O amigo tímido do meu namorado – (4)

Um conto erótico de Silvânia (Por Leon Medrado)
Categoria: Grupal
Contém 5046 palavras
Data: 12/05/2026 03:33:26

Parte 4.

Na manhã do dia seguinte, eu acordei com algum ruído estranho que me despertou. A luz do sol nascendo, estava clareando o quarto. O Lian ainda dormia, deitado nu ao meu lado, o pinto amolecido meio de lado, na virilha. Até mole aquele pau era lindo. Dormia um sono pesado.

Foi quando percebi que o ruído que me acordou era o vibracall do meu celular que estava soando na mesinha de cabeceira. Peguei rapidamente o aparelho, e atendi, sem pensar. Era uma chamada de vídeo do Gervane. Eu, ainda ensonada, recostada na cama, não reparei que atendia com vídeo e ele podia me ver nua, dos peitos para cima. Ele falou:

— Acordei você amor?

A sorte é que estava com um volume bem baixo e a voz dele não acordou o Lian.

Fiz que sim, com a cabeça, ainda deitada nua, sem falar nada.

Na mesma hora ele perguntou:

— Dormiu assim? Nua?

Na hora, eu vi que não tinha nem como negar. Ele já tinha visto. Fiz que sim, de novo. Ele perguntou:

— E o Lian? Dormiu aí, junto?

Eu tinha duas alternativas. Mentir e dizer que não, inventando uma desculpa, ou, assumir logo o que eu havia feito. Eu não me sentia bem, mentindo. Tinha feito a cagada, e não queria esconder dele. Na hora, mesmo com receio da reação, eu estava louca para me abrir e contar tudo. Então, fiz que sim, mais uma vez, sem falar, e depois, virei o telefone de lado para que ele pudesse ver o Lian apagado, na cama ao meu lado, completamente pelado e com o pau mole, aparente.

O Gervane viu a imagem, e ficou calado, e eu voltei a tela para o meu rosto. Eu estava vermelha. Ele me olhava, admirado, mostrando que foi pego de surpresa. Eu não disse nada, pensando no que dizer, e ele perguntou:

— Então, acabou rolando né? Vocês dois?

Mais uma vez, eu não falei. Não queria acordar o Lian. Fiz que sim, e coloquei os dedos sobre os lábios, pedindo silêncio. Me levantei da cama com cuidado, sem acordar o Lian e fui para o banheiro. Fechei a porta, e me sentando no vaso sanitário, falei:

— Amor, ontem fomos ao Shopping de noite, passear, lanchar, depois ficamos num barzinho ouvindo música e bebendo até tarde. Passamos da conta.

Fiz uma pausa. Respirei, ele esperava, e continuei:

— Na volta, de madrugada, as coisas saíram do controle. Eu e o Lian... Meio bêbados. Nós acabamos na cama, nos despindo, fazendo sexo. Bem que você disse…

Eu pensava que o Gervane ia desmoronar, ficar puto, desesperar, até ficar triste, desligar, mas ele respirou fundo, me olhava muito atento, e falou:

— Eu desconfiava. Já estava me preparando para ter que encarar mais essa...

Foi a minha vez de ficar surpresa. Perguntei:

— Como assim?

Ele parecia meio emocionado. Falou:

— Quando você me mostrou que tinha se masturbado, cheia de tesão, eu percebi que as coisas estavam ficando mais sérias. Eu até disse que você não devia se conter. Conheço a minha namorada muito bem, você não aguenta ficar sem sexo mais do que dois dias, ainda mais com provocações. E quando veio a novidade de ficar até no próximo domingo, aí eu já sabia que você não ia aguentar. Nem o Lian.

Senti um frio na barriga, era como se ele já soubesse muito antes. Me apavorei, com receio de que ele tivesse ficado magoado comigo. Falei:

— Amor, eu amo você, não ia mentir. Por favor, estou com muito medo de ter magoado e desapontado você. Foi meio sem pensar, e também meio por deixar acontecer. Mas, você estava certo... Eu fui fraca, e o Lian perdeu a cabeça completamente. Me perdoe. Se você quiser eu volto hoje mesmo. Ou, nem volto mais.

