Passei por um período conturbado com esposa no meio do ano, talvez por isso meu desejo por um macho estava num nível muito alto. Precisei viajar para Belo Horizonte numa viagem de negócios, uma espécie de congresso em que haveria palestrantes e participantes de todo o Brasil. Devido minha experiência na área de algumas décadas, achei algumas atividades bem básicas. E foi aí que meu diabinho interior me instigou a baixar o Grindr para caçar uma diversão rápida. Sentei nas últimas fileiras do anfiteatro e nem me surpreendi que tinha um número razoável de caras pertinho de mim buscando a mesma coisa. Apesar de muitos, descartei os magros, indecisos e principalmente os passivos. Até que me interessei por um um garoto cearense de 24 anos branco gordo peludo de pau mediano e grosso estudante de pedagogia que me propôs um encontro num banheiro no andar acima do local que acontecia nosso curso. Ao chegarmos lá tinha um profissional da limpeza deixando o banheiro que nos olhou com jeito que entendeu perfeitamente o que aconteceria ali dentro. Escolhemos o último reservado e mal entramos e fechamos a porta o garotao me tascou um beijo que fez meu pau trincar de tão duro. Nossas línguas travavam uma luta por espaço na boca um do outro enquanto minha mão passeava sobre seu pau e as suas mãos invadiam minha roupa procurando meu anel.
Após introduzir quase todo seu indicador dentro do meu cu, eu suspirei fundo e empurrei meu corpo na direção do seu dedo. Ele desceu minha roupa expondo meus 14 cm de excitação. Ao ver a secrecao viscosa brilhante que gotejava da minha uretra, para minha surpresa ele se abaixou e enfiou meu pau todo na boca lambendo vorazmente meu néctar. Então ele voltou a me penetrar com dois dedos. Eu me mantive encostado na parede para não sucumbir à delícia dessa dupla estimulação. Ele parecia uma máquina de sucção, enfiava tudo na boca e quando voltava fazendo bastante pressão até chegar na cabeça do meu pau, ele enfiava os dedos mais fundo no meu cu. Estava difícil de segurar meus gemidos e meu gozo iminente. Em poucos minutos, perdi o controle e jorrei minha porra quente e leitosa na sua boca. O cara bebeu as últimas gotas da minha porra e voltou a me beijar dizendo que a brincadeira só estava começando.
Sentindo resquícios da minha propria porra se misturarem à nossa saliva, eu percebi que até aquele momento ele não havia tirado sua roupa. Então eu avisei que naquela hora seria minha vez de dar prazer pra ele. Eu abri sua calça, abaixei seu boxer expondo suas coxas peludas e cacete grosso, pentelhudo, discretamente desviado pra cima, pouco maior que o meu, 15 ou 16 cm talvez. Tinha cabeça completamente exposta grande rosada e lustrosa já umedecida por uma babinha convidativa. Eu não me fiz de rogado e comecei cheirando seu saco e chupando seus ovos um a um ao mesmo tempo que batia uma punheta lenta. Depois eu lambi o corpo do seu cacete até lamber a cabeça e sorver todo o seu pré gozo. Aquela acidez leve misturada com um gostinho salgado me deixou tão inebriado que comecei literalmente a fuder seu pau com minha boca. Que delícia de gordinho, que pau gostoso... eu já estava em ponto de bala novamente. Meu pau balançava respingando minha baba com o movimento do seu pau entrando e saindo da minha boca... quando começou a respirar forte, ele agarrou forte meus cabelos e empurrou seu pau ainda mais fundo para me presentear com uma porra grossa ligeiramente ácida e adocicada diretamente no meu estômago. Depois de lamber cada milímetro do seu pau até deixá-lo limpinho, ele me puxou para mais uma sessão de beijos e dedadas no meu cu...
Mais uma vez, eu estava entregue àqueles dedos no meu rabo. Ele me virou de costas, abriu meu rego e deu uma lambida bem molhada no meu anel. Quase dei um salto de tanto tesão. A gula do cara pelo meu cu era até bonito de se ver. Ele enfiava sua língua na minha entrada, cuspia dentro, enfiava mais e mais, depois voltava a lamber e sugar meu cu desesperadamente. Eu já cobria minha boca com as mãos para não gritar de tanto tesao...até que num dado momento eu pedi pra ele colocar uma camisinha e me comer pois já não me aguentava tamanha era a vontade de agasalhar aquele grossão no meu rabo guloso. Ele disse que não estava preparado, que não trouxera camisinha, mas que ia sarrar meu cu e minhas coxas sem penetraram até gozar bem gostoso. Nossa, cada vez que a cabeça passava nas minhas pregas eu até arrebitava mais a bunda de tanta vontade. Numa dessas a cabeça entrou e eu não me controlei de tanto tesao e me joguei pra trás fazendo seu pau entrar todinho dentro de mim. Inicialmente fiquei parado mas depois liguei o foda-se e comecei a enterrar seu pau no meu cu. Aquele ritmo de entra e sai com suas bolas batendo na minha bunda não estava muito silencioso, na verdade me excitava ainda mais. Ele me segurava pela cintura com uma mão e com a outra pegava e apertava meu pau no ritmo que eu bombada meu cu sobre ele. Até que subitamente ele me puxa pela cintura e goza profusamente dentro do meu cu sedento. Nesta hora, escutamos batida na porta. Era faxineiro dizendo que não ia conseguir mais manter banheiro interditado. Nós nos limitamos a nos beijar e nos despedir rapidamente. Eu até dei uma grana para faxineiro pela gentileza, mas ainda saí dali segurando porra do garotão no meu cu com meu pau meia bomba por que não tinha gozado no final.
