Irmãs safadinhas – 02 – Uma branca, outra preta, minhas irmãs são minhas primeiras mulheres

Um conto erótico de Filho Oprimido
Categoria: Heterossexual
Contém 5669 palavras
Data: 14/05/2026 08:03:54

Ao voltar para casa antes do previsto em uma tarde que deveria estar treinando, peguei minhas irmãs fazendo sexo lésbico me deixando perplexo diante da ousadia de terem coragem com nosso pai sendo extremamente severo e odiar o homossexualismo.

Além do choque e da excitação daquela imagem erótica de seus corpos lindos nas cores preto e branco se entrelaçando, senti raiva por ver que nossa irmã mais velha Leah humilhava e batia em Sara, sempre tão gentil e amorosa.

Com ódio dela invadi o quarto mostrando a elas que tinha gravado tudo e que mostraria a nosso pai por causa das agressões de Leah, mas Sara me expulsou do quarto e fui para o meu, deitando em minha cama chorando de raiva de Leah e pensando em tudo o que tinha acontecido por umas 2 horas.

Foi quando ouvi a porta do quarto delas se abrir e depois se fechar e os passos leves de Sara vinham em direção a meu quarto, então escutei batidas leves na porta.

– Posso entrar Lucas?

– Pode, a porta está aberta.

Ainda com cara de choro ela entrou e se sentou na ponta de minha cama onde eu estava sentado com as costas na cabeceira olhando o celular. De cabeça baixa, demorou a falar até que tomou coragem.

– Você vai mostrar o vídeo para nossos pais?

– Não sei Sara. Apesar de não querer te expor, não posso deixar barato a agressão de Leah. Essa foi a que eu vi, pois pelo que ouvi faz um tempo que fazem isso e nem quero imaginar o que aconteceu. Fora que o que ela está te obrigando a fazer é errado de todas as formas pois vocês são irmãs e duas mulheres.

– Eu sei, eu sei. Você tem razão, mas porque o papai e a mamãe nos oprimem demais aconteceu mesmo que tivéssemos tentado evitar sabendo que é errado. Curiosas começamos a nos tocar para saber como era até que não resistimos e fomos até o final.

– Não estou culpando vocês por isso. Odeio como nossos pais nos controlam, principalmente vocês que são mulheres e apesar de ser errado o que fazem posso me esforçar e entender, mas não a agressão que você sofreu Sara. Você é sempre a mais frágil e abusada dessa família e jamais vou aceitar isso.

– Mesmo se te disser que fui eu quem pediu para a Leah agir assim porque gosto?

Desta vez fui eu quem ficou chocado e sem saber o que falar. Como Sara poderia gostar de ser agredida? Era incompreensível e reagi da única forma que minha compreensão podia processar com meu escarço conhecimento de vida e sobre o sexo.

– Você está mentindo só para proteger a Leah porque está com medo dela.

– Te juro pela minha vida que não.

Na família religiosa que vivíamos jurar era um ato de extremo poder, ainda mais jurar pela vida.

– Como você pode gostar de apanhar e ser humilhada Sara?

– Não sei, mas eu gosto. Começou com algumas mordidinhas e beliscos leves e conforme eu pedia para a Leah ir aumentado, ia gostando mais e mais e pedia que fosse mais intenso. Daí vieram os tapas primeiro no bumbum e depois no rosto e as humilhações que você diz, pois adoro obedecer naquela hora. A Leah nem queria e sofreu muito fazendo isso comigo, mas de tanto eu pedir ela cedeu. Me desculpe ser essa aberração e não ser a irmãzinha ingênua que você achava que eu fosse, falou começando a chorar.

Nada no mundo me afetava mais do que o choro de Sara, por ela ser tão meiga e frágil. Minha vontade era abraçá-la e terminar com aquele seu sofrimento, mas ainda tinha minhas dúvidas de ela estar querendo proteger Leah.

– Você não é uma aberração Sara. Nunca será. Só tem um gosto diferente. A culpa é de nossos pais pelo modo que nos criam. Para escapar de como nos oprimem, cada um de nós achou seu jeito. Vocês fazendo o que fazem desse modo estranho e eu indo na internet.

– Você faz isso? Nosso pai vive fiscalizando nossos celulares e nosso computador.

– Tenho meus jeitos dele não descobrir Sara.

– Você acha mesmo que não sou uma aberração?

