Olá, galera, voltei pra narrar mais uma das minhas aventuras insanas que deixam qualquer um de pau duro ou coninha melíflua pingando. Dessa vez, juntei o pacote completo: meu cunhado Marcelo, o dotado fodedor, minha melhor amiga da facul Camila (aquela de peitões fartos, bundona suculenta e depilação impecável que ele adora) e um ménage que explodiu do nada. Como já contei, viramos amantes uma da outra após noites de espumante – lambidas vorazes, jatos quentes na boca, carícias escorregadias no chuveiro. Marcelo descobriu e elevou tudo a um fodaço triplo. Kkkk, segurem-se que foi épico pra caralho.
Quinta à noite, no apê só nós duas, já altas de vinho tinto da janta, taças sujas na mesinha. Meu namorado deu bolo de novo, então repetimos a safadeza: deitadas na cama king, lingerie fina colada à pele suada, trocando histórias picantes sob a luz fraca do abajur. Camila reviveu o rolo antigo com Marcelo, olhos brilhando de saudade, e eu ri por dentro, sabendo que mamo ele toda semana no quartinho dos fundos.
— Aquele filho da puta tinha uma verga grossa pra caralho que me dilatava toda, puta que pariu. Começava lento, roçando a glande na entrada, depois socava impiedoso até o talo, me fazendo gritar como cadela no cio — murmurou ela, mão deslizando pros meus seios firmes, beliscando os bicos eretos com unhas afiadas, mandando choques direto pro meu clitóris.
— Detalha mais, sua vadia tarada. E se o Marcelo surgisse agora pra te arrombar de novo com essa pica monstra? — provoquei, roçando os lábios úmidos no pescoço dela, inalando o aroma doce e salgado da pele aquecida, misturado ao vinho no hálito.
Ela gemeu rouca, invertendo posições com urgência, língua quente traçando minha barriga trêmula até a calcinha de renda encharcada de tesão. Deslizou-a devagar pelos quadris, abriu minhas coxas carnudas e mergulhou na xoxota depilada, devorando o clitóris inchado com precisão cirúrgica, dedinhos curvados enfiados fundo massageando o ponto G, enquanto o polegar roçava meu ânus piscando.
— Tua fenda é ambrosia pura, porra, amiga. Jorra essa porra toda na minha boca como da outra vez, vai, sua putinha gulosa!
Arqueei as costas violentamente, unhas cravadas no cabelo loiro dela, cheirando a xampu de morango, enquanto ela alternava chupadas intensas que sugavam minha alma e lambidas leves, provocantes no cuzinho rosado. Derreti tremendo, esguichando jatos quentes no queixo e pescoço dela, o quarto enchendo com o som molhado de sucção. Ela subiu devagar, beijo trocado com meu néctar viscoso misturado ao sal da boca dela, línguas dançando num gole pegajoso.
— Minha vez de te devorar até implorar, sua cadela nojenta — rosnei, virando-a de bruços, bunda empinada como um altar de carne, marcas leves dos meus dedos já vermelhas.
Beijei as costas arqueadas, meus seios roçando sua pele arrepiada, descendo até a coninha lisinha, reluzente de umidade, lábios maiores inchados e convidativos. Lambi fundo, língua penetrando como uma minipica, dedos girando rápido no clitóris babado, inalando o musk almiscarado dela. Ela rebolava descontrolada, voz grave ecoando nas paredes.
— Ai, caralho, tua língua me fode melhor que qualquer pau de macho, me arromba mais, porra!
No ápice, ela agarrando os lençóis de seda, corpo convulsionando, a campainha soou insistente como um alarme de tesão. Ignoramos, mas tocou de novo. Levantei tropeçando, robe de cetim frouxo nos ombros, e abri a porta: Marcelo, sorriso predador nos olhos escuros, garrafa de espumante gelada na mão grande, calça jeans marcando o volume já semi-ereto.
— Surpresa, cunhadinha safada. Vim cobrar mais um boquete suculento e vi o carro da Camila. Quem tá aí comendo tua buceta?
