Vida Amorosa - Brincadeiras na piscina / Recompensa - Part 3 e 4

Um conto erótico de Augusto
Categoria: Heterossexual
Contém 2080 palavras
Data: 13/05/2026 09:22:24

Passei uns dias pensando na Pamela, me masturbei tantas vezes que era impossível esquecer dela.

Numa sexta feira ela me mandou mensagem “Oi, lembra de mim.”

“A como esqueceria!”

Conversamos bastante, ela me convidou para ir a sua casa, me falou que lá tinha piscina, eu provoquei ela falando agora você vai entrar na água e molhar o cabelo né, ela concordou.

No sábado de manhã trabalhei na padaria e fiz um pão caseiro perfeito pra Palmela e levei. Ela gostou bastante, me apresentou a casa dela. À frente da casa vocês não davam nada, mas quando entrava parecia um lugar luxuoso, paredes altas, muita mobília e tudo um brinco.

E sem rodeios ela me mandou ir para a parte da piscina, ela foi trocar de roupa, fui conhecendo a casa dela, era incrível e lindo, ela saiu com um biquíni azul lindo, combinava demais com a sua pele branquinha.

Na parte de fora tinha uma linda churrasqueira feita a tijolos à vista e uma piscina que era um encanto.

“Vamos entrar na água.”

Tirei a minha camisa e meu short e entrei somente de cueca. Na hora de entrar puxei ela comigo, a piscina dela tinha aquecedor, era um paraíso. Ela começou a nadar de costas o seu peito subia pra fora a cada braçada, logo ela bateu a cabeça na borda eu comecei a rir, ela jogou água em em mim e eu joguei água nela.

“Quer brigar?” ela falou.

Antes de eu responder ela jogou água na minha cara e me agarrou, ficamos brincando igual duas crianças, levei ela pra baixo da água, meu corpo se chocava com o dela, meu pau já ficou duro instantâneamente, e pra ela não percebe acabei dando mole e ela conseguiu me controlar.

“Você se rende?” Pamela falou.

Ela falou rindo e quando a empurrei para o outro lado, ela voltou tão rápido quanto eu a empurrei. Lutou comigo de novo, e minha mão pousou em sua bunda, eu não podia deixar essa chance passar eu agarrei sua bunda e meu dedo escorregou com a força e entrou contato com sua bucetinha. Ela usava calcinha fio dental e conseguia sentir o contorno de seus lábios. Ela se contorceu contra mim enquanto eu tentava afastá-la.

Tudo aquilo era demais pra mim, uma mulher fantástica brincando comigo na piscina enquanto tudo isso acontecia, eu estava no paraíso?

Ela continuou a luta sem responder. Percebi suas coxas se movendo entre as minhas pernas, eu não tinha certeza do que ela estava tentando fazer. Mas de vez em quando, ela pressionava as coxas contra meu pênis, me excitando ainda mais. Meu pênis ficou completamente ereto com a pressão de suas coxas, eu sabia que ela estava fazendo isso de propósito, seu corpo se esfregando contra o meu.

Continuamos nesse movimento até que eu não consegui mais resistir. A puxei para longe e pressionei minha mão contra sua bunda e agora de propósito meu dedo mindinho roçando levemente sua vagina.

Mas a luta não podia parar, deslizei minha mão mais para cima em suas nádegas, e tinha certeza que ela sentia meu dedo contra sua vagina. Suas unhas entraram na minha pele enquanto ela resistia, mas eu pude ver o prazer em seus olhos.

Continuamos por um tempo, mas Pamela tinha outros planos. Ela me empurrou para baixo e me abraçou pelo pescoço. Suas pernas se moveram ao meu redor e senti que sua bucetinha pressionava meu pau.

Eu nunca tinha ficado assim com uma mulher, sua bucetinha parecia macia, mas a barreira das nossas roupas não deixava nada além disso. Meu pênis ficou ainda mais duro, e Pamela percebeu. Ela começou a se mover para cima e para baixo, esfregando sua vagina contra meu pênis. Ela me cavalgava como um brinquedo, gemendo baixinho enquanto o prazer se intensificava, eu estava prestes a gozar naquele momento. Pamela começou a se contrair contra mim, senti o calor do seu orgasmo, acompanhados por um gemido de prazer. Foi nesse momento que eu gozei dentro da cueca, ela sentiu meu pau pulsando sem parar.

“Você também.” ela me perguntou.

“Acho que sim.”

Ela riu e me abraçou.

“Tô morrendo de vergonha.”

Fiquei em silêncio.

“Você poderia buscar uma água.”

