Essa vai ser rapidinha. Estava relendo coisas antigas que escrevi quando tinha dezoito, quando me lembrei dessa parada que ainda não contei. É sobre a irmã do meu amigo Atentado, a loira gostosa dos olhos azuis que tinha uns vinte anos e uns dez centímetros a mais que eu, e por quem desenvolvi uma tremenda obsessão.
Eu era tarado nela desde do dia em que estava jogando na casa do cara e fui ao banheiro, quando ao passar na frente do seu quarto a vi pelada pela fresta da porta. Caraco, que mina era aquela, uns peitos top dez bem pontudos de mamilos quase da mesma cor de sua pele branca e uma bucetinha depilada só com uma fileira de pelinhos claros logo acima da racha, enfeitando a região abaixo do umbigo.
Ela ia se vestindo quando a vi, e quase tenho certeza de que percebeu que eu a espiava pela porta, porque passou um tempão trocando de calcinha só pra me provocar. Ela colocava uma calcinha, enterrava no meio da bunda até desaparecer entre as nádegas, virava de costas pro espelho e se punha na ponta dos pés, olhando como ficava, para depois tirar a bendita calcinha se inclinando na direção da porta onde eu estava, deixando que visse a bucetinha e o buraco do cu, para então escolher outra calcinha e repetir tudo outra vez.
Só sai da porta quando o Atentado veio me procurar pelo corredor para voltarmos a jogar. O cara quase me pegou de butuca na irmã mais velha dele, tentei disfarçar e acho que ele não acreditou que eu havia me perdido, mas o assunto morreu ali, afinal, quem é que tem uma irmã safada e quer ficar discutindo isso com um amigo?
A partir desse dia, bati umas mil punhetas pra irmã do Atentado. Eu não conseguia tirar essa mina da cabeça, não importava com quantas garotas saísse, sempre terminava sozinho com o pau na mão, lembrando dela pelada e das calcinhas encerradas na bunda, com a garota mais velha se exibindo pra mim. Eu estava fixado na irmã do meu amigo e, talvez, fosse exatamente isso que ela queria: ter um moleque pirado batendo punheta pra ela sem parar.
Mas aí, bem quando eu já não sabia mais o que fazer, estava voltando de uma festa com o Atentado numa madrugada e, depois dele entrar em casa, bem quando eu cruzei a rua indo para a minha, vi um carro balançando no estacionamento escuro. Era óbvio que tinha gente trepando dentro do carro, isso era comum ali. Fiquei curioso e fui espiar, afinal, quem é que não se excita vendo os outros fodendo?
Caraco, era justamente a irmã do Atentado dentro do carro, toda pelada, montando o Solapa, um dos caras mais velhos que moravam no bairro, que estava com o pau enfiado naquela bucetinha que eu tanto sonhava. Mas o pior não era isso. Tinha um outro cara lá, um que a gente chamava de Cavalão, segurando a loira por trás e metendo ferro no cu da irmã do Atentado, enquanto o Solapa comia ela pela frente. E isso não era tudo. No banco ao lado deles estava o Belém, um cara comprido e altão, feio pra cacete, enfiando o pau comprido na boquinha da loira gostosa.
Safada. Piranha. Puta.
A irmã do Atentado estava dando pra três dentro do carro. Vi como trocavam de posição entres eles, como ela raramente deixava de ter algum buraco fodido, chupando rola e rebolando em dois paus ao mesmo tempo, até que as coisas fugiram um pouco do controle e ela começou a levar tapa na cara, palmada na bunda, beliscão no peito.
Acho que ela não gostou muito disso, mas nem conseguiu protestar, com os três caras segurando-a e girando seu corpo de lá pra cá sem parar de meter ferro, abusando dela enquanto se divertiam, até decidirem que iam todos fazê-lá comer porra gozando dentro de sua boca, um depois do outro.
Me afastei do carro logo depois disso e, desde o escuro, vi como ela saiu de lá toda desconjuntada para começar a vestir as roupas e voltar pra sua casa. Os caras mais velhos ainda ficaram por ali, rindo dela, bebendo e conversando sobre como havia sido legal foder a minha musa, a garota com quem eu sonhava, até transformá-la num depósito de porra. Para eles, ela não era ninguém, era uma qualquer, só mais uma piranha que haviam acabado de comer.
E ficou pior ainda, quando ouvi os caras combinando como fariam para foder outra garota juntos no próximo fim de semana, a irmã do Perigo, outro amigo meu. Eu nunca havia prestado atenção nessa mina, uma branquela dos cabelos escuros e peitos pequenos que não fazia meu tipo, mas, pensando bem, ela até que era gostosa também, tinha uma bunda redondinha que devia ser maneira de comer.
Isso ficou rodando na minha cabeça. Quando finalmente entrei em casa, meu mundo tinha virado de cabeça pra baixo. A irmã do Atentado foi usada como puta pelos caras do bairro e no próximo fim de semana a irmã do Perigo provavelmente entraria na roda também. A menos que eu me adiantasse e conseguisse chegar antes…
Agora, eu sabia que era possível. Se aqueles caras convenceram a irmã do Atentado a servir de puta pra eles acreditavam que podiam fazer o mesmo com a irmã do Perigo, porque eu não conseguiria também?
Mas isso já é uma outra história e, como prometi, a de hoje é rapidinha.
