Minha esposa gostosa e o idoso morador de rua parte 9

Um conto erótico de Paulim
Categoria: Heterossexual
Contém 6350 palavras
Data: 10/05/2026 05:55:54

Ficamos maranhão e eu no quintal por um bom tempo sentados, sem conversa, sem nos olharmos apenas um silecio bem barulhento. Até que o maranhão começa...

Maranhão" Sr.Paulo, o senhor me desculpa não sei o que deu em mim. Vi vocês dois tranzando na minha frente e não resistir faz tempo que sei o que é ter uma mulher e a dona Kelly é muito linda.

Eu" Vamos fingir que isso nunca aconteceu, apenas fique longe dela tudo bem?

Maranhão" Sim senhor"

Levantei e sair em direção a casa.

Aquilo me deu um tesão da porra mas eu não pudia deixar isso claro pro Maranhão eu precisava manter o controle. Entrei na casa procurando a Kelly e ela já tinha banhado e dormido estava cansada por causa da piscina.

Aproveitei pra tomar um banho de chuveiro e esfriar a cabeça. Depois vou na cozinha fazer um lanche pra mim e o Maranhão aparece.

Maranhão" Sr. Paulo, minha perna está bem melhor vou aproveitar e fazer uma caminhada e sentir um pouco de ar fresco.

Concordo com a cabeça e continuo fazendo meu lanche escuto ele abrindo o portão e depois fechando. 1 hora depois a Kelly aparece com uma carinha de sono, meio sonolenta. Eu estava no sofá assistindo tv ela se joga em cima de mim e fica deitada querendo dormir de novo enquanto eu alisava os cabelos dela.

Kelly" deixa eu levantar se não durmo de novo.

Ela sai em direção ao quarto, e quando volta já bem mais arrumada mas ainda com carinha de quem dormiu mal.

Ela senta no meu lado, meio inquieta como se quissesse falar alguma coisa mais não sabia como

Eu" Tudo bem?"

Kelly"Paulo, sobre hoje na piscina..."

Eu corto ela" Kelly, aquilo já passou. Foi um erro e eu já esqueci. Vamos seguir em frente como se nada tivesse acontecido.

Sentir uma decepção no rosto dela. Ela abria e fechava a boca mas não falava nada talvez ela achou que eu iria aceitar o Maranhão comer ela, talvez ela achou que eu daria ela de mandeja pro Maranhão, não sei. ela apenas abaxou a cabeça e disse

Kelly" tudo bem amor"

Kelly foi em direção ao quarto, ela passou pela sala e foi na cozinha, depois no quital, foi lá fora na rua e voltou pra sala

Kelly" Amor, cadê o Maranhão?"

Expliquei que ele tinha saido para caminhar um pouco pra exercitar a perna.

As horas foram passando e nada do Maranhão.

Era umas 23:30 quando Kelly não aguentou e disse que iria sair pra procurar o Velho. Ele não tinha celular então estavamos as cegas saimos pela cidade atras o maranhão e nada era umas 02:00 da manhã e nada. Kelly começou a achar que o velho tinha morrido e começou a chorar. Valtamos para casa e nada dele. Naquela.noite ela não dormiu e nem eu. Já pela manhã saimos de novo perguntando para as pessoas se alguem tinha visto o velho. Como uma pessoa some assim?

De volta em casa chamei a Kelly para conversar

Eu" Amor, eu sinto muito mas talvez ele deve ter voltado pra rua. Pessoas assim quando se acostumam com uma coisa é dificil sair.

Kelly"Não, eu não acredito. ele tinha tudo aqui, tudo de bom e do melhor.

Eu " eu sei meu bem mas pode ser que ele se sinta melhor na rua. Não acho que ele tenha morrido só voltou de onde veio.

Kelly" não pode ser"

Kelly estava mais calma mas ainda com lagrimas nos olhos me pediu pra procurar ele.mais uma vez. Concordei com a cabeça e saimos.

Era umas 22:30 da noite quando ela viu de longe um senhor deitado em um banco de praça dormindo de costas para rua.

Kelly" é o Maranhão eu sei"

Chegamos perto e realmente era o velho. Estava embreagado dormindo fedendo a cachaça. Minha esposa começou a chorar e chamar o nome do Maranhão de forma bem carinhosa e de pena ao mesmo tempo.

Com muita dificuldade ele acorda e reconhece a Kelly ele começa a sorri e cantar de uma forma desajeitada. Ele tenta abraçar minha esposa. Ela olha para mim e diz que não podemos deixa ele naquele estado. O maranhão diz que não quer ir que estava bem pega uma garrafa de cachaça que estava escondida atrás do banco.

