A Crente e o Pastor

Um conto erótico de CasalBisexPA
Categoria: Heterossexual
Contém 9426 palavras
Data: 01/05/2026 23:18:43

Sônia (34 anos). Casada há 12 anos com Carlos. Fiel da igreja evangélica desde criança. Criada com rigor: sexo só depois do casamento, só para procriação, só vaginal, sem oral, sem prazer. Ela nunca gozou. O marido é "homem de Deus" – frio, mecânico, uma vez por mês, sempre na mesma posição (papai e mamãe), sem beijo, sem carícia, sem excitação. Ele goza em dois minutos, vira para o lado e dorme. Ela fica com o tesão acumulado, a buceta molhada, a alma vazia.

Pastor Ênio (52 anos) – líder da igreja. Casado, mas há anos sem sexo com a esposa (ela está na menopausa e perdeu o interesse). Ele é um homem carismático, voz grave, mãos grandes. Sabe ouvir. Sabe tocar. Sabe o que as mulheres casadas e frustradas precisam ouvir – e sentir.

Sônia chegou ao consultório pastoral (uma sala nos fundos da igreja) numa terça-feira à tarde. Estava de vestido azul-marinho, cabelo preso, calcinha de algodão branca (as mesmas que usava desde os 15 anos). O coração batia acelerado.

— Senta, minha filha – o pastor Ênio disse, apontando para a cadeira de madeira à sua frente. – O que te traz aqui?

Ela hesitou. As mãos suando. A boca seca.

— Posso falar? O senhor não vai me julgar?

— Filha, eu sou pastor. Meu trabalho é ouvir. Não julgar. O julgamento é de Deus.

— É sobre... meu casamento.

— Continue.

— Meu marido... ele é um bom homem. Trabalha. Não bebe. Não bate em mim. Dá o sustento.

— Mas?

— Mas... no sexo... ele é...

— Pode falar. Está a vontade.

— Ele é frio. Uma vez por mês. Sempre a mesma posição. Ele não me beija. Não me toca. Não me lambe. Ele goza em dois minutos. Vira para o lado. Dorme. E eu fico... eu fico...

— Fica como?

— Fico molhada. Fico com tesão. Fico com raiva. Eu nunca gozei, pastor. Nunca. Doze anos de casada. Doze anos de buceta seca e alma vazia.

O pastor Ênio ficou em silêncio por um longo minuto.

— Você já conversou com ele sobre isso?

— Já. Ele disse que sexo é para procriação. Que mulher que gosta de sexo é puta. Que eu estou sendo tentada pelo demônio.

— O demônio não tem nada a ver com o prazer que Deus te deu. Deus fez a mulher com um ponto de prazer – o grelinho. E fez o homem com um pau. Se Deus não quisesse que a mulher sentisse prazer, não teria feito o grelinho. Ele teria feito apenas a entrada, para o pau entrar e sair. Mas Ele fez mais. Ele fez o ponto do prazer. E o homem foi feito para dar prazer à mulher. Seu marido está errado, Sônia.

Ela chorou.

— O que eu faço, pastor?

— Primeiro, você vai aprender a se conhecer. Você sabe onde fica o seu grelinho?

— Não.

— Você sabe como tocar ele?

— Não.

— Você sabe o que é um orgasmo?

— Não.

— Então, nas próximas semanas, você vai aprender. Eu vou te ensinar. Mas tudo no seu tempo. Tudo com calma. E tudo secreto. Seu marido não pode saber. Os irmãos da igreja não podem saber. É um segredo entre você e Deus – e entre você e mim.

— O senhor vai me ensinar?

— Vou. Mas você precisa confiar em mim.

— Eu confio.

— Então, para começar, você vai trocar de calcinha.

— Trocar para o quê?

— Calcinha de algodão segura umidade. Você precisa de uma calcinha que deixe sua buceta respirar. Uma calcinha de renda. Ou de seda. Ou de microfibra. Vou te dar uma.

Ele abriu a gaveta da escrivaninha. Tirou uma calcinha de renda preta, fio dental.

— Veste.

— Aqui?

— Aqui. No banheiro ao lado. E depois volta. Não precisa vestir a roupa por cima. Volta de vestido aberto, só com a calcinha. Eu quero ver se está no tamanho certo.

Ela foi ao banheiro. Vestiu a calcinha de renda preta. O tecido encaixou na bunda, na buceta, nos lábios. O pau de renda roçava no grelinho a cada passo.

Voltou. O vestido azul-marinho aberto na frente. Os seios à mostra. A calcinha preta brilhando.

— Vem aqui – ele disse.

Ela se aproximou. O pastor Ênio se ajoelhou na frente dela.

— Abre as pernas.

Ela abriu. Ele enfiou o dedo por cima da calcinha, tocou o grelinho.

— Sente?

— Sinto.

— Isso é o seu grelinho. É o ponto que Deus fez para você sentir prazer. Quando você se masturbar, é aqui que você vai tocar.

— Como se masturba?

— Com o dedo. Ou com um vibrador. Mas isso fica para a próxima sessão.

Ele tirou o dedo. Ela gemeu.

— Já está com vontade de gozar?

— Estou.

— Não pode. Não hoje. Você vai para casa com essa calcinha. Vai usar ela por baixo da roupa. Vai sentir o tecido roçando. Vai ficar molhada. Vai querer gozar. Mas não pode. Você vai guardar esse tesão para a próxima sessão.

— Quando é a próxima sessão?

— Amanhã.

No dia seguinte, Sônia voltou. Usando a calcinha de renda preta por baixo do vestido – o mesmo vestido azul-marinho.

— Tira a roupa – o pastor disse, sem rodeios.

Ela tirou. Ficou só de calcinha preta. Os seios à mostra. Os mamilos duros.

— Deita na maca.

Ela deitou. Ele se sentou ao lado dela.

— Hoje você vai aprender a se masturbar. Eu vou te guiar. Você vai fazer exatamente o que eu disser.

— E o senhor?

— Eu vou assistir. E vou te ajudar a chegar lá.

— Como?

— Com a minha voz. Com as minhas palavras. E se você precisar... com a minha mão.

Ela fechou os olhos.

— Mão direita. Desce devagar. Passa pela barriga. Chega na calcinha.

Ela fez.

— Tira a calcinha.

Ela tirou. A buceta apareceu – lisa, rosada, molhada.

— Enfia o dedo médio na sua buceta. Molha bem.

Ela enfiou. Tirou. O dedo brilhando.

— Agora passa o dedo no grelinho. Devagar. Em círculos.

Ela fez. O grelinho endureceu.

— Mais rápido.

Ela acelerou.

— Isso, Sônia. Isso é o seu prazer. Você nunca sentiu isso?

— Nunca.

— Então continua.

Ela continuou. O pastor Ênio se aproximou. A boca dele perto da orelha dela.

— Você imagina quem? – ele sussurrou.

— O senhor.

— Eu estou aqui. Eu estou vendo a sua buceta. Ela está linda. Ela está molhada para mim.

— Está.

— Você quer que eu chupe ela?

— Quero.

— Não hoje. Hoje você vai gozar sozinha. Mas amanhã... amanhã eu vou lamber a sua buceta.

Ela gozou. O primeiro orgasmo da vida dela. O corpo tremeu. A buceta contraiu. O líquido claro escorreu pela mão, pelo dedo, pelo grelinho.

— Isso, Sônia – o pastor disse. – Isso é um orgasmo. Você nunca mais vai esquecer.

— Nunca.

— Agora limpa. Veste a calcinha. Vai para casa. Quero você amanhã de novo.

— Amanhã o senhor vai me lamber?

— Amanhã eu vou te lamber. Palavra de pastor.

Sônia chegou no dia seguinte sem calcinha. O pastor notou na hora – o volume dos lábios marcando o vestido.

— Sem calcinha?

— Vim sem.

— Ótimo. Deita na maca.

Ela deitou. Ele levantou o vestido. A buceta lisa, rosada, já molhada.

— Eu vou lamber a sua buceta, Sônia. Isso é pecado? – ele perguntou.

— Se for, queime no inferno comigo.

Ele riu. Abriu as pernas dela. Enfiou a língua.

A língua grossa, quente, experiente. Percorreu os grandes lábios, o grelinho, a entrada.

— Isso, pastor – ela gemia. – Lambe a buceta da sua crente.

