Acordei sentindo o meu corpo dolorido, parecia que tinha corrido uma maratona. Mas até que meu espírito estava mais leve depois daquela loucura que foi a noite passada. Paola estava magnifica, nunca a vi mais bela. Bela e deliciosamente vagabunda. Trepamos na sala, na mesa e na cama, até me deixar quase morto.
Insaciável Paola.
Me virei ainda na cama ouvindo o rangido da porta do armário. Era ela pegando algumas roupas e jogando sobre a cama.
“Bom dia.”
“Oi! Bom dia.”
Tentei me espreguiçar, meus ossos estralavam todos. Paola mostrou um sorriso safado começando a colocar umas coisas dentro de uma mochila.
“O que é que você está fazendo amor?”
“Ué! Arrumando as roupas pra levar, ora!”
“Levar? Onde?”
“Caio! Você topou ir hoje no sítio do Gu, do Gustavo. Esqueceu?”
Sentei na cama com um certo custo. Me sentindo meio esquisito. Eu não lembrava de ter topado nada.
“Topei!”
“Claro que topou. Você mesmo falou, vai arruma que a gente vai amanhã mesmo. Pra que esperar pra ir só no domingo.”
Até a luz que entrava pela janela me incomodava.
“Eu não me lembro nada disso.”
“Mas foi o que você disse. Anda levanta que já são mais de oito. Senão a gente chega tarde demais.”
Ela concentrada pegando as roupas, dobrando e enfiando na mochila, a dela.
“Acho que eu vou desistir. Tô muito cansado, você quase me matou ontem.”
Ela ficou agitada, foi ficando brava, meteu uma das blusas sem dobrar com força dentro da mochila.
“Então tá, não vai. Fica. Eu vou sozinha. Você é um estraga prazeres mesmo, bem que sua mãe sempre fala. Um chato, Caiô!”
Eu ia reclamar, xingar, até gritar, mas no estado em que ela estava achei melhor não provocar. Só ia piorar as coisas. Paola ficaria mais puta e o fim de semana estaria acabado. Outra semana inteira parecendo um velório.
Cocei a cabeça e resolvi ir me lavar, escovar os dentes e depois pensar no assunto. Quem sabe ainda conseguia convencer minha esposa da insanidade de nós dois passarmos um fim de semana na casa de um quase desconhecido.
Com jeito eu conseguia, conseguia sim.
Só que não deu.
***
“Pra onde Paola? Direita ou esquerda?”
“Aqui diz que é pra virar a direita. Mais três quilometros.”
“Nossa que não chega! Você disse que era dentro de Lagoa Santa.”
“Foi o que eu entendi. Também não reclama Caio, calma que tá chegando.”
E chegamos, mais de dez da manhã. Sol a pino, um calor abrasador. Entrei num terreno gramado, com algumas árvores bem grandes, entre elas haviam mangueiras. Estacionei atrás de uma dessas RAM enormes que mais parecem um caminhão. O ego do sujeito devia ser do mesmo tamanho.
Sai do carro com aquela sensação de quem é um intruso. Paola balançando a mão e andando apressada.
“Oi, Gustavo! Chegamos.”
“Achei que vinham mais cedo.”
O sujeito todo estiloso, com uma camisa florida meio desabotoada e um calção jeans bem justo. Encostando o ombro no batente da porta e uma das pernas dobradas apoiada apenas com os dedos dos pés. Segurava um copo de cerveja e pra arrematar usava um desses óculos espelhados o que o deixava ainda mais pedante.
“Oi! Prazer como vai. Caio.”
“Que isso cara, nós já nos vimos. Esqueceu?”
E estendeu a mão e quase esmagou os meus dedos. Vontade de dar um chute nas bolas do Gu, mas Paola até pedia o divórcio. Melhor não.
Fiz de desentendido e entramos com ele nos mostrando o interior da casa, não haviam tantos móveis, as paredes brancas com alguns quadros. Ele nos levou ao quarto onde ficaríamos, mostrou o banheiro, a cozinha e finalmente chegamos no alprende de onde se via a churrasqueira, a piscina, havia uma quadra de futebol e até uma volei pouco mais afastado. O sítio era grande e as árvores envolta deixavam o clima muito agradável, realmente um lugar muito gostoso.
“Bom gente, eu vou me trocar. Eu sonhei com essa piscina essa noite.”
“Fique a vontade Paola. Você também não quer botar um calção, Caio? Vai lá!”
“Não eu estou bem assim, só vou tirar a camisa.”
“Então passa um protetor que esse sol está de rachar.”
“Pode deixar que trago o protetor. Vai bebendo aí com ele amor. Já volto.”
