Capítulo 39: Uma Tempestade de Emoções, Revelações e Sinceridade

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1428 palavras
Data: 12/05/2026 11:07:48

O ar da sala ainda estava denso com o cheiro de suor, porra e o aroma almiscarado de corpos entrelaçados, uma névoa invisível de tesão e exaustão pairando como fumaça após uma fogueira. Jhonny se recostou no sofá, o peito arfando, sentindo o pau amolecendo devagar após o gozo explosivo na cara da Anna Letícia, o eixo veioso latejando residualmente, gotas de sêmen escorrendo pela glande sensível. Andressa, ao seu lado, lambia os lábios, os olhos verdes brilhando com uma mistura de triunfo e desejo residual, o corpo magrinho coberto de um brilho de suor que a fazia parecer ainda mais irresistível, seios pequenos subindo e descendo ofegantes. Anna Letícia, estava entre eles, tentava recuperar o fôlego, o rosto lambuzado de porra e esguicho, os seios fartos subindo e descendo em ritmo acelerado, pele sardenta reluzindo de umidade. "Vocês… me destruíram," ela murmurou, a voz rouca, mas com um sorriso torto nos lábios, como se o ressentimento de antes estivesse se dissolvendo em algo mais primal. Algo diferente…

Jhonny a olhou, ainda processando a intensidade, pensou: - “Caralho, ela é bruta, mas no fundo tá implorando por mais. E a Andi… defendendo nosso território como uma leoa.” - Ele esticou a mão para acariciar o cabelo loiro de Andressa, puxando-a para um beijo lento, molhado, cheio de amor, línguas se entrelaçando com ternura, o gosto residual de sexo misturando-se ao afeto. "Você foi incrível, amor. Te amo pra caralho," sussurrou contra os lábios dela. Andressa retribuiu, os olhos marejados de emoção: "Eu também, Jhonny. Você me defendeu… me fez sentir invencível." Mas o momento foi interrompido por gemidos altos vindos do quarto – Suzana e Cintia, claramente se divertindo, os sons ecoando pelas paredes da casa. "Ah, sim… me chupa gostoso, sua safada!" A voz de Suzana, gutural e alta, seguida de um gemido abafado de Cintia.

Anna Letícia ajeitou-se devagar no sofá, remontando sua compostura séria, limpando o rosto com as costas da mão, os olhos faiscando com uma mistura de uma pitada inveja e excitação: "Olha só… elas não param. E eu aqui, acabada." Andressa riu, mas percebeu um tom de ressentimento na voz dela: "Você provocou isso tudo, Leti. Se não tivesse se jogado no meu homem, a gente não teria que te colocar no lugar." Anna bufou, mas não negou: "Talvez eu merecesse… mas confesso, foi foda. Literalmente." Jhonny sentiu o pau dar um leve pulso ao ouvir os gemidos do quarto – o voyeurismo o atingindo como sempre, imaginando as curvas de Suzana e o fogo de Cintia se entrelaçando. - “Merda, isso tá me deixando duro de novo. Elas sabem como me atiça” - pensou, o tesão subindo novamente como uma onda.

Andressa notou o olhar dele e sorriu maliciosa: "Tá ouvindo, amor? Elas tão pegando fogo. Que tal a gente dar uma olhada… ou se juntar?" Anna, atrás deles, roçou o corpo nu contra o de Jhonny, os seios fartos pressionando suas costas, mamilos endurecidos roçando a pele: "Eu topo. Vamos ver se elas aguentam o que a gente aguenta." Havia um tom de ressentimento misturado ao desejo – como se ela estivesse se vingando de sua própria solidão através do sexo. Jhonny hesitou por um segundo – Isso pode dar merda, mas… caralho, tô louco pra ver – Jhonny nem terminou seus próprios pensamentos e Andressa já o puxava pela mão: "Vem, meu homem. Vamos mostrar pra elas como se faz."

Eles se aproximaram da porta do quarto, os gemidos ficando mais altos, mais urgentes, o som de línguas e suspiros ecoando como um convite proibido. Jhonny entreabriu a porta devagar, o coração acelerado, e o que viu o deixou instantaneamente duro: Suzana deitada de costas, as pernas abertas, a boceta morena reluzindo de umidade enquanto Cintia, com a cara entre elas, lambia com fome, a língua traçando círculos no clitóris inchado, sugando os lábios majores carnudos com voracidade, gemidos vibrando contra a pele. Cintia, com o bumbum empinado para cima, gemia contra a pele de Suzana: "Sua boceta é tão gostosa… goza pra mim de novo, minha mulata safadinha!" Suzana arqueava as costas, os seios balançando: "Ah, Cintia… me chupa com essa língua gostosa! Tô quase gozando de nooovo!" Elas não notaram a porta abrindo, perdidas no prazer, e Jhonny sentiu o voyeurismo o consumir – Porra, isso é perfeito. Elas estão tão entregues…

Andressa sussurrou no ouvido dele: - "Olha só, amor… elas tão pegando fogo. Vamos entrar e surpreender elas?" - Anna, atrás deles, roçou o corpo nu contra o de Jhonny, os seios fartos pressionando suas costas: "Sim… eu quero ver você foder elas também." Havia uma ponta de inveja na voz, mas Jhonny a ignorou, focado na cena. Ele empurrou a porta devagar, e as duas no quarto congelaram por um segundo, cabeças virando com olhares surpresos.

