes mesmo que eu pudesse responder, a Akemi deu um passo à frente, balançando aquela bunda empinada com o plug de metal brilhando no sol. Ela olhou para o novinho, passou a ponta da língua nos lábios e deu uma risadinha mansa, cheia de malícia oriental.
— Eu também topo, Naty — a japa disparou, sem nenhuma vergonha, quebrando qualquer barreira que sobrava no quintal. — O novinho é meio desajeitado, mas tem o estoque cheio. Se a ruiva vai dar no pelo, eu deixo ele brincar comigo de novo aqui na cadeira de sol enquanto os meninos assistem de camarote. Quero ver se ele aguenta as duas juntas.
O Tizil, que estava dentro da água, deu um soco na borda da piscina e caiu na gargalhada, achando a maior perversão do mundo.
— Puta que pariu, Paulo! O seu estagiário vai ter um troço no meio do quintal! — o Carlos gritou, rindo alto. — Vai lá, moleque! É a sua chance de virar homem no escritório!
Eu me encostei na cadeira de sol, abri uma cerveja e olhei bem na cara do Felipe, saboreando o desespero e o tesão cego do garoto de 18 anos. O meu pau, por dentro do short, já estava duro feito pedra só de imaginar a cena.
— Você ouviu as patroas, Felipe — ordenei com a voz grossa, dando um riso cínico. — Tira essa roupa amassada e vai lá pagar o imposto do seu estágio. Mas ó: se você falhar com a minha mulher ou com a japa, amanhã você está demitido. Vai!
O Felipe não pensou duas vezes. Ele arrancou a camisa social amassada e abriu o cinto da calça, deixando a roupa jogada no chão da piscina. O moleque estava tremendo igual vara verde, mas o pau dele já estava completamente duro, apontado pro teto, vermelho de tanta pressão. Ele olhava para as duas mulheres com os olhos esbugalhados, sem acreditar na sorte que tinha dado.
A Naty deu aquele sorriso canalha, deitou de costas na beira do deck molhado e abriu bem as pernas, empinando a bucetinha ruiva que já estava babando de tanto mel.
— Vem logo, seu gostoso! Bota tudo sem capa mesmo! — ela gritou, chamando o moleque com a mão.
O Felipe se jogou de joelhos no chão molhado, segurou com força nas coxas brancas da Naty e enfiou o pau de uma vez só, até o talo, na buceta encharcada da minha mulher.
— Ahhhhh! — a Naty soltou um grito agudo, enterrando as unhas nas costas magras do moleque enquanto ele começava a socar com vontade, perdendo toda a timidez. O som de carne batendo com carne tomou conta do quintal: *plact, plact, plact.*
O Tizil saiu da piscina pelado, com o pau mole balançando, e sentou na cadeira de sol do meu lado, pegando uma cerveja. A gente ficou ali assistindo o moleque de 18 anos detonar a minha mulher bem na nossa cara. O Carlos dava risada e me empurrava com o cotovelo.
— Caralho, Paulo, olha o moleque! O bicho pegou ritmo rápido! — o Carlos mandou a real, virando a lata na boca.
Nisso, a Akemi chegou por trás do Felipe, que continuava socando a Naty. A japa nua se ajoelhou bem na frente do rosto do moleque, pegou nos peitos durinhos e enfiou um dos bicos rosados direto na boca dele. O Felipe gemia com a boca cheia do peito da japonesa enquanto continuava arrombando a ruiva por baixo.
Quando a Naty deu o primeiro estalo e gozou alto, apertando o pau do moleque com força, ele puxou o quadril para trás. Mas a Akemi não deixou ele respirar. A japa deitou na cadeira de sol logo do lado, abriu as pernas e puxou o Felipe pela cintura.
— Agora é minha vez, vem! — a japa mandou, manhosa.
O moleque mudou de posição todo lambuzado com o suco da Naty e afundou o pau com tudo na buceta da japonesa. A Akemi jogou a cabeça para trás, soltando um ganido alto enquanto o Felipe socava com ódio, no meio do mormaço da tarde.
A Naty sentou no chão, toda suada, limpando a buceta com a mão e rindo com aquele sorrisinho cínico, olhando pro Tizil e pra mim. O quintal tinha virado uma zona completa e ninguém ali queria saber de parar.
O Felipe continuava socando com força a buceta da Akemi na cadeira de sol, os dois já suados e gemendo alto no meio do mormaço da tarde. A japa estava de olhos fechados, segurando firme nos braços do moleque, curtindo a botada.
Foi aí que o Tizil largou a lata de cerveja na mesa, deu um riso seco e caminhou na direção deles com o pau já totalmente duro e veado de fora. Ele não falou nada. Chegou por trás da Akemi, segurou com força nas duas bandas da bunda empinada dela e, num golpe só, empurrou os dezenove centímetros com tudo direto no cuzinho dela.
— Ahhhhhhh! — a Akemi soltou um grito agudo que ecoou pelo quintal inteiro, arregalando os olhos e cravando as unhas com força no estofado da cadeira.
O impacto foi tão bruto que o corpo dela foi jogado para a frente, fazendo o pau do Felipe entrar ainda mais fundo na frente. A japonesa travou na hora, sentindo o rabo e a buceta entupidos ao mesmo tempo naquela dupla penetração violenta. O dragão vermelho tatuado nas costas dela chegava a esticar de tanta pressão.
— Puta que pariu, Carlos! Entrou tudo atrás! — a japa gemia arrastado, babando de tanto tesão e dor, enquanto os dois homens começaram a esmagar ela no meio.
O Tizil e o Felipe pegaram o mesmo ritmo, trabalhando juntos num vai e vem frenético. O barulho da carne batendo ali era um desaforo: *plact, plact, plact* na frente e um som seco e rasgado por trás. O moleque de dezoito anos olhava para o Tizil com os olhos esbugalhados, dividindo a mesma mulher com o cara, socando com ódio na buceta enquanto o marido arrombava o rabo dela por trás.
A Naty veio para o meu lado, completamente pelada e suada da piscina, e sentou no meu colo, dando aquela rebolada gostosa com a raba gigante na minha coxa. Ela cruzou os braços, olhou para a covardia que estavam fazendo com a Akemi e soltou aquela risada cínica, os olhos verdes brilhando no sol.
— Olha lá, Paulo! A japa foi dividida no meio! — a ruiva gritava, debochando da amiga enquanto assistia ao espetáculo de camarote junto comigo. — Soca com força, Carlos! Acaba com o rabo dela!
O ritmo aumentou até o limite selvagem. O Tizil segurava o quadril da Akemi com tanta ignorância que os dedos dele afundavam na pele branca dela. A japa não aguentou o rojão de ter duas picas daquelas rasgando ela por dentro ao mesmo tempo. O cuzinho e a buceta dela começaram a dar espasmos violentos, prendendo os dois caras lá dentro com uma força absurda.
A Akemi deu um último grito longo, revirando os olhos e derretendo no colchão da cadeira quando gozou jorrando mel. Na mesma hora, o Tizil e o Felipe chegaram ao limite juntos. O Carlos afundou até o osso e deu uma leitada bruta, enchendo o rabo da esposa de porra quente, enquanto o moleque descarregou o estoque todo na buceta dela na frente.
Os dois puxaram os paus de uma vez, e a Akemi desabou de barriga para baixo, bufando feito um animal cansado, com o leite dos dois escorrendo pelas pernas. O quintal era puro cheiro de sexo e suor.