– Não são os tipos de vídeos que gosto, mas procurando os que gosto as vezes vejo alguns com esse tipo de sexo e pode ter certeza de que o que a Leah faz é carinho perto do que já vi. Você sente necessidade de mais violência e humilhação?

Eu estava lá falando sobre sexo com minha irmã sem nunca termos falado sobre isso antes. Um porque éramos irmãos, outro porque eu era homem e ela mulher e acima de tudo isso, nossos pais não permitiam e dariam punições severas se descobrissem. A punição maior que davam era tirar nossos celulares, o que odiávamos pois nos isolavam ainda mais do mundo.

– Não, de jeito nenhum. O que você viu já é o máximo, te juro.

– Vocês já tentaram inverter e a Leah te obedecer e levar uns tapas?

Sara sorriu pela primeira vez.

– Você sabe muito bem que a Leah não aceitaria isso de ninguém e que só obedece a nosso pai porque é ele quem nos sustenta. Minha personalidade também nunca me permitiria agir como ela.

– Não sei. Sempre achei que tem algo estranho nesse jeito mandona da Leah. As vezes até acho que age assim para que o papai não descubra que ela é como você e também se aproveite dela. Talvez a vontade dela é de estar no seu lugar na hora do sexo e sabe que você nunca fará o mesmo com ela.

De novo Sara deu um leve sorriso.

– Duvido muito. Conheço minha irmã melhor do que ninguém.

– Há quanto tempo vocês estão fazendo isso?

– De quando começamos a nos tocar uns 6 meses. Indo até o fim, uns 3 meses.

– Foi quando vocês começaram a me excluir e me deixaram triste e magoado.

– Me perdoe Lucas. Sentimos muito sua falta também, mas fazendo o que estamos fazendo, ficamos com medo de falar algo sem querer e dar bandeira e você descobrir. Te prometo que isso não vai mais acontecer, pelo menos comigo.

– E deu no que deu e descobri da pior forma. Como vocês puderam dar bobeira e além disso deixar a porta aberta?

– Você nunca, nunca falta daqueles malditos treinos, então relaxamos, mas ainda assim foi a primeira vez que não fechamos a porta. Foi mal. O que você vai fazer com aquele vídeo?

De novo ela chegou ao motivo principal do porque veio conversar comigo, ainda que todo o resto da conversa tenha sido muito reveladora e esclarecedora.

– Não sei Sara. Preciso pensar.

– Você vai entregar para o papai?

Estava muito magoado por ter sido excluído da vida delas naqueles meses e aquele vídeo poderia ser a garantia de que nunca mais me excluíssem novamente, então fui evasivo.

– Talvez. Depende de vocês.

Às vezes, só as vezes, existem os mal entendidos que influenciam nossas escolhas e traçam o destino de nossas vidas como aprendi muito tempo depois revivendo aquele exato momento, mas naquele instante fui atropelado por esse mal entendido.

A intenção de minha resposta a minha irmã era exclusivamente para que ela se desse conta de não me excluir mais de sua vida pois a amava demais como também amava Leah, mas em um momento tenso e conversando sobre o ato sexual em que as peguei Sara interpretou errado, muito errado, como se fosse uma chantagem.

– Porque depende de nós? Se deixarmos você participar também, então você não mostra o vídeo ao papai?

O modo como perguntou firme e destemida não parecia ser coisa dela, mas uma orientação de Leah e de quem fosse a ideia me pegou muito de surpresa me deixando desorientado, menos meu pau que reagiu de imediato.

De verdade, me belisquei para ver se não estava sonhando com a proposta de Sara que realizaria minha fantasia de ter minhas irmãs inatingíveis por anos. Diante desta proposta, resolvi não explicar qual foi minha real intenção ao dizer que talvez entregasse o vídeo ao nosso pai, o que de novo afirmo que jamais faria com minhas irmãs.

– Somos irmãos Sara.

Ela sorriu lindamente com seus dentes brancos perfeitos emoldurados por aqueles lábios grossos e sua pele preta ébano resplandecente.

– Pelo que você me viu fazendo com nossa irmã, isso não é um impedimento.

– Se nosso pai descobrir, vai nos matar.

– Concordo. Eu e a Leah já estamos mortas de qualquer jeito. Depende de você achar se vale a pena ser morto por esse motivo ou não.