O Gervane parecia calmo, se controlava, embora tivesse a respiração um pouco alterada, devido a emoção. Ele disse:

— Não, espere, fique calma! Sem estresse. Eu conversei com o Lian de tarde, quando ele me ligou, para falar da semana a mais aí na casa. Eu pedi que ele abrisse o jogo comigo e fosse sincero, queria saber como ele estava reagindo a ficar se passando de namorado seu. Ele contou que estava alucinado, que você como namorada não saía da mente dele, estava deliciosa em trajes muito sexy, impressionou muito bem a família dele, e várias vezes, ele agindo como namorado, sentiu desejo de a agarrar, mesmo dormindo. Assumiu que estava louco de tesão em você. Sei que seria inevitável. Gostei da sinceridade dele.

Eu, mais admirada ainda, perguntei:

— Jura? Ele fez isso?

O Gervane confirmou:

— Fez, não omitiu, e me contou que você estava evitando, tinha imposto limites, mas também estava difícil resistir. Você tinha me contado. Gostei da sinceridade dos dois, e fiz a mesma coisa que eu falei com você. Que o que acontece em Vegas, não precisa sair de Vegas.

— Você falou isso para ele? – Questionei admirada.

Ele confirmou:

— É que eu considero os dois as pessoas que eu mais gosto, além dos meus pais. Você sabe. Disse a ele que eu havia refletido, e se você aceitasse, concluí que eu também aceitava que o que tivesse que ser, eu ia considerar como se fosse uma filmagem, uma experiência fora do nosso relacionamento, e quando retornassem, tudo voltaria ao normal.

Ao ouvir aquilo, a minha cabeça trabalhava a mil por hora, pensando em muita coisa. A primeira coisa que eu queria ter certeza, era de que ele havia mesmo me liberado. Fui direta:

— Amor, eu tinha entendido que você havia me liberado, senão eu não teria feito o que eu fiz. Mas, eu não ia nunca contar isso ao Lian, claro. Você me liberou, não foi?

O Gervane fez que sim. Calado, me olhava. Deu um ligeiro sorriso malicioso. E falou:

— Eu estava cheio de tesão, naquele dia, fantasiando você com ele. Tinha lido sobre o fetiche do corno. Foi quando me deu a vontade de deixar vocês livres para decidir. No fundo, eu já esperava que fosse rolar. Como falei. Acho que era inevitável mesmo.

Meu peito se desapertou na hora quando ouvi aquilo. Respirei mais aliviada e disse:

— Você é mesmo muito louco! Então, foi isso. Depois, você disse a mesma coisa ao Lian, e à noite, depois que bebemos, ele estava indócil, tarado, foi impossível segurar. Estávamos os dois muito cheios de desejo, e eu já sabendo da sua permissão. Ele também.

Parei de falar. Nossa, eu estava muito feliz de ter podido me abrir com ele, e saber dele que não estava abalado. Mas, eu não esperava a pergunta dele:

— Amor, foi bom? Deu para ele? Vocês aproveitaram bem? Me conta como foi. Já estou muito excitado, só de saber que rolou... Fiquei curioso...

Eu me via cada vez mais surpresa, mas perdi o receio e perguntei:

— O Lian sabia que você sentiu tesão quando eu lhe disse o que estava sentindo? Sabia daquele seu fetiche? De ser corno?

Ele acenou com a cabeça, concordando:

— Sim, ele ficou sabendo, eu que contei. Eu e ele não temos segredos. É como eu e você. Sinceridade total. Prefiro ser assim.

Na hora eu me senti um pouco culpada, pois eu tive sim, segredos que não revelei. Queria esclarecer tudo. E disse o que me preocupava:

— Amor, o Lian não é aquele inexperiente que ele se fazia passar. Nem era virgem coisa nenhuma. Isso foi inventado. Tomei o maior susto. Ele sabe muito de sexo, e manda muito bem. Não é estranho isso? Você sabia ou não?

O Gervane parecia excitado, e perguntou:

— Nossa, manda bem mesmo, é? Você gostou? Me conta. Encarou essa jeba grande dele? Foi bom?