Me levantei para buscar água, “nossa você me arranhou.”

“Deixa eu ver.”

Mostrei as minhas costas, ela ficou com um sorrisinho.

Parte 4

Me enrolei pra pegar água porque fui ao banheiro ver os arranhões, nenhum estava profundo, só estava vermelho fiquei mais aliviado e quando voltei Pamela estava sentada numa cadeira ao lado da piscina, enquanto ela bebia água fiquei admirando a sua beleza.

“Pode entrar, fica à vontade.”

Entrei na água.

“Me da sua cueca?” Ela falou.

“Sério, minha cueca?”

“É.” falou rindo.

Eu estava bem a vontade não teria problema nenhum, joguei minha cueca em cima da borda, ela ficou satisfeita mesmo não vendo eu pelado, confesso que pra mim era um pouquinho constrangedor.

“Você poderia buscar o meu chapéu.”

Fiz uma cara de poucos amigos.

“Por favor.”

Não resisti e comecei a sair da piscina com o pênis flácido, estava tão encolhido que era vergonhoso. Ainda bem que ela não fez nenhum comentário, bom ela acabou fazendo.

“Você tem uma bunda linda… fica nessa porta ao lado do banheiro.

Era um quartinho de despesas, peguei o chapéu de palha com um laço azul e levei até ela.

Ela pegou e colocou “fiquei bonita?”

“Muito.” Com um sorriso no rosto.

Ela deu uma olhada no meu corpo e foi descendo olhar até o meu pênis.

“Aí sabe que eu lembrei?”

“O que?”

“Do seu super poder.”

“Ah pára com isso.”

“Se você tivesse usando uma calcinha agora ninguém iria perceber o volume”

“Ah, você acha.” Falei tentando deixar leve o clima.

“Quer que eu pegue uma?”

Fiquei em silêncio.

“Melhor não.” respondi.

Ela se levantou e pegou a minha mão, me levou até o banheiro. “vamos nos secar.”

Só secamos no banheiro, fomos até o seu quarto ela sentou na cama, eu fiquei em pé.

“Hummm… que calcinha eu pego?”

Eu estava morrendo de vergonha e cadeira tinha um short jeans e calcinha vermelha de renda.

“Aquela?” eu perguntei.

Ela me olhou.

“Eu estava usando ela agora.” Ela pegou “parece ser boa.”

Fiquei olhando aquilo, parecia muito afeminado, ela estendeu para mim, eu não queria pegar. Ela se levantou e passou no meu rosto “Senti o tecido não é bom?” Ela ficou esfregando ele no meu rosto, eu tentei me afastar. “Não está com um cheiro ruim, né?”

Foi quando eu me toquei, era a mesma calcinha que ela estava usando, a calcinha que estava na sua bucetinha agora estava no meu rosto.

“Põe ela!” Ela deu uma ordem.

Eu peguei com medo e frio na barriga e coloquei de uma vez, ela ficou surpresa.

“Dá uma volta.”

Dei uma volta.

“Olha pra mim.”

Eu olhei, ela ficou de costa “olha com esses dois dedos você puxa a calcinha pra fora, não tem como eu fazer porque estou usando fio dental.”

Tirei a calcinha de dentro do bumbum como ela mandou, cobriu um pouco a minha bunda.

“Tá vendo! Bunda gostosa acaba engolindo a calcinha.”

Fiquei pensativo.

“Vira de frente.”

Virei ela ficou analisando.

“Ficou bem né, pouquinho volume só… super poder” falou rindo. “Acho que minha amiga vai gostar de você.”

“Amiga?” Já fiquei morrendo de medo.

“Sem preconceito, ela não liga, ela é trans.”

Fiquei em silêncio.

“Ela vai vir aqui em casa hoje a noite, quiser ficar com a gente.”

“Pode ser.”

“Você está ficando com o pau duro?”

“Sim.” Fiquei constrangido.

“Tira a minha calcinha, você vai estragar a renda.”

Tirei a calcinha o mais rápido possível.

“A Luiza estragou uma minha assim, se bem que ela tem.”

“O que ela tem?”

“Melhor não falar.”

“Oshe porque não.”

“Ela tem um pau enorme, grande… meu Deus, olhas as coisas que você me obriga a dizer.”

Fiquei morrendo de vergonha.

“Acho melhor você tomar um banho.”

Tomei um banho e depois Pamela tomou o dela. Ela comentou de fazer a janta, ficamos na cozinha mas foi eu quem acabou fazendo a janta, fiz uma torta ela ficou impressionada e me ajudou, quando era umas 19:00 horas chegou a Luiza.