– Vocês são maravilhosas Sara. Desde que me lembro tenho pensamentos desse tipo com vocês, mas sempre sabendo que seria impossível. Eu daria minha vida por uma noite com qualquer uma de vocês. Com as duas juntas, bastariam 2 horas, sorri.

– Nós sempre percebemos seus olhares para nós, mas você é fofo quando faz isso e por isso nunca nos incomodamos. Na verdade, até gostamos, pois você também é lindo de morrer. Como o papai, mas felizmente é muito diferente dele.

– Sara, essa é uma proposta irrecusável, a não ser pelo fato de que pela forma que você propôs, parece que estou chantageando vocês e jamais faria isso, muito menos com você. Só tive essa ideia de usar o vídeo como garantia e não chantagem para a Leah não te agredir mais, mas como não é o que pensei, ele não tem mais utilidade.

– Não? Você disse que assiste vídeos na internet. Não iria assistir esse com suas irmãs já que você nos deseja, perguntou com malicia dando um sorriso lindo.

Não conhecia esse lado sensual e provocador de minha lindíssima irmã meiga, gentil e recatada. Pelo jeito, ser recatada era só pela opressão de nossos pais e não por sua personalidade.

– Sara!!!

– Seja sincero, falou se levantando da ponta da cama e vindo se sentar a meu lado vestindo um short e uma camiseta largos que era como ficava em casa, já que não podia usar camisolinhas ou baby-dolls.

No ponto em que estávamos não tinha mais porque não ser sincero.

– Provavelmente assistiria umas 4 vezes por dia no mínimo. Foi a cena mais excitante e deslumbrante de minha vida. Nada vai ser mais belo do que minhas irmãs nuas fazendo amor. Parecia um quadro de museu o que eu estava vendo.

– Uau, essa descrição me deixou até emocionada e obrigado por dizer que estávamos fazendo amor pois poderia ter visto de outra forma. Foi fazer amor porque amo minha irmã e ela me ama. E nós duas te amamos.

– Também amo vocês mais do que qualquer outra pessoa em minha vida. Por isso fiquei triste de ter sido excluído por vocês.

Sara pegou em minha mão a segurando e olhando para mim deu o golpe final.

– Nos perdoe. Prometo que suas irmãzinhas nunca mais farão isso com você. Vou te contar uma coisa. Depois que eu a Leah começamos a fazer amor de verdade, um dia conversando chegamos à conclusão de que a maior vingança contra nosso pai por não nos deixar ter contato com os garotos, seria te envolver em nossa relação. Poderíamos fazer entre nós tudo o que ele não nos deixa fazer com outros debaixo do nariz dele, sem que descubra.

– É sério que pensaram isso?

– Te juro. Te amamos e você é lindo demais, só que achamos que nunca aconteceria pois nunca conseguiríamos falar com você sobre isso. Até hoje.

– Vocês não deixaram a porta aberta de proposito, perguntei desconfiado.

– Claro que não. Se fosse com a intenção de você nos pegar, faríamos algo bem calmo para não te assustar, como acabou acontecendo.

– E a Leah, está bem com tudo isso?

– Totalmente. Foi dela a ideia de te trazer para nossa relação que te contei. Ela só não veio porque estava com medo de apanhar de você, falou sorrindo.

– É o que teria acontecido se não tivéssemos esse tempo de você me explicar tudo.

– Quem sabe você não possa provar sua teoria de que ela gostaria de estar em meu lugar. Você poderia fazer com ela, o que viu ela fazendo comigo.

– Não vou conseguir dar tapas em seus rostos. Nunca brigamos fisicamente porque não queria machucar vocês.

– Nem se suas irmãzinhas que você deseja há anos implorassem para você porque gostam? Não brigamos fisicamente, mas cansamos de dar tapas em você quando estávamos irritadas. Agora você pode descontar todos eles, me falou com uma cara safadinha.

– Você iria me deixar fazer com você tudo que a Leah fez?

– Eu imploraria. Só de pensar estou toda molhadinha lá embaixo. Pena que a mamãe já está chegando e não temos tempo. Amanhã com certeza, isso se você aceitar morrer conosco, perguntou sorrindo.

– Sara, me dê um tapa no rosto.

Ela me olhou assustada e verdadeiramente surpresa.

– Sou eu quem gosta de tapa no rosto, falou ainda incrédula.