Vi que a conversa havia mudado, e ele estava excitado e se acariciava na virilha. Achei que era hora de testar melhor aquele fetiche. Falei:

— Nossa, amor, nunca senti um pau tão grande e grosso, fiquei maluca, não consegui evitar, peguei, masturbei, chupei, várias vezes, e morri de vontade. E esta noite, não segurei mais, eu me sentei em cima e agasalhei tudo aquilo na minha boceta, até ele gozar muito no meu útero. Eu tomo pílula, então foi sem nada, no pelo. Gozei várias vezes naquele pau. Você não tá entendendo...

Enquanto eu contava, o Gervane retirou o pau para fora do calção, e me mostrou, vibrava, duro, começando uma punheta. Ele falou:

— Nossa! Que tesão, amor! Estou tarado com isso. Você viu? O safado é bom de foda mesmo!

Intrigada a versão que ele havia me contado, eu perguntei:

— Mas, quer dizer que você já sabia? Me contou uma história...

O Gervane fez que sim, colocou um dedo sobre os lábios, como se fosse segredo, e respondeu:

— É uma história complicada. O Lian que pediu que eu nunca revelasse nada do passado dele. Eu tinha jurado. Fica entre nós. Ele foi iniciado e educado sexualmente, ainda muito jovem, por uma das tias mais novas, irmã da mãe dele, que foi garota de programa, e que ficou tarada no pau grande dele. O Lian aprendeu tudo que foi safadeza com ela, ainda muito jovem. Aos dezoito anos, ao entrar na faculdade, ele era um sujeito normal, pegava muita mina, tudo ia bem, até que há pouco mais de três anos, na Faculdade, ele se apaixonou para uma garota, que depois, ela o humilhou. Ele ficou traumatizado. Apagou redes sociais, sumiu de todas as festas, ficou um ano quase sem sair de casa. Depois eu conto em detalhes.

Eu estava muito curiosa. Insisti:

— Nada disso. Me conta agora. Quero a verdade.

Ele concordou com a cabeça e falou:

— Esse caso com a garota, gerou esse trauma, fazendo com que ele nunca mais tivesse namorada. Se fechou para o mundo. Tinha vergonha de aparecer, de falar, etc... A família, sem saber exatamente o que houve, em vez de ajudar, pegava no pé, pois ele ficou arrasado pela tal garota e entrou em depressão. Eles não sabem os detalhes. Só fiquei eu de amigo dele. E prometi que nunca iria contar.

O Gervane deu uma parada para respirar. Notei que estava um pouco nervoso. Ele continuou:

— Tenho que explicar isso. Agora, na viagem, ele me confessou que, somente perto de você ele voltou a ter autoestima e mais confiança. Você ajudou muito. Por isso, eu falei que vocês poderiam aproveitar. Eu sei que nem você e nem ele me querem fazer nenhum mal. E está sendo muito bom para ele, para a família, essa recuperação, e eu acho que para você também. Você acabou gostando. Ou estou errado? Você fez algo a contragosto?

Fiquei calada, perplexa, diante do que ele me revelava. Eu não tinha o que argumentar. Eu de fato, tinha feito por minha vontade. Na hora me bateu uma desconfiança, e perguntei:

— Você já tinha isso em mente quando me deixou vir com ele?

Gervane negou com cabeça, me olhava sem desviar o olhar, e parecia sincero ao responder.

— Nem me ocorreu nada disso. Estava achando o Lian um caso perdido. Foi depois que vocês viajaram, no primeiro dia da sua viagem, que deu um “click”. Eu tive a primeira onda de ciúme.

— O que fez você pensar isso? – Perguntei.

— Quando vi você toda gostosinha, embarcando no ônibus, sem sutiã e com seus peitinhos soltos, me deu um tesão louco, e fiquei imaginando o Lian ao seu lado, vendo aquilo. E se passando por namorado. Mais tarde, recebi uma foto do celular dele, com você dormindo no ônibus com o peito de fora da blusa. Ele mandou para eu ver que não era mentira, e ele disse que seu peito é lindo. Não fiquei bravo, fiquei excitado de saber que ele estava vendo o seu peito. Foi a partir daqui, com a cabeça a mil, fui ler, pesquisar e entender o que me acontecia, e comecei a fantasiar. Foi quando me vieram os primeiros pensamentos do que podia acontecer.