— Você é minha crente?

— Sou.

— Minha crente mais pecadora.

— Mais gozadora.

Ele lambeu mais rápido. Ela gozou em dois minutos. O gozo escorreu na boca dele. Ele engoliu.

— Você tem gosto de mel – ele disse.

— Mel de buceta.

— Mel de pecado.

Depois que ela gozou, ele ajoelhou na frente dela.

— Agora você vai me chupar.

— Aqui? Na igreja?

— Aqui. Na sala do pastor. Debaixo da imagem de Jesus.

Ele abriu a calça. O pau dele pulou para fora. 16 cm. Grosso. A cabeça roxa. O cheiro de homem, de suor, de tesão.

Ela chupou. Primeira vez na vida. A língua enrolou na cabeça, desceu pela haste, lambeu as bolas.

— Isso, Sônia – ele gemia. – Chupa o pau do seu pastor.

Ele gozou na boca dela. Ela engoliu. O gosto de esperma – amargo, salgado, quente.

— Você absorveu o pecado – ele disse.

— Absorvi. Quero mais.

— Na próxima sessão.

Sônia chegou na sala pastoral vestindo a calcinha de renda preta – a mesma que o pastor tinha dado. Por baixo do vestido azul-marinho, ela sentia o tecido roçar no grelinho a cada passo. Estava molhada antes mesmo de sentar na cadeira.

— Tira a roupa – o pastor disse, fechando a porta com chave.

Ela tirou. Ficou só de calcinha preta. Os seios à mostra, os mamilos duros.

— Deita na maca – ele mandou.

Ela deitou. Ele se sentou ao lado dela, na borda da maca. A mão dele desceu pela barriga dela, passou pelo umbigo, parou na calcinha.

— Eu vou enfiar o dedo no seu cu hoje – ele disse, a voz grave. – É a primeira vez?

— Primeira vez.

— Vai doer no começo. Depois você vai gostar.

Ele tirou a calcinha dela. Abriu as pernas dela. A buceta lisa, rosada, já molhada. O cu pequeno, rosado, piscando de nervosismo.

Ele enfiou o dedo médio na buceta dela primeiro – para molhar. O dedo entrou fácil, escorregou pelo líquido quente.

— Isso, Sônia – ele disse. – Você já está ensopada. Só de pensar no que eu vou fazer?

— Sim, pastor. Só de pensar.

Ele tirou o dedo da buceta. Desceu. Esfregou a ponta do dedo no ânus dela. O cu se contraiu.

— Relaxa – ele disse.

— Estou tentando.

— Respira fundo.

Ela respirou. Ele enfiou a ponta do dedo. Só a ponta. A primeira falange.

Ela gemeu – não de dor, de susto.

— Isso. Agora mais.

Ele enfiou o dedo inteiro. O cu dela se abriu, esticou, aceitou. Doeu um pouco no começo – uma dor gostosa, quente, diferente.

— Porra, pastor – ela gemeu. – Está dentro?

— Está dentro. Agora vou mexer.

Ele começou a mexer o dedo lá dentro. Movimentos circulares, indo e vindo. O cu dela se contraía em volta do dedo dele. A buceta dela pulsava – sozinha, sem ninguém tocar.

— Vou gozar – ela avisou.

— Ainda não.

Ele acelerou os movimentos. O dedo entrava e saía, entrava e saía. O som era molhado – o lubrificante natural da buceta dela escorrendo até o cu.

— AGORA!

Ela gozou. Um orgasmo forte, longo, convulsivo. O corpo inteiro tremeu. A buceta contraiu. O cu contraiu em volta do dedo dele. O líquido claro escorreu pela bunda dela, pelo lençol da maca, pela mão do pastor.

— Gozei – ela disse, ofegante.

— Gozou sem ninguém tocar no seu grelinho.

— Gozei só com o dedo no cu.

— A partir de hoje, você vai gozar mais fácil. Seu cu é seu segundo ponto de prazer.

Ele tirou o dedo. Levou à boca dela.

— Lambe.

Ela lambeu. O gosto do próprio cu.

— Isso, Sônia – ele disse. – Você é minha agora. Não tem mais volta.

— Não quero volta.

Na quinta-feira, Sônia recebeu uma mensagem do pastor:

"Domingo, culto das 19h. Você vai usar isso."

A foto anexada mostrava um vibrador rosa claro, pequeno, silencioso. Controle remoto.

"O que é?" – ela perguntou.

"Você vai enfiar na sua buceta antes do culto. Eu vou controlar a vibração. Você não vai cantar um hino sem gemer."

"E se alguém perceber?"

"Ninguém vai perceber. E se perceber, vão achar que é o Espírito Santo."

No domingo, Sônia vestiu a calcinha de renda preta, o vestido azul-marinho, e enfiou o vibrador na buceta antes de sair de casa. Ele entrou fácil – ela já estava molhada, só de pensar no que ia acontecer.

Na igreja, sentou no banco da frente, perto do púlpito. O pastor Ênio subiu ao palco. Começou o culto – oração, louvor, leitura da Bíblia.

O vibrador estava desligado.

Ela esperou.

No meio do primeiro hino – "Rude Cruz" – o vibrador ligou.

Ela sentiu a vibração baixa, constante, massageando a parede interna da buceta. Mordeu os lábios para não gemer.

— Rude cruz... se er... guiu – ela cantou, a voz falhando.

O pastor olhou para ela. Sorriu. Aumentou a vibração.

Ela gemeu baixo – um som que poderia ser confundido com emoção. Mas não era emoção. Era tesão.

O segundo hino – "Grandioso És Tu" – veio mais rápido, mais vibrante. Sônia não conseguia cantar. Abria a boca, fechava, tentava disfarçar.

— Grande... o... o... é... é... – ela gemia.

A irmã ao lado perguntou:

— Você está bem, Sônia?

— Estou... é o Espírito... é o Espírito Santo...

A irmã não acreditou. Mas não falou nada.

No sermão, o pastor falava sobre o pecado da carne. Sobre como o diabo usa o desejo para afastar os fiéis de Deus. Enquanto ele falava, o vibrador aumentava e diminuía – o pastor controlando pelo bolso da calça.

Ela estava ensopada. A calcinha de renda preta estava encharcada, o vibrador escorria. Ela cruzou as pernas para não molhar o banco.

— Quem tem ouvidos para ouvir, ouça – o pastor disse, olhando diretamente para ela.

Ela ouviu. E sentiu. E gozou – no meio do sermão, sentada no banco da igreja, com a irmã ao lado cantando "Aleluia".

O vibrador desligou depois que ela gozou.

O culto terminou. Sônia foi a última a sair.

— Gostou? – o pastor perguntou, no fundo da igreja, onde ninguém via.

— Gozei no meio do sermão. Olhando para o senhor.

— Na próxima, você vai gozar no meio da oração.

— Na boca do pastor?

— Na boca do pastor e na boca de Deus.

Na terça-feira seguinte, Sônia chegou na sala pastoral com os olhos marejados.

— Sonhei com o senhor – ela disse.

— Senta. Me conta.

Ela sentou. As mãos suando. A boca seca.

— Sonhei que o senhor estava montado em mim. Eu estava de quatro. O senhor estava atrás de mim. Metia forte. Eu gemia. O senhor me chamava de puta. Eu dizia que era a puta do pastor.

— E o seu marido?

— Meu marido estava amarrado na cadeira. Assistindo.

— E você?

— Eu gozei. Acordei com a buceta contraindo. Molhei o lençol.

— Você gozou no sonho?

— Gozei. E gozei acordada depois. Me masturbei pensando no senhor.

— Seu sonho vai se realizar – ele disse, a voz grave.

— Quando?

— Na sessão 15.

— E hoje?

— Hoje eu vou montar em você. De frente. Quero ver a sua cara enquanto eu te como.

Ela tirou a roupa. Ele tirou a roupa. Deitou na maca. Ela sentou no pau dele – 16 cm, grosso, duro.

— Isso, Sônia – ele gemia. – Cavalga. Cavalga no pau do seu pastor.

Ela cavalgou. As mãos nos ombros dele. A buceta subindo e descendo. O pau entrando e saindo.

— Isso, pastor – ela gemia. – Me come. Me fode.

— Você que está me comendo.

— É a mesma coisa.