– Seja uma irmã obediente e de um tapa em meu rosto Sara. Na intensidade que você gosta. Agora.

Fiz de proposito dar a ordem, mas não tinha certeza que ela reagiria como reagiu. Seus olhinhos brilharam de excitação e sem hesitar me deu um tapa ardido no rosto com sua mãozinha pequena. Em minha pele clara com certeza tinha ficado marca como não ficava em sua pele preta. Ao me refazer ela estava curiosa.

– Por que você me fez fazer isso?

– Para ter a certeza que não estava sonhando Sara. Como é a realização de meu sonho, achei que poderia estar apenas sonhando e que bom que não estou. Você foi uma boa irmãzinha, falei passando a mão em seus cabelos a acariciando percebendo que se arrepiava.

– Ahhhhiiii, gemeu.

– Você vai ser só minha, perguntei enquanto continuava a passar a mãos em seus cachinhos pretos macios e cheirosos, pois devia ter tomado um banho após a ter pego com Leah.

– A você e a Leah. Não posso e não quero magoa-la.

– E se eu a fizer me obedecer e mandar que deixe que você seja só minha, como ela?

– Ohhh meu deus. Vou adorar ser só sua ao lado dela. Tão novinho, onde você aprendeu essas coisas? Estou quase gozando por você estar me tratando assim.

– Você é só um ano mais velha do que eu e faz aquelas coisas sujas com sua irmã, Sara. Deve ser o instinto. Da mesma forma que você descobriu que gosta de obedecer, acho que estou descobrindo que gosto de mandar. Só vou ter que domar a outra irmã mandona e a pôr no mesmo lugar que você.

– Para Lucas, por favor. Estou quase surtando de tesão e a mamãe vai chegar.

– Então continue sendo a boa irmãzinha para o irmão mais novo e leve sua mão para dentro de seu short e se toque até gozar para mim.

Enquanto Sara me obedecia sem discutir e levava sua mãozinha linda de dedos e unhas longas para baixo de seu short me olhando cheia de lascívia dei um último impulso para ela gozar rápido.

– Aproveita bem desses pelinhos, pois escutei vocês conversando sobre eles e logo vou mandar as duas se depilarem e se a mamãe vir, tenham uma boa desculpa.

Assim que percebi seus dedos se afundando em sua rachinha, Sara gozou muito forte tremendo toda e como era de seu feitio gemia se contendo olhando para mim quase delirando.

Minha vontade era agarrá-la, deita-la em minha cama e fazer sexo com ela naquele instante, mas mamãe dificilmente atrasava e já estava para chegar. Fungando e com pressa para ir se arrumar antes de mamãe chegar, ela se inclinou e me deu um selinho sorrindo.

– Obrigado. Esse foi o maior orgasmo de minha vida me masturbando. De longe. E tudo pela forma que você agiu e falou.

Logo após Sara ter ido, escutei minha mãe chegando e como tomei banho após o treino de vôlei, não tomaria outro, mas é claro que precisava me aliviar depois daquela tarde impensável 4 horas antes quando deixei as aulas com um mal estar tremendo.

Lembrando nisso percebi que o mal-estar tinha desaparecido totalmente, talvez pela adrenalina de tudo o que vi minhas irmãs fazendo e depois com a conversa com Sara. No laptop assistindo o vídeo, não deu 2 minutos e como Sara explodi no maior gozo de minha vida, todos eles me masturbando.

Me limpei, coloquei meu pijama e me apressei para ir para a cozinha, pois além de ver a cara safadinha de Sara como nunca imaginei que fosse, queria saber como Leah se comportaria comigo. Ao chegar encontrei só mamãe e a abraçando lateralmente, dei um beijo em sua bochecha. Apesar de sua posição religiosa apoiando papai e nos impedindo de ter uma vida normal de adolescentes a amava porque como Sara, era gentil e amorosa.

Segundo meus avós paternos contavam quando mamãe não estava por perto, eles nunca foram religiosos e nem mamãe em sua adolescência e após conhecer meu pai e se apaixonar por ele começou seguir sua fé e logo se casaram e como a religião orienta, tiveram 3 filhos um atrás do outro, Leah já no final do primeiro ano de casados.

