O Dia em que Eu Vi Ela Feliz (e Quase Perdi a Porra da Cabeça)
Fazia quase dois anos. Dois anos desde que apaguei o último vídeo dela gemendo meu nome. Dois anos desde que a medida protetiva me proibiu de chegar a menos de 200 metros. Dois anos fingindo que eu tinha superado, que era só mais uma vadia casada na lista.
Eu estava no shopping do centro, sábado à tarde, comprando uma porra de presente de aniversário pra uma foda qualquer que eu mal lembrava o nome. Cabeça baixa, óculos escuros, tentando não pensar em nada. Aí ouvi a risada.
Aquela risada. A mesma que ela dava depois de gozar três vezes seguidas, ofegante, com minha porra escorrendo pelas coxas.
Levantei o olhar devagar e lá estava ela.
Mariana.
Mas não a Mariana que eu arrombei na sacada, não a que chorou no meu ombro dizendo que me amava mais que o marido. Essa era outra.
Ela estava radiante. — não, espera, o Theo já devia ter uns oito, nove meses. Ela empurrava um carrinho daqueles chiques, o bebê gordinho rindo pra ela, e do lado… o Eduardo. De mão dada com ela. Braço dele na cintura dela como se nunca tivesse saído de lá. Ele olhava pra ela do mesmo jeito que eu olhava quando metia fundo: com fome, com posse, mas agora com algo pior.
Felicidade.
Ela estava feliz pra caralho.
O cabelo brilhando, sorriso largo, corpo mais cheio mas ainda gostoso pra porra, vestindo um vestido soltinho que marcava os peitos que eu tinha chupado até ficarem roxos. Ela se inclinou pra pegar o bebê no colo e o vestido subiu um pouco, mostrando a coxa que eu já tinha marcado com mordidas. O Eduardo passou a mão ali, possessivo, e ela riu de novo, encostando a cabeça no ombro dele.
Meu estômago revirou. A raiva subiu tão forte que eu senti gosto de sangue na boca.
Ela tá feliz? Depois de tudo?
Eu me escondi atrás de uma coluna, coração martelando. Fiquei olhando como um doente. Vi ela beijar o bebê na testa. Vi o Eduardo sussurrar algo no ouvido dela e ela corar, morder o lábio do mesmo jeito que fazia quando eu mandava ela dizer “me engravida, Ricardo”.
Flashbacks vieram como porrada:
Ela de quatro na sacada, cu aberto, gemendo “me arromba, amor… me usa como sua cadela anal enquanto o Eduardo sofre em casa”.
Ela chorando no meu peito depois do sexo, dizendo “eu te amo mais que ele… eu não sei mais o que fazer”.
A mensagem que eu mandei no último dia: “Da próxima vez você não volta.”
E agora… ela voltou. E tá feliz pra porra. Com o filho que eu achei que era meu. Com o marido que eu humilhei sem ele nem saber.
Eu quase fui até lá. Quase atravessei o shopping, peguei ela pelo braço e lembrava em voz alta:
— Lembra quando você implorou pra eu te engravidar, Mariana? Lembra quando você disse que era minha enquanto ele mandava mensagem chorando?
Mas não fui. Fiquei parado, pau duro dentro da calça contra a minha vontade, raiva e tesão misturados no peito como veneno.
Ela passou a poucos metros de mim. Nem me viu. Ou se viu, fingiu que não. O olhar dela estava só no marido e no filho. Como se eu nunca tivesse existido. Como se aquela semana inteira de porra, de gemidos, de “eu te amo mais” nunca tivesse acontecido.
Eu saí do shopping tremendo. Entrei no carro, bati a porta com força e gritei sozinho até a garganta arder.
Ela tá feliz.
Eu tô destruído.
O trauma não passou. A raiva não passou. E ver ela ali, rindo, amada, reconstruída… foi pior que qualquer ameaça, pior que qualquer bloqueio, pior que o exame de DNA.
Porque eu percebi a verdade mais cruel de todas:
Eu fui só a fantasia.
Ela escolheu a vida real.
E a vida real… a vida real fez ela mais feliz do que eu jamais consegui.
Eu liguei o carro, mãos tremendo no volante, e sussurrei pra mim mesmo:
— Um dia você vai lembrar de mim, Mariana. Quando ele te foder devagar e carinhoso… você vai fechar os olhos e lembrar como eu te arrombava.
Mas eu sabia que era mentira.
Ela tava feliz.
E eu… eu ia carregar essa porra de trauma pro resto da vida.
Parte 10
A Proposta Mais Doente, Cru e Visceral que Eu Já Cuspi na Cara Dele
Dois anos de porra nenhuma. Dois anos acordando com o pau latejando, batendo punheta pensando na buceta dela jorrando na minha boca. Depois de ver ela no shopping, feliz pra caralho, rindo com o Eduardo como se eu nunca tivesse arrombado cada buraco dela, eu decidi: chega de sofrer sozinho. Eu queria ela de volta. Mas dessa vez eu ia jogar sujo de um jeito que ninguém espera.