Ele sentou rápido, apertou os seios dela, mordeu os mamilos. Ela gritou.

— Goza, Sônia.

— Goza comigo.

Ela gozou. Ele gozou. Ela sentiu o jato quente dentro da buceta. Escorreu pela base do pau dele, pela barriga dele, pela coxa dela.

— Seu sonho vai se realizar – ele disse, ofegante. – Na sessão 15.

— Falta muito?

— Nove sessões. Até lá, vou te preparar.

— Para o quê?

— Para ser comida por dois pastores.

— O senhor e quem?

— Meu filho. Lucas.

O olho de Sônia brilhou.

— Ele é parecido com o senhor?

— Mais novo. Pau maior. E mais fome.

— Quero ver.

— Vai ver. Na sessão 15.

Sônia chegou na sessão 7 com os lábios pintados de vermelho. O pastor notou.

— Você está bonita hoje.

— É para o senhor.

— Tira a roupa. Deita na maca.

Ela deitou. Ele abriu as pernas dela.

— Hoje você vai se masturbar na minha frente. E depois vai lamber o seu próprio gozo.

— Por quê?

— Porque você precisa aprender o gosto de você. Para sentir o gosto do outro com mais prazer.

Ela enfiou o dedo médio na buceta. Molhou bem, bem lubrificado. Passou o dedo no grelinho.

— Isso, Sônia – ele dizia. – Devagar. Em círculos.

Ela acelerou. O grelinho endureceu. A buceta contraiu.

— Vou gozar.

— Goza.

Ela gozou. O líquido claro escorreu pela mão dela, pelo dedo, pelo grelinho.

— Lambe.

Ela levou o dedo à boca. Lambeu. O gosto de si mesma – doce, levemente ácido, salgado.

— Gostou?

— Gostei. É o gosto de mulher.

— É o gosto da sua buceta. Daqui para frente, você vai lamber toda vez que gozar.

— Toda vez?

— Toda vez. Para não desperdiçar.

Ele se ajoelhou na frente dela.

— Agora lambe o meu dedo. Também gozado.

Ele enfiou o dedo na própria boca – molhou na língua – e depois enfiou no cu dela. Tirou. Mostrou o dedo sujo do cu dela.

— Lambe.

Ela lambeu. O gosto do próprio cu.

— Você é nojenta, Sônia.

— O senhor me ensinou.

— Eu ensinei você a ser feliz.

— Feliz e nojenta.

— Feliz, nojenta e puta.

— A puta do pastor.

Ele beijou ela. A língua dele entrou na boca dela – o gosto do próprio gozo.

— Na sessão 15, você vai lamber o gozo do meu filho também.

— E o do senhor?

— O meu você já lambe.

— E o dos dois juntos?

— Dos dois juntos, você vai engolir.

O pastor deu a Sônia uma calcinha de renda vermelha – fio dental, minúscula, quase transparente.

— Você vai usar isso hoje – ele disse. – Vai passar o dia inteiro no centro da cidade. Comprar roupa, tomar café, andar na rua.

— E se alguém ver?

— Ninguém vai ver. Mas você vai sentir. Vai sentir o tecido roçando no seu grelinho. Vai ficar molhada. Vai querer gozar.

— E não pode?

— Não pode. Só quando voltar.

Ela vestiu a calcinha vermelha por baixo do vestido azul-marinho. Foi para o centro. Andou pelas ruas movimentadas. Subiu as escadas rolantes do shopping. Sentou na praça de alimentação.

O tecido de renda roçava no grelinho a cada passo. A buceta dela ficou molhada em minutos. O líquido escorreu pela calcinha, pelas coxas, pelo vestido.

— Estou ensopada – ela mandou mensagem para o pastor.

— Sei. Estou vendo.

— Onde?

— Na sua imaginação.

Ela foi ao banheiro do shopping. Tirou a calcinha. O tecido estava encharcado – o cheiro de buceta subiu. Ela levou a calcinha ao nariz. Cheirou. O cheiro de si mesma, de sexo, de desejo.

Guardou a calcinha na bolsa. Comprou outra calcinha – de algodão branco, barata – para usar no resto do dia. Mas a calcinha vermelha ficou na bolsa, guardada, gozada, fedida.

Quando voltou para a sala pastoral, o pastor disse:

— Mostra a calcinha.

Ela mostrou.

— Cheira.

Ela cheirou.

— Lambe.

Ela lambeu. O gosto da própria buceta, seco no tecido.

— Você passou o dia com tesão.

— Passei.

— Agora vou te dar o prêmio.

Ele a deitou na maca. Abriu as pernas dela. Enfiou o pau na buceta – molhada, quente, esperando. Meteu forte.

— Goza, Sônia.

Ela gozou. Ele gozou dentro dela.

— Calcinha vermelha – ele disse – é a cor do pecado.

— É a minha cor favorita.

— Vai usar ela todo dia?

— Vou usar quando o senhor mandar.

— Eu mando sempre.

Era uma quarta-feira, horário de atendimento pastoral. A secretária da igreja tinha ido almoçar. A igreja estava vazia. Sônia entrou na sala do pastor sem bater.

— Sônia, não é dia de sessão...

— Eu sei. Mas eu não aguento.

— Não aguenta o quê?

— Não aguenta ficar sem chupar o senhor.

Ele olhou para a porta. Fechou a chave.

— Ajoelha.

Ela ajoelhou. Ele abriu a calça. O pau já estava duro – só de ver ela de joelhos.

Ela chupou. A língua enrolou na cabeça, desceu pela haste, lambeu as bolas.

— Isso, Sônia – ele gemia. – Chupa o pau do seu pastor.

Bateram na porta.

— Pastor? – era a voz da irmã Marta. – Estou trazendo os documentos da tesouraria.

— Estou em oração! – ele respondeu, a voz firme, mesmo com o pau na boca de Sônia.

— Eu espero.

Sônia não parou. Chupava mais rápido, mais fundo. A irmã Marta esperava do lado de fora.

— Está demorando – ela disse.

— Oração forte – o pastor respondeu, ofegante.

Ele gozou na boca de Sônia. Ela engoliu. O gozo quente desceu pela garganta. Ela limpou os lábios.

— Amém – ele disse.

— Amém – ela respondeu.

Ele abriu a porta. A irmã Marta entrou. Olhou para Sônia – de joelhos, os olhos brilhando, os lábios vermelhos.

— Você estava orando com o pastor?

— Estava. Oramos pela minha alma.

— É boa alma?

— Era. Agora é pecadora.

A irmã Marta não entendeu. Mas sorriu.

— Que Deus te abençoe, Sônia.

— Já me abençoou. Hoje.

O pastor Ênio chamou Sônia para uma sessão fora do horário.

— No banheiro da igreja – ele disse. – Ninguém vai nos ver. Todo mundo foi embora.

Ela foi. Ele estava lá, pelado, em cima da pia.

— Tira a roupa.

Ela tirou.

— Fica de quatro no chão.

Ela ficou. O chão de cerâmica fria gelou os joelhos dela, a bunda empinada, a buceta escancarada.

Ele enfiou o dedo no cu dela primeiro. Dois dedos. Três.

— Hoje vai doer mais.

— Pode doer.

Ele enfiou o pau – 16 cm, grosso – na buceta dela. Meteu forte.

— Isso, pastor – ela gemia. – Me come no banheiro da igreja.

— Na casa de Deus.

— Deus está vendo?

— Deus está vendo.

— Ele está gostando?

— Ele está com o pau duro.

Ele tirou o pau da buceta. Enfiou no cu dela.

Ela gritou.

— Porra, pastor...

— Cala a boca. Vão ouvir.

Ele enfiou tudo. Meteu forte. O cu dela apertava, doía, gostava.

— Goza, Sônia.

Ela gozou – no chão da igreja, perto do vaso sanitário. O líquido escorreu.

— Agora você.

Ele gozou dentro do cu dela. Escorreu. Misturou com o líquido dela.

— Limpa.

Ela lambeu o chão. O gosto dos dois.

— Você é a crente mais nojenta que eu já conheci.

— Sou a crente mais feliz.

Ele lambeu a boca dela depois.

— Gosto de pecado – ele disse.

— Gosto de igreja.

Saíram do banheiro. A igreja estava escura. Apenas a luz do púlpito acesa.

— Na sessão 15, meu filho vai estar aqui.