Paola sumiu pela porta da cozinha e ficamos eu e o tal Gustavo nos encarando como se fosse a coisa mais comum do mundo, o marido e o suposto amante numa conversa normal.
Me ofereceu um copo, uma cerveja super gelada, passeamos até a churrasqueira, depois fomos até o campo de futebol. E ele me explicando que tudo aquilo era da família do pai, não sei há quantas décadas.
Paramos em frente a piscina, a água azulada, com as ondas suaves.
“Senta aí que eu vou buscar outra cerveja pra nós.”
Tirei a camisa e deitei na espreguiçadeira bebendo o que restava da garrafa ele chegou trazendo outra. Tirou os óculos, fez o mesmo com a camisa e o calção, e ficou só uma sunga azul escuro mínima. E depois deitou na espreguiçadeira do lado. Foi quando Paola apareceu num dos seus maiôs meio esquisítos, um preto sem alças que lhe valorizava as formas, os seios, a cintura e principalmente as coxas pareciam aumentar de volume. Sei lá porque?
“Toma passa, eu já passei. Depois empresta pro Gu.”
“Brigado, eu já passei.”
Eu sentei para passar o creme e Paola caminhou na direção da piscina. Ouvi um suspiro nem tão discreto vindo do outro lado. Olhei o que o ele admirava e eram as coxas carnudas da minha esposa. Pior, o tal maiô cobria menos da metade das ancas e ainda haviam os ombros nus.
A mulher estava um tesão, também depois daquela loucura na noite passada. Ele deu um risinho enquanto bebia um longo gole no bico da garrafa.
“Sua esposa é fenomenal, você está de parabéns.”
Enquanto ele falava eu ia epalhando o creme nos braços, no peito, nos ombros e na cara. Depois fui descendo pelas pernas, até os pés. A cabeça queimando com o Sol e eu arrependido de ter deixado Paola me convencer a vir para o sítio. Ou vinha, ou era vinha sozinha. O que era melhor?
“É a melhor professora da nossa turma. Tem uma didática incrível. Não tem ninguém igual. Eu nunca tive uma assim.”
Ouvi um ‘tbúm!’ e Paola se jogou inteira na água fria da piscina. Deus uns berros, uns risos parecendo uma criança com um brinquedo novo.
“Putz! Desculpa, mas a sua mulher é muito…”
Dei algumas goladas esvaziando a minha garrafa. Puto da vida com os modos do garotão abusado, mas também com uma ponta de orgulhoso de saber que mais um estava hipnotizado pela paisagem que era a minha mulher e só eu tinha Paola. O efeito da bebida começava a acontecer, mas eu ainda conseguia sentir ciúmes do sujeito atrevido.
“Muito o que?”
“Muito, muito simpática, profissional competente. Um sorriso cativante, boa de papo… e linda. Sua mulher é muito bonita cara. Desculpe a franqueza, mas é.”
E ele exibiu um sorriso que só os homens dão quando ficam fissurados numa mulher. Eu ia dar um murro na cara, mas ver os homens babando por Paola era parte que eu mais gostava. Deles saberem que só ficariam nisso. Apenas eu podia deitar com aquela mulher, meter fundo o meu pau no seu corpo, fazer Paola gozar como uma gata.
Meu coração estava aos pulos, eu me sentei, ele também. Óbvio que o sujeito estava de olho em mim, mesmo sendo um palmo e meio maior. Ficamos nos encara como se fosse um duelo.
“Gente! Meninos, o que foi?”
Era Paola boiando na borda da piscina, o queixo apoiado na mão espalmada, os olhos amendoados ainda mais graciosos, o sorriso adorável. A luz do Sol deixava a mulher parecendo uma sereia.
“Nada de briga, tem pra todos. Ninguém quer nadar?”
Ninguém disse nada, só aquela encarada básica pro cabra entender que tudo tinha limite. Ele deu um riso sem graça, depois levantou e perguntou como se não tivesse acontecido nada.
“Quer outra cerveja?”
Eu declinei, mas Paola aproveitou a deixa.
“Tem vodka?”
“Eu fiz uma capi de limão, cê quer?”
“Oh se quero! Quero sim. Traz mais pra dividir com o Caio.”
Eu ia repetir o não, mas a encarada que Paola me deu ainda boiando dentro da piscina, parecia uma pantera pronta pra me morder o pescoço. Achei melhor não arriscar. Detesto barraco, ainda mais quando estou sóbrio, mais ou menos sóbrio.
Levou um tempo e o sujeito voltou trazendo dois copos e um balde prata enorme. Pôs pra ele e depois serviu o outro copo, achei que ia me entregar, mas ele foi na direção de Paola.
