Uma aventura com uma leitora dos meus contos eróticos
Eu sou o Hero, escritor de contos eróticos. Sempre construo histórias inspiradas na vida real, com muito respeito, nunca tornando o erotismo algo vulgar ou sem sentido. Em cada texto, crio enredos onde a intimidade nasce de uma conexão verdadeira, com cenários baseados nos lugares onde vivo, para que quem lê possa sentir na pele cada detalhe escrito. Cuido de cada parte da narrativa, do começo ao fim, deixando espaço para a imaginação correr solta, pois sei que esse caminho é delicado. Muita gente busca só cenas rápidas, sem se importar com o sentimento por trás do ato, e já li muitos contos secos, sem alma — o que me motiva a manter meu jeito de escrever: quero que ao ler, vocês encontrem desejos guardados, tesões adormecidos e fantasias que só esperavam uma chance para acontecer. Para mim, a felicidade vem de sermos quem somos, vivendo o que temos vontade, independente do que os outros esperam da gente.
Há cerca de uma semana, publiquei um novo conto no portal Casa dos Contos Eróticos, intitulado A Madame e o Caipira, uma história que misturava o universo rural e o ambiente urbano, mostrando o encontro entre uma mulher decidida e um homem simples, cheio de potência. O retorno foi absurdo: centenas de mensagens elogiando o enredo e a forma como a tensão sexual crescia a cada página, muitos pediam continuações ou compartilhavam seus próprios sonhos mais secretos. Entre todos esses recados, um chamou atenção logo de cara, era de uma leitora que se apresentou apenas como Fernanda. Seu comentário não falava só da história, mas contava como aquelas palavras tinham tocado o fundo do seu íntimo, dizia que ao ler, reencontrou um sentimento que tinha perdido há tempos: a capacidade de querer, de precisar e de se sentir desejada de novo. Fiquei muito curioso e respondi ao seu recado, e foi assim que começamos a trocar e-mails todos os dias. Logo as conversas ganharam um tom diferente, cheias de insinuações e perguntas que ninguém nunca tinha feito. Ela me contava coisas que nunca tinha revelado para ninguém, detalhes de seus desejos mais escondidos, e eu respondia com tudo o que eu imaginava, com tudo o que eu achava que faria ela sentir. Ficava sempre na dúvida se era só conversa ou se um dia iria se transformar em realidade, e essa incerteza só aumentava o tesão dos dois a cada mensagem trocada. Ela dizia que minhas palavras faziam ela tremer sozinha no quarto, que conseguia me sentir tocando nela só de ler o que eu escrevia.
Fernanda tinha 34 anos, era carioca, pele macia e clara, corpo bem desenhado e estatura pequena, daquelas que cabem perfeitamente entre os braços de um homem. Trazia no olhar um brilho de quem guardava um vulcão dentro de si, mesmo quando contava sobre suas dores. Era casada havia três anos com Felipe, um homem de 36 anos, moreno claro, porte atlético, educado e professor de educação física. Pra quem via de fora, formavam o par ideal, mas ela abriu o coração e me contou tudo, sem deixar nada de fora:
— Hero amigo, eu me sinto morta de vontade e meio abandonada. Ele me trata bem, é um bom marido, cuja de mim, mas na cama tudo parou de vez. Há mais de um ano não temos uma transa de verdade, não existe mais toque, mais carinho, mais nada. Agora eu estou viajando a trabalho, longe dele, e a distância só aumentou o vazio enorme que eu sinto entre minhas pernas. Sei que tem coisas que ele não me conta, desejos que ele esconde bem lá no fundo, e com o tempo eu acabei perdendo meu brilho e toda a confiança em mim mesma. Foi lendo tuas histórias que percebi que ainda existe uma mulher cheia de vontades querendo sair de dentro de mim.
Conversamos por um mês inteiro. Eu, com meus 45 anos, corpo trabalhado e definido, sempre ouvia tudo com calma, sem julgar nada — esse é o meu jeito de ser, e foi isso que ajudou ela a se abrir cada vez mais. Orientava sobre como o prazer se constrói a dois, sobre a importância do diálogo e da compreensão, e nos tornamos amigos e confidentes de tudo. Ela dizia que minhas palavras eram remédio para sua carência e combustível para sua imaginação, e que cada conversa deixava ela mais louca de desejo. Nossas trocas de mensagens ficavam cada vez mais quentes, mais detalhadas, cheias de dúvidas e de fantasias que a gente criava junto, imaginando como seria se estivéssemos juntos de verdade.
Certa semana, ela escreveu dizendo que viria até Porto Alegre resolver assuntos da família e queria muito me conhecer pessoalmente, agradecer por tudo e quem sabe transformar todas aquelas palavras em atos reais. Confesso que achei que era só um jeito carinhoso de conversa, respondi desejando boa viagem sem criar nenhuma expectativa, mas alguns dias depois recebi a confirmação: ela estava na cidade, hospedada no centro e esperava ansiosa pelo nosso encontro. Fiquei completamente surpreso, o coração disparou, a cabeça encheu de dúvidas e ao mesmo tempo uma vontade enorme de ir ter com ela.