Mandei a mensagem pro corno sem enrolação:
“Eduardo, sou o Ricardo. A gente vai conversar cara a cara. Não é ameaça. É proposta. Café da rua do seu escritório, amanhã 15h. Só você e eu. Se não aparecer, eu vou atrás da mariana.”
Ele visualizou em menos de um minuto. Não respondeu. Mas o covarde ia aparecer. Eu sabia.
No dia seguinte eu cheguei primeiro, sentei no fundo, camisa preta colada no corpo, o mesmo perfume que ela cheirava no meu pescoço enquanto eu metia até o talo. Ele entrou pontual, cara branca como papel, olhos fundos, andando como se as pernas fossem quebrar. Sentou na minha frente e eu já senti o cheiro do medo saindo dele.
— Que porra você quer, seu filho da puta? — rosnou baixo, voz tremendo de ódio puro, punho cerrado em cima da mesa.
Eu me inclinei pra frente, encarei ele sem piscar, voz baixa, rouca, cheia de veneno:
— Eu quero enfiar meu pau na buceta da sua mulher de novo, Eduardo. E dessa vez… eu quero que você deixe.
Ele ficou branco. Depois vermelho. O corpo inteiro tremeu. Eu não parei. Cuspi as palavras na cara dele, cru, sem filtro:
— Eu vi vocês no shopping, corno. Ela tava linda pra caralho. Barriga de quem pariu, sorriso de puta feliz, você passando a mão na cintura dela como se fosse o dono. E eu fiquei ali atrás da coluna, pau duro latejando só de lembrar como ela gemia meu nome enquanto você mandava mensagem choramingando: “Tô morrendo aqui, Mari.”
Ele abriu a boca pra falar, mas eu bati a mão na mesa e continuei, quase rosnando:
— Cala essa porra de boca e escuta, seu corno de merda. Eu arrombei a buceta e o cu dela sete dias inteiros. Sem camisinha. Enchi ela de porra quente até escorrer pelas coxas. Fiz ela gritar “me engravida, Ricardo… eu quero ser sua mulher” enquanto você tava em casa sozinho, sofrendo como um cachorro. Ela chorou no meu peito, disse que te amava menos que a mim. Disse que queria deixar você por mim. Você sabe disso tudo. E sabe que, mesmo agora, quando você fode ela devagar e carinhoso, ela fecha os olhos e lembra como eu metia fundo, batendo bola no cu dela, fazendo ela gozar jorrando como uma vadia.
Eu pausei só um segundo, vendo o rosto dele se contorcer de dor.
— Eu não quero mais destruir sua vida. Já quase destruí. Mas eu ainda quero ela. Então aqui tá a proposta, bem clara e podre: você me deixa ser o amante dela. Uma ou duas vezes por mês. Eu alugo um apartamento discreto. Pego ela lá, fodo do jeito que ela precisa pra não enlouquecer — enfio na garganta até ela babar e chorar, meto na buceta até ela implorar pra gozar dentro, arrombo o cu até deixar inchado e vermelho. Gozo fundo, sem camisinha, encho ela de porra quente enquanto ela grita meu nome. Depois ela toma banho, volta pra casa, te beija na boca com a mesma boca que chupou meu pau e dorme do seu lado como a esposa perfeita. Você continua sendo o marido. O pai. O corno que ela ama. Eu sou só o pau grosso que ela precisa pra lembrar o que é ser fodida de verdade.
Ele estava tremendo inteiro agora, lágrimas de raiva e humilhação escorrendo pelos olhos. Eu baixei a voz ainda mais, quase um sussurro cruel:
— Pensa bem, Eduardo. Você prefere viver sabendo que ela sonha com meu pau toda noite… ou prefere controlar essa merda? Eu não vou mais ameaçar. Não vou mais mandar vídeo. Eu só quero foder ela de vez em quando. E você… você vai saber exatamente quando. Vai sentir o cheiro dela chegando em casa ainda com minha porra escorrendo pela calcinha. Vai comer ela sabendo que eu acabei de arrombar cada buraco. E no fundo, no fundo bem nojento que você tem, você sabe que ela vai aceitar. Porque ela nunca esqueceu como eu fodia ela melhor que você.
Ele ficou em silêncio por quase um minuto, respiração pesada, olhando pra mesa como se quisesse vomitar.
— Você é um doente filho da puta… — murmurou, voz completamente quebrada.
Eu sorri frio, levantei devagar e joguei o dinheiro na mesa.
— Talvez. Mas eu sou o que a buceta da sua mulher precisa. E você sabe disso melhor que ninguém.
Saí sem olhar pra trás.
No carro, mandei a última mensagem pra ele:
“Pensa com calma, corno. Quando decidir, me avisa. Porque sua mulher merece um amante que saiba foder ela direito — e eu ainda sou o melhor pau que ela já teve na vida inteira.”