Chinelo grande do tio Jorge

Um conto erótico de Tio Jorge e sobrinho Lucas
Categoria: Heterossexual
Contém 776 palavras
Data: 19/05/2026 18:29:36

Chinelo Enormes do Tío Jorge

Era uma tarde quente de verão na casa do tio Jorge. Lucas, um jovem de 22 anos, tinha ficado sozinho enquanto o tio saía para resolver alguns assuntos na cidade. A casa estava silenciosa, e o calor fazia sua pele suar. Ao passar pelo quarto do tio, algo chamou sua atenção: um par de chinelos Havaianas pretos com detalhes amarelos, tamanho 47, enormes, usados, deixados ao lado da cama.

Lucas parou. Seu coração acelerou. Ele já tinha notado aqueles chinelos antes, mas nunca assim. O cheiro forte de suor, borracha e pés masculinos maduros invadiu suas narinas quando se aproximou. Eram gigantes, largos, com as solas gastas pelo uso constante. Algo dentro dele despertou. Um desejo proibido que ele mal entendia.

— Porra... que chinelos enormes do tio... — murmurou, a voz rouca.

Pegou um deles com as mãos trêmulas. O peso era impressionante. Sentou-se na beira da cama, tirou a bermuda e a cueca rapidamente. Seu pau já estava meio duro, latejando. Encostou a sola quente e suada do chinelo contra suas bolas, esfregando devagar. O cheiro subiu forte.

— Ahhh... que delícia... chinelo safado do tio Jorge... quero sentir esse cheiro de pé grande no meu pau... — gemia baixinho, mordendo o lábios.

Virou o chinelo e passou a parte de cima, onde o pé do tio pisava todos os dias, direto na cabeça do seu pau. Começou a se masturbar devagar, esfregando o pau duro contra a borracha macia e suja. Seus gemidos aumentavam.

— Isso... me usa... quero ser o tapete dos seus pés enormes... caralho, tio... seus chinelos estão me deixando louco...

Completamente nu, Lucas deitou no chão do quarto, colocou os dois chinelos enormes lado a lado e sentou por cima, esfregando a bunda e o pau contra eles como se estivesse cavalgando. Seu corpo tremia de excitação. Ele cheirava, lambia as tiras, se esfregava cada vez mais rápido, perdido no prazer.

De repente, a porta do quarto se abre

Tio Jorge, um homem alto, forte, de 48 anos, pés realmente gigantes e corpo de quem trabalhava pesado, ficou parado na entrada, olhando a cena. Lucas, nu, pau duro pingando, esfregando-se desesperadamente nos chinelos dele.

— Mas que porra é essa, Lucas? — perguntou o tio com a voz grave, mas sem raiva.

Lucas congelou, vermelho de vergonha, mas seu pau continuava latejando.

— Tio... eu... desculpa... eu não consegui me controlar... seus chinelos... são tão grandes... tão cheirosos...

Tio Jorge fechou a porta atrás de si, tirou a camisa e se aproximou. Um sorriso malicioso surgiu em seu rosto.

— Então o sobrinho tem fetiche por pé, hein? Olha só o estado desses chinelos... todo melado com seu pré-gozo. Levanta,falou tio

Lucas obedeceu, trêmulo. O tio sentou na cama, tirou os sapatos e meias ,esticou uma perna. Seu pé descalço era enorme, largo, com dedos grossos,muitos pelos, e um cheiro forte de suor do dia.

— Vem cá. Sobe. Faz cavalinho no pé do tio.

Lucas montou no pé enorme, sentando sobre ele como se fosse um brinquedo. O pé do tio pressionava sua bunda e seu pau ao mesmo tempo. Jorge começou a mover o pé devagar, esfregando a sola quente e suada contra o pau duro do sobrinho.

— Isso, garoto... rebola no pé do tio... olha como meu pé é grande... cabe tudo aí, né? — murmurava Jorge, excitado, vendo o jovem gemer.

— Ahhh tio... seu pé é tão quente... tão cheiroso... me usa... — gemia Lucas, rebolando, deslizando o pau entre os dedos grossos.

Tio Jorge segurou o próprio pau, que já estava duro dentro da calça, e começou a se masturbar enquanto via o sobrinho cavalgando seu pé. Depois puxou Lucas mais perto, colocou o pé direito contra o pau do jovem e começou a masturbá-lo com a sola, pressionando e deslizando com força.

— Bate punheta no meu pé, vai... goza pra mim.

Lucas obedeceu, esfregando-se freneticamente contra o pé enorme. Seus gemidos enchiam o quarto. Não aguentou muito tempo. Com um grito abafado, gozou forte, porra quente sobre os dedos e a sola do tio.

Mas tio Jorge não parou. Ainda com o pé melado de porra, pressionou contra a barriga de Lucas.

— Agora... mija pra mim, garoto. Mija no pé do tio.

Lucas, ainda ofegante e excitado, obedeceu. Um jato quente de urina saiu do seu pau semi-duro, molhando o pé enorme de Jorge, que gemia de prazer, esfregando o pé molhado contra a perna do sobrinho.

— Bom garoto... agora você sabe pra que servem os chinelos enormes do tio Jorge.

Os dois ficaram ali, respirando pesado, o cheiro de sexo, suor e urina enchendo o quarto. O fetiche de Lucas tinha acabado de ganhar um novo dono

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Comentários

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Caramba! Só quem já gozou e mijou em um pé sabe o tesao que é. Delicia de conto!

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