O Milésimo - Capítulo 5/10: "Mais Experiências"

Da série O Milésimo
Um conto erótico de SevenRJ
Categoria: Gay
Contém 1293 palavras
Data: 02/05/2026 19:10:47

Começou mais um período de caça.

Chegando perto dos trinta anos, muita coisa muda. Por um lado, fiquei mais seletivo e por outro me importando menos com coisas desnecessárias. Não mudei a minha sinceridade: nunca iludi ninguém para poder transar e continuei assim, de maneira sutil, eu deixava claro: foda única.

Voltei para o site de encontros. As minhas fotos não mostravam o rosto, mesmo assim recebia muitas mensagens. Às vezes eu tirava do perfil que era ativo, deixava sem nada, por pura diversão. Em uma dessas, conheci um cara que dizia que era somente ativo. Trocamos mensagens e perguntei se tinha sido passivo alguma vez e ele “riu” e escreveu que só daria para alguém mais macho do que ele. Aceitei o desafio. Encontrei com ele no centro. Sentamos em um bar e iniciamos uma conversa cheia de sacanagem. Falei que era somente ativo, que nunca tinha dado e nem tinha vontade de dar. Ele fez que ia se levantar, mas pedi que ficasse, poderíamos ser amigos. Falamos mais um pouco e eu sugeri que fôssemos a um hotel para fazer uma sacanagem entre ativos. Ele topou, pronto, já tava no papo. Ele era pardo, alto e discreto. Devia ter quase 1,90 de altura, corpo normal e bem interessante.

Entramos no hotel e no quarto já beijei ele. Como era mais alto que eu, deitei logo na cama. Sem roupa, a gente se alisava e batia uma punheta vendo filme pornô na TV. Cheguei mais perto e arrisquei chupar seus mamilos e notei que ele olhava de lado para meu pau, que era quase do tamanho do dele! Comecei a lamber o peito dele e ele estava gostando. Chegando perto da virilha, levantei suas pernas para lamber na parte debaixo do saco. Ele deixou! Com as pernas para cima, eu lambia a região abaixo do saco e masturbava e não demorei para dar uma linguada no cu dele, foi quando ele deu um pulo. Fiz que não percebi e continuei por perto, voltando a lamber. Realmente ele era fechadinho. Aos poucos foi relaxando e gemendo. Comecei a passar o dedo em seu cu molhado pela minha saliva e enfiei devagar. Virei ele de bruços e meti a língua mais fundo. Ele ficou parado, na verdade, esperando meu pau. Sem parar a sacanagem, passei bastante gel no meu pau e nele. O cara resmungou alguma coisa, dizendo que queria também. Nada falei e continuei. Deitei por cima, encostei na portinha e fui. A cabeça entrou e ele contraiu. Falei baixo para ele relaxar e fui com calma. Estava sendo muito excitante comer um cara daquele que nunca tinha dado o cu! Fiz ele ficar de quatro e continuei metendo e ele foi se soltando. Pelo espelho eu via o mastro grande dele balançando com as minhas estocadas, até que ele pediu para ficar de frente. Tirei o pau de uma vez, viramos, segurei ele pelos tornozelos e meti de uma vez. Ele gemeu alto, fez cara de dor e logo falou para eu meter mais, meter com força. Macetei ele com tesão de verdade, dando prazer diferente para ele e tendo o prazer de comer um cu apertado e virgem. Ele urrava grosso, gemia alto e ouvir as palavras de tesão dele com aquela voz grossa, apressou meu gozo.

- Vou gozar, cara, vou te encher de porra! - falei.

- Goza, cara, mete fundo, tu é macho, mereceu meu cu, soca fundo! - falou enquanto se masturbava.

Gozamos juntos. Se do meu pau sai muita porra, fiquei impressionado com o que saiu do membro enorme dele. Sua barriga ficou toda melada. Fui diminuindo o ritmo e ele mandou tirar que estava doendo muito. Ele reclamou e me empurrou. Saí devagar. Meu pau estava esfolado e com sangue e ele tinha me sujado um pouco. Fui para o banheiro e tomei banho e ele veio em seguida. Assim que me vesti ele falou para eu ir embora. Na rua, andava com certa dificuldade, pois meu pau ardia no atrito com a cueca, estava bem vermelho e irritado. Fiquei uns dias sem fazer nada, mas valeu muito!