Disfarçando para não perceberem minha excitação eu tentei desligar Grindr mas vi que um Renato 37 anos troncudão sem ser gordo discretamente peludo tinha deixado uma foto do seu cacete grosso e pentelhudo esbanjando 18 cm da mais pura potência envolto num anel peniano vermelho de silicone que evidenciava um saco de respeito. Suas bolas pareciam enormes e sugeriam guardar uma quantidade incomum de porra a ser degustada. Mas confesso que identificar uma aliança dourada e brilhante em sua mão esquerda foi o que me convenceu que eu precisava experimentar aquela anaconda. Como eu estava com muito tesao, conversa foi curta e eu me encaminhei ao prédio que morava. Fiquei um pouco relutante ao descobrir que ele morava no mesmo prédio de uma família conhecida da minha e que ele na verdade era casado com outro homem, mas em questão de minutos eu estava dentro do seu apartamento. Ele disse que tinha pouco tempo para retornar ao trabalho de produção de eventos em um grande teatro da cidade. Então não perdi tempo. Tirei minha camisa para não amassar e gerar desconfiança quando voltasse para congresso e aegurei com vontade o pacotão sob seu short de moleton. Quando percebi que ele ainda estava com o anel peniano eu o empurrei sentado no seu sofá e me ajoelhei entre suas pernas para engolir seu pau, lamber o suco delicioso que minava sem parar da sua uretra e sentir ele crescer dentro da minha boca. Quando seu pau ficou totalmente duro, eu só conseguia engolir quase tudo porque o anel ocupava uma parte do seu cacetao. Eu fiquei admirado de tudo: cara bonito barbudo musculoso sem exageros com pelos bem distribuídos, sacudo e dono de um pauzão muito babão que fazia meu olho brilhar. Eu chupava seu saco, lambia a cabeça do seu pau para não perder nenhuma gota do seu néctar adocicado e depois chupava seu pau todo até cansar. Quando cansei ele me puxou pelos cabelos começou a fuder minha boca enterrando seu pau até minhas amígdalas e dizendo que amava pegar casado por que todos são putões demais e sem frescura. Eu engasgava, babava muito… quando achei que ele ia gozar ele parou e puxou minha cabeça na direção da sua axila. Eu nunca tinha feito isso, mas o cheiro forte das axilas inebriou minhas narinas e minha língua começou a serpentear entre seus pelos. Gemendo forte ele puxou minha cabeça para seus mamilos pedindo pra morder de leve e chupar forte. Ele trazia a babinha do seu pau até minha boca, eu chupava seu dedo e em seguida voltava para um dos mamilos ou uma das axilas deixando ele muito doido. Nessa hora ele recusou meus lábios me deixando um pouco triste… ele deve ter percebido por que me colocou sentado em cima do braço do sofá e se curvou para me chupar: o cara era profissional, sua língua fazia malabarismos na cabeça do meu cacete enquanto acariciava meu cu com seus dedos. Eu neguei que meu cu tinha sido leitado mais cedo mas não sei se ele acreditou. Fato é que ele começou a enfiar a língua no meu cu como se quisesse beber a porra do garotão cearense que sobrara nas minhas entranhas. Ele chupava meu cu com voracidade e depois lambia meu períneo, chupava meu saco e depois engolia meu cacete me levando a loucura. Acho que era isso mesmo que ele queria por que quando percebeu minha contração para segurar o gozo ele apertou a cabeça do meu pau dizendo que queria arrebentar minhas pregas com seu pau. Quando ele se levantou eu achei que seu pau estava ainda mais grosso. Falei que a cabeça do seu pau estava brilhante e suculenta. Ele lambuzou meus lábios com seu pré-gozo. Eu sorvi aquela babinha deliciosa e depois implorei pra ele me deixar gozar. Ele pegou outro anel peniano de silicone vermelho com duas argolas: com uma ele envolveu meu pau e com a outra meu saco. Meu pau ficou mais grosso, a cabeça ficou mais exposta e o aperto ao redor do saco me dava uma sensação nunca antes experimentada. Então o cara se abaixou de novo, deu umas linguadas bem molhadas no meu cu e começou a me fuder com dois dedos enquanto mamava meu cacete como se fosse o último disponível na terra. A pressão da sucção até fazia barulho quando meu pau escapava da sua boca. Assumindo parcialmente o controle, cada vez que ele afundava a boca engolindo meu pau, eu elevava o quadril pra tentar levar meus 14 cm ainda mais fundo na sua garganta. Sua boca quente e úmida subia e descia fazendo meu pau desaparecer dentro dela. A minha visão por cima dava tesão demais, tanto que segurei sua cabeça e comecei a macetar sua boca até me derramar em volumosos jatos de porra dentro dela. Ele engolia o que dava deixando derramar uma parte no corpo do meu cacete e depois chupava tudo até não sobrar nada. Meus olhos estavam semi-cerrados e minha respiração estava ofegante. Mais uma vez ele recusou meu beijo mas depois que eu perguntei qual o sentido de não beijar se ele já tinha me chupado o pau e o cu e engolido minha porra. Ele parou, levantou-se mostrando seus 18 cm em riste e puxou minhas pernas sobre seus ombros passando a pincelar seu pauzão no meu cu piscante. Quando pedi pra ele usar camisinha ele disse que ele e o marido faziam exames periodicamente por que tinham um relacionamento aberto e que também não fazia sentido eu chegar com o cu cheio de porra pedir pra usar camisinha. Então para minha surpresa ele enfiou seu pau em uma estocada única e firme até eu sentir o silicone do seu anel peniano encostar na minha bunda ao mesmo que ele pegava no meu pau começando a bater uma punheta lenta e excitante e dobrava seu corpo sobre o meu me dando vários selinhos até criar coragem para receber minha língua dentro da sua boca. Dai pra frente eu só não gritava por que seu beijo ia ficando cada mais gostoso. Depois de alguns minutos sentindo seu pau deslizar pelo meu cu cutucando e aquecendo minhas entranhas, ele se levanta sem tirar o pau de dentro e começa a meter fundo e forte como se quisesse enfiar suas bolas dentro de mim. Eu gemia demais sentido a grossura do seu pau me abrir por dentro em cada arremetida. Em seguida ele falou que amava comer casados gordinhos e peitudos como eu. Ai o cara começou a chupar e morder meus mamilos e aumentar a velocidade das estocadas. O barulho do seu pau entrando e saindo e o som da gula dele pelo meus peitos aumentava ainda mais o mix de sentidos daquela trepada. Então ele soltou meus peitos e voltou a me punhetar enquanto enfiava e tirava seu cacetao grosso do meu rabo que parecia em chamas. Eu tentava não gritar de tanto tesão: sua mão melada de saliva esfolando meu pau e a grossura do seu pau entrando fundo, forte e cada vez mais rápido em poucos minutos provocou uma comichão no meu pé da barriga que irradiou para meu cu. Eu comecei a piscar meu cu apertando seu pau deixando-o mais animado. Se já estava rápido e forte, agora parecia uma máquina entrando e saindo do meu cu. Em questão de segundos eu não resisti e gozei nos seus dedos pedindo pra ele gozar na minha boca. O cara desacelerou e voltou a me beijar esfregando minha porra nos nossos lábios. Ele continuava metendo no meu cu em brasas até que ele enfim tirou o pau do meu cu, deu uma lavada rápida na pia do banheiro e voltou com seu mastro em riste apontado para minha boca. Ele falou que era pra eu babar bastante seu pau e depois deixar ele fuder minha boca. Assim fiz, tentei fazer uma garganta profunda sem muito sucesso, cada vez que seu pau atingia minhas amígdalas, provocava engulhos que fazia escorrer muita saliva no meu colo. Depois ele pediu pra eu deitar no tapete, sentou sobre meu peito e foi enfiando o pau da minha boca e segurava fundo até eu me engasgar ou tentar empurrar ele. Sei lá o que eu fiz, só sei que em determinado momento ele enfiou seu pau todo e segurou por alguns segundos sem que eu resistisse. Dai pra frente o cara passou a meter fundo como se estivesse fudendo uma cuceta bem gulosa. O som molhado daquele cacetao molhado entrando e saindo da minha boca era música para meus ouvidos. Nossos gemidos se confundiam até que ele empurrou seu cacete bem fundo e gozou, gozou, gozou muito. Sua porra quente adocicada viscosa e pouco espessa desceu livre para meu estômago me saciando por um bom tempo. Depois de relaxar um pouco, trocamos número de WhatsApp para quando eu conseguir voltar sem minha esposa a gente repetir a dose. Pena que ainda não deu certo mas continuo na expectativa: quem sabe até ter um momento com ele e seu marido. casbi37@hotmail.com ou casbi56@tutamail.com