Kelly fica puta pega a garrafa e joga bem longe e manda eu levalo pro carro. Eu obedeço e levo ele ainda resmungando. Chegando em casa ela manda ele tomar banho. Mas o velho não tinha condição nenhuma minha esposa prontamente coloca ele debaixo do chuveiro e da banho dele. Ela estava muito puta. Não acreditava que depois de tudo o Maranhão estava naquela situação. Eu ajudei ela a dar banho no velho e o colocamos no quarto dele. Que dormiu rapidamente. Depois de tudo na hora de dormir Kelly chorou bastante mas dormiu mais tranquila.

Quando acordo Kelly já não estava mais na cama. Vou em direção a sala e Kelly estava sentada no sofá com um olhar bem longe nem percebeu quando eu cheguei.

Eu" meu amor, tudo bem?"

Kelly"sim"

Faço um café pra gente e sentamos na mesa. Pouco tempo depois o Maranhão aparece

Maranhão" Bom dia"

Apenas eu respondi. Kelly virou o rosto.

Maranhão pega um copo de café e senta na mesa ju to com a gente Kelly rapidamente se levanta e sai pro quarto.

Eu" É meu amigo, você arranjou um problemão"

Maranhão" E agora o que eu faço?"

Eu" Não se preocupe já já passa"

Eu vou pra sala e sento no sofá eu gosto de mexer no celular com fone de ouvidos ouvindo musicas

Maranhão continua na mesa. Kelly aparece na sala de sortinho bem leve soltinho e com uma blusinha que marcava bem os bicos dos seios estava sem calcinha também mesmo o short mais soltou ficava uma tentação.

Kelly para olha pra mim e fala alguma coisa mas como eu estava de fone não escutei.

Eu" desculpa meu bem, não entendi" tirando o fone

Kelly" eu vou lavar roupas, tem alguma roupa suja por ai?"

Digo que não e ela vai em direção da maquina que fica lá no quintal perto da piscina.

Ela passa direto pelo maranhão sem falar com ele.

Uns 5 minutoa depois percebo o maranhão inquieto na mesa e fico prestando ateção dele. Ele se levanta e vai devagar meio receoso em direção a minha esposa. Desligo o som e vou atras queria ver como o maranhão vai sair dessa.

Kelly estava destraida colocando as roupas na maquinha com o rabão enpinado maranhão chega perto dela meio sem jeito e pede desculpas kelly para o que estava fazendo e olha pra ele atentamente o velho disse que enquanto estava caminhando encontrou um velho amigo de rua e que começaram a conversar e quando percebeu ja estava bebado como o maranhão morou na rua por muito tempo qualquer lugar era a casa dele por isso dormiu no banco. Mas que iria voltar

Kelly" achei que você tinha ido embora ou algo pior. Fiquei muito chateada com você maranhão.

Maranhão se desculpa mais uma vez e disse que nos ultimos dias a kelly tinha feito a vida dele valer a pena que nunca tinha passado por nada que ele estava passando mas quando viu o amigo dele de rua ficou emocionado. Que naquela hora se sentiu vivo de novo e que ate então estava muito solitario até o amigo aparecer e preencher esse vazio.

Eu ouvia aquilo e sabia que aquilo era papo pra boi dormir o velho estava mentindo que na primeira oportunidade não perdeu tempo e bebeu todas. Mas pelo olhar cheio de lagrimas da Kelly ela tinha caido nesse papinho .

Kelly" Marãnhão, não sabia que você se sentia assim tão solitario me perdoa" disse isso emocionada o abraçando.

Maranhão aproveitou a oportunidade apertou bem o corpo contra o dela sentindo aquela pele macia e cheirosa.

Kelly percebe que o pau do maranhão está subindo sorri limpando as lagrimas e o chama de safado.

Maranhão pelo jeito conseguiu reverter a situação mas isso era obvio Kelly não consegue ficar zangada com ninguem ainda mais o velho que se finje de coitado.

Kelly fica de costa pra ele terminando de encher a maquina e o velho olha aquele rabão dando sopa e se aproxima devagar encostando o pau duro na bunda dela. Que só olha pra tras por cima do ombro e diz:

Kelly: "para que o Paulo ta lá na sala"

Maranhão se tremendo" o Sr. Paulo tá distraido no celular" chegando mais perto e deixando ela presa entre a maquina e ele. O velho começa a roça na bunda dela na ponta dos pés cheirando e dando beijinhos no cangote cheiroso dela. Kelly se arrepia toda.

Kelly" para cachorro, é perigoso" revirando os olhos sentindo o pau do Maranhão ainda maior e rebolando a bunda pra trás.

Maranhão falando no ouvido dela" sera que depois do que aconteceu na piscina o Sr.Paulo vai deixar eu gozar mais vezes nessa boquinha?"

Kelly morde os labio de olhos fechados" Esquece isso Maranhão. Ele não vai deixar, inclusive mandou a gente esquecer isso também"

Maranhão" E a minha putinha vai esquecer"

Kelly"Hum- rum"

Maranhão" tenho que tirar minha filha tá doendo" maranhão tira a rola pra fora bem dura cheia de veias e apontando pro lado.

