O Evangélico do Trabalho

Um conto erótico de netossa2016@gmail.com
Categoria: Gay
Contém 867 palavras
Data: 17/05/2026 18:35:01
Última revisão: 18/05/2026 06:53:17

Acho que estamos passando a viver um momento propício para os homens se liberarem, e é muito bom para nós, gays.

Tenho um colega que é evangélico, mas nunca tive muita proximidade com rapaz, até que achava que ele não simpatizasse comigo pois nosso contato era só profissional, além de não me sentir atraído pelo cidadão. Esses dias a empresa fez algumas atividades de integração e numa delas ele estava na minha equipe. Entre umas e outras, ele fazia algumas piadas, meio ingênuas até, mas eu não me encantava com elas. Havia a previsão de uma finalização com um pocket show com um coquetel e essas coisas que visam aproximar as áreas, foi quando me surpreendi ao vê-lo tomando uma caipirinha...O evento começou no final da tarde com previsão de terminar por volta das 22h, mas acabou se esticando até às 23h e o pessoal ficou animado. Meu colega se aproximou do grupo onde eu estava animadamente conversando com meus colegas e ele se enturmou.

Foi se aproximando da meia-noite e comecei a me despedir para ir embora e esse cara veio se oferecendo para me deixar em casa. Estranhei, mas acho que a bebida me deixou mais suscetível...Aceitei. Ainda ficamos mais uns vinte minutos até que seguimos para o carro dele. O rapaz estava tranquilo, creio que não bebeu muito, pensei. Chegamos ao seu carro e eu ensaiando o que conversar com ele já que não tínhamos muita intimidade. Ele ligou o rádio e isso meio que quebrou um pouco o gelo inicial. Ele me perguntou onde morava, indiquei o endereço e a melhor rota, ele me tranquilizou de que não teria importância. Fomos conversando e eu percebi que ele estava inquieto, então perguntei se ele estava bem, daí ele falou que queria fazer xixi. O cara foi diminuindo a velocidade até encontrar um local onde poderia fazer sua necessidade naquele momento. Ele parou e eu aproveitei para mijar também. Voltando para o carro, percebi que ele não havia fechado a calça, dava pra perceber ela aberta e via sua cueca aparente. Fiquei na minha pra ver até onde aquilo daria...

Seguimos o caminho e ele ficou bem animado até! Ele se ajeitava ainda mais, aí perguntei se ele tinha bebido muito, no que ele negou e riu prazerosamente e abriu a camisa de botão que vestia. Fiquei animado e até passei a vê-lo com outros olhos. Percebi a aliança de noivado e investi nesse assunto.

- Há quanto tempo você é noivo?

- Tem uns dois anos, acho que vamos nos casar ano que vem.

- Você é muito jovem pra já casar, não acha?

- Estou com 23 anos, acho que já tenho maturidade pra isso. Compramos um apartamento e até o ano que vem já vamos recebê-lo e vamos mobiliar pra morar.

- Que bom que vocês se planejaram, daí só se esquematizar para ter filhos.

- Pensamos nisso mesmo...

Ele me respondeu e ia se ajeitando. Daí percebi que ele tinha abaixado a cueca e dava pra perceber que ele ajeitava o pau pra não pular fora da cueca.

- Você ainda quer fazer xixi?

- Eu queria gozar!

Me percorreu um fogo no corpo todo e nem pensei, lancei a mão direto entre suas pernas e ele segurou minha mão pra apertar sua pica.

O silêncio tomou conta do carro e eu abaixei pra chupar seu pau, ele conduziu minha cabeça até seu mastro...

Olha, o cara tinha uma pica muito boa! Grossa e o calibre ocupava toda minha boca. Dei uma mamada onde eu sugava a cabeça do pau dele.

- Queria gozar em em sua boca, ele sussurrou.

- Vamos pra um local mais tranquilo.

Indiquei pra irmos a um motel e o macho não se importou com a sugestão.

Chegamos e o macho já saiu do carro com a camisa aberta e a calça nos joelhos. Entramos no quarto e ele ficou esperando que eu agisse.

Tirei-lhe a camisa e ele tratou de ficar pelado.

Ajoelhei e mamei aquela caceta perfeita! O fiz deitar na cama e continuei o boquete pensando como receber todo aquele monumento de carne e nervos no rabo. Mamei e deixei o pau do bofe pronto pra ser engolido pelo meu cu e ele esperava por isso. Sentei e senti sua pica arregaçando minhas pregas, mas eu queria tudo dentro. Relaxei e fui cavalgando sentindo cada centímetro dentro de mim. Acelerei para que ele inundasse meu cu de leite e isso aconteceu! Pude sentir seus jatos, mas o cara não esboçava reação, isso me deixou bolado tanto que não fiz questão de gozar. O pau dele amoleceu e fomos pro banheiro pra que a gente se banhasse.Trocamos de roupa, voltamos pro carro.

No caminho quase não nos falamos e isso me incomodava. Ele me deixou na porta do prédio, eu me despedi e ele falou um 'até a amanhã'. Não tínhamos trocado contatos, mas no primeiro dia no trabalho acabei encontrando com ele e o rapaz deu um sorriso de cumplicidade que eu retribuí.

Na sexta-feira ele me perguntou se queria carona, eu topei. Fomos parar na minha casa e aí rolou mais uma rodada de pica no no meu cu, mas dessa vez ele estava mais animado...

Depois eu conto.

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