Com 39 anos e mesmo sem usar roupas atraentes e sem se cuidar como outras mulheres em sua idade sua pele preta ébano aveludada a fazia parecer muito mais nova. Muitas vezes era confundida como irmã mais velha de Sara. Quando estávamos só nós e ela dizia que era minha mãe é que ninguém acreditava por não parecer pela idade e nem pela nossa cor totalmente diferente. Fisicamente, dela só tenho os olhos pretos parecendo jabuticabas e o cabelo preto.

Nem parecia ter tido 3 filhos com um corpo de falsa magra como o de Sara, mas pouca coisa mais encorpada e com curvas acentuadas por ter tido filhos. Em resumo, se não tivesse 2 irmãs tão lindas, com certeza teria cobiçado mamãe sabendo que seria mil vezes mais impossível de a ter do que minhas irmãs por ser casada com meu pai e extremamente religiosa. Mesmo assim curtia olhar para seu corpo pouco visível em suas roupas apenas para me orgulhar da mãe tão linda.

– Vai ficar aí me olhando sem me ajudar? Vai arrumando a mesa, falou com seu lindo sorriso.

Enquanto arrumava, Sara e Leah chegaram e pelo pouco tempo que passou sabia que não tinha dado tempo de Sara contar tudo que conversamos, então devia apenas ter contado o essencial o que foi suficiente para Leah me dar um sorriso envergonhado.

Com mamãe lá não tinha como conversarmos, então entramos na conversa trivial de todos os dias falando dos estudos, da faculdade de Leah e do trabalho de advogada de mamãe, fora os costumeiros comentários sobre conhecidos.

Não demorou meu pai chegou e jantamos em família como todos os dias após ele fazer uma oração agradecendo o alimento em nossa mesa e durante o jantar dando sermões. Após o jantar fomos para os quartos com o dever de estudar, mas sabia que nenhum de nós três conseguiria estudar naquela noite.

Não as matérias escolares, pois me afundei em pesquisas no celular sabendo como poderia agradar as mulheres durante o sexo e também como agir com aquelas com os mesmos gostos de Sara e não foi muito fácil, pois a maioria das informações eram sobre dominantes e submissas, mas a nível muito mais profundo do que os gostos de Sara como ela tinha me contado.

A grande maioria das coisas que descobri não fazia ideia mesmo assistindo vídeos de sexo hetero e achei que poderia aproveitar alguns aprendizados. Outro assunto que pesquisei mais a fundo foi como transformar uma mulher que não tinha o perfil de Sara para que fosse igual a ela e ao que parecia o segredo era ser muito confiante, impositivo, autoritário e jamais recuar em uma ordem ou não teria sucesso.

Era muito jovem ainda, mas minhas irmãs também eram e já faziam aquelas sacanagens que as encontrei fazendo descobrindo que sexo não tem idade. Com a idade de Leah, mamãe já tinha as duas filhas. O que mudou foi a forma de fazer, pois mamãe com certeza nunca tinha imaginado fazer o que suas filhas faziam e meu pai careta com certeza não se atreveu a fazer com mamãe o que eu estava me preparando para fazer com minhas irmãs.

Fui dormir tarde e acordei como um zumbi para ir as aulas e sorte que mamãe nos levava todas as manhãs pois não teria condições de ir caminhando mesmo ficando a apenas 3 quadras de casa. Como foi impossível dormir, também foi prestar atenção nos professores pensando no que pretendia fazer com minhas irmãs se elas não voltassem atrás no que propuseram.

Voltei sozinho, mas almoçamos juntos quando Leah chegou deixando o ambiente estranho. Em equipe arrumamos a cozinha e no momento de nos separarmos como aconteciam todos os dias, falei firme, mas tinha as pernas tremendo.

– Se a proposta que me fizeram ainda estiver em pé, quero as duas em meu quarto em 10 minutos. Nuas, falei dando as costas e começando a subir a escada sem olhar para trás para não dar chance de dizerem algo.

Foram os 10 minutos mais longos de minha vida e se desse certo, minhas irmãs chegariam nuas, então fiquei só de boxer esperando o tempo passar. Exatamente quando deu o tempo, ouvi batidas na porta. Diferente de minhas irmãs que dormiam em camas de solteiro estava em minha cama de casal, porque por eu ser muito grande minha avó materna trocou a cama dela e deu a sua para mim.

– Podem entrar.