Kelly olha pra baixo e não resiste ainda de costas mete a mão cheia na rola do velho. Ela abre a boca cheia de tesão e faz questão de esfolar a rola do velho . Ela faz o movimento de vai e vem bem lentamente ela olha dos olhos do maranhão por cima do ombro. O velho abre a boca e mostra a lingua a cachorra não pensa duas vezes chupa a lingua do velho de uma forma bem sexy. Maranhão comeca a tremer cada vez mais enquanto ela beija a boca dele apaixonadamente.

Maranhão" puta gostosa" Kelly" sou" maranhão" vai obedecer o marido?" Kelly"sim" Maranhão" então quer que eu pare? Kelly bem manhosa"só mais um pouquinho assim..."

Kelly pega a rola do velho e encaxa entre a bunda dela por cima do short.

Kelly" Assim, soca. Você não pode me comer mas pode brincar"

Maranhão começa a meter no cu dela por cima do shortinho fazendo a rola do velho sumir entre a bunda dela parecia que o maranhão iria furar o short e comer o cu dela ali mesmo cada estocada ela ia pra frente de olhos fechados e boca aberta. Ele ficou nisso por alguns minutos eu olhei pra kelly ela estava sorrindo olhando pra ele. Ela levanta um pouco a perta pra facilitar a putaria do maranhão. Ele tirou um pouco a rola e deu pra ver certinho a shortinho querendo entrar no cu dela todo molhado de pre gozo. O maranhão encaixa de novo so que dessa vez ele faz movimentos mais intenso querendo entrar no cu dela com short e tudo.

Kelly faz uma cara de assustada e de tesão ao mesmo tempo.

Kelly bem puta" Quer me estrupar assim mesmo cachorro? Vai comer meu cu com o pano e tudo?

Maranhão não disse nada parou de socar e desceu o shortinho dela e apontou a rola pro cu dela.

Kelly se vira bem rapido com o susto e diz que não estava preparada para dar o cu(se lavar)

Maranhão" minha filha eu não aguento mais, preciso desse cu"

Kelly disse lutando contra o proprio tesão"depois Maranhão"

Maranhão apela pelo emocional dela.

Maranhão" minha filha por favor, eu tenho que matar essa vontade se não vou ter que matar de outro jeito que é bebendo a punheta não resolve mais"

Kelly"para Maranhão"

Maranhão" é serio minha filha eu não mentiria pra você"

Kelly olha nos olhos do velho, olha pra rola dele olha em direção da cozinha onde eu estava eu como estava olhando atraves da fresta da porta ela não me viu.

Vai lá ver se o Paulo ainda está na sala. O velho colocou a rola pra dentro da bermuda e veio em direção a cozinha eu corri pro sofá na mesma posição que eu estava. O velho entrou na cozinha pegou um copo de agua e bebeu virado pra mim atras da divisoria. Eu nem olhei lra ele me expriguisei e deitei no sojá.

Maranhão largou o copo na pia e voltou. Corri pro meu lugar.

Kelly estava encostada na maquina maranhão ficou de frente com ela e disse

Maranhão" ele acaboi de deitar no sofa nem me viu na cozinha."

Kelly olhou de novo pra cozinha e se posicionou em cima da maquina de lavar sentada de frente pro maranhão.

O velho tirou a rola esplodindo pra fora e ficou observando ela. A cachorra abre as pernas e pede pro maranhão chegar mais perto.

Kelly" Você me promete que não vai mais beber"

Maranhão balança a cabeça positivamente batenhdo punheta. Ela pega o short e puxa pro lado sem tirar revelando aquela buceta carnuda bem lisinha toda molhada e inchada de tesão. A buceta dela estava brilhando e vermelha. Ela pegou na rola do maranhão e foi guiando em direção da rachada. Ela encosta a cabeça da rola do velho e fica esfregando pra cima e pra baixo babando toda a cabeça da rola dele.

Kelly jogando a cabeca pra tras" puta que pariu"

Maranhão foi avançando e forçando a rola pra frente.

Kelly" calma, por acaso você não comprou uma camisinha por ai né?

Maranhão estava vidrado na buceta dela e nem respondeu.

Kelly fez uma carinha de choro mordendo os labios.

Kelly" eu não resisto a isso"

Ela parou de esfregar a rola e apontou bem na entrada da buceta dela. Maranhão so foi avançando sem dizer nada. Eu vi a cabeça sumir la dentro depois o meio do pau dele e por ultimo so ficou as bolas do lado de fora. Entrou com muita facilidade. Ela abre a boca e abraça o velho o beijando laçando a cintura do velho com as pernas sem deixar ele tirar a rola de volta

Kelly com uma voz tremula" deixa dentro um pouco."