“Primeiro as damas.”
Ela ficou encantada, o sorriso de quem estava seduzida pela gentileza.
“Brigada querido. Hmmm! Delícia.”
Saiu da piscina e veio caminhando na nossa direção. Gustavo ainda de pé bebericando o seu copo, eu sentado e ela vindo parecendo que desfilava em câmera lenta, no seu habitual gingado sensual.
“Toma, prova amor.”
Secou com a toalha, penteou os cabelos e sentou atrás de mim na espreguiçadeira e me passou o copo. Aquilo desceu redondo, não sou assim tão fã de bebidas alcoólicas mais doces, mas naquela hora, o clima que havia na hora e a temperatura do dia, me fez refrescar as idéias.
Enquanto eu me divertia com a capivodka Paola e tal Gustavo conversavam sobre o sítio. Ele explicando detalhes e ela completando as frases ou soltando interjeições que para mim parecia cada vez mais falsas.
“Não me diga! Verdade?”
“Claro que é verdade. Juro.”
Ele sentou de volta na espreguiçadeira e serviu os copos de novo. Primeiro o meu, depois o dele.
“Caio me passa o protetor solar, suas costas tão começando a ficar vermelhas. Você não passou direito rapaz.”
Eu bebendo e eles conversando, mas o bom mesmo eram as mãozinhas de Paola me massageando com o creme e eu vendo a cara do nojentinho parecendo que ia ter um treco. Até babava, vendo a garota me esfregando as costas e os braços. Nada melhor do que ver os homens de boca aberta sonhando como seria comer Paola na cama.
Minha cabeça começava girar, ainda mais do que antes. Eu nunca fui muito forte com bebida.
“Quer que eu passe em você, Gus…tavo.”
“Melhor não, depois.”
“É melhor eu passar em você, saiu agora da piscina. Deita que eu passo amor.”
Fiquei de pé e ela deitou de bruços na espreguiçadeira. O sujeito sentou na dela e ficou nos olhando, com um sorrisinho afetado só pra não me provocar. Paola colocou a cabeça apoiada nos braços dobrados.
Eles conversando e eu espalhando o creme nos ombros e braços da minha mulher. Não dava para ir mais por causa do maiô que cobria boa parte das costas. Passei a besuntar as pernas, as coxas de Paola.
Mesmo sem olhar ouvi o tom de voz do Gustavo mudar. Ela falando e ele demorando para responder, nem precisava olhar para saber que o atrevido não tirava os olhos das pernas da minha esposa. E as coxas de Paola brilhavam com o creme.
Aproveite para provocar os dois.
Peguei Paola de surpresa e deixei o outro de boca aberta. Como o maiô não cobria todo o quadril, deixava uma boa parte das ancas de fora, Nem preciso dizer que Paola é bem dotada quando se trata da bunda, nada exagerado, mas sempre chama a atenção de qualquer um. Enquanto ela falava derramei da bisnaga o creme deixando cair direto na bunda. Ela se arrepiou.
“Isss! Ai amor, tá frio que isso!”
Ela riu desconsertada, mas olhou na direção do Gustavo. Ficaram calados, mas havia uma troca de olhares entre eles enquanto eu espalhava o creme no contorno das ancas. A curvatura da bunda, a textura da pele. A mão desceu por dentro chegando no interior da coxa, depois fiz o mesmo na outra.
Paola ficou tensa, mas não de vergonha. Era um arrepio diferente, sua buceta ainda não estava quente, mas percebi ela se apoiar nos joelhos o suficiente para erguer o quadril fiquei surpreso. Não esperava tal atrevimento ainda mais com outro homem perto de nós.
Dava para ver a rachinha de Paola mordendo o tecido preto, seu corpo tremia de leve. Se pudesse eu massageava, eu sei que ela ia adorar. Mas ela nem precisava disse pra mostrar que o tesão começava a tomar conta dela. Ela encarava o Gustavo, até ria se sabendo examinada.
Gustavo ficou deitado de lado só para aproveitar melhor a cena. Havia uma espécie de provocação que ia crescendo entre eles, na verdade entre nós, ainda que eu fosse me tornando mais um espectador.
Mesmo tonto e com o raciocínio lento eu não tinha coragem de quebrar o barraco, na verdade parte de mim, como eu falei, gostava de saber que Paola estava sendo admirada, ainda mais deixando o aluno de pau me vendo massagear o interior das coxas da professora que ele queria comer.
Senti vontade de siriricar Paola bem na frente do Gustavo, só pra ele ver como eu fazia quando ela pedia. Mesmo assim passei a mão ainda mais fundo, bem no meio sentindo o interior do maiô, as dobras da bucetinha da minha mulher.