Quando entraram com Sara a frente com seu corpo pequeno, perfeito, sarado e preto ébano brilhante meu queixo caiu pois estava nua como pedi. Logo atrás estava Leah, mais alta, branca, cabelos longos e um corpo sinuoso à perfeição. Sara tinha cintura mais fina, mas Leah tinha mais quadril, ficando as duas com curvas nas quais eu poderia me perder sem nunca mais querer sair de lá.

Elas se colocaram lado a lado e tentavam esconder os seios e suas bucetinhas com as mãos, então comecei a colocar em pratica um pouco do que aprendi na noite e madrugada de pesquisas.

– Se vieram até aqui nuas, é porque querem fazer coisas sacanas comigo como estavam fazendo ontem, então qual o motivo de se cobrirem? Além do que, já vi tudo e tenho um vídeo.

Percebendo a incoerência, abaixaram suas mãos e se expuseram totalmente nuas ao irmão mais novo.

– Meu deus. Meu deus. Meu deus, meu deus. Tinha visto as duas nuas ontem, mas estavam deitadas e emaranhadas. As vendo assim em pé vocês parecem duas deusas daquelas que estudamos em mitologia. As duas maravilhosas, cada uma de seu jeito. Ainda não posso acreditar que não estou sonhando. Estou sonhando Leah?

– Não, você não está sonhando irmãozinho, falou sorrindo pelos elogios.

– Sério mesmo que querem fazer comigo o que estavam fazendo ontem à tarde? Por que?

– É sério Lucas. A Sara deve ter contado. O papai nos impede de nos relacionarmos com garotos e já estamos na idade em que temos nossas necessidades. Não vamos ficar presas ao atraso de nossos pais e você é lindo demais e te amamos, então vamos fazer isso todos juntos.

Indo para trás delas pude admirar aquelas bundas arrebitadas, arredondadas e estufadas no tamanho certo para cada corpo completando a perfeição de minhas irmãs.

– Que pena que não posso levar vocês passearem com vestidinhos ou calças justas como as das outras garotas, pois fariam mais sucesso do que todas elas.

Os olhos delas não desgrudavam da marca de meu pau estampado no tecido elástico da boxer, quase saindo pela cintura mesmo estando de lado. Voltei a frente delas e fiquei entre as duas.

– Sabe, nunca toquei em uma mulher nua e como tenho duas aqui em minha frente não consigo me decidir qual será minha primeira, então quero tocar nas duas ao mesmo tempo. Posso te tocar Sara?

– Pode.

– Onde eu quiser?

– Sim

– E você Leah? Posso te tocar e em qualquer lugar?

– Pode.

Foi mais fácil do que imaginei que seria com Leah. Abri meus braços e com as mãos em conchas fui para o seio esquerdo de Leah e o direito de Sara e no mesmo instante os toquei e os envolvi. Ao mesmo tempo gememos de emoção e excitação.

– Uhhhh.

– Ohhhnnn

– Hammmm.

Os seios que eu tocava pela primeira vez em minha vida eram os seios proibidos de minhas irmãs e a sensação era maravilhosa. Eram macios e muito quentes, o de Sara empinados e cônicos do tamanho que minha mão cobria tudo. O de Leah, em gota, firme com o mamilo olhando para cima, maiores do que os da irmã. Após os apalpar da mesma forma tirando novos gemidos delas, levei o polegar e o indicador a cada mamilo. O de Sara menor e mais firme, pouco mais claro que sua pele preta, como um chocolate 70%. O de Leah, mais gordinho e macio em seu tom café com leite claro. As duas tinham as aréolas pequenas na cor de seus mamilos.

Não tinha como escolher o mais gostoso ou mais lindo e por sorte podia ter os dois. Sara, eu já sabia que gostava de um pouco de dor, mas Leah não e decidi começar a testar seus limites, pois breve iria mais a fundo para tentar que ela me obedecesse assim como Sara a obedecia. Primeiro apertei com força e elas gemeram seus ahhhiiiis ao mesmo tempo.

– É bom Sara?

– Muiiiito.

– E para você Leah?

– Também. Ahhhh.

Dando sequência ao que tinha aprendido na internet, além de apertar mais forte também os torci tirando Aiiiiis ainda mais altos, mas seus rostos mostravam que além da dor sentiam prazer, principalmente Sara.

– Assim é melhor Sara? A Leah faz isso com você?

– Adoro essa sensação de dor e prazer ao mesmo tempo. Ela faz, mas não tão forte.

– E você Leah. Acha melhor assim? A Sara já fez isso em você?