Maranhão a beijava e chupava a lingua dela depois tirou um dos seios e começou a chupar. Ele sumia dentro dos braços dela. Depois ela solta a cintura dele e abre as pernas

Kelly" deixa eu ver como tá"

O maranhão vai tirando aquela cobra lentamente enquanto os dois olhavam pra baixo vendo a rola dele sair toda melada brilhando da buceta da minha mulher a rola dele sai ate a ponta de repente o velho mete tudo de uma vez fazendo a minha esposa gemer bem alto ela coloca a mão na boca mas logo depois sorri e pede pra ele meter. O canalha mete agora mais rapido ela fica só olhando a rola entrar e sair de boca aberta, mordendo os labios fazendo uma carinha de tesão. Maranhão socando ate a metade bem rapido fazendo a buceta dela soltar uns barulhos molhado bem excitante.

Kelly olhando pra baixo pede pra ele parar. Ele para com metade da rola na buceta dela. Ela pega na outra parte que está fora e diz

Kelly" Maranhão, de que serve uma rola desse tamanho se você não usa tudo? Mete tudo que eu aguento"

Maranhão entende o recado e agora a rola dele vai até as bolas e volta. Kelly joga a cabeca pra tras satisfeita e deixa o velho abusar dela. Agora o maranhão soca mais devagar usando tudo o pau indo ate o fundo segura uma pouco la dentro e volta. Agora quem se tremia era a Kelly se mastubando enquanto o velho metia tudo.

Kelly" não para de meter que eu vou gozar"

Maranhão acelerou as estocadas fazendo a kelly gemer e se tremer deliciosamente. Kelly goza pela primeira vez respirando fundo toda suada. O velho tira a rola pra fora Kelly abre a buceta dela com dois dedos vendo o rombo que o velho fez ali. Kelly sorri de boca aberta vendo o burado e pede mais um pouco. Maranhão mete tudo se deliciando daquela buceta. Depois de um tempo Maranhão diz que não vai aguentar mais e tira a rola e comeca a se masturbar apontando a rola pra buceta dela.

Kelly" quer gozar em cima da minha bucetinha né safado?

Maranhão acerela a punheta e ela abre a buceta pra receber porra.

Kelly" chega mais perto"

Ele se aproxima encostando a rola na buceta aberta dela.

Kelly"Mais"

Maranhão enfia um pouco a pontinha se ele gozar ali já vai ser dentro dela

Kelly" mais um pouco"

Agora a cabeça toda ta dentro. Maranhão para de se mastubar

Kelly" Só mais um pouquinho vai" kellupegou o resto que ficou de fora e foi encaixando pra dentro, enfiando, enfiando até atrar tudo de novo.

Maranhão entendeu o recado e comecou a rosnar e se tremer tentando meter tirando um pouco mas ela puxava de volta. Ela queria sentir a porra lá dentro e conseguiu.

Eu vi a rola dele pusando soltando tudo que tinha dentro da buceta rosa da minha esposa. Ela apenas sorria, adimirada com a cena.

Kelly" nossa quanta porra maranhã"

Maranhão permaneceu com a rola dentro por alguns segundos. A rola dele foi amolecendo e saindo sozinha toda melada de porra a Kelly vendo aquilo saiu de cima da maquina de lavar e ficou de joelhos na frente do velho chupando a rola mole e suja do velho limpando tudo. Depois de limpar ela esfola a rola dele pra limpar a parte de dentro. Deixando limpa de novo.

O velho parecia muito satisfeito.

Claro que eu tambem gozei a parede toda vendo a puta que a minha esposa se tornou. Limpei e corri pro sofá.

1 minuto depois a Kelly passa que nem uma bala por mim e vai ao banheiro. Logo atras vem o maranhão asubiando ele passa por mim em direção ao quarto dele e faz um sinal de joinha eu pergunto se ele conseguiu se resolver com minha esposa ele disse que quase falta pouco eu coço a cabeça e ele vai pro quarto.

Uns 15 minutos depois a Kelly ainda estava no banheiro eu fico preocupado e quando estou indo ver se estava tudo bem alguém chama no portão

Eu vou olhar e era um senhor de idade gordinho baixinho com uma mochila nas costa. Pelo jeito parecia morador de rua pelas roupas.

Eu apareço na janela e ele pergunta pelo maranhão se era aqui que ele "morava" digo que sim e chamo o maranhão ele aparece com um sorrisão no rosto me agradece e diz que vai caminhar um pouco com o amigo.

Mais uma vez o Maranhão sai. Será que ele vai beber de novo? A Kelly não vai gostar.

Aqui está o seu texto revisado. Mantive a estrutura original, corrigindo apenas erros ortográficos, concordância e pontuação para tornar a leitura mais fluida, sem alterar o conteúdo da sua história.

Texto Revisado

Ficamos o Maranhão e eu no quintal por um bom tempo sentados, sem conversa, sem nos olharmos, apenas um silêncio bem barulhento. Até que o Maranhão começa...