“Ai, que isso, Caiô! Para, tem gente aqui.”
E riu meio sem graça pra ele. Os dois quase se comendo com os olhos. Até que ela resolveu assumir o controle da situação. Nunca vi minha mulher numa atitude assim. Primeiro fez o gesto com os dedos pedindo a bisnaga e sentando de frente para o aluno.
“Tá bom, Caio, tá bom. Agora me empresta. Empresta pra eu passar no Gustavo.”
Ele ficou meio surpreso, pelo menos foi o que pareceu, e eu mais ainda. Acabei entreguando querendo ver até onde ia aquele clima que estava se formando entre nós. Paola, sentou atrás do rapaz e ele mostrou um sorrisinho simpático mais para ela do que para mim. Minha cabeça parecia estar girando ainda mais.
Paola começou a espalhar o creme na pele, passando as mãozinhas e esparramando o creme leitoso na pele do moco.
Passou nos pmbros, pelas costas e depois se ajeitou ajoelhando atrás dele, de tal forma que parecia mais alta que ele. Vi um sorriso se formando na cara ela, um sorriso que deixava claro seus pensamentos.
Molhou os beiços com a língua e derramou o creme na mão e começou a massagear o peito dele do mesmo jeito que antes, só que num ritmo mais devagar, como se aproveitasse o momento, sentindo o corpo do moço, a sua musculatura, as curvas do peito até descer as mãos pela barriga sarada do cara. .
Eu não acreditei na hora, não achei que fosse chegar a tanto a ousadia. Enquanto ela passava o creme eles foram ficando em silêncio. Ele aos poucos erguendo a cabeça, fechando os olhos e soltando uns gemidos. Paola atrevida sussurrava qualquer coisa no ouvido dele que eu não entendia, ao mesmo tempo que me olhava de lado, linda como sempre, com aquele sorriso sacana desenhado na boca, enquanto as mãos seguiam os seus movimentos no corpo atlético do seu aluno preferido.
Comecei a ver que Gustavo crescia, erguia o seu calção descaradamente. E comigo ali, na sua frente. O pior é que Paola parecia não se importando, continuava falando gracinhas no ouvido do cara. É claro que ela sabia o que estava acontecendo mesmo com ela não encarando. Mas piorou, só pra me provocar, a safada mostrou a língua e lambeu o pescoço do Gu.
Fiquei congelado, o coração disparado enquanto eles falavam.
“Ai! Isso arrepia. Sabia?”
“É pra arrepiar mesmo. Eu só queria saber que gosto você tem.”
Falou isso na minha frente, olhando pra mim e dando uma piscadela como só ela. Abusada espremeu a bisnaga a coxa do aluno, uma linha sinuosa branca ficou marcada. Ela se inclinou o suficiente para esfregar o creme na coxa bronzeada
“Paola Negri! Mas afinal o que isso?”
Ela nem susto tomou, afundou o rosto meio de lado nos cabelos do Gustavo, ele fingiu não ter ouvido nada. Só dava pra ver um dos olhos e um meio sorriso safado, ela esticou a língua e lambeu a orelha do cara. Os cabelos dourados, ainda molhados começando a secar.
Gustavo me encarou com a testa franzida, os olhos meio fechados pela luz do Sol. Era como se ele nem soubesse quem eu era. Era como se ele fosse o homem dela e não eu.
“Hein! Me responde Paola, o que é você está fazendo?”
Paola foi virando o rosto, me fuzilando com o olhar como se fosse uma pantera pronta para atacar. A mão sobre a coxa ela começou a arranhar a pele do cara que ela queria trepar, como se fosse a garra de uma felina.
“Aaaah! Aaainnh, Paola!”
Ele gemeu de olhos fechados com a cabeça meio de lado, e movendo a cintura como se a dor fosse deixando o sujeito mais excitado. A cabeça do pau começou a sair no alto da sunga.
“Mostra o seu Caio, mostra.”
“Paola! Que merda! O que você está fazendo, porra?”
“Tira Gustavo deixa ele ver o seu.”
Falou autoritária, mostrando os dentes como se eu não fosse nada para ela, como se fosse um espectador qualquer. Gustavo, nem olhou, só desceu o suficiente a sunga e aquilo pulou como se fosse um mastro. Sem pelos, cheio de veias, a cabeça rombuda e levemente roxa.
“Nossa garota! Tá vendo Caio, qual o problema? Mostra o seu também, gosto, deixa ver os dois Hein? Não era isso que você queria? Não era o sonho ver o pau de alguém duro por causa de mim.”