Luiza era enorme devia ter uns 30 centímetros mais alto, uma pele dourada, lábios carnudos e com cachos escuros preso igual rabo de cavalo, fiquei bastante impressionado, suas coxas eram grossas ela estava usando um shortinho e uma blusinha e seu peito parecia que iram explodir.

Pamela me apresenta pra Luiza.

“Você é pequeno.” Falou Luiza.

Fiquei meio envergonhado, a gente se sentou e fomos jantar, elas ficaram super felizes conversando e elogiando a minha torta.

Pamela ama uma bebida e pediu algumas bebidas numa adega perto o motoboy veio trazer, pela qual eu paguei tudo com prazer a gente foi beber e Pamela já queria ir pra piscina e foi buscar um biquíni.

Luiza me olha “tem problema eu colocar um biquíni também?”

“Nenhum.”

“É que eu nasci com um pênis!”

Eu já sabia mas mesmo assim em ouvir era estranho, ela foi super de boas não tinha o porque eu ser um idiota.

“Tá bem.”

“É que você sabe, biquíni pode ser bem pequeno, a Pamela já está acostumada, mas vai que você não gosta, pode ser que ele escape e você se assuste não quero te enganar e nem passar uma visão contrária.”

“Ah… obrigado por contar.”

“Algumas pessoas complicam por nada… Só não se assuste se ver alguma coisa balança entre as minhas pernas.”

Logo Pamela volta com um traje pouco revelador, o biquíni era pequeno demais e os peitos dela estava com os faróis acesos, eu fiquei morrendo de tesão, Luiza foi se trocar e ficou eu e Pamela ajeitando as coisas na piscina, quando a Luiza chegou usando biquíni suas pernas eram grossa, mais o pacote dela era incrível, dava pra ver a curva indiscutível de um pênis grande e grosso dormia naquele biquíni e duas bolas enorme, eu tinha confirmado o pênis dela era maior, muito maior que meu.

Luiza com um sorriso no rosto “você não é o primeiro a ficar olhando.”

“Vamos entrar vocês na piscina.” Falou Pamela.

Tirei meu short, meu volume não era nada, simplesmente vento na cueca, entrei na piscina com elas.

Luiza falou “relaxa João é só um pênis, igual o seu.”

“Mais o seu é maior e mais grosso.” Falou Pamela.

Fiquei sem chão, Pamela me deu uma cerveja, ficamos bebendo na piscina por horas eu acho, eu não era muito fã de bebida e acabei ficando bêbado demais.

“Acho que vou beber uma água.”

Luiza me acompanhou.

“Vocês estão ficando?” Ela me perguntou.

“Não.”

Ela deu um sorriso “tá bem, acho melhor você tomar um banho e ir deitar, se você fizer isso vou recompensar no meio da noite.”

Acabei fazendo o que ela mandou, tomei um banho e me deitei no sofá, logo após passou as duas por mim se beijando, e se trancaram no quarto, eu me fingi que estava dormindo enquanto elas passou, me levantei e fui até a porta ouvi beijos e gemidos.

“Porra! Porra, é muito grande. Espera aí, deita de costas. Vou tentar sentar nele!”

Continuei ouvindo Pamela sentando e quicando em um pau enorme. Peguei meu pau duro e o acariciei com o polegar e o indicador. Em apenas trinta segundos, eu já estava quase lá, tive que parar. Ouvi o estalo da bunda dela e a resistência suave se transformou em gritos mais altos.

"PORRA!", ela gritou. "Vai devagar! Meu ex era um pinto minúsculo comparado a você.”

Pamela gemia alto. “eu vou eu vou.”

Nesse momento Pamela estava gozando no pau enorme da Luiza, depois de uns 30 segundos eu ouvi “vou beber uma água e já volto.” Falou Luiza.

Corri pro sofá e fiquei deitado quando Luiza apareceu pelada no corredor com o pau enorme dava pra ver as veias e todo melado do suco da Luiza.

“Não fica muito empolgado.”

“Não estou.” Falei com um pouquinho de medo.

“Eu prometi que ia valer a pena, então, abra a boca.”

Ela estendeu dois dedos brilhantes e molhados na minha direção enquanto fazia exatamente o que ela pediu. Ela os baixou na minha boca e riu enquanto eu lambia ansiosamente os sucos da pamela dos dedos da Luiza.

Depois de um breve momento, ela os puxou e sorriu. ‘Te vejo de manhã’

Ela voltou para o quarto, elas ficaram conversando e fui ao banheiro e me masturbei igual um louco.

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