Maranhão: "Sr. Paulo, o senhor me desculpa, não sei o que deu em mim. Vi vocês dois transando na minha frente e não resisti. Faz tempo que não sei o que é ter uma mulher e a dona Kelly é muito linda."

Eu: "Vamos fingir que isso nunca aconteceu, apenas fique longe dela, tudo bem?"

Maranhão: "Sim, senhor."

Levantei e saí em direção à casa. Aquilo me deu um tesão da porra, mas eu não podia deixar isso claro para o Maranhão, eu precisava manter o controle. Entrei na casa procurando a Kelly e ela já tinha banhado e dormido; estava cansada por causa da piscina. Aproveitei para tomar um banho de chuveiro e esfriar a cabeça. Depois vou à cozinha fazer um lanche para mim e o Maranhão aparece.

Maranhão: "Sr. Paulo, minha perna está bem melhor, vou aproveitar e fazer uma caminhada para sentir um pouco de ar fresco."

Concordo com a cabeça e continuo fazendo meu lanche. Escuto ele abrindo o portão e depois fechando. Uma hora depois a Kelly aparece com uma carinha de sono, meio sonolenta. Eu estava no sofá assistindo TV, ela se joga em cima de mim e fica deitada querendo dormir de novo enquanto eu alisava os cabelos dela.

Kelly: "Deixa eu levantar, senão durmo de novo."

Ela sai em direção ao quarto e, quando volta, já está bem mais arrumada, mas ainda com carinha de quem dormiu mal. Ela senta ao meu lado, meio inquieta, como se quisesse falar alguma coisa, mas não sabia como.

Eu: "Tudo bem?"

Kelly: "Paulo, sobre hoje na piscina..."

Eu corto ela: "Kelly, aquilo já passou. Foi um erro e eu já esqueci. Vamos seguir em frente como se nada tivesse acontecido."

Senti uma decepção no rosto dela. Ela abria e fechava a boca, mas não falava nada. Talvez ela achasse que eu iria aceitar o Maranhão comer ela, talvez ela achasse que eu daria ela de bandeja para o Maranhão, não sei. Ela apenas abaixou a cabeça e disse:

Kelly: "Tudo bem, amor."

Kelly foi em direção ao quarto, passou pela sala e foi à cozinha, depois ao quintal, foi lá fora na rua e voltou para a sala.

Kelly: "Amor, cadê o Maranhão?"

Expliquei que ele tinha saído para caminhar um pouco para exercitar a perna. As horas foram passando e nada do Maranhão. Era umas 23:30 quando a Kelly não aguentou e disse que iria sair para procurar o velho. Ele não tinha celular, então estávamos às cegas. Saímos pela cidade atrás do Maranhão e nada; era umas 02:00 da manhã e nada. Kelly começou a achar que o velho tinha morrido e começou a chorar. Voltamos para casa e nada dele. Naquela noite ela não dormiu e nem eu.

Já pela manhã, saímos de novo perguntando para as pessoas se alguém tinha visto o velho. Como uma pessoa some assim? De volta em casa, chamei a Kelly para conversar.

Eu: "Amor, eu sinto muito, mas talvez ele deva ter voltado para a rua. Pessoas assim, quando se acostumam com uma coisa, é difícil sair."

Kelly: "Não, eu não acredito. Ele tinha tudo aqui, tudo do bom e do melhor."

Eu: "Eu sei, meu bem, mas pode ser que ele se sinta melhor na rua. Não acho que ele tenha morrido, só voltou de onde veio."

Kelly: "Não pode ser."

Kelly estava mais calma, mas ainda com lágrimas nos olhos, me pediu para procurá-lo mais uma vez. Concordei com a cabeça e saímos. Era umas 22:30 da noite quando ela viu, de longe, um senhor deitado em um banco de praça, dormindo de costas para a rua.

Kelly: "É o Maranhão, eu sei."

Chegamos perto e realmente era o velho. Estava embriagado, dormindo e fedendo a cachaça. Minha esposa começou a chorar e a chamar o nome do Maranhão de forma bem carinhosa e com pena ao mesmo tempo. Com muita dificuldade ele acorda e reconhece a Kelly; ele começa a sorrir e a cantar de uma forma desajeitada. Ele tenta abraçar minha esposa. Ela olha para mim e diz que não podemos deixá-lo naquele estado. O Maranhão diz que não quer ir, que estava bem, e pega uma garrafa de cachaça que estava escondida atrás do banco.

Kelly fica puta, pega a garrafa e joga bem longe, mandando eu levá-lo para o carro. Eu obedeço e levo ele, ainda resmungando. Chegando em casa, ela manda ele tomar banho. Mas o velho não tinha condição nenhuma; minha esposa prontamente coloca ele debaixo do chuveiro e dá banho nele. Ela estava muito puta. Não acreditava que, depois de tudo, o Maranhão estava naquela situação. Eu ajudei ela a dar banho no velho e o colocamos no quarto dele, que dormiu rapidamente. Depois de tudo, na hora de dormir, Kelly chorou bastante, mas dormiu mais tranquila.