— No banheiro?

— No banheiro. Na sala. Na maca. Em todo lugar.

— Ele vai me comer?

— Ele vai te comer em todos os buracos.

— Vai ser a primeira vez dele com uma mulher casada?

— Vai ser a primeira vez dele com uma mulher.

— Ele é virgem?

— Ele é. Você vai desvirginar ele. E ele vai te desvirginar.

— De que?

— Do cu dele. Ninguém nunca enfiou nada no cu dele. Só eu. Meu dedo.

— E agora?

— Agora vai ser seu pau.

— Eu não tenho pau.

— Seu consolo.

— Tenho. O senhor me deu.

— Então traz na sessão 15.

Sônia chegou na sessão 11 com os olhos brilhando.

— Pastor, eu preciso confessar uma coisa.

— Fala.

— Eu quero ser comida por dois homens ao mesmo tempo.

— Dois homens como?

— Como o senhor e mais um.

— Quem seria o segundo?

— Seu filho. Lucas.

O pastor ficou em silêncio. O pau dele endureceu na calça.

— Você quer ser comida por pai e filho?

— Quero.

— Quer ser a puta da família pastoral?

— Quero.

— Você sabe o que isso significa?

— Sei. Significa que eu vou para o inferno.

— E você está disposta?

— Estou. Contanto que o senhor vá comigo.

Ele riu.

— Lucas topa.

— Quando?

— Ele já sabe. Eu já conversei com ele.

— O que ele disse?

— Ele disse que sempre quis comer uma crente. Uma mulher casada. Com marido corno.

— E o senhor?

— Eu disse que ele ia ter a chance. Na sessão 15.

— O que eu preciso fazer até lá?

— Se preparar. Seu cu, sua buceta, sua boca. Os dois vão usar tudo.

— E o senhor?

— Eu vou usar você primeiro. Sozinho. E depois com ele. E depois ele sozinho. E depois os dois juntos.

— Quanto tempo falta?

— Quatro sessões.

— Vai passar rápido.

— Vai. E vai devagar. É o paradoxo do tesão.

Sônia chegou na sessão 12 menstruada. O sangue escorria pela calcinha de renda preta – ela não usava absorvente de propósito.

— Está menstruada? – o pastor perguntou.

— Estou.

— Mostra.

Ela tirou a calcinha. O sangue escorria – escuro, grosso, vivo.

— Lambe.

Ele se ajoelhou. Lambeu o sangue da buceta dela. O gosto de cobre, de ferro, de útero.

— Isso, pastor – ela gemia. – Lambe o meu sangue.

Ele lambeu tudo. A buceta, a calcinha, as coxas.

— Você tem gosto de mulher – ele disse.

— Tenho gosto de menstruação.

— Tem gosto de vida.

Ele enfiou o pau na buceta dela – com sangue. Meteu. O som era molhado, vermelho.

— Isso, Sônia – ele gemia. – Me deixa sujo de sangue.

— Sujo de pecado.

— Sujo de você.

Ele gozou. O esperma branco misturou com o sangue vermelho. Escorreu pela bunda dela, pelo lençol da maca.

— Limpa – ele mandou.

Ela lambeu o próprio sangue e o esperma dele. Misturado. Gosto de vida.

— Na sessão 15, Lucas vai lamber o seu sangue também.

— Ele vai ter nojo?

— Ele vai ter tesão.

— Espero que sim.

Sônia chegou na sessão 13 com a bexiga cheia. O pastor tinha mandado uma mensagem mais cedo:

"Beba dois litros de água antes de vir. Quero você mijada."

Ela obedeceu. Bebeu água, café, suco. A bexiga doía de tão cheia.

— Hoje é dia de xixi – o pastor disse, fechando a porta da sala.

— Eu sei. Estou quase estourando.

— Vamos para o banheiro.

Ele a levou até o banheiro pequeno nos fundos da sala. Pia, vaso, chuveiro. Uma portinha branca.

— Tira a roupa.

Ela tirou. Ficou nua. A calcinha de renda preta – a que ele tinha dado – caiu no chão. A buceta lisa, rosada. O cuzinho depilado.

— Fica de cócoras no box do chuveiro – ele mandou. – Não quero mijar no chão.

Ela entrou no box. Ficou de cócoras. Os joelhos abertos, a buceta apontando para o ralo. A água fria do chuveiro não estava ligada – apenas o box vazio.

— Agora mija.

Ela fechou os olhos. Relaxou a bexiga.

O jato saiu. Amarelo, quente, forte. Atingiu o piso de cerâmica, fez espuma, escorreu pelo ralo. O cheiro subiu – forte, ácido, úrico, de café (ela tinha tomado café de manhã).

— Isso, Sônia – o pastor disse, ajoelhando do lado de fora do box. – Mija. Mija tudo.

Ela mijou até a bexiga esvaziar completamente. Ouviu o último pingos caírem na cerâmica.

— Acabou – ela disse.

— Não acabou. Agora você vai limpar.

— Limpar o quê?

— O seu mijo.

Ele entregou a ela a própria calcinha de renda preta.

— Com isso.

Ela olhou para a calcinha. O tecido preto, fino, sedoso.

— Vai passar no chão – ele disse. – Vai encharcar a calcinha no seu mijo.

Ela passou. A calcinha absorveu a urina quente. Ficou encharcada, pesada, escura.

— Agora cheira.

Ela levou a calcinha ao nariz. O cheiro do próprio mijo – forte, familiar, íntimo.

— Lambe.

Ela lambeu o tecido. O gosto amargo, salgado, quente.

— Isso, Sônia. Você está provando o seu próprio xixi.

Ela lambeu mais. O tecido encharcado, a urina escorrendo pela língua.

— Agora veste.

Ela vestiu a calcinha molhada de mijo. O tecido gelado no começo, depois quente com o calor do corpo. A urina escorria pelas coxas dela.

— Vai usar ela o dia inteiro – ele disse. – Vai sentir o cheiro do seu mijo o dia inteiro.

— E o senhor?

— Eu vou fazer a mesma coisa.

Ele tirou a calça e a cueca. Ficou nu. O pau duro – 16 cm, grosso.

— Mija em mim – ela pediu.

— Agora?

— Agora.

Ele entrou no box. Ficou em pé na frente dela. Apontou o pau para o rosto dela.

— Abre a boca.

Ela abriu.

Ele mijou. O jato quente atingiu a língua dela, o céu da boca, a garganta. Ela engoliu. O gosto de café, de homem, de desejo.

— Isso, pastor – ela gemia, com a boca cheia. – Mija na sua crente.

Ele mijou até acabar. O último pingos caíram nos lábios dela. Ela lambeu.

— Agora lamber o meu mijo do chão – ele mandou.

Ela se ajoelhou. Lambeu a cerâmica onde o mijo dele tinha escorrido.

— Está gostoso?

— Está. Gosto de pecado.

— Gosto de você.

Ele a puxou pelo cabelo. Levou ela de volta para a sala. Deitou na maca.

— Agora você vai sentar no meu rosto. Com a calcinha mijada.

Ela sentou. A calcinha de renda preta, encharcada de urina, pressionou o nariz e a boca do pastor.

Ele lambeu o tecido. O gosto do mijo dela.

— Isso, Sônia – ele disse, com a boca na calcinha. – Esfrega a sua buceta mijada no meu rosto.

Ela esfregou. O tecido molhado, o cheiro forte, o pau dele duro contra as costas dela.

— Tira a calcinha – ele pediu.

Ela tirou. A buceta lisa, rosada – agora limpa, mas ainda com o cheiro do mijo.

Ele lambeu a buceta dela. Direto. A língua quente, grossa.

— Você está com gosto de você – ele disse.

— Gosto de xixi?

— Gosto de mulher.

Ele chupou o grelinho dela. Ela gozou em um minuto.

— Agora você – ela disse.

Ele deitou de costas. Ela sentou no pau dele. A buceta escorrendo.

— Isso, Sônia – ele gemia. – Cavalga.

Ela cavalgou. O pau entrando e saindo, a buceta apertando.

— Goza dentro de mim – ela pediu.

— Goza primeiro.

Ela gozou. Ele gozou dentro dela.

O esperma quente misturou com o gozo dela, com o cheiro do mijo ainda no ar.

Caíram na maca. Exaustos. Suados.

