Contratei uma prostituta na rua pela primeira vez e tive uma GRANDE surpresa!

Um conto erótico de Anônimo
Categoria: Trans
Contém 1702 palavras
Data: 11/05/2026 18:13:51

Na minha cidade tem uma rua na qual as prostitutas perambulam durante a noite, em busca de clientes. Confesso que a ideia de contratar um programa com uma prostituta na rua sempre me excitou. Sempre que eu estava sozinho voltando de algum lugar à noite, desviava meu caminho para passar naquela rua, pois a simples ideia me excitava. Nunca fazia nada de fato, mas só de passar por lá já ficava de pau duro e acabava me masturbando fantasiando a cena quando chegava em casa.

Numa certa noite, fui para um churrasco com amigos e já era madrugada quando estava voltando pra casa. Como de costume, desviei o caminho para passar na tal rua. Chegando lá, passei bem devagar, observando atentamente a calçada em busca de uma prostituta, a princípio, apenas para admirar.

De longe avistei uma tremenda gostosa e fui me aproximando devagar. Ela era sarada, seios fartos, claramente de silicone. Sua cintura era fina e o quadril largo, bem brasileira. Vestia uma minissaia bem curtinha e um top pequeno, deixando à mostra o abdômen definido. Suas pernas também eram muito definidas e suas coxas me fizeram delirar. Me aproximei lentamente com o carro, parando no semáforo ao seu lado.

Mesmo sem poder me ver, por conta do insulfilm escuro do carro, ela gesticulou, pedindo para eu abaixar o vidro. Meu pau, já muito duro, latejava de tesão. Ainda demorei alguns segundos até me decidir, mas acabei abaixando o vidro. Ela, de pernas cruzadas, se apoiou na janela do carro, praticamente colocando o decote do top na minha cara.

Oi, bonitão, está afim de uma noite de prazer?

Sua voz era… diferente. Fiquei muito na dúvida se era um travesti, ou se era apenas efeitos colaterais dos anabolizantes, para manter aquele shape de crossfit.

Você é gostosa demais, mas me responde uma coisa, você é homem?

Ao ouvir isso, ela deu um sorriso de canto de boca e se pôs novamente de pé, dando uma leve afastada nas pernas, convidando para que eu a tocasse por baixo da saia.

Por que não descobre você mesmo?

Aquilo me excitou ainda mais. Pus a mão pra fora do carro, colocando a próximo ao joelho dela, e fui subindo a mão, acariciando aquela coxa deliciosa, esperando chegar em uma buceta molhada. Só que para o meu espanto, minha mão acabou envolvendo um grande volume preso em sua calcinha. Fiquei sem ação, nem sequer tirei a mão e continuei segurando aquele pinto, envolto na calcinha fio dental.

Agora você já sabe a resposta - disse, direcionando o olhar para o volume em minhas calças. Então se curvou novamente para frente, acariciando meu pau por cima do jeans, para então sussurrar no meu ouvido - e a julgar pela sua animação, não parece ser um problema.

Gelei. A ideia de contratar uma prostituta realmente me excitava, mas nunca tive esse desejo por um travesti. No calor do momento, o tesão parecia falar mais alto. Eu suava frio e, gaguejando, perguntei:

vo-você é p-pas-ssiva?

Ainda acariciando meu pau, ela disse:

Meu amor, por 300 reais a hora, eu posso ser o que você quiser.

Nervoso com toda a situação, olhei para o relógio. Eram 2h da manhã. Minha esposa certamente estaria dormindo, então não faria diferença nenhuma atrasar mais uma hora para chegar em casa. Tomado pelo tesão, pedi para ela entrar no carro. Ela deu a volta, com um andar bem rebolado, e entrou no carro pela porta do passageiro. Nervoso e sem saber exatamente o que fazer, perguntei:

Aonde podemos ir?

Ai ai, parece que temos um iniciante aqui. É a sua primeira vez com uma puta?

Acenei com a cabeça, confirmando.

No quarteirão da frente tem o bordel do meu cafetão, podemos ir pra lá. Ou se preferir mais discrição, tem um drive-in na rua debaixo.

Escolhi o drive in, morrendo de medo de que algum conhecido me visse naquela situação. Chegando lá, pegamos uma cabine e fechei as cortinas. Ela saiu do carro e começamos a nos agarrar do lado de fora. Apoiei ela no capô do carro e comecei a beijar seu pescoço e agarrar sua bunda. Lentamente abaixei seu top e comecei a beijar e apertar seus peitos. Seu corpo, carregado pelos traços femininos, quase conseguia esconder a verdade, mas a ereção trazia tudo à tona. Seu pinto já havia escapado para o lado da calcinha e discretamente levantava a ponta da saia conforme nos envolvíamos.

Abaixei sua saia e dei de cara com um cacete enorme, consideravelmente maior que o meu. Continuei a beijar a região dos seios, mas agora utilizava uma das mãos para punhetar lentamente aquela piroca enorme. Em meio aos beijos, olhei para cima, fazendo contato visual. Ela sorriu e empurrou meus ombros para baixo, me convidando a descer. Aceitei, ajoelhei e caí de boca no pinto dela.