O Gervane, fez uma pausa e tomou fôlego, antes de continuar:

— Depois, do que nós conversamos, e o que você me contou, como foi a reação dos familiares, e das brincadeiras, que me deu a certeza de que poderia acontecer algo. Por isso, pensando em tudo, eu achei que era inevitável, resolvi deixar a seu critério.

Eu ouvi o Gervane, estava esclarecida, mas só precisava de uma informação a mais. E queria que ele fosse objetivo. Perguntei:

— Me diz a verdade. Você sentiu tesão de saber que eu dei para o Lian, que eu gostei, e que ele é um macho gostoso e experiente?

Gervane tinha uma expressão muito maliciosa no rosto. E me mostrou o pau duro:

— Estou de pau duro aqui, amor. Senti muito tesão, sim. Fantasiei muito. Se me contar um pouco como foi, eu vou gozar fantasiando tudo. Não consigo evitar.

Na mesma hora, senti um calor tomando conta do meu corpo. Meu namorado, se revelava mesmo cúmplice, e totalmente liberal. Ele estava excitado de saber que eu havia dado para o amigo. Vi que ele era tão safado como eu, em vez de ficar bravo, estava tarado, e ainda por cima, tinha tesão de saber que eu agir como uma puta com o melhor amigo dele. Eu decidi revelar e ver a reação. Comecei a contar:

— Nossa, quando eu vi o pau do Lian, duro, já fiquei louca. Só de ver, já mexeu muito comigo. E foi acontecendo. Ele esfregava em mim e eu me derretia. Peguei e bati umas punhetas, fazendo ele gozar na minha mão. Depois, mais tarde, chupei aquele cacete, alucinada de tesão, e ele gozou na minha boca. Fizemos 69, ele me chupou também muito gostoso, e me fez gozar muito. Ele é bom na safadeza, sabe chupar muito bem. O safado é um gostoso. Desculpe falar assim.

Fiz uma pausa, e vi que o Gervane se masturbava. Ele pediu:

— Continua. Conta mais. Que tesão que foi isso! Estou tarado...

Eu estava excitada de ver que ele também ficava tarado de saber que eu fui uma devassa e libertina, com o amigo. Retomei:

— Depois de gozarmos, fomos para a banheira, e foi quando ele me disse que estávamos mesmo fazendo você de corno. Desconfiei que ele sabia que você tem esse tesão. Então, eu não tinha motivos para regular.

Gervane batendo punheta, exclamou:

— Sabe sim, ele me conhece muito bem. Uma vez contei a ele o que eu fantasiava. Agora, continua. Eu estou quase, vai, conta mais.

Retomei a minha narrativa, vendo o meu namorado se masturbando e quase gozando:

— Naquele ponto, aqui na banheira, eu já sabia que ia dar para ele, e ele sabia que ia me foder. Mas eu não assumi logo, fiquei no colo dele, ele me provocando, passando a rola na minha bocetinha. Amor, que loucura de tesão, eu tentando resistir.

O Gervane se masturbava ouvindo. Meus peitos latejavam, os mamilos empinados, enquanto eu contava para ele. Continuei:

— Quando eu já estava louca para dar, ele encostou a rola e foi empurrando por trás. Ahh... amor, que gostoso! Eu nunca tinha sentido um pau tão grosso e grande! Estava com tesão acumulado, e louca para ser fodida. Ele deixou que eu me afundasse naquela rola. Eu mesma me movimentava no pau dele. Começamos dentro da banheira, eu tive uns dois orgasmos ali, antes de irmos para a cama. Na cama ele me fodeu de quarto, por um bom tempo, acho que mais de quinze minutos, foi demais... e eu nem sei dizer o quanto que eu gozei. Perdi a conta. Molhei a cama. Agora estou toda esfolada.

Quando olhei para o celular vi o Gervane se masturbando, muito tarado.

— Mostra, amor. Me deixa ver sua boceta. – Ele pediu.