— Você gosta de mijo? – ele perguntou.

— Do meu e do seu.

— Na sessão 15, o Lucas vai beber o seu mijo também.

— Ele vai deixar?

— Ele vai pedir.

— E eu?

— Você vai pedir o mijo dele.

— E depois?

— Depois a gente vai mijar em você. Os dois. Ao mesmo tempo.

— Nos meus dois buracos?

— Na sua boca, na sua buceta, no seu cu. Em tudo.

— Estou esperando.

O pastor pegou a calcinha dela – a de renda preta, ainda molhada de mijo. Levou ao nariz. Cheirou fundo.

— Vou guardar – ele disse. – Para lembrar desse dia.

— Vai usar?

— Vou usar para me masturbar.

— Vai pensar em mim?

— Vou pensar em você mijando.

— No seu rosto?

— No meu rosto, na minha boca, na minha alma.

Sônia vestiu a roupa – sem calcinha. A calcinha ficou com o pastor.

— Até amanhã – ela disse.

— Até amanhã, minha crente.

— Sua crente mijada.

— Sua crente mijada e feliz.

Ela saiu. O cheiro do mijo ainda no ar.

O pastor ficou sozinho na sala. Abriu a calcinha dela. Levou ao nariz. Respirou fundo.

— Amém – ele disse, sem saber por quê.

Acalmou o pau com a mão.

— Amém.

Sessão 14 – Véspera do grande dia

— Amanhã – o pastor disse. – Seu marido vai viajar.

— Viaja amanhã de manhã. Só volta domingo.

— Você vai vir aqui às 20h.

— Vou.

— Eu vou te esperar pelado. Meu filho vai estar aqui também.

— O Lucas?

— O Lucas. Ele está ansioso. Ele nunca comeu uma mulher.

— Nunca?

— Nunca. Você vai ser a primeira.

— E o senhor?

— Eu vou estar comendo você também. Nós dois. Ao mesmo tempo.

— Dupla penetração?

— Dupla penetração e mais. Você vai ser comida por dois pastores – eu e ele. Pai e filho. Os dois paus. Os dois gozos.

— E depois?

— Depois você vai lamber os dois. E depois a gente vai te comer de novo.

— E depois?

— Depois você vai para casa. Seu marido vai voltar. Você vai sentar no banco da igreja no domingo. Com a buceta molhada. Lembrando de nós dois.

— Vou cantar os hinos?

— Vai gemer os hinos.

— Vou orar?

— Vai pedir para Deus perdoar os três.

— E ele vai perdoar?

— Ele já perdoou. Ele viu tudo. Ele não fez nada para impedir.

— Deus é uma puta também?

— Deus é a puta maior. Ele criou o tesão.

O pastor entregou a Sônia uma calcinha de renda branca – a cor da pureza.

— Usa amanhã. Para tirar.

— Quem vai tirar?

— O Lucas. Ele vai tirar a sua calcinha com os dentes.

— E o senhor?

— Eu vou assistir. De pau duro.

Ela guardou a calcinha na bolsa.

— Até amanhã, pastor.

— Até amanhã, minha crente.

— Sua crente pecadora, sua crente puta, sua crente feliz.

— Feliz para sempre.

Sessão 15 – A noite final

Sônia chegou às 20h em ponto. Vestido curto, sem calcinha, a buceta lisa, o cu depilado, o corpo molhado de óleo de amêndoas (ela tinha passado antes de sair de casa).

O pastor Ênio abriu a porta. Estava pelado. O pau duro – 16 cm, grosso.

— Meu filho está te esperando na sala.

Entrou. Lucas (25 anos) estava sentado no sofá, também pelado. O pau dele – 18 cm, fino, comprido, a cabeça pequena – já estava duro.

— Você é a crente do meu pai?

— Sou.

— Você é a puta do meu pai?

— Sou. E agora vou ser a sua também.

Lucas levantou. Aproximou. Beijou a boca de Sônia. A língua jovem, macia, exploradora.

O pastor Ênio se ajoelhou atrás dela. Abriu as pernas dela. Enfiou a língua no cu dela.

— Isso, papai – Lucas disse, com a boca na boca de Sônia. – Prepara a puta para a gente.

Lucas deitou Sônia no tapete. Abriu as pernas dela. Enfiou o pau de 18 cm na buceta dela. Ela gritou – não de dor, de prazer.

— Isso, Lucas – ela gemia. – Me come. Me fode. Você é pastor igual seu pai?

— Ainda não. Mas vou ser.

— Prometa?

— Prometo.

Enquanto Lucas a comia, o pastor Ênio enfiou o pau de 16 cm no cu dela. Ela gemiu mais alto.

— Agora sim – ela disse. – Dupla penetração. Pai e filho. Dois pastores.

Eles meteram juntos. O pau de Lucas na buceta. O pau de Ênio no cu. Os ritmos diferentes – Lucas rápido, Ênio devagar. Ela gozou.

— Gozei – ela disse.

— Vai gozar mais – Lucas disse.

Ele acelerou. Ela gozou de novo. E de novo. Quatro vezes seguidas.

— Agora vocês – ela pediu. – Gozem dentro de mim.

Lucas gozou primeiro. O esperma quente encheu a buceta dela. Escorreu pela coxa.

Ênio gozou depois. O esperma quente encheu o cu dela. Escorreu pelo mesmo caminho.

— Limpa – ela disse.

Os dois pastores se ajoelharam entre as pernas dela. Lucas lambeu a buceta. Ênio lambeu o cu. Encontraram as línguas no gozo, misturado, escorrendo.

— Isso – ela gemia. – Lambe o pecado. Lambe a puta de vocês.

Ela gozou pela quinta vez.

Sônia vestiu o vestido. Não usou calcinha – não usaria nunca mais.

— Amanhã tem culto – ela disse.

— Vem – o pastor Ênio respondeu.

— Vou sentar no banco da frente. Com a buceta molhada. Pensando em vocês dois.

— Vai cantar os hinos?

— Vou gemer os hinos.

— Vai orar?

— Vou pedir para Deus perdoar os três.

— E ele vai perdoar?

— Ele já perdoou. Ele viu tudo. Ele não fez nada para impedir.

— Deus é uma puta também?

— Deus é a puta maior. Ele criou o tesão.

Saímos os três – Sônia, Ênio e Lucas – de mãos dadas, pela porta dos fundos da igreja.

No estacionamento, o marido de Sônia, Carlos, estava encostado no carro.

— Eu sabia – ele disse.

— Sabia o quê? – ela perguntou.

— Que você era uma puta.

— E você é um corno. Agora a gente está quites.

— O que a gente faz?

— Você volta para casa. Chora. Se masturba. Me perdoa. Ou não me perdoa. Tanto faz. Eu já tenho dois pastores me comendo.

Carlos entrou no carro. Deu partida. Olhou para os três.

— Vocês vão queimar no inferno – ele disse.

— A gente já está no céu – Sônia respondeu.

O carro foi embora.

Os três voltaram para a sala do pastor. Trancaram a porta.

— Mais uma? – Lucas perguntou.

— Mais uma – Sônia respondeu.

Depois da noite em que Ênio e Lucas comeram Sônia juntos (sessão 15), ela não conseguiu dormir. O cheiro dos dois homens ainda estava na sua pele – o gozo de Lucas na buceta, o gozo de Ênio no cu. Ela se masturbou três vezes antes de amanhecer.

Na manhã seguinte, Lucas mandou uma mensagem:

"Meu pai disse que eu posso te ver sozinho. Hoje. Às 15h. No consultório."

Ela respondeu: "Vou levar a calcinha que você molhou. A renda preta. Não lavei."

Lucas respondeu: "Não lave mesmo. Quero sentir o cheiro."

Ela chegou no consultório às 15h em ponto. Lucas já estava lá – sentado na cadeira do pai, o mesmo lugar onde Ênio a recebia todas as semanas.

— Sônia – ele disse, levantando. – Você está mais bonita do que na outra noite.

— Estava nervosa na outra noite. Hoje estou com vontade.

— Vontade de quê?

— De ser comida por você sozinha. Sem o seu pai.

— Ele vai ficar com ciúmes?

— Ele vai ficar com tesão. Quando eu contar, ele vai se masturbar.

Lucas a beijou. A língua jovem, macia, exploradora. As mãos dele desceram pela barriga dela, apertaram os seios por cima do vestido.