Pensei um pouco: escrever é uma coisa, viver essas histórias é outra, mas a curiosidade e a vontade de ajudar falaram mais alto. Marcamos numa lanchonete discreta, perto do hotel dela. Quando cheguei, Fernanda já estava lá, vestida com um vestido leve que marcava cada curva do seu corpo, deixando claro o que havia por baixo do tecido fino. Ao me ver chegar, sorriu e os olhos brilharam de um jeito diferente, cheios de segredos. Dei um abraço apertado e senti seu corpo tremer inteiro contra o meu.
— Que bom que você veio — disse ela com voz doce e rouca, cheia de expectativa.
Passamos horas conversando num canto reservado, sem pressa nenhuma. Ela me contou melhor sobre Felipe, explicou que ele tinha muita dificuldade de entender a própria sexualidade, sempre foi reservado e calado, e com o tempo ela percebeu que ele sentia interesse e admiração por outros homens, algo que ele nunca teve coragem de assumir ou colocar para fora. Ele a amava, sim, tinha certeza disso, mas esse desejo reprimido o afastava de todo contato íntimo. Mesmo distantes, foi ele quem teve a ideia: alugaríamos um motel, ela levaria o notebook e faria uma ligação de vídeo para que ele pudesse assistir tudo ao vivo, direto da sua casa no Rio de Janeiro, a mais de mil quilômetros de distância. Era a forma que eles encontraram para tentar se reaproximar e se entender melhor. Ela chegou mais perto, baixou a voz ainda mais e completou:
— Ele também pediu que se nós quiséssemos, poderíamos fumar um pouco de maconha durante tudo. Ele gosta de ver assim, diz que deixa tudo mais solto, mais gostoso, mais cheio de desejo. E quer ver cada detalhe, até quando ele estiver se tocando lá e nós aqui.
Olhei firme nos seus olhos, pra ter certeza de tudo:
— Fernanda, tu tem certeza que isso é o que vocês querem mesmo? Não é só transa que resolve as coisas, sabe? Não quero fazer nada contigo se não vier do fundo do teu coração, nem se for algo que vocês vão se arrepender depois.
Ela segurou forte minha mão, sorrindo com gratidão e desejo:
— Tenho toda certeza do mundo. É o que precisamos pra nos reencontrar de verdade, para sermos felizes de novo. E eu também quero viver tudo o que a gente conversou esses dias, tudo o que eu imaginei.
— Às vezes, ser livre é o jeito certo de salvar o amor — respondi apertando levemente sua mão. — Se tudo for feito com respeito e confiança, tenho certeza que dá certo pra nós três.
Naquele momento percebi que minhas histórias ganhavam vida de verdade, era uma chance de ajudar a consertar o que estava meio quebrado. Ali combinamos tudo: iríamos começar um novo capítulo, onde a distância não seria problema e o desejo ia falar mais alto do que qualquer coisa.
Saímos de lá e fomos até um motel mais afastado, lugar tranquilo, luz suave e uma cama enorme no meio do quarto, tudo preparado para receber nossos corpos. Assim que a porta fechou e a chave girou, o clima mudou rápido, a ansiedade deu espaço para um calor que dava para sentir no ar, cheiro de tesão que já tomava conta de tudo. Fernanda abriu a bolsa, pegou o notebook e o maço que tinha trazido, logo conectou a chamada. Em segundos a tela acendeu e lá estava Felipe, sentado no sofá da sala dele, confortável, olhando direto para nós com atenção e um sorriso que eu não esperava.
— Então é você quem cria essas histórias todas — disse ele, voz calma mas já alterada de tanto desejo. — Ela me contou tudo sobre tuas conversas, teu jeito de fazer as coisas, cada detalhe. Daí da minha casa, vou ver cada movimento, cada encaixe, cada vez que ela gozar. Espero que isso ajude a gente a ficar bem de novo. Pode fazer tudo o que combinamos, fuma aí, deixa tudo mais gostoso.
— Eu amo muito ela — continuou, passando a mão por cima da calça que já estava marcada dura. — Mas tem uma parte minha que eu nunca mostrei pra ninguém. Ver minha mulher com um homem como tu, mais velho, experiente e decidido, mexe comigo de um jeito que não sei explicar. Quero ver tudo, sem esconder nada, cada pedacinho de vocês dois.
Fernanda acendeu um, deu uma tragada forte, segurou a fumaça e passou para mim. Ficamos ali, os três, trocando ideia, rindo, cada vez mais soltos. Ela começou a tirar a roupa devagar, com calma, provocando, deixando tudo acontecer naturalmente e olhando direto para a câmera para que ele visse cada peça cair. Usava calcinha e sutiã de renda preta, bem finos, que deixava os seios pequenos e firmes bem visíveis, os bicos já duros de tesão, marcando o tecido, e a calcinha já estava molhada na parte de baixo, manchada pelo desejo que escorria de dentro dela. Cheguei perto e beijei seu pescoço, sentindo o cheiro bom e forte da pele macia que já estava arrepiada. Minhas mãos passearam por todo corpo, apertando com força as nádegas redondas e durinhas dela, e logo saiu os primeiros gemidos baixos da sua boca. Enquanto beijava sua boca e mordia levemente os lábios, ia subindo as mãos pelas coxas, chegando cada vez mais perto da buceta que já escorria molhada, abrindo os lábios gordos só com o toque dos meus dedos. Dei uma olhada na tela e vi ele já com uma mão dentro da bermuda, se tocando devagar, sem tirar os olhos de nós um segundo sequer.