Ela parecia uma moleca. Pra me provocar ainda mais, desceu e mordeu o pescoço dele. E o sujeito lá me mostrando o pau comprido entre os dedos. Ele foi perdendo a vergonha, foi afastando as pernas se exibindo pra dela.
“Anda Caio, tira logo! Eu sei que você tá gostando de ver. Confessa, não é o seu sonho? É o meu também amor. Mostra pra mim, eu sei que está duro, vai! Deixa ver.”
“Não Paola, não!”
Pensei em levantar e sair, mas realmente a cena e os modos de Paola me hipnotizaram, me deixavam ainda mais excitado vendo minha mulher massageando perna e a maozinha subindo e chegando na altura da sunga azul, quase tocando os dedos do cara.
“Segura Paola, segura.”
Gustavo gemeu o pedido e eu, eu balancei um sim.
“Então põe pra fora.”
Eu pus, puxei do calção mostrei meu tesão com a cena. Ele deu um risinho me vendo. Paola não disse nada apenas tomou o cacete dele com a mão e envolveu a cabeça rombuda.
“Aaaiinh, Paola! Isso, mais.”
Ele falava e ela me encarava, começou a tocar uma punheta na minha frente, só na cabeça e depois movendo os dedos no tronco. Ela abraçada nele e masturbando o homem na minha frente. Os olhos fixos em mim.
“Aaah! Paola. Delíciaaah!
“Paola, amor. Não faz assim comigo.”
Ela riu vitoriosa quando me viu punhetando na frente dela. Tocando por ela, pela cena grotesca de Paola masturbando outro homem. O meu pau estava duro, uma gota escorreu nos dedos. Se quisesse eu gozava, na hora. O tesão era imenso e ver Paola se transformando numa vadia era maravilhoso.
“Isso meninos, agora os dois se tocando. Os dois juntos se punhetando, por mim. Pega o seu Gu. Mais Caiô! Anda, eu quero os dois gozando por mim. Háháhá! Rápido, eu quero agora.”
Eu me agitei no mesmo ritmo do Gustavo. Era quase uma competição pra saber quem era o macho mais potente. O meu não era tão grande, nem grosso como dele. Não é à toa que Paola escolheu a dedo o Gustavo. Eu sei do que ela gosta, o que vejo quando ela resolver procurar homens na internet.
Olhei pra ela me sentindo um babaca idiota. Paola saiu de trás, do Gustavo e sentou do lado, passando a mão no peitoral trabalhado, arranhando os mamilos com as unhas afiadas. Cruzou as pernas e inclinou ao máximo. Riu e beijo o ombro dele mordendo com os dentes.
Foi o suficiente.
“Aaah! Aaaannh! Aaaa!”
Esporrou jogando seus jatos brancos longe como um garanhão. Ele rugia e a porra saia pingando na grama, nos dedos. Os olhos de Paola reluziam, o sorriso ordinário estampado e ela sentindo premiada com os modos indecentes do moço.
Achei que ela ia falar alguma coisa, mas só descruzou as pernas e se inclinou. Inclinou sem me olhar, eu não acreditei no atrevimento, mas ela fez. Segurou o cacete ainda duro e beijo a cabeça do pau. Chupou e lambeu.
Gustavo estava encantado, sem acreditar que ela fizesse aquilo na minha frente. Sorria saboreando o momento. Ela voltou a sentar, achei que fossem se beijar, mas Paola se levantou e caminhou na minha direção.
Estilosa, elegante, ainda mais sensual. Parou a um palmo de mim, me agarrou pelos cabelos e me beijou. Um beijo de língua, veio uma gota de cuspe com porra e as nossas línguas se amarrando na minha boca.
“Paola, amor!”
Ela colocou o indicador nos meus lábios e desceu rindo, até se ajoelhar no meio das minhas pernas. Me tomou o cacete e chupou. Me sugou como uma profissional. Arranhando as bolas com as unhas e envolvendo o cacete com a boca. Uma putaria louca na frente do outro.
Eu fui me agitando, movendo como se estivesse comendo a buceta dela. Paola percebeu, afastou e punhentou o suficiente. Dei uma cusparada na testa, outra na cara, ela abriu a boca e injetei minha porra na língua.
Era tão íntimo, tão especial e tão nojento.
“Hmmm! Meu bem, adorei.”
Ela falou rindo e ele chegou logo por trás. Estendeu a mão e ela se apoiou, subiu. Gustavo abraçou e ela se virou, trocaram um beijo longo. Um beijo babado. Fez o garoto beber minha porra muito mais do que tinha bebido a dele.