— Tira a roupa – ele disse.

Ela tirou. Ficou só de calcinha preta – a mesma da sessão 15, ainda manchada de gozo seco.

— Cheira – ela disse, tirando a calcinha e jogando no rosto dele.

Lucas levou a calcinha ao nariz. Respirou fundo.

— Cheiro de você. Cheiro de sexo. Cheiro do meu pai.

— E do seu gozo.

— E do meu gozo.

Ele jogou a calcinha no chão. Ajoelhou na frente dela. Abriu as pernas dela.

— Hoje eu vou te lamber primeiro. Quero sentir o gosto da sua buceta sem o gozo do meu pai.

— Está limpa. Tomei banho pensando em você.

Ele lambeu. A língua quente, macia, inexperiente mas ansiosa. Percorreu os grandes lábios, o grelinho, a entrada.

— Isso, Lucas – ela gemia. – Lambe a buceta da mulher do seu pai.

— Você não é mulher do meu pai. Você é a mulher do corno.

— Do Carlos?

— Do Carlos. Enquanto ele trabalha, você me chupa.

Ela gozou na boca dele. O líquido claro escorreu.

— Agora você – ela disse.

Ele deitou de costas. Ela sentou no pau dele – 18 cm, fino, comprido, a cabeça pequena. Cavalgou devagar.

— Isso, Sônia – ele gemia. – Você é muito apertada.

— Você é muito fino.

— Fino e comprido. Chego no fundo.

Ele chegou. A cabeça do pau dele bateu no colo do útero dela. Ela gritou.

— Porra, Lucas...

— Doeu?

— Doeu gostoso.

Ela cavalgou mais rápido. Ele gozou dentro dela. O esperma quente encheu a buceta.

— Agora lambe – ela disse.

Ele se ajoelhou. Lambeu a própria porra da buceta dela.

— Gostou?

— Gosto de mim. Gosto de você. Gosto do meu pai.

— Na próxima, os três juntos de novo?

— Na próxima, os três juntos de novo.

Ela vestiu a calcinha – a mesma preta, agora com o gozo de Lucas fresco.

— Vou usar o dia inteiro – ela disse.

— Vou sentir o cheiro na sua buceta amanhã.

— Vai. E eu vou sentir o cheiro do seu pau no meu nariz.

Ela saiu. Lucas ficou sozinho no consultório.

Ele pegou a calcinha que ela tinha deixado cair. Levou ao nariz. Respirou fundo.

— Meu pai tem sorte – ele disse.

Abriu a calça. Masturbou pensando nela. Gozou em dois minutos.

No dia seguinte, Ênio chamou Sônia para uma sessão.

— Hoje quero te comer vendo fotos do Lucas.

— Fotos pelado?

— Pelado. Ele me mandou ontem. Depois de transar com você.

Ele abriu o celular. As fotos mostravam Lucas de pau duro, o corpo magro, os pelos do peito, a cabeça do pau brilhando de pré-gozo.

— Ele tirou depois que eu fui embora?

— Ele tirou depois que você foi embora. Pensando em você.

— Você está com ciúmes?

— Estou. Estou com tesão do ciúme.

Ênio a deitou na maca. Abriu as pernas dela. A buceta lisa, rosada, já molhada.

— Hoje você vai gozar olhando para o pau do meu filho.

Ele a masturbou com os dedos – um na buceta, outro no grelinho – enquanto ela olhava para as fotos de Lucas.

— Isso, Sônia – ele dizia. – Olha o pau que comeu você ontem.

— O pau fino que chegou no meu fundo.

— O pau jovem que gozou dentro de você.

Ela gozou. Olhando para a foto do pau de Lucas.

— Agora você – ela disse.

Ênio deitou de costas. Ela sentou no pau dele – 16 cm, grosso – enquanto olhava para as fotos do filho.

— Você está pensando nele? – Ênio perguntou.

— Estou pensando nos dois.

— Nos dois ao mesmo tempo?

— Nos dois ao mesmo tempo. Você no meu cu, ele na minha buceta.

— Isso vai acontecer de novo.

— Quando?

— Na sessão 20.

Ela cavalgou. Ele gozou dentro dela.

— Agora limpa – ela disse.

Ele lambeu a própria porra da buceta dela.

— Gosto de você – ele disse.

— Gosto de você e do seu filho.

— E do Carlos?

— O Carlos não tem vez.

— Pobre Carlos.

— Carlos casou com uma puta.

— Carlos casou com a mulher da vida dele.

— A mulher da vida dele está tendo a vida com vocês.

Ênio limpou a boca. Guardou o celular.

— Na sessão 18, você vai me comer.

— Com o quê?

— Com o consolo. Quero sentir o que o Lucas sentiu.

— Ele sentiu o meu cu?

— Ele sentiu o seu cu. Agora você vai sentir o dele.

— Combinado.

Sônia chegou na sessão 18 com o consolo de 18 cm na bolsa. Era o mesmo consolo que Ênio tinha dado a ela nas primeiras sessões.

— Hoje você vai ser minha puta – ela disse, fechando a porta.

— Estou pronto.

— Tira a roupa.

Ênio tirou. Ficou nu. O pau mole, as bolas grandes, o cu piscando.

— Deita de bruços.

Ele deitou. Sônia passou lubrificante no consolo e no cu dele.

— Relaxa.

— Estou relaxado.

Ela enfiou a cabeça. Ele gemeu.

— Isso, Sônia. Enfia. Enfia tudo.

Ela enfiou os 18 cm. O cu de Ênio se abriu – pela primeira vez para um consolo, não para os dedos dela.

— Mexe – ele pediu.

Ela começou a meter. Devagar no começo, depois rápido. O som molhado – ploc ploc ploc.

— Você gosta de ser comido?

— Gosto.

— Gosta de ser a puta da sua paciente?

— Gosto.

— Então fala.

— SOU A PUTA DA SÔNIA!

Ela meteu mais forte. Ele gozou – sem ninguém tocar no pau dele. Gozou no lençol, na maca, na própria cara.

— Isso, Ênio – ela disse, tirando o consolo. – Gozou igual uma mulher.

— Gozei igual uma puta.

— A puta do consultório.

Ele lambeu o consolo. O gosto do próprio cu.

— Agora você – ele disse.

— Agora eu vou cavalgar no seu pau. E quero você me chamando de "dona".

— Dona Sônia.

Ela sentou no pau dele. Cavalgou.

— DONA SÔNIA – ele gemia. – DONA SÔNIA, ME COME, ME FODE, ME HUMILHA.

Ela gozou. Ele gozou dentro dela.

— DONA SÔNIA – ele repetiu, depois de gozar.

— Cala a boca e lambe.

Ele lambeu a buceta dela. O gosto dos dois.

Enquanto Sônia cavalgava no pau de Ênio, gemendo e chamando ele de "dona", a porta da sala pastoral se abriu. Não tinha batida. Apenas a maçaneta girou, e a madeira rangeu.

Márcia, a esposa do pastor, entrou.

Ela tinha 53 anos, cabelos grisalhos presos em um coque baixo, vestido estampado até os joelhos, chinelos de dedo. O rosto estava pálido no começo, depois vermelho, depois pálido de novo. Nas mãos, um celular na vertical. Gravando.

— Continue – ela disse, a voz trêmula mas firme. – Não pare por minha causa.

Sônia parou. Sentada no pau de Ênio, a buceta escorrendo o gozo dele, os olhos arregalados.

— Márcia... – Ênio começou, mas não soube continuar.

— Você vai me explicar depois – ela disse, sem tirar o celular do ângulo. – Agora, quero ver você gozar dentro dela.

Ninguém se mexeu.

— EU DISSE PRA CONTINUAR!

Sônia começou a cavalgar de novo. Devagar no começo, depois mais rápido. Ênio gemia, mas agora parecia um gemido de vergonha, não de prazer.

— Olha para a câmera, Ênio – Márcia disse. – Olha para a sua esposa enquanto fode a sua crente.

Ele obedeceu. Os olhos marejados. O pau pulsando dentro de Sônia.

— Goza – Márcia mandou.

Ele gozou. O terceiro gozo daquela sessão. Escorreu pela buceta de Sônia, pingou na maca, no chão.

Márcia desligou a gravação. Guardou o celular na bolsa.