Quando acordo, Kelly já não estava mais na cama. Vou em direção à sala e a Kelly estava sentada no sofá com um olhar bem longe, nem percebeu quando eu cheguei.

Eu: "Meu amor, tudo bem?"

Kelly: "Sim."

Faço um café para a gente e sentamos à mesa. Pouco tempo depois o Maranhão aparece.

Maranhão: "Bom dia."

Apenas eu respondi. Kelly virou o rosto. Maranhão pega um copo de café e senta na mesa junto com a gente. Kelly rapidamente se levanta e sai para o quarto.

Eu: "É, meu amigo, você arranjou um problemão."

Maranhão: "E agora, o que eu faço?"

Eu: "Não se preocupe, já já passa."

Eu vou para a sala e sento no sofá; eu gosto de mexer no celular com fones de ouvido ouvindo música. Maranhão continua na mesa. Kelly aparece na sala de shortinho bem leve e soltinho, e com uma blusinha que marcava bem os bicos dos seios; estava sem calcinha também. Mesmo o short sendo mais solto, ficava uma tentação. Kelly para, olha para mim e fala alguma coisa, mas como eu estava de fone, não escutei.

Eu: "Desculpa, meu bem, não entendi", disse tirando o fone.

Kelly: "Eu vou lavar roupas, tem alguma roupa suja por aí?"

Digo que não e ela vai em direção à máquina, que fica lá no quintal, perto da piscina. Ela passa direto pelo Maranhão sem falar com ele. Uns 5 minutos depois, percebo o Maranhão inquieto na mesa e fico prestando atenção nele. Ele se levanta e vai devagar, meio receoso, em direção à minha esposa. Desligo o som e vou atrás; queria ver como o Maranhão iria sair dessa.

Kelly estava distraída colocando as roupas na máquina com o rabão empinado. Maranhão chega perto dela, meio sem jeito, e pede desculpas. Kelly para o que estava fazendo e olha para ele atentamente. O velho disse que, enquanto estava caminhando, encontrou um velho amigo de rua e que começaram a conversar, e quando percebeu já estava bêbado. Como o Maranhão morou na rua por muito tempo, qualquer lugar era a casa dele, por isso dormiu no banco. Mas que iria voltar.

Kelly: "Achei que você tinha ido embora ou algo pior. Fiquei muito chateada com você, Maranhão."

Maranhão se desculpa mais uma vez e disse que, nos últimos dias, a Kelly tinha feito a vida dele valer a pena, que nunca tinha passado por nada do que estava passando, mas quando viu o amigo dele de rua ficou emocionado. Que naquela hora se sentiu vivo de novo e que, até então, estava muito solitário até o amigo aparecer e preencher esse vazio.

Eu ouvia aquilo e sabia que aquilo era papo para boi dormir; o velho estava mentindo e, na primeira oportunidade, não perdeu tempo e bebeu todas. Mas, pelo olhar cheio de lágrimas da Kelly, ela tinha caído nesse papinho.

Kelly: "Maranhão, não sabia que você se sentia assim tão solitário, me perdoa", disse emocionada, abraçando-o.

Maranhão aproveitou a oportunidade e apertou bem o corpo contra o dela, sentindo aquela pele macia e cheirosa. Kelly percebe que o pau do Maranhão está subindo, sorri limpando as lágrimas e o chama de safado. Maranhão, pelo jeito, conseguiu reverter a situação, mas isso era óbvio; Kelly não consegue ficar zangada com ninguém, ainda mais com o velho que se finge de coitado.

Kelly fica de costas para ele terminando de encher a máquina e o velho olha aquele rabão dando sopa. Ele se aproxima devagar, encostando o pau duro na bunda dela. Ela só olha para trás por cima do ombro e diz:

Kelly: "Para, que o Paulo está lá na sala."

Maranhão, se tremendo: "O Sr. Paulo está distraído no celular", chegando mais perto e deixando ela presa entre a máquina e ele. O velho começa a roçar na bunda dela, na ponta dos pés, cheirando e dando beijinhos no cangote cheiroso dela. Kelly se arrepia toda.

Kelly: "Para, cachorro, é perigoso", revirando os olhos, sentindo o pau do Maranhão ainda maior e rebolando a bunda para trás.

Maranhão falando no ouvido dela: "Será que, depois do que aconteceu na piscina, o Sr. Paulo vai deixar eu gozar mais vezes nessa boquinha?"

Kelly morde os lábios de olhos fechados: "Esquece isso, Maranhão. Ele não vai deixar, inclusive mandou a gente esquecer isso também."

Maranhão: "E a minha putinha vai esquecer?"

Kelly: "Hum-rum."

Maranhão: "Tenho que tirar, minha filha, está doendo."