Ainda trocamos mensagens e ele disse que não daria de novo, porque doeu e ele preferia ser ativo. Percebi que ele tinha curtido, mas desejei que não virasse passivo, pois, aquele cacete deveria fazer a felicidade de muitos passivos gulosos!

Minha lista ia aumentando. Eu só colocava os nomes e as anotações. Não lia os anteriores e nem contava. Salvava, fechava o word e pronto. Foi uma fase de boas fodas e de conhecimento. Viajei mais, fiz outras especializações na minha carreira e cuidei mais do corpo. Passei a gostar de exercícios físicos e ir à academia e pedalava com frequência.

Um dia, pedalando de Botafogo até o Leblon, cruzei com um homem pedalando também e notei que ele me deu uma olhada. Na volta, já não lembrava mais, cruzamos de novo e outra encarada. Diminuí e fui parando. Olhei para trás e ele também. Fui até ele, que foi bem direto.

- Volume gostoso esse seu! Quase caí quando vi. - falou com um sorrisinho. Meu pau deu sinal na hora. Era um cara de uns quarenta e dois anos, baixo e de barba. Era bem interessante e o melhor, cara de sacana. Vi a aliança no dedo. Ele percebeu. - Cara, sou casado, se você não se incomodar… e se tiver local… estou muito a fim de dar uma mamada em você!

Caras casados são mais diretos do que gays solteiros! Subi na bicicleta e falei para me seguir. Chegamos no meu prédio e deixamos as bikes na garagem. No elevador ele falou que morava em Ipanema e que raramente fazia aquilo, mas tinha sentido muito tesão em mim. Na verdade, não me importava, ele era interessante e íamos foder. Entramos e ele veio tirando minha camisa. Elogiou meu peito e pegou meu pau.

- Quer uma água? Hoje tá bem quente, seria legal receber uma mamada de uma boca gelada. - falei. ele adorou, claro. Bebemos água e ele ajoelhou para me chupar. Não era o primeiro casado, nem foi o último. Ele chupava bem, estava com vontade, e pressa também.

- Delícia de cacete, salgado de suor, cheiro de macho… gostei de você, pau rolição, pesado e cheio de veias, cara! Podemos marcar outras vezes! - falou enquanto chupava e batia com meu pau na cara, etc.

- Quero meter no seu cu, cara, vai chegar com cuzinho rasgado para sua esposa, quer sentir o pesado te arrombando? - falei. Tirei o pau da boca dele e fiquei esperando. Ele chegou mais perto e abriu a boca para mamar e eu tirei de novo.

- Faz isso não! Quero aproveitar esse salgadinho, cheirar essa pentelhada para sentir logo você metendo, não vou dispensar um pau desse!

- Vai ser minha puta? - não curto muito isso, mas senti que ele sim. Deixei ele chupar mais um pouco e ele pegou a camisinha que estava em cima do móvel. Peguei o lubrificante. Enquanto eu colocava, ele se lubrificava.

Mandei ele sentar no meu pau. Ele quicou gostoso. Levantamos e ele se apoiou no sofá e meti com força, abrindo suas nádegas e socando fundo. Ele reclamou pouco e não parou de elogiar a grossura. Chamei de puta, dei tapas na bunda e comecei a meter mais rápido. Senti seu cu apertando meu cacete, ele estava gozando e, entre gemidos, falou para eu não gozar ainda. Quando ele terminou, virou para mim e se ajoelhou. Tirou o preservativo do meu pau e me masturbou. A mão apertada deslizando no meu pau melado, me faz gozar. Ele encostou meu pau no rosto, espalhando meu esperma pela sua barba e outros jatos no peito. Foi tudo muito rápido, como os casados são.

Ele foi ao banheiro, se limpou e foi embora.

(CONTINUA)

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Foto de perfil de Seven RJSeven RJContos: 137Seguidores: 139Seguindo: 1Mensagem Escrevo histórias reais. Escrevo relatos meus, de amigos e de pessoas que gostam da minha narrativa e me procuram para que eu possa contar as suas histórias e experiências. Escrevo pensando no leitor, que vai se identificar, seja pela realidade ou fantasia que tem. Alguns relatos viraram livros, por terem se tornado relações que envolveram pessoas e sentimentos depois do tesão inicial. Conheça meus livros na Loja Kindle da Amazon. Procure por mim lá: CM Sèven. Instagram já em atividade: @_cmseven_ Quer contar sua história? seven2002@bol.com.br

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