— Agora me explica.

Ênio tentou sentar, mas Sônia ainda estava montada nele. Ela saiu devagar. O pau dele escorregou, molhado, murchando.

— Eu... eu estava ajudando ela – Ênio disse. – Ela tem problemas no casamento.

— Problemas no casamento? – Márcia riu. – E você resolveu ajudar de pau dentro?

— Não foi assim...

— Foi exatamente assim. Eu vi. Eu gravei.

Sônia se ajoelhou nua no chão. Os seios balançando, a buceta melada de esperma.

— A culpa é minha, dona Márcia. Eu procurei ele. Eu pedi. Eu implorei.

— E você faz isso com todas as crentes que pedem?

— Não – Ênio respondeu. – Só com ela.

— Por quê?

— Porque... porque eu amo ela.

Silêncio.

Sônia olhou para Ênio. Ele olhou para Sônia. Márcia olhou para os dois.

— Quanto tempo? – ela perguntou.

— Quatro meses – Sônia respondeu. – Quinze sessões.

— E o Lucas?

— O Lucas... – Ênio hesitou.

— Eu sei do Lucas. Eu sou mãe. Eu sei quando meu filho chega em casa com cheiro de sexo que não é dele.

Ênio baixou a cabeça.

— O Lucas participou uma vez – ele disse. – Só uma vez. Não aconteceu mais.

— E nunca mais vai acontecer. Pelo menos entre vocês dois. Pai e filho não se misturam. Isso eu não aceito.

— Nunca aconteceu – Ênio disse, aliviado. – E nunca vai acontecer. Eu juro.

— E entre Lucas e ela? – Márcia apontou para Sônia.

— Aconteceu. Uma vez. Sozinhos.

Márcia ficou em silêncio. Depois suspirou.

— Onde está o Lucas?

— Deve estar chegando – Ênio disse. – Ele vem toda quinta-feira para me ajudar na tesouraria.

Como se fosse uma linha de teatro, a porta se abriu novamente. Lucas entrou com uma pasta de documentos. Parou no meio da sala. Viu o pai nu deitado na maca. Viu Sônia ajoelhada nua no chão. Viu a mãe de vestido estampado, os braços cruzados.

— Mãe...

— Cala a boca e senta.

Lucas sentou. Largou a pasta.

Márcia andou pela sala, olhando para cada um. O cheiro de sexo estava forte – esperma, lubrificante, suor.

— Eu passei anos sem sexo – ela disse. – A menopausa veio, o tesão foi embora, e eu achei que estava tudo bem. Eu achei que você estava bem também, Ênio. Que você tinha aceitado. Mas você não aceitou. Você foi buscar fora.

— Você não quis mais me tocar – Ênio disse, com amargura. – Eu tentei. Você me empurrava.

— E você foi consolar uma mulher mais nova. Uma crente. Uma virgem de orgasmo.

— Ela nunca tinha gozado, Márcia. Nunca. Doze anos de casada. O marido não toca nela. Você acha que eu devia deixar ela sofrer?

— Você devia ter encaminhado para um terapeuta. Não ter metido o pau nela.

— Não ia adiantar. O que ela precisava era sentir prazer. Eu dei.

— Você deu. E o Lucas também.

Lucas ficou vermelho.

— Mãe...

— Não me chama de mãe agora. Agora você é só um homem que comeu a amante do seu pai. E que provavelmente pensou em mim também.

— Nunca!

— Mente.

Lucas calou.

Márcia se aproximou de Sônia. Ajoelhou na frente dela. As duas mulheres se olharam.

— Você sente prazer com o meu marido?

— Sinto.

— Sente prazer com o meu filho?

— Sinto.

— E você sentiria prazer comigo?

Sônia arregalou os olhos.

— Com a senhora?

— Eu sou mulher. Tenho buceta. Sei o que uma mulher precisa. E estou com tesão acumulado também. Só que eu não sabia.

Sônia engoliu em seco.

— Eu nunca fiz com mulher.

— Nem eu. Vamos aprender juntas.

Márcia tirou o vestido. Ficou nua. O corpo de mulher madura – seios caídos, bunda larga, buceta com pelos grisalhos. Nenhuma vergonha.

— Ênio, deita na maca de novo.

Ele obedeceu.

— Lucas, tira a roupa.

Ele tirou.

Márcia subiu na maca. Sentou no rosto do marido.

— Lambe a minha buceta, Ênio. Você não lambe há anos. Vai lembrar o gosto.

Ênio lambeu. A língua hesitante no começo, depois mais firme. Márcia gemia.

— Isso – ela disse. – Você ainda sabe.

Enquanto isso, ela chamou Sônia com a mão.

— Vem cá.

Sônia se aproximou. Márcia a beijou. A língua grossa, experiente, sem pressa. O gosto de batom e desejo.

— Você quer me chupar?

— Quero.

— Então vem.

Márcia deitou de costas na maca, ao lado de Ênio, que continuava lambendo a buceta dela. Agora eram duas bocas no seu corpo – a de Ênio na buceta, a de Sônia nos seios.

— Isso, menina – ela gemia. – Chupa os meus peitos. Ninguém chupa meus peitos há anos.

Sônia chupou. Os mamilos escuros. A língua fazendo círculos.

— Lucas – Márcia chamou. – Vem aqui.

Ele se aproximou da mãe.

— Ajoelha.

Ele ajoelhou.

— Você vai me comer. Na frente do seu pai. Na frente da sua amante.

— Mãe...

— Eu sou a sua mãe, mas agora eu sou só uma mulher. E você é só um homem. E eu quero sentir o pau do meu filho dentro de mim. Você nunca me deu netos. Me dá prazer.

Lucas não hesitou. Ele se posicionou entre as pernas abertas da mãe. Enfiou o pau de 18 centímetros na buceta peluda de Márcia.

Ela gritou.

— Porra, Lucas... você é mais comprido que seu pai.

— Sei.

— Então vai fundo.

Ele foi. Meteu com força, com raiva acumulada, com tesão de anos vendo os pais se ignorarem.

Enquanto Lucas comia Márcia, Ênio chupava a buceta da esposa e passava a mão na bunda de Sônia. Sônia chupava os peitos de Márcia e se masturbava com os dedos.

— Troca – Márcia ordenou.

Lucas tirou o pau da mãe. Sônia montou nele – o pau de Lucas na buceta dela. Ênio enfiou o pau na buceta de Márcia.

Márcia sentou no pau do marido enquanto beijava Sônia.

Lucas enfiou o dedo no cu de Sônia enquanto ela cavalgava nele.

— Isso – Márcia gemia. – Isso é uma família de puta.

— Família de puta feliz – Sônia completou.

— Família de puta feliz que nunca fez isso antes – Lucas disse.

— E nunca mais vai fazer – Ênio disse. – Só hoje.

— Só hoje – Márcia concordou. – Porque amanhã a gente vai ter muito o que conversar.

Ela gozou primeiro. O corpo tremeu, a buceta contraiu em volta do pau de Ênio.

— Gozei – ela disse, ofegante. – Foi o primeiro orgasmo em dez anos.

— Vai ter outro – Lucas disse.

Ele tirou o pau da buceta de Sônia e enfiou na buceta da mãe. Sônia sentou no pau de Ênio. Os dois homens agora estavam dentro de Márcia e Sônia – mas não entre si. Lucas e Ênio nem se olhavam.

— Goza dentro de mim, filho – Márcia pediu.

— Goza dentro de mim, pastor – Sônia pediu.

Lucas gozou primeiro. O esperma quente encheu a buceta grisalha da mãe. Sentiram o jato – forte, jovem, abundante.

Ênio gozou depois. Dentro de Sônia.

Márcia levantou. A porra do filho escorria pela sua coxa.

— Sônia – ela chamou. – Lambe.

Sônia ajoelhou. Lambeu a buceta de Márcia – o gosto do gozo de Lucas.

— Você é nojenta – Márcia disse.

— A senhora me ensinou.

— Não ensinei nada. Você já era.

Márcia olhou para o marido e para o filho. Os dois homens nus, de pau mole, o cheiro de sexo impregnado na sala.

— Ninguém conta nada para ninguém. O que aconteceu aqui, fica aqui. A igreja não pode saber. Os irmãos não podem saber. Sônia, você volta para o seu marido. Continua sendo a esposa sofredora. Mas quando precisar, você vem aqui. As três sessões por semana continuam. Mas agora eu participo.