Maranhão tira a rola para fora, bem dura, cheia de veias e apontando para o lado. Kelly olha para baixo e não resiste; ainda de costas, mete a mão cheia na rola do velho. Ela abre a boca cheia de tesão e faz questão de esfolar a rola dele. Ela faz o movimento de vai e vem bem lentamente, olhando nos olhos do Maranhão por cima do ombro. O velho abre a boca e mostra a língua; a cachorra não pensa duas vezes e chupa a língua do velho de uma forma bem sexy. Maranhão começa a tremer cada vez mais enquanto ela beija a boca dele apaixonadamente.

Maranhão: "Puta gostosa."

Kelly: "Sou."

Maranhão: "Vai obedecer o marido?"

Kelly: "Sim."

Maranhão: "Então quer que eu pare?"

Kelly, bem manhosa: "Só mais um pouquinho assim..."

Kelly pega a rola do velho e encaixa entre a bunda dela, por cima do short.

Kelly: "Assim, soca. Você não pode me comer, mas pode brincar."

Maranhão começa a meter no cu dela por cima do shortinho, fazendo a rola sumir entre a bunda dela. Parecia que o Maranhão iria furar o short e comer o cu dela ali mesmo. A cada estocada ela ia para a frente, de olhos fechados e boca aberta. Ele ficou nisso por alguns minutos. Eu olhei para Kelly; ela estava sorrindo, olhando para ele. Ela levanta um pouco a perna para facilitar a putaria do Maranhão. Ele tirou um pouco a rola e deu para ver certinho o shortinho querendo entrar no cu dela, todo molhado de pré-gozo. O Maranhão encaixa de novo, só que dessa vez ele faz movimentos mais intensos, querendo entrar no cu dela com short e tudo. Kelly faz uma cara de assustada e de tesão ao mesmo tempo.

Kelly, bem puta: "Quer me estuprar assim mesmo, cachorro? Vai comer meu cu com o pano e tudo?"

Maranhão não disse nada; parou de socar, desceu o shortinho dela e apontou a rola para o cu dela. Kelly se vira bem rápido com o susto e diz que não estava preparada para dar o cu (se lavar).

Maranhão: "Minha filha, eu não aguento mais, preciso desse cu."

Kelly disse lutando contra o próprio tesão: "Depois, Maranhão."

Maranhão apela pelo emocional dela.

Maranhão: "Minha filha, por favor, eu tenho que matar essa vontade, senão vou ter que matar de outro jeito, que é bebendo. A punheta não resolve mais."

Kelly: "Para, Maranhão."

Maranhão: "É sério, minha filha, eu não mentiria para você."

Kelly olha nos olhos do velho, olha para a rola dele e olha em direção à cozinha, onde eu estava. Como eu estava olhando através da fresta da porta, ela não me viu.

Kelly: "Vai lá ver se o Paulo ainda está na sala."

O velho colocou a rola para dentro da bermuda e veio em direção à cozinha. Eu corri para o sofá na mesma posição em que eu estava. O velho entrou na cozinha, pegou um copo de água e bebeu virado para mim, atrás da divisória. Eu nem olhei para ele; me espreguicei e deitei no sofá. O Maranhão largou o copo na pia e voltou. Corri para o meu lugar. Kelly estava encostada na máquina. Maranhão ficou de frente com ela e disse:

Maranhão: "Ele acabou de deitar no sofá, nem me viu na cozinha."

Kelly olhou de novo para a cozinha e se posicionou em cima da máquina de lavar, sentada de frente para o Maranhão. O velho tirou a rola explodindo para fora e ficou observando ela. A cachorra abre as pernas e pede para o Maranhão chegar mais perto.

Kelly: "Você me promete que não vai mais beber?"

Maranhão balança a cabeça positivamente batendo punheta. Ela pega o short e puxa para o lado sem tirar, revelando aquela buceta carnuda, bem lisinha, toda molhada e inchada de tesão. A buceta dela estava brilhante e vermelha. Ela pegou na rola do Maranhão e foi guiando em direção à rachada. Ela encosta a cabeça da rola do velho e fica esfregando para cima e para baixo, babando toda a cabeça da rola dele.

Kelly, jogando a cabeça para trás: "Puta que pariu!"

Maranhão foi avançando e forçando a rola para a frente.

Kelly: "Calma, por acaso você não comprou uma camisinha por aí, né?"

Maranhão estava vidrado na buceta dela e nem respondeu. Kelly fez uma carinha de choro, mordendo os lábios.

Kelly: "Eu não resisto a isso."

Ela parou de esfregar a rola e a apontou bem na entrada da buceta. Maranhão só foi avançando sem dizer nada. Eu vi a cabeça sumir lá dentro, depois o meio do pau dele, e por último só ficaram as bolas do lado de fora. Entrou com muita facilidade. Ela abre a boca e abraça o velho, beijando-o e laçando a cintura dele com as pernas, sem deixá-lo tirar a rola de volta.