"O que…?" - Suzana piscou, ofegante, mas logo sorriu: - "Ah, vieram se juntar? Que delícia!" - Cintia ergueu a cabeça e olhou pra trás, o rosto lambuzado de mel: - "Finalmente! Tava sentindo falta dessa rola grossa, Jhonny. E vocês duas… parecem que já se divertiram bastante."

O quarto explodiu em uma onda de desejo, mas o ar carregado de tensão logo veio à tona. Anna cruzou os braços, ainda nua, olhando para Cintia com olhos faiscantes: "Você aí, se divertindo com a Su... sempre foi assim. Você se diverte e eu... eu sempre termino sozinha. Invejo isso… esse grupo de vocês, transando sem pudor, se amando sem medo." Cintia sentou-se na cama, limpando o rosto: "Ei, mana, não começa. Você sabe que eu te amo, mas isso aqui é entre amigos muito especiais. Não mistura as coisas. Não somos, aliás, eles não são casais abeeertos. Não saem por aí à caça. É uma parada muito entre nós, muito íntimo." Anna bufou, o ressentimento transbordando: "Amigos? Vocês têm tudo – sexo, amor, cumplicidade. Eu tô sozinha há um ano, e vocês nem ligam!"

Andressa interveio, o tom firme, mas com uma ponta de compreensão: - "Leti, para com isso. Você tá com inveja porque quer fazer parte disso, né? Quer o que a gente tem – o Jhonny, as noites loucas, o grupo unido. Mas não é assim que cê vai entrar. Olha, você se jogou no meu homem, provocou briga comigo, com a Su... E ainda recebeu uma foda gostosa, mesmo que nem merecesse. E é isso. As coisas acontecem aos poucos." - Anna virou-se para ela, os olhos marejados: "Sim, eu sei! Eu invejo você, Andi. Você tem ele, tem a Su, a Cintia… e eu? Ninguém aguenta minha grosseria, minha bruteza. Verdade seja dita, só você e a Cintia não me excluíram da vida de vocês, fora meu falecido paizinho e uma tia do interior. Só vocês me aturam… Eu quero… quero participar, me sentir desejada, me sentir amada... como vocês. Com vocês. Quero ser amiga de vocês… de verdade. Eu… eu… sempre senti sua falta, Andi. E agora, depois de provar o Jhonny… ah, nossa, que homem. E a Su… que negra linda, que mulher foda. Me perdoem por ser grossa, por ser babaca e briguenta às vezes. Então… me incluam… por favor. Eu quero muito também ser uma mosqueteira." Havia vulnerabilidade na voz dela, o confronto com Andressa escalando em palavras afiadas, mas sem violência – só a verdade crua da inveja, lágrimas escorrendo pelo rosto sardento, os olhos pesados.

Cintia tentou acalmar: "Mana, relaxa. A gente te ama, mas isso aqui não é pra todo mundo. Vamos conversar direito depois, sem brigas." Suzana assentiu: "É, Leti… a gente entende sua dor, mas não força. O grupo é sobre confiança, não inveja." Andressa, ainda corada do sexo anterior, estendeu a mão: - "Tudo bem, a gente resolve isso. Mas sem mais disputas. Você é bem-vinda como amiga, não como rival." - Anna aceitou a mão, lágrimas escorrendo: "Desculpa… eu só queria me sentir parte de algo assim. Ser amada mesmo sendo quem sou…"

O clima, antes carregado de tesão, agora misturava emoção e reconciliação, o quarto silencioso exceto por soluços suaves. Até Cintia, vendo a vulnerabilidade a irmã bruta, ficou com os olhos marejados. Jhonny, ainda excitado pelos gemidos, mas movido pela cena emocional, puxou Andressa para perto: "Vamos dar um tempo pra todo mundo se acalmar. Vamos tomar um banho, meu amor." Mas o telefone dele tocou na sala – uma ligação perdida de apenas um toque. Ao olhar, Jhonny viu uma mensagem de Christopher: "Preciso falar com vocês. Tô à caminho de Crisciúma." A mensagem já tinha mais de 2h. Possivelmente já estivesse na segunda metade do caminho. O grupo se entreolhou, uma surpresa pairando no ar. - Merda… e agora? Não sei se é uma boa hora. - Jhonny pensou, o coração acelerando de novo.

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O Christopher está sendo colocado em segundo plano na cara dura pela Su

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