— E o Lucas? – Sônia perguntou.

— O Lucas vem quando eu chamar.

— E o senhor? – Sônia perguntou para Ênio.

— Eu faço o que minha esposa mandar.

— Boa resposta – Márcia disse. – Vamos tomar banho. Vocês três vão me ensaboar. E depois vão me mijar. Eu sempre quis ser mijada por três pessoas ao mesmo tempo.

— O senhor sabia? – Sônia perguntou para Ênio.

— Ela sempre foi mais pervertida do que eu. Só não sabia.

Márcia riu. E foi a primeira vez, em muitos anos, que Ênio ouviu a esposa rir de verdade.

Os quatro foram para o banheiro da sala pastoral. O mesmo banheiro onde Sônia tinha mijado no pastor, onde ela tinha sido comida no chão frio. Agora, os quatro estavam juntos no box do chuveiro – Ênio, Lucas, Sônia, Márcia.

A água quente correu pelos corpos nus. Márcia lavou o cabelo de Sônia. Sônia lavou as costas de Ênio. Ênio lavou os pés da esposa. Lucas lavou a bunda da mãe sem dizer uma palavra.

Depois do banho, Márcia pediu que todos se ajoelhassem no chão do box.

— Agora mijem em mim.

Ênio mijou primeiro. O jato quente atingiu o peito dela.

Lucas mijou depois. O jato quente atingiu o rosto dela.

Sônia mijou por último. Ajoelhada na frente de Márcia, a buceta apontada para a boca da esposa do pastor. O jato amarelo, quente, forte.

Márcia abriu a boca. Engoliu o mijo de Sônia.

— Isso – ela disse. – Agora eu sou uma crente pecadora também. Daqui para frente, todo mundo tem culpa.

— Todo mundo tem culpa? – Lucas perguntou.

— Todo mundo tem culpa – Márcia respondeu. – E todo mundo vai queimar no inferno junto.

— A gente já está no céu – Sônia respondeu, pela segunda vez.

— É, menina. A gente já está no céu.

Saíram do banheiro. Vestidos. O cheiro de sexo ainda no ar, mas agora misturado com sabonete e urina.

— Próxima sessão – Márcia disse, sentando na cadeira do pastor – é amanhã. Às 15h. Lucas, você vem. Ênio, você vem. Sônia, você vem. Vamos todos juntos. Sem culpa. Sem pecado. Só tesão.

— E o marido de Sônia? – Ênio perguntou.

— O marido de Sônia é corno. Ele não sabe. Ele não precisa saber.

— E as irmãs da igreja?

— As irmãs vão continuar rezando. A gente continua pecando.

Márcia levantou. Beijou Sônia na boca. Beijou Lucas na testa. Beijou Ênio na nuca.

— Eu vou para casa preparar o jantar. Lucas, você vem comigo. Ênio, você termina a sessão com a Sônia. Mas sem pau. Só conversa.

— Só conversa? – Ênio perguntou.

— Só conversa. Hoje você já gozou três vezes. Precisa descansar. O velho não é mais jovem.

Ênio sorriu. Ela não o chamava de velho há anos.

Márcia e Lucas foram embora. A porta se fechou.

Sônia e Ênio ficaram sozinhos na sala. Ela sentou na cadeira. Ele sentou na maca.

— O que a gente faz agora? – ela perguntou.

— A gente conversa. Igual no começo.

— Sobre o quê?

— Sobre você. Sobre o seu casamento. Sobre o que você sente.

— Eu sinto tesão. Todo dia. Toda hora.

— E além do tesão?

Ela pensou.

— Eu sinto culpa. No começo, eu sentia muita culpa. Depois passou. Agora não sinto mais nada. Só tesão.

— A culpa vai voltar. Uma hora.

— E quando voltar, o que eu faço?

— Você vem aqui. A gente conversa. E se precisar, a gente transa. Ou não. O que você quiser.

— Eu quero transar. Sempre.

— Eu também. Mas não agora.

— Por quê?

— Porque tem uma esposa esperando em casa. E um filho. E uma família. E a minha família precisa de mim agora.

— E a minha? A minha família não precisa de mim.

— A sua família precisa de você. O Carlos precisa de você. Só não sabe como pedir.

— O Carlos não vai mudar.

— Então você muda.

— Já mudei.

— Muda de novo.

— Para quê?

— Para ser feliz. Com ele ou sem ele.

Sônia ficou em silêncio.

— Obrigada, pastor – ela disse, com um sorriso.

— De nada, minha crente.

— Sua crente feliz.

— Feliz para sempre.

Ela vestiu o vestido azul-marinho. Passou a mão na buceta – ainda molhada, ainda quente. Não usou calcinha. Saiu pela porta dos fundos da igreja.

O estacionamento estava vazio. O marido não estava esperando. Ele nunca mais apareceu.

Ela entrou no carro. Olhou para o retrovisor. A igreja estava lá – imponente, silenciosa, julgando.

— Amém – ela disse.

Deu partida. Foi para casa.

Carlos estava na sala, vendo televisão. Não perguntou onde ela tinha ido. Não perguntou nada.

— Jantar tá na mesa – ela disse.

Ele levantou. Comeu. Lavou o prato. Escovou os dentes. Foi dormir.

Sônia ficou na sala. Abriu a bolsa. Tirou a calcinha de renda preta – a mesma da primeira sessão – e levou ao nariz. Cheirou o cheiro do pastor. Do filho. Da esposa. De todos eles.

Guardou a calcinha de volta. E foi dormir ao lado do marido que não a tocava.

No dia seguinte, terça-feira, às 15h, ela voltou para a sala pastoral.

Ênio estava lá. Lucas estava lá. Márcia estava lá.

— Vamos começar a sessão 19 – Márcia disse. – Dessa vez, sem regras.

— Sem regras? – Sônia perguntou.

— Só uma regra. Pai e filho não se tocam. Fora isso, tudo é permitido.

— Tudo?

— Tudo.

Márcia tirou a roupa. Lucas tirou a roupa. Ênio tirou a roupa. Sônia tirou o vestido. Estavam os quatro nus – sem vergonha, sem culpa, sem pecado.

— Hoje – Márcia disse – eu vou ser comida por três pessoas. Pelo meu marido, pelo meu filho, e pela mulher que roubou os dois.

— Eu não roubei ninguém – Sônia disse.

— Roubou. Mas está tudo bem. Eu estava precisando ser roubada.

Márcia deitou na maca. Abriu as pernas.

— Ênio, enfia na minha buceta. Lucas, enfia no meu cu. Sônia, senta no meu rosto.

Eles obedeceram.

Ênio enfiou o pau de 16 cm na buceta da esposa. Lucas enfiou o pau de 18 cm no cu da mãe. Sônia sentou na boca de Márcia, esfregando a buceta molhada no rosto dela.

— Isso – Márcia gemia, abafada pela buceta de Sônia. – Me comam. Me usem. Me façam de puta.

Ênio metia devagar. Lucas metia rápido. Sônia cavalgava o rosto de Márcia.

— Goza, mãe – Lucas disse.

Márcia gozou. Primeiro no pau do marido. Depois no pau do filho. Depois na boca de Sônia.

— Agora todo mundo – ela disse.

Ênio gozou dentro da buceta dela. Lucas gozou dentro do cu dela. Sônia gozou no rosto dela.

Os quatro caíram na maca. Exaustos. Suados. Fedidos. Felizes.

A sessão 19 durou três horas.

A sessão 20 durou quatro.

A sessão 30 foi uma orgia com dez pessoas: Sônia, Ênio, Lucas, Márcia, a amiga trans Mika, a colega de trabalho Fernanda, o negão Alex, e mais três crentes que Márcia recrutou pessoalmente – todas casadas, todas frustradas, todas sedentas.

O marido de Sônia nunca soube. Ou fingiu que não sabia. Ou sabia e gostava de ser corno.

A igreja continuou funcionando. Os cultos continuavam sendo realizados. Os hinos continuavam sendo cantados.

Sônia continuava sentando no banco da frente. De buceta molhada. Pensando nos pastores.

E quando o pastor Ênio dizia "quem tem ouvidos para ouvir, ouça", ela ouvia. E sentia. E gozava.

Amém.

Fim.

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