Eu nunca tinha chupado um pau antes, mas já tinha recebido boquetes maravilhosos. De certa forma, eu sabia o que fazer. Sem nenhum pudor, deslizava minha cabeça para frente e para trás, chupando com gosto. Passava a língua pelo pau enquanto chupava e a saliva acumulada, junto ao tamanho daquela pica, faziam com que eu desse leves engasgadas a cada movimento.

Você é bem guloso para quem queria uma passiva - falou ela, entre gemidos.

Ignorei e continuei chupando. Quando comecei a ficar sem ar, tirei a boca do pinto e comecei a bater uma punheta para ela, dando lambidas no saco, sempre buscando fazer contato visual. A visão de baixo pra cima era deliciosa. Além do cacete inchado, podia ver sua barriguinha e seus peitos deliciosos. Intensifiquei a velocidade da punheta e ela começou a gozar, jorrando vários jatos de porra em minha direção. Consegui desviar da maioria, mas alguns acabaram sujando a minha camiseta.

Ainda ajoelhado, senti a mão dela acariciando meu rosto e, segurando meu queixo, ela direcionou meu rosto para cima, fazendo meu olhar cruzar com o dela.

Levanta, seu safado. Vou retribuir esse boquete.

Trocamos de posição. Eu levantei e encostei no carro, ela se ajoelhou e começou a me chupar. Que delícia. A visão de cima pra baixo também era incrível. Daquele jeito, nada fazia parecer que era um homem me chupando. Ela chupava com maestria, me arrancando gemidos intensos. Eu delirava, nunca tinha recebido um boquete tão gostoso. Ela segurou meu pau para cima com uma das mãos e começou a dar longas lambidas, que iam da entradinha do meu cu até a base do saco. Me arrepiei todo e, percebendo minha excitação, ela voltou a enfiar meu pau em sua boca, passando a acariciar e pressionar a entrada do meu cuzinho com os dedos.

Meu olhos reviraram, de tanto tesão. Os estímulos constantes fizeram com que meu cuzinho ficasse cada vez mais solto e o boquete deixava meu pau ainda mais duro. De repente, ela parou de me chupar e disse, de forma direta e objetiva:

Vira! E se debruça no capô. Seu cuzinho tá pedindo pica e ele vai ser meu!

Sem questionar, fiz como ela mandou. Me virei, apoiei os cotovelos no capô do carro e dei uma empinada na bunda. Sem demora, senti a cabeça do pau dela forçando a entrada do meu rabo. Meu cu era virgem e o cacete dela era enorme, fazendo com que fosse impossível dela me comer. Se ela forçasse iria acabar me rasgando inteiro. Foi então que senti algo gelado. Olhei para trás e vi que ela guardava um pequeno tubo na bolsinha, enquanto espalhava um gel lubrificante, tanto no próprio pau, quanto no meu cu.

Então eu senti, me invadindo. Aquela tora foi deslizando para dentro de mim, fazendo uma lágrima escorrer do meu rosto. Mesmo com o lubrificante, a dor foi intensa. Senti ela segurando minha cintura com as duas mãos e devagar, começou a movimentar meu quadril, fazendo com que eu rebolasse bem devagar, deixando meu cu se acostumar com o volume do seu pau.

As reboladas foram ficando mais amplas à medida que a dor ia passando e quando dei por mim, as mãos dela estavam apenas apoiadas e eu mesmo estava rebolando por vontade própria. Depois desse ponto, ela já sabia que tinha conseguido o que queria. Meu cuzinho era todo dela. De repente, ela se transformou. Apesar de toda feminilidade, seus instintos masculinos afloraram. A moça que chupava gostoso tinha dado lugar a um macho alfa, predador. Intensificou a foda. Segurava com firmeza meu quadril, dando estocadas fortes e fundas no meu cu. Eu gemia e gritava, mas a resposta dela era apenas socar mais forte. Também me dava fortes tapas na bunda e me xingava de vadia.

Por incrível que pareça, aquilo me excitou ainda mais. Sem ousar tirar meus cotovelos do capô, meu corpo ia violentamente para frente e para trás enquanto aquele cacete me arrombava. Fechei os olhos e me deixei levar. O orgasmo veio de forma avassaladora e despejei vários jatos de porra no chão. Ao sentir meu cu contrair, ela agarrou ainda mais forte na minha bunda e soltou um urro, enquanto gozava novamente e enchia meu cu de porra.

Quando ela terminou, tirou o pau de dentro de mim e se apoiou no carro ao meu lado. Eu ainda na posição em que estava, debruçado e com os cotovelos no capô, refletia sobre o que tinha acontecido. Eu estava envergonhado e até um pouco arrependido. Meu cu ardia e dele escorria porra. Quis sair logo dali. Abri o porta-luvas e peguei um rolo de papel higiênico que ali estava. Me limpei apressadamente e ofereci o papel para a moça, no entanto ela já se limpava com lencinho que tirou da bolsinha.

E agora? Eu te levo de volta pra rua?

Não precisa, eu subo a pé. São 300 reais.

Ah, claro. - por um instante, eu havia me esquecido. - me passa a chave pix.

Ela tirou um papel com um QR code da bolsinha. Fiz o pix e fui embora. Cheguei em casa e fui direto para o banho, com muito cuidado para não acordar minha esposa. Ela nunca descobriu o que aconteceu naquela noite e nem consigo imaginar o que seria de mim se ela descobrisse. Mas o pior de tudo? Eu viciei. Depois daquela noite voltei várias e várias vezes naquela rua.

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