Eu virei o telefone e mostrei a minha bocetinha, dizendo:

— Olha só amor, fiquei toda assada e vermelha de levar pirocada do Lian. Esse jumento me fodeu muito. Me deixou meio inchada. E agora eu sei que ele vai querer foder muito mais. E eu não vou resistir.

Nesse momento eu vi que o Gervane estava gozando, e exclamava:

— Caralho, Sil, que tesão! Você é muito tesuda, safada e muito putinha! Gozei aqui só de ouvir você.

Eu estava muito aliviada, satisfeita, e contente de que as coisas tinham ficado daquele jeito. Aquilo me excitou também. Aproveitei e falei:

— Amor, se você gosta, se é assim que quer, pode se preparar, pois você vai ser corno meu e do Lian mais uma semana inteira! Pensa bem, é isso que você quer? Vai deixar?

O Gervane estava ofegante, respirava com dificuldade, e esperou um pouco para responder.

— Caralho, Sil. Eu deixo! Mas... Por favor, me conte tudo. Vou morrer de tesão aqui. Se puder gravar, grave em vídeo para eu ver.

Eu prometi que ia gravar. Ele foi se recuperando e eu ficando com tesão. Falamos mais uns segundos, até que ele disse que precisava se arrumar para ir trabalhar, já estava atrasado. Era segunda-feira. Nos despedimos. Fiz o sinal de corno para ele, que me mandou beijinhos.

Eu desliguei. Tomei um banho de uns dez minutos, me ensaboando com carinho, a bocetinha bem inchada e sensível. Depois, me enxuguei. Me sentia muito leve, solta, e sem culpa. Quando saí do banheiro, enrolada na toalha, o Lian estava deitado, quase do mesmo jeito, mas acordado, e com o telefone na mão. Ele desligou o telefone ao me ver, se levantou, me fez um cafuné carinhoso, me deu um beijo no pescoço e disse:

— Espere eu me lavar, se vista que vamos tomar café juntos.

E assim eu fiz. Enquanto ele se banhava, eu coloquei o shortinho branco curtinho e justo, que eu havia lavado no banho na véspera, e já estava seco. Não coloquei calcinha, pois estava com o grelinho muito sensível e qualquer contato da calcinha me arrepiava. Vesti uma camisetinha bege de alcinhas, e calcei as sandálias rasteirinhas. Escovei meu cabelo e fiz uma maquiagem bem discreta. Me olhando no espelho, não parava de pensar na loucura daquela situação. Liberada pelo namorado para fazer o que quisesse com o amigo dele, por uma semana. Estava passando perfume quando o Lian saiu do banheiro, completamente nu, e me abraçou por trás. Eu disse:

— Cuidado para não melar o meu shortinho. Estou quase sem roupas para trocar.

Ele me deu um beijo na nuca e disse:

— Obrigado pela noite maravilhosa. Sou um sujeito muito feliz agora.

Eu apenas sorri. Não queria ainda abrir o jogo e confessar que estava adorando. Ele se afastou e foi se vestir. Já estávamos agindo como um casal normal e eu me senti muito bem naquela condição. Pensei que poderia também ser namorada dele perfeitamente, embora gostasse imensamente do Gervane.

Ele se vestiu rapidamente com camiseta branca e short preto e descemos para o café da manhã. A cozinha estava cheia de gente, e alguns estavam se despedindo, pois tinham que voltar à cidade para trabalhar. Na casa ficaríamos apenas eu e o Lian, a Miranda, o Silvano, os pais do Silvano, que era um casal relativamente jovem, e a Mãe da Miranda, irmã da mãe do Lian. Alguns dos que iam embora, voltariam apenas para o próximo final de semana.

Foi um momento muito agradável, os pais do Lian, na despedia, se mostraram muito contentes e simpáticos comigo, dizendo que me adoraram. Alguns dos tios e primos também se despediram manifestando muito prazer em terem me conhecido. Todos vieram me abraçar, com abraços apertados, e eu senti que estavam era se despedindo dos meus peitos, se encostando neles e me apertando contra eles. Me senti muito acolhida e admirada. Percebi que era uma família de mente aberta e bastante liberal.

