O Pó que Nos Fez Voar

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 572 palavras
Data: 15/05/2026 00:08:06

Galera, se o ménage passado foi loucura, preparem-se: Camila e Marcelo me chamaram pro apê deles na semana seguinte com uma surpresa de foder o juízo. "Trouxemos o tempero perfeito", avisaram. Era um pó branquinho, finíssimo, daqueles que sobem pelo nariz e disparam o tesão pro espaço. Eu, Adriane, a cunhadinha tarada, embarquei sem pensar duas vezes. Cheguei de shortinho grudado na pele e top cropped, o pulso acelerado de pura expectativa.

Marcelo abriu a porta com olhar de predador, calça de moletom delineando o volume semi-ereto, ar carregado de incenso e erva. Camila já esperava, lingerie vermelha fio-dental realçando os seios fartos e a bunda empinada no sofá de couro. Taças de uísque na mesinha baixa, música eletrônica pulsando baixa, neon roxo dançando nas paredes.

— Finalmente, a safadinha chegou! Vem pro sofá, Adriane, que a noitada vai decolar.

Ele rosnou isso me puxando e deslizando a mão pela minha coxa macia.

Camila sorriu com malícia, nariz empinado, empurrando um espelhinho com linhas impecáveis de pó cintilante.

— Experimenta, gata. É a chave pra gente se entregar sem freios. Aspira devagar e deixa o calor invadir.

Hesitei um instante, mas a excitação mandou ver: puxei uma carreira fina. O fogo líquido queimou as narinas, explodiu no cérebro num estalo. Segundos depois, tudo acelerou — coração martelando, pele hipersensível, buceta pulsando viva. Eles foram atrás, pupilas dilatadas, e o ambiente virou pura eletricidade.

— Puta que pariu, isso é o céu! Meu corpo inteiro tá em chamas.

Gemi isso com a mão instintivamente na virilha dele, sentindo o pau inchar.

Camila atacou primeiro, beijo faminto com língua invasora, arrancando meu top pra libertar meus peitos. Mamilos rígidos se roçando enquanto ela devorava meu pescoço com mordidas leves.

— Tua pele tá carregada, delícia. Abre essas pernas!

Deitei no sofá, short voando, e ela se enterrou na minha xoxota. Língua voraz no clitóris, dedos curvados no ponto G, cada lambida esticada em êxtase eterno pelo pó. Gritei, unhas cravadas nas costas dela, espirrando fluido quente no rosto dela, que reluzia de suor e meu néctar.

Marcelo curtia a cena, punhetando devagar a rola grossa, veias inchadas.

— Duas gostosas chapadas se devorando. Hora de eu entrar no jogo.

Ele nos ajeitou: eu de quatro, Camila debaixo com pernas escancaradas. Marcelo me penetrou fundo, estocadas selvagens dilatando tudo, bolas batendo na minha bunda avermelhada de palmadas. O pó hiper-realçava cada detalhe — veias pulsando dentro de mim, minhas paredes o apertando como vise viva.

— Engole essa rola, cunhadinha! Lambe ela enquanto eu te fodo.

Grunhiu ele, a mão queimando na nádega.

Gemi rouca, mergulhando na intimidade depilada de Camila, sugando o clitóris encharcado, dedos brincando no cuzinho dela enquanto rebolava. Ela se debatia:

— Ai, me mata com essa boca, Adriane! Tô jorrando sem controle, merda!

Ele alternava: metia em Camila, esmagando os peitos dela, depois voltava pra mim, suor escorrendo, cheiro de sexo e pó no ar denso. Insaciáveis, gozamos em ondas — eu duas vezes na pica dele, molhando o sofá; ela na minha cara, voz falhando.

No ápice, nos ajoelhou: pau latejante entre quatro peitos suados. Ele explodiu em jatos quentes, porra escorrendo rostos, seios e bocas. Nos lambuzamos num beijo triplo viscoso, engolindo o resto no pico do delírio.

Desabamos rindo, uma carreira leve pro afterglow prolongado.

— Todo fim de semana isso, minhas putinhas.

Jurou Marcelo. Voltei pra casa com pernas moles, louca pela química e pela sacanagem. O que vem depois? Fiquem ligados...

Beijos quentes, até a próxima!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive AndressaMR a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários