Meu Sogro Me Enrrabou Parte 03

Da série Meu Sogro
Um conto erótico de Katarina
Categoria: Heterossexual
Contém 965 palavras
Data: 13/05/2026 11:21:20

Eu achava que depois da descoberta tudo tinha virado uma dinâmica “normal” dentro da loucura. Errado. O Roberto decidiu que a humilhação precisava subir de nível. E subiu pra caralho.

Era uma quarta-feira à noite. O João tinha saído pra academia e me deixou sozinha em casa com o sogro. Eu estava na cozinha, só de shortinho de academia e top, preparando um lanche quando o Roberto chegou com um sorriso que eu já conhecia: safado, cruel, dominador.

— Vem aqui, vadia — chamou ele, puxando meu braço. — Hoje você vai trabalhar pra família.

Eu franzi a testa, mas já senti a buceta latejar.

— Trabalhar como?

Ele me levou até a sala. Sentados no sofá grande estavam três homens que eu nunca tinha visto. Todos por volta dos 45-50 anos, corpos de quem malhava mas já com aquela barriguinha de cerveja, barbas grisalhas, olhares famintos. Um deles era o ex-colega de academia do Roberto, o outro era um amigo de trabalho, o terceiro eu nem sabia quem era. Todos me olharam como se eu fosse carne fresca.

Roberto me empurrou pro centro da sala e falou alto, como se eu fosse mercadoria:

— Essa é a Katarina. Namorada do meu filho, 19 anos, ninfetinha rata de academia. Bundinha empinada, cu apertado e guloso. Eu venho comendo ela faz tempo e o João sabe e aprova. Hoje ela tá alugada. Cada um de vocês paga 300 reais pra comer ela. Eu fico com o dinheiro. Ela é a puta da família agora.

Meu rosto queimou de vergonha. Eu olhei pra ele, boca aberta.

— Seu Roberto… você tá falando sério?

Ele riu e deu um tapa forte na minha bunda, fazendo ela balançar.

— Cala a boca, sua puta barata. Você adora dar o cu, né? Agora vai dar pra quem pagar. Tira a roupa toda e fica de quatro no tapete. Mostra pros tios aqui o produto que eles compraram.

As mãos tremiam, mas eu obedeci. Tirei o top, o shortinho e a calcinha na frente dos quatro homens. Fiquei completamente nua, de quatro no tapete da sala, bunda empinada, rosto baixo. Os três amigos assobiaram.

— Porra, Roberto, que bundinha linda… — disse um deles, já abrindo o cinto.

O sogro pegou o dinheiro na mão de cada um — novecentos reais no total — e guardou no bolso da calça como se fosse a coisa mais normal do mundo.

— Ela é virgem de buceta pra vocês não, mas o cu… o cu é especial. Eu viciei nele. Vocês podem comer onde quiserem, mas o cu é o principal. E ela vai gemer pedindo mais, porque é uma vadia sem vergonha.

O primeiro amigo se aproximou. Era o mais gordo, pau grosso mas curto. Ele cuspiu na mão, esfregou na rola e se ajoelhou atrás de mim.

— Abre esse cu, putinha.

Eu empinei mais. Ele enfiou de uma vez, sem dó. Doeu pra caralho, mas eu gemi alto, como o sogro esperava. Enquanto ele metia no meu cu, o Roberto sentou no sofá, abriu a calça e ficou batendo punheta devagar, assistindo.

— Olha pra ela, pessoal. Namorada do meu filho, corpo de academia… e tá levando rola de estranho no cu por dinheiro que eu tô guardando. Diz pra eles, Katarina. Diz o que você é.

— Eu… eu sou a puta da família… — gemi, a voz tremendo enquanto o homem socava meu cu.

— Mais alto, vadia.

— EU SOU A PUTA DA FAMÍLIA! — gritei, lágrimas de humilhação e prazer escorrendo.

O segundo amigo enfiou o pau na minha boca, calando meus gemidos. O terceiro ficou só assistindo e filmando com o celular.

— Grava tudo — ordenou o Roberto. — Depois eu mando pro João ver como a namoradinha dele tá trabalhando bem.

Eles me usaram por quase uma hora. Um atrás do outro, revezando no meu cu e na minha boca. Eu era virada, jogada, tapa na cara, tapa na bunda, cuspe no rosto. Um deles me chamou de “filha da puta barata”, outro de “cadela de aluguel do sogro”. O Roberto só assistia, cobrando quando alguém gozava rápido demais:

— Calma aí, ela aguenta. Paga pra comer direito.

Eu gozei duas vezes só de humilhação — uma vez com dois paus no cu ao mesmo tempo, esticando meu anelzinho até o limite, outra quando o sogro mandou eu sentar no pau de um deles e rebolar enquanto ele contava o dinheiro na minha frente.

No final, os três gozaram dentro de mim. Dois no cu, um na boca. Porra escorrendo do meu rabinho aberto, escorrendo pelo queixo, pingando no tapete. Eu estava destruída, tremendo, maquiagem borrada, cabelo bagunçado.

Roberto se levantou, deu um tapa na minha bunda vermelha e falou:

— Boa menina. Novecentos reais no bolso. Amanhã eu compro uma lingerie nova pra você trabalhar melhor. Agora limpa o tapete com a língua, sua puta.

Eu obedeci, de quatro, lambendo minha própria saliva e porra misturada enquanto os amigos riam e se despediam.

Quando eles saíram, o Roberto me puxou pelo cabelo, me fez ajoelhar na frente dele e enfiou a rola grossa na minha boca.

— Engole o pau do dono, vadia. Eu fiquei com o dinheiro todo. Você não ganha nada. Só leva rola e humilhação. Isso é o que você merece, né?

Eu gemi com a boca cheia, olhando pra ele com olhos úmidos.

— Sim, sogro… eu sou sua puta alugada…

Ele gozou fundo na minha garganta, me fazendo engolir tudo.

— Amanhã tem mais. O João vai assistir da próxima vez. A família inteira vai lucrar com esse seu cu guloso.

Eu fiquei ali, nua, cheia de porra de estranhos, humilhada até o fundo da alma… e molhada pra caralho.

A nova dinâmica familiar não era mais só entre nós três.

Agora eu era o produto. E o Roberto era o cafetão.

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