Depois que eles partiram, acabado o café da manhã, resolvemos tomar um sol no jardim, aproveitando que a piscina ainda estava ali, cheia de água.

Quem já estava de calção e de biquíni foi para o jardim, e eu subi para colocar um biquíni. Tornei a colocar o fio dental de oncinha. Quando desci, e me juntei a eles no jardim, tomei um susto. A Suzelle, mãe do Silvano e a Miramar, mãe da Miranda, estavam recostadas em cadeiras de descanso, tomando sol, e fazendo topless. Tentei disfarçar o meu espanto, mas a Miranda apareceu logo a seguir, vinda da cozinham e vi que ela também estava de topless. Ela me viu de biquíni completo, e disse:

— Hoje você pode ficar à vontade. Estamos apenas nós, e todos já estão acostumados a ficar assim.

Olhei meio envergonhada para os outros, mas as duas mulheres conformaram. A Suzelle disse:

— Vai, Silvina não se acanhe. Pode mostrar seus peitinhos. São lindos.

A Miramar também:

— Pode despir o sutiã. Aqui todos já somos íntimos.

O Sidenio, pai do Silvano, completou:

— E nós já vimos os seus lindos seios aqui mesmo na piscina.

Olhei para o Lian que não disfarçava o volume sob o calção, e ele falou:

— Pode sim, Sil. Neste grupo, você pode confiar e ficar à vontade. Somos muito íntimos.

A Miranda veio para perto de mim e pegando nos lacinhos das costas do meu sutiã, segurou e perguntou:

— Posso soltar, amiga?

Na hora eu me senti excitada de poder ficar sem sutiã do biquíni com eles ali na piscina, e concordei com a cabeça, sem dizer nada. Ela puxou o cordão, e o laço se desfez, o sutiã se soltou e ela pegou na alça que estava na minha nuca e soltou também, retirando a peça. Meus seios estavam rígidos e com os mamilos empinados. Eu não conseguia controlar e os mamilos vibravam. A Miranda disse:

— Você tem os seios mais lindos que eu já vi.

— Obrigada. - Eu disse, e para disfarçar um pouco, fui tratando de passar um filtro solar, para proteger a pele mais clara e sensível dos seios que ainda não tomavam sol.

Quando levantei os olhos para ver os outros, notei que o Sidenio, pai do Silvano, e o filho também, estavam com uma “tenda” armada na frente das bermudas. Fiquei vermelha e meio sem-graça.

Foi quando reparei que tanto a mãe da Miranda, como a mãe do Silvano, pareciam estar muito tranquilas, vendo quilo também. Resolvi me explicar ao me sentar na poltrona ao lado do Lian:

— Não estou acostumada. Ainda fico um pouco envergonhada.

Foi a Miramar que respondeu:

— Pois, fique sem vergonha. Aqui na casa, agora, só ficaram os sem-vergonha. Só tem safado e safada agora.

Olhei admirada para ela, sem entender direito aquilo, e a Miranda explicou:

— Ficamos os que já tem mais intimidade e somos mais liberais. Vou contar. A minha mãe foi quem iniciou o Lian, no sexo, quando ele ainda estava começando a ter pentelho no saco. Ela, jovem e muito gulosa, não deixou escapar o sobrinho do pau grande. Minha mãe é um perigo.

Eu ouvia aquilo mais admirada ainda. Falando da própria mãe. Olhava para eles sem entender. O Silvano disse:

— Ela também me ensinou muito. Depois do Lian, que morava longe, foi a minha vez. E depois, para minha surpresa, foi a minha mãe que quis conhecer melhor o Lian, o sobrinho avantajado. E o meu pai, deixou. E para completar, foi o meu pai que iniciou a Miranda, nessa troca de aprendizados da família. Na nossa família temos esse costume, os mais experientes, ensinam os novatos.

Naquele momento, me lembrei da cena que eu flagrei na cozinha, dele e da Miranda fodendo de madrugada. E do Gervane me contando da tia, que iniciou o sobrinho. A história se confirmava. Estava diante deles, seminua, e todos assumindo o que fizeram.