— Isso aí... continua... toca ela do jeito que só tu sabe — pediu ele, com voz pesada e rouca. — Me mostra tudo o que tu escreve nas tuas histórias.
Tirei o resto da roupa dela e deitei nos lençóis macios, depois tirei a minha também, mostrando o corpo trabalhado e o pau duro, grosso e grande, cheio de veias, roxo de tanto sangue, que ela já tinha elogiado em conversas. Os olhos dela brilharam ao ver o tamanho, abriu a boca de surpresa, e os olhos dele na tela pararam em cada detalhe, com a boca aberta de desejo. Comecei a explorar tudo devagar, beijei os seios, passei a língua nos bicos duros, mordi de leve até ela gemer mais alto, desci pela barriga toda arrepiada e fui até a entrada dela. Abri com os dedos e encontrei o pontinho que já estava enorme e pulsando forte. Chupava devagar, depois mais forte, entrava com a língua e saía, mudando o ritmo, lambia tudo aberto, fazendo barulho de tanto líquido que tinha lá dentro, ouvindo os gemidos cada vez mais altos dela, tudo que ela tinha guardado saindo naquele momento.
— Ele come gostoso, né? Tá vendo como eu gosto? Como ele me deixa louca? — disse ela olhando pra câmera, enquanto eu continuava lá, enfiando a língua bem fundo, provando todo o gosto doce e salgado dela.
— Não para nunca, por favor... eu já não aguento mais aqui — respondeu ele, já todo alterado, mexendo em si mesmo cada vez mais rápido e forte.
Depois de provar cada gota que saía dela, levantei e encaixei a cabeça do meu pau bem na entrada molhada, passei por fora todo, molhando bem com o mel que escorria. Desci devagar, abrindo caminho, sentindo o calor apertado envolver cada centímetro meu, até a bacia bater na dela. Ela segurou meus ombros forte, cravando as unhas nas costas, arranhando tudo, enquanto eu começava o movimento: ritmo certo, misturando força e carinho, empurrando fundo até bater lá no fundo, puxando tudo para fora até ficar só a cabeça dentro.
— Coloca ela de quatro, assim daqui eu vejo melhor, vejo como teu pau some todo dentro dela — pediu ele do outro lado, com a voz embargada.
Virei o corpo dela, puxei as pernas pra trás deixando tudo bem visível para a câmera, abrindo os lábios da buceta com as mãos para que ele visse tudo entrando e saindo. Os movimentos ficaram mais rápidos e profundos, o som dos corpos batendo um no outro enchia o quarto, o pau meu todo brilhante de molhado, escorrendo pelas pernas dela. Peguei mais um trago, soltei a fumaça bem em cima dos corpos, tudo ficava mais intenso, mais gostoso.
— É assim que tem que ser, perfeito... que delícia ver vocês dois, ver ela toda tua — murmurou ele, quase gritando de tanto tesão.
— Você é um homem de verdade, firme mas carinhoso, me faz sentir toda sua, me enche toda — disse Fernanda entre gemidos altos, rebolando para trás para encontrar cada empurrada minha.
Depois de um tempo, virei de lado, deitei ao lado dela e continuei encaixado, apertando os seios enquanto mexia, mordendo o pescoço, sentindo o suor escorrer nos dois corpos. A pele toda colada e ele podia ver na tela como o rosto dela mudava a cada toque, cada vez que eu ia mais fundo.
— Agora fiquem de pé encostado na parede, quero ver como ela se entrega no teu corpo todo — pediu Felipe, respiração já ofegante e fraca.
Levantei Fernanda, encaixei suas pernas na minha cintura e pressionei contra a parede fria. Mexia com toda força, atrito era maior e os gemidos ecoavam forte. Ela segurava nos meus cabelos e arranhava minhas costas, apertava as pernas em volta da minha cintura, sentindo todo meu tamanho entrando e saindo sem parar.
— Agora deita ela de novo, quero ver o rosto dela quando chegar lá, ver os olhos revirando de prazer — disse ele, já quase não se aguentando mais.
Deitei na cama, fiquei por cima e penetrei bem devagar, olhando direto nos olhos dela, encaixando tudo de uma vez.
— Vai meu garanhão... enche minha buceta... me faz mulher de verdade... sou toda sua — gritou ela, voz embargada de desejo, com a cabeça jogada para trás.
A primeira vez veio forte, ela arqueou as costas, agarrou os lençóis e gritou alto, sentindo o corpo todo apertar em mim, se espasmando toda, molhando tudo. Logo veio a segunda onda, ainda mais intensa, as pernas dela bambearam e só o meu movimento segurava ela