Kelly, com uma voz trêmula: "Deixa dentro um pouco."

Maranhão a beijava e chupava a língua dela; depois tirou um dos seios e começou a chupar. Ele sumia dentro dos braços dela. Depois ela solta a cintura dele e abre as pernas.

Kelly: "Deixa eu ver como está."

O Maranhão vai tirando aquela cobra lentamente enquanto os dois olhavam para baixo, vendo a rola dele sair toda melada e brilhando da buceta da minha mulher. A rola dele sai até a ponta; de repente, o velho mete tudo de uma vez, fazendo a minha esposa gemer bem alto. Ela coloca a mão na boca, mas logo depois sorri e pede para ele meter. O canalha mete agora mais rápido; ela fica só olhando a rola entrar e sair de boca aberta, mordendo os lábios, fazendo uma carinha de tesão. Maranhão socando até a metade, bem rápido, fazendo a buceta dela soltar uns barulhos molhados bem excitantes. Kelly olhando para baixo pede para ele parar. Ele para com metade da rola na buceta dela. Ela pega na outra parte que está fora e diz:

Kelly: "Maranhão, de que serve uma rola desse tamanho se você não usa tudo? Mete tudo, que eu aguento!"

Maranhão entende o recado e agora a rola dele vai até as bolas e volta. Kelly joga a cabeça para trás satisfeita e deixa o velho abusar dela. Agora o Maranhão soca mais devagar, usando tudo; o pau indo até o fundo, segura um pouco lá dentro e volta. Agora quem se tremia era a Kelly, se masturbando enquanto o velho metia tudo.

Kelly: "Não para de meter, que eu vou gozar!"

Maranhão acelerou as estocadas, fazendo a Kelly gemer e se tremer deliciosamente. Kelly goza pela primeira vez, respirando fundo, toda suada. O velho tira a rola para fora. Kelly abre a buceta com dois dedos, vendo o rombo que o velho fez ali. Ela sorri de boca aberta vendo o buraco e pede mais um pouco. Maranhão mete tudo, se deliciando daquela buceta. Depois de um tempo, Maranhão diz que não vai aguentar mais, tira a rola e começa a se masturbar, apontando a rola para a buceta dela.

Kelly: "Quer gozar em cima da minha bucetinha, né, safado?"

Maranhão acelera a punheta e ela abre a buceta para receber a porra.

Kelly: "Chega mais perto."

Ele se aproxima encostando a rola na buceta aberta dela.

Kelly: "Mais."

Maranhão enfia um pouco a pontinha; se ele gozar ali, já vai ser dentro dela.

Kelly: "Mais um pouco."

Agora a cabeça toda está dentro. Maranhão para de se masturbar.

Kelly: "Só mais um pouquinho, vai."

Kelly pegou o resto que ficou de fora e foi encaixando para dentro, enfiando até entrar tudo de novo. Maranhão entendeu o recado e começou a rosnar e a se tremer, tentando meter, tirando um pouco, mas ela puxava de volta. Ela queria sentir a porra lá dentro e conseguiu. Eu vi a rola dele pulsando, soltando tudo o que tinha dentro da buceta rosa da minha esposa. Ela apenas sorria, admirada com a cena.

Kelly: "Nossa, quanta porra, Maranhão!"

Maranhão permaneceu com a rola dentro por alguns segundos. A rola dele foi amolecendo e saindo sozinha, toda melada de porra. Kelly, vendo aquilo, saiu de cima da máquina de lavar e ficou de joelhos na frente do velho, chupando a rola mole e suja do velho, limpando tudo. Depois de limpar, ela esfola a rola dele para limpar a parte de dentro, deixando-a limpa de novo. O velho parecia muito satisfeito.

Claro que eu também gozei a parede toda vendo a puta que a minha esposa se tornou. Limpei e corri para o sofá. Um minuto depois a Kelly passa que nem uma bala por mim e vai ao banheiro. Logo atrás vem o Maranhão assobiando; ele passa por mim em direção ao quarto dele e faz um sinal de "joinha". Eu pergunto se ele conseguiu se resolver com minha esposa; ele disse que quase, que falta pouco. Eu coço a cabeça e ele vai para o quarto.

Uns 15 minutos depois a Kelly ainda estava no banheiro. Eu fico preocupado e, quando estou indo ver se estava tudo bem, alguém chama no portão. Eu vou olhar e era um senhor de idade, gordinho, baixinho, com uma mochila nas costas. Pelo jeito parecia morador de rua pelas roupas. Eu apareço na janela e ele pergunta pelo Maranhão, se era aqui que ele "morava". Digo que sim e chamo o Maranhão. Ele aparece com um sorrisão no rosto, me agradece e diz que vai caminhar um pouco com o amigo.

Mais uma vez o Maranhão sai. Será que ele vai beber de novo? A Kelly não vai gostar.

Fotos com atualização diaria em todos os albuns

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