Além de ficar muito surpresa, ao saber daqueles detalhes, não consegui evitar uma onda mais intensa de excitação, meus seios latejavam, com os bicos durinhos.

Eu já sentia a minha xoxota ficando melada. Não sabia o que dizer, nem fazer. Fiquei ali, olhando para eles com aquela expressão de incrédula. O Lian percebeu meu estado e me deu um beijo no rosto, passou a mão nas minhas costas, e disse:

— Gostou de saber? É excitante para você? No começo, eu tive boas mestras. Era um rapaz muito normal, e até bastante assanhado. Mais recentemente é que eu tive um grande baque, sofri uma desilusão, uma pessoa me fez uma maldade enorme, e me afetou demais. Fiquei muito inseguro. Você que está me ajudando a sair do fundo do poço.

Eu olhei para ele e vi seus olhos brilhando, e aquilo me deu uma enorme satisfação.

Sem me conter, eu dei um beijo na boca e ele retribuiu me segurando pela nuca. Ficamos naquele beijo por quase um minuto, nossa respiração ofegante.

Quando eu menos esperava ele estava acariciando meu seio com aquela mão quente e grande. Eu tentei afastar a mão, dizendo:

— Que é isso, estamos na frente de todos.

O Lian manteve a mão no meu seio e disse:

— Eles estão acostumados. E gostam de ver.

Olhei de canto de olho, e vi que o Sidenio estava beijando a esposa, e acariciava os seios dela também. Assustada, olhei para a Miranda, mais perto de nós, que estava beijando o Silvano, e apertava o pau dele por cima da bermuda. Foi quando ouvi a Miramar, mãe da Miranda, dizendo:

— Relaxa Silvina, nós estamos mesmo acostumados. E adoramos brincar juntos. Aqui somos todos íntimos e cúmplices.

Ela se levantou da poltrona de repouso onde estava, contornou a piscina e veio para perto de onde eu e o Lian estávamos. Ela se sentou na beiradinha da espreguiçadeira, e falou:

— Eu que ensinei quase tudo a esse seu namorado gostoso. Mas eu não sei o que houve, ele nunca nos contou. Ele andou meio em baixo, e perdeu o encanto. Só você soube despertar esse garotão gostoso novamente. E pelo que eu ouvi durante a noite, você está deixando o safado cheio de prazer.

Eu olhei para os seios dela, e pareciam tão excitados e rígidos quanto os meus. Minha bocetinha estava melando o biquininho, e meu coração estava acelerado, afetando a minha respiração. Ela perguntou:

— Me conta, Sil, ele fodeu você direitinho, bem gostoso? Tem um pau divino, não tem? Pode contar.

Eu não sabia o que fazer, e não tendo como fugir da conversa, fiz que sim, depois disse:

— Sim, foi muito bom. Mas, ainda tenho vergonha de contar.

O Lian continuava abraçado comigo, e me acariciando o seio. Minha respiração estava intensa. O corpo todo tremendo. Olhei para o lado, e vi que a Miranda estava retirando o pau do Silvano para fora do calção, e ele também tinha um belo cacete. Comecei a tremer e soltar uns suspiros, e a Miramar, me acariciou o outro seio, com mão macia e perguntou:

— Você quer brincar com a gente? Está com tesão?

Eu não queria acreditar no que estava vendo, mas ouvi o Lian dizer no meu ouvido:

— Relaxa, cachorrinha, você está cheia de tesão, como todos aqui. Vamos aproveitar que só ficamos nós, os safados.

Olhei novamente para o outro lado e vi o Sidenio beijando a esposa e ela segurando no pau duro dele, fora do calção.

Em menos de dois minutos, a cena do jardim havia se transformado. Olhei para o Lian e ele tinha retirado aquele pau lindo para fora, e estava bem duro. Ele pediu:

— Vem, pega, vamos brincar junto com eles.

Não dava para entender direito o que eu sentia, um tesão incrível, e ao mesmo tempo, um certo nervosismo, achando que eu ia perder novamente o controle. A Miramar falou numa voz baixa e aveludada:

— Você nunca fez ménage?

