O Plano que Nos Liberta
Mariana chegou em casa com os olhos brilhando de uma excitação nova, quase perigosa. O vestido preto justo mal continha os seios, e ela já o arrancou assim que fechou a porta. Beto estava na cozinha, só de calça jeans, corpo suado. Ela foi até ele, colou o corpo nu e sussurrou direto:
— Hoje eu fiz uma coisa diferente, amor… Liguei pro Lucas na frente dele mesmo. Coloquei no viva-voz enquanto ele me olhava desesperado.
Beto ergueu a sobrancelha, o pau já endurecendo dentro da calça.
— Conta tudo.
Mariana mordeu o lábio, mão descendo para apertar o volume dele.
— Eu disse pra ele: “Lucas, você me deixa molhada toda aula, mas eu nunca vou te dar essa boceta. Porém… eu conheço uma mulher que tá louca por um pau jovem e grosso como o seu. Quer que eu te apresente pra ela?” Ele ficou sem reação, pau marcando na calça. Perguntou quem era. Eu respondi: “Uma divorciada safada que adora ser comida forte. Se você topar, eu marco agora.”
Beto rosnou, apertando a bunda dela com força.
— E eu fiz o mesmo com a Cíntia. Liguei pra ela enquanto terminava o serviço na casa de outro cliente. Falei: “Cíntia, eu nunca vou te foder. Sou louco pela minha mulher. Mas tem um aluno gostoso, pau grande, jovem e faminto que tá louco pra comer uma vadia experiente como você. Quer?”
Mariana gemeu só de lembrar, já molhada.
— Os dois toparam na hora. Eu marquei os dois no mesmo motel que o Lucas tinha reservado pra mim. Enquanto você dirigia pra casa, eu mandei o endereço pra eles. Agora eles estão lá… juntos.
Beto a levantou na bancada, abriu a calça e esfregou o pau grosso contra a boceta encharcada dela.
— Porra, Mari… você armou pra eles se foderem enquanto a gente fode aqui?
— Sim… — ela ofegou, rebolando contra a cabeça inchada. — Enquanto o Lucas estiver metendo naquela vadia oferecida, você vai estar me arrombando. Me fode agora, Beto. Me fode sabendo que a tentação tá sendo resolvida… e que eu escolhi você mais uma vez.
Beto meteu tudo de uma vez, fundo e bruto. Mariana gritou, unhas cravando nas costas dele.
— Ahhh, caralho! Isso! Mete forte!
Ele socava selvagem, segurando os quadris dela, olhando nos olhos.
— Imagina os dois agora… — rosnou. — O Lucas comendo a Cíntia no motel. Ele metendo nela, chamando ela de puta… e ela gemendo o nome dele enquanto leva o pau que era pra ser seu.
Mariana rebolava loucamente, boceta apertando ele.
— Sim… e enquanto isso, essa boceta aqui é só sua. Me fode mais fundo! Me usa pra esquecer que eu quase deixei ele me tocar!
Beto a virou de quatro sobre a mesa da cozinha, puxou o cabelo e meteu com força brutal, bolas batendo no clitóris.
— Diz pra mim, professora… você tá gozando mais agora sabendo que o Lucas tá comendo outra?
— Tô! — ela gritou, empinando a bunda. — Porque eu quero só você! Me arromba, Beto! Me faz gozar sabendo que a Cíntia tá levando o pau que ela tanto queria… mas nunca vai ter!
Ele deu tapas fortes na bunda, metendo sem parar, suor escorrendo.
— Essa boceta casada é minha. Por mais que eles estejam se comendo agora… por mais que ele esteja enchendo ela de porra… é aqui que eu gozo. Goza pra mim, Mari! Goza forte!
Mariana explodiu em um orgasmo violento, corpo convulsionando, boceta apertando o pau dele como um torno, gritando o nome do marido. Beto urrou e gozou logo depois, enchendo-a com jatos quentes e grossos, metendo até a última gota.
Eles caíram no chão da cozinha, suados, ele ainda dentro dela, pulsando.
Beto beijou seu pescoço e murmurou rouco:
— Acabei de receber mensagem da Cíntia… “Obrigada. O Lucas sabe foder pra caralho. Vou deixar ele me comer a noite inteira.”
Mariana sorriu, ainda tremendo, e sussurrou:
— Perfeito… a tentação foi embora. Agora só sobramos nós dois. E eu nunca te quis tanto.
Ela virou o rosto, beijou-o com fome e falou baixinho:
— quanto mais quente ficar o mundo lá fora, mais eu quero queimar aqui dentro com você.