Entrou sem cerimônia, porta batendo, olhos faiscando ao flagrá-la nua na cama, peitões balançando pesados, mamilos duros como pedras. Camila congelou por um segundo, bochechas coradas, depois sorriu maliciosa – faíscas de luxúria pura no ar denso.
— Caralho, é a Camila? Aquela putinha da facul que depilava a cona toda lisa pra mim mamar? — grunhiu ele, calça tensionando na virilha latejante.
— Exato, Marcelo. Ela tava me contando como tua verga a preenchia até gozar gritando — respondi, robe escorregando pro chão, puxando-o pela camisa pro centro da cama bagunçada.
Camila se jogou sem pudor: ajoelhou no colchão, abriu a braguilha com dentes, libertando a pica grossa e veiuda, e sugou com fome animal, olhos azuis fixos nos meus enquanto engolia até a garganta.
— Ainda sinto essa rola monstra me rasgando, porra. Deixa eu mamar direito agora, me enche a boca de porra quente — sussurrou ela, saliva grossa escorrendo pelo queixo, bolas contra o nariz.
Juntei-me na hora, lambendo as bolas peludas e salgadas enquanto ela chupava a glande vermelha, nossas línguas se entrelaçando na haste pulsante, trocando sabores salgados. Marcelo grunhiu alto, mãos calejadas nos nossos cabelos emaranhados.
— Duas vadiazinhas elegantes devorando minha pica grossa. Porra, vocês são o paraíso, suas putas de luxo.
Arremessou-nos de quatro lado a lado, bundas arqueadas e empinadas como oferendas, pele brilhando de suor. Começou comigo: verga dilatando minha entrada devagar, glande roçando as paredes internas, estocadas profundas que batiam no colo do útero, palma aberta deixando minha nádega vermelha e ardente.
— Toma essa pica, cunhadinha vadia. Sente como te abro toda enquanto a Camila assiste babando.
— Socada forte, Marcelo! Me arromba e enche de porra pra ela lamber tudo — gemi rouca, ondulando os quadris, coninha engolindo ele até as bolas.
Passou pra Camila, mãos apertando os peitões balançantes como melões maduros, bombadas ritmadas e brutas, pele chapinhando. Ela gritava, me encarando com pupilas dilatadas.
— Tua rola ainda é a rainha das putarias, caralho! Me possui como na facul, me faz tua cadela de novo!
Eu beliscava os mamilos rosados dela, torcendo leve, enquanto ele arremetia selvagem, meus próprios dedos enfiados na fenda melíflua, masturbando-me ao ritmo. Marcelo trocava sem piedade: fodia uma vorazmente, chupava a outra com língua faminta, tapas ecoando como trovões. O quarto pulsava com gemidos guturais, aroma denso de suor, porra e excitação crua.
— Vão explodir juntas na minha haste grossa, suas putonas — ordenou ele, voltando pra mim, acelerando num pistão insano, bolas batendo na minha pele.
Derreti primeiro, viseira apertando ele como torno, jatos internos me inundando. Camila jorrou logo após, molhando lençóis e coxas num dilúvio. Marcelo recuou rosnando, jatos grossos e quentes pintando nossos rostos, bocas abertas – lambuzamo-nos mutuamente, beijo faminto trocando o leite cremoso e salgado.
Exaustos, colados em lençóis úmidos, bebemos espumante direto no gargalo, nus e rindo. Marcelo saiu de madrugada, jurando mais rodadas. Camila e eu repetimos o trio sempre que rola. Nada supera pica grossa, mas com ela no meio? Êxtase absoluto.
Só que na semana seguinte, Camila e Marcelo me chamaram pro apê dele: "Vem safada. Trouxemos algo especial pra apimentar a putaria e nos fazer voar. Vai ser o fodaço do ano, vadia – você não vai acreditar." Fiquei roendo as unhas de curiosidade...
Beijos, até a próxima loucura!