Fiz que não com a cabeça, negando, enquanto minha mão segurava o pau duro do Lian. Senti o cheiro daquela pica tesuda. Meu corpo todo estava arrepiado, quando percebi que a Miramar me acariciava novamente o seio, apertava o mamilo e falava muito sedutora:

— Você é deliciosa. Homens e mulheres ficam cheios de tesão só de admirar você.

Tentando não demonstrar que eu estava perdida, e tomada de volúpia, eu agradeci:

— Obrigada. Você também é uma mulher linda.

Eu segurava o pau do Lian que dava uns solavancos, e ele assoprava um bafo quente na minha nuca, a mão me acariciando as costas, dizendo baixinho:

— Você vai gostar, cachorra. Vai sentir muito tesão.

Rapidamente, eu passei o olhar em volta, e vi que a Miranda estava de joelhos, já chupando a rola do Silvano na cadeira espreguiçadeira perto da nossa. Ver aquela cena já era de dar arrepios de tesão, e o Liam me beijando a nuca e acariciando minhas coxas. Mais adiante, o Sidenio lado a lado da esposa na espreguiçadeira mamava nos peitos da Suzelle, que também o masturbava. Ouvi a Miramar perguntando:

— Você já beijou uma mulher?

Eu fiz que sim, e falei numa voz quase sumida:

— Uma amiga minha adorava ficar comigo, antes de eu namorar o... Ge... o Lian.

Corrigi antes de falar o nome errado, mas ela nem se tocou, estava mais preocupada com o sim ou o não. Senti os lábios dela se encostando aos meus e suas duas mãos nos meus seios. Ela me beijou de língua e eu aceitei o beijo, meio por instinto, mas também estava excitada com aquilo. Na minha cabeça já começara a admitir que ia rolar uma bela suruba naquele jardim.

Senti a mão do Lian soltando os laços da minha tanguinha, e em seguida a própria Miramar também soltou o biquíni dela. Vi que ela tinha a boceta muito saliente, com lábios vaginais grossos, e um pequeno coração de pelinhos castanhos aparados em cima do púbis. Tinha uma tatuagem de pimenta vermelha na virilha pertinho do púbis. O corpo dela era generoso, uma quarentona boazuda de formas exuberantes e a marquinha do biquíni se tornava muito sexy naquele corpo bronzeado de sol.

Senti a mão dela pegando em minha mão direita e levando até no seio dela enquanto eu mantinha a mão esquerda masturbando o cacete rijo do Lian ao meu lado. Trocamos mais um beijo. Ela sussurrou:

— Vem, sente meu peito. Estou cheia de tesão.

Eu já não controlava nada, meu corpo se entregava ao desejo, e nossos beijos se tornaram cada vez mais intensos e demorados, nossas línguas se enroscavam e eu sentia aquele bafo quente do Lian na minha nuca, que me arrepiava ainda mais.

— Vai, safada, estou adorando você se soltar de vez.

Eu decidi deixar rolar o que tivesse que ser.

Continua na parte 5.

Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com

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Comentários

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Outra vez o Leon nos trazendo mais uma série maravilhosa.

Obviamente ⭐️ ⭐️ ⭐️

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Talvez o que redige os melhores contos.Bastante excitante a sequência.

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OLA LEON QUERO TI PARABELIZAR POR ESSE EXCITANTE CONTO ESTA UM TESÃO LER MUITO INTERESSANTE PODER LER E VIAJAR MENTALMENTE VIVÊNCIAR CADA EMOÇÃO DE CADA PERSONAGEM DESTE CONTO CONTO É INEVITÁVEL NÃO IMAGINAR E E FICAR TOTALMENTE EXCITADO POR PENSAR EM ESTAR NO LUGAR DO NAMORADO E A MINHA ESPOSA SER A NOMORADA EMPRESTADA DANDO PRA UM AMIGO NOSSO ...... E AGORA ESTOU A ESPERAR A MELHOR PARTE DESTE CONTO ERÓTICO. QUE A NAMORADA DEVE TRANSAR COM OUTROS HOMENS ASSIM COMO EU TAMBEM QUERO VER MINHA ESPOSA FAZER ....... ABRACOS E PARABENS

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