– Auuhhhh. Não, ela nunca fez porque é ela quem gosta de dor.

– Você não disse se está gostando, perguntei torcendo mais um pouco só o mamilo dela.

– Uhhhh. Estou.

– De agora em diante vou fazer isso quando eu quiser. Você vai deixar?

Hesitante, Leah não respondeu parecendo pressentir que se aceitasse ali começaria perder seu domínio sobre si mesma e sobre Sara.

Torci mais forte tirando um longo gemido de dor.

– Vai deixar ou não? Podemos parar por aqui, ameacei.

– Eu vou, falou quase sem conseguir devido a dor em sua primeira rendição.

– Boa irmãzinha, falei tirando um pouco a pressão de seu mamilo.

Li na noite anterior que é bom estimular a mulher que cede as suas ordens e desejos a elogiando com um “boa menina ou boa garota”. Sem saber já tinha feito isso com Sara a chamando de boa irmãzinha e foi assim que decidi as elogiar.

– Você foi uma boa irmãzinha Leah.

Terminando aquele primeiro teste, levei as mãos para os outros seios e como antes os toquei, os apalpei e belisquei seus mamilos como tinha feito com os anteriores tirando gemidos lindos de minhas irmãs que me olhavam e se entreolhavam com luxuria.

Pelo que aprendi na pesquisa noturna, Sara deveria estar explodindo de tesão por eu a estar controlando conforme minha vontade e por ter a mão de um homem a acariciando pela primeira vez. Se Leah não estava tendo o prazer do controle, com certeza estava tendo o de meu toque pois seu corpo tremia até mais do que o de Sara.

Satisfeita momentaneamente minha curiosidade e meu prazer pelo meu primeiro toque nos seios de uma mulher, duas mulheres, era hora de termos outra primeira vez. Sem desencostar de suas peles, fui deixando aqueles monumentos divinos que fiquei babando de vontade de lamber e chupar e fui descendo em direção ao sul de seus corpos até suas barrigas retinhas e com seus olhares apreensivos para mim continuei descendo.

O silencio da expectativa tomava conta de meu quarto, fora os gemidos de minhas irmãs e meus pois sentia um prazer jamais sentido. Sério que poderia gozar sem me tocar, só tocando seus corpos gostosos e perfeitos. Quando meus dedos chegaram a seus pelinhos, suas peles branca de Leah e preta ébano de Sara se arrepiaram da mesma forma.

Brinquei com eles me deliciando e sentindo a diferença, mas adorando os dois e fazendo minhas irmãs se excitarem pela ansiedade de esperar pelo toque em suas intimidades.

Eu era um garoto com os hormônios inundando meu sangue e doido de vontade de chegar rápido a suas bucetinhas, mas algo me controlou para que eu curtisse aquele momento celestial com minhas irmãs que nunca mais teria igual pois o primeiro é sempre único.

– Amei esses cabelinhos tão diferentes um do outro e quero aproveitar muito deles, mas em breve vamos elimina-los como ouvi vocês conversando ontem. Vocês vão me atender quando mandar se depilarem?

– Eu vou, respondeu Sara de pronto como eu esperava.

Sabia que me obedeceria em tudo o que eu mandasse pois como explicou era uma das formas de sentir maior prazer. Leah também agiu como esperado e foi reticente.

– A mamãe as vezes no vê nuas. Como vamos explicar?

– Sei lá. Podem dizer que depilada é mais higiênica e por isso se depilaram. E nosso pai nunca vai ver. Você vai me obedecer se eu mandar se depilarem Leah, falei espalmando as duas bucetinhas ao mesmo tempo.

– Ahhhhh, gemeu ao mesmo tempo que Sara.

Não afundei o dedo em suas fendas, mas sentia a abundância de suas lubrificações transbordado me dando a segurança de estar fazendo o certo mesmo sendo minha primeira vez.

– Eu vou.

– Vai o que Leah?

Outra técnica que aprendi durante aquela madrugada era fazer com que a pessoa que você quisesse controlar dissesse explicitamente o que estava aceitando fazer após um comando seu.

– Vou me depilar quando você mandar.

– Você pode fazer melhor Leah. Vai depilar o que?

– Vou depilar minha bucetinha quando você mandar. Ahhhh.

– Está vendo Leah. Você pode ser uma irmãzinha tão boa quanto a Sara. Imagine como vai ficar gostoso brincar com a bucetinha da irmã e o irmão poder brincar com as duas se estiverem lisinhas, falei afundando o dedo naquelas rachinhas apertadas, mas escorregadias sentindo pela primeira vez o interior de uma mulher e seus sucos femininos escaldantes.

– Ahhhhnnnn, gemeu intensamente Sara.

– Uhhhaaaahhhhh, gemeu ainda mais intensamente Leah de forma surpreendente.

Estaria ela gostando e se excitando com aquele joguinho de me dar o controle sobre ela como ela fazia com Sara?

– Oh meu deus. Vocês já sentiram o dedo da outra em suas bucetinhas, mas para mim é a primeira vez e é a melhor coisa que já fiz na vida. Ainda mais por serem de minhas irmãs e por serem as duas ao mesmo tempo. Preciso me controlar muito para não terminar por aqui.

– Já sentimos, mas sentir seu dedo grande e másculo é diferente. É bom, muito bom o que sinto, principalmente por ser meu irmão quem está fazendo, falou Sara.

Desta vez não fiz Leah falar, pois pelo jeito que gemia e tremia sentia algo parecido com o que Sara sentia. Por ser tudo novidade, muito errado e muito excitante sabia que assim que tocasse seus grelinhos todos nós poderíamos gozar ao mesmo tempo, então só mantive os dedos afundados sendo quase cozidos de tanto calor naquele molho especial pegajoso que produziam em abundancia.

Aproveitei o momento pois precisava saber até onde elas iriam comigo naquela tarde, me liberando para gozar logo ou tendo que me segurar para o evento principal. Antes disso fiz algo arrojado e desta vez não poderia ser com as duas ao mesmo tempo, então escolhi Leah pois Sara poderia se excitar também por ser privada de alguma coisa como fiquei sabendo na internet.

Tirei meu dedo completamente encharcado da fenda de Leah e em câmera lenta sob o olhar das duas o levei até minha boca e o lambi descobrindo que aquele era o melhor sabor que já havia sentido e meu olfato descobriu que também era o melhor perfume jamais sentido.

– Hum, hum, murmurei mostrando o quanto estava apreciando o sabor íntimo de minha irmã Leah percebendo que seu corpo tremia ainda mais.

Após o sugar e o lamber o deixando limpo levei de volta a sua fenda ainda mais encharcada tirando novos gemidos dela. Olhando em seus olhos fui sincero.

– A partir desse momento tenho um novo sabor e um novo perfume preferidos. Não consigo descrever o quão delicioso é seu sabor e seu cheiro Leah. Obrigado por me dar esse privilégio, minha irmã linda.

Ela sorriu feliz e excitada pelo elogio, então olhei para Sara.

– Você vai ser minha boa irmãzinha e não vai ficar chateada por eu ter experimentado Leah primeiro, não é? Não poderia sentir as duas ao mesmo tempo, pois os sabores iriam se misturar e quero conhecer cada um separadamente, falei já tirando o dedo de sua fenda enquanto o levava em câmera lenta para minha boca.

No sexo como na vida ela se mostrava a mais generosa das pessoas com quem eu convivia. Também poderia estar se somando toda aquela excitação de se sentir controlada e ter que aceitar o que eu lhe dava.

– Claro que não, estou adorando cada segundo. Você parece um homem experiente que devagar vai nos dando prazeres desconhecidos e deliciosos.

– Fiquei a noite toda pesquisando e estudando para não fazer feio com minhas irmãzinhas, terminei enfiando o dedo na boca.

O sabor de Sara era levemente mais picante do que o de Leah, mas como comer suas duas comidas preferidas ao mesmo tempo, aquele era um sabor tão delicioso como o de nossa irmã. Seu perfume seguia o mesmo tom sendo um pouquinho mais picante e intenso, da mesma forma delicioso.

– Hummm, hummm. Como a beleza de vocês não consigo distinguir o qual é melhor, mas com certeza agora são meus sabores e perfumes prediletos e incomparáveis, falei voltando a sugar até deixar meu dedo seco.

Terminado o levei de volta aquela fenda que era um pouco mais apertada, pois não sentia seus lábios externamente enquanto os de Leah eram pequenos, mas evidentes ao tato.

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Comentários

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Ola, td bem estou adorando esse conto nao vejo a hora de colocar o próximo capitulo. Ate

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