Cadelinha que chora no pau - Episódio 8 - Voyeur 2

Um conto erótico de GELZINHA
Categoria: Heterossexual
Contém 722 palavras
Data: 09/05/2026 22:46:56

O assunto me excitou. Nunca imaginei que alguém chamasse outro pra fuder a amada dele. O meu macho queria aquilo e eu não poderia deixar de dar esse presente pra ele.

Começamos, literalmente, a caçar na Internet.

Tinha que ser alto, bom porte físico, pica interessante e olhar sedutor.

Separamos cinquenta candidatos inicialmente. Depois, baixamos pra vinte e, posteriormente, para dez.

Separamos em dois grupos de cinco, pois queríamos só dois. Um para cada semana.

Chegamos no Frank e no Jorge.

Frank era loiro alto de olhos verdes, Jorge era negro, alto, de olhos castanhos.

Não eram musculosos, mas tinham corpo bonito, sem exagero.

Na definição do primeiro, tivemos atritos e não conseguimos saber quem seria o primeiro. A solução foi trazer os dois de uma vez.

Explicamos isso a eles e concordaram.

Os dois tinham dezenove centímetros de rola. Nada excepcional. Fariam a alegria do meu rabinho.

Preparamos tudo para um sábado à tarde. E dois gatos lindos chegaram no apartamento do meu amor, com muita disposição.

Eu sabia que seria uma jornada pesada, e eu queria ser a estrela do show. Tomei um energético e chamei os dois para o quarto.

Jorge não esperou muito. Me atracou num beijo e desceu para mamar meus peitos. Chupava um e segurava outro.

Desceu mais e abocanhou o grelhão. Meu gato, assistia de camarote na poltrona do papai, alisando a pica e sorrindo.

Frank veio por trás, já na cama e atacou pescoço e bolinou seios.

Eu estava nas nuvens.

O pau deles estavam durissimos. O do Sérgio babava.

Jorge largou e Frank atacou a buceta. Só largou quando gemi alto e gritei:

- Vou gozar, seu puto.

Ele tomou todo meu gozo e lambeu o grelho.

Os dois sentaram na cama. Era hora de eu preparar a pica dos machos.

Fiz o que sei fazer: chupada no saco, mão espalmada na pica, peixinho na base e garganta profunda.

Eles resistiram bravamente para não me darem leite.

Encapei os dois e subi no Frank.

O meu estilo não muda. Descida devagar, mão no peito do macho e balanço firme.

O problema é que o Jorge já tinha se posicionado atrás e deu tapas fortes na minha bunda para posicionar o cuzinho.

Eu já vi enterrada linda, mas Jorge deu show.

Sua pica foi abrindo tudo e me desesperando.

Eu estava nas nuvens, dando para dois homens e mostrando tudo pro meu namorado.

A DP é foda, arromba tudo, acaba com a gente.

Estava com a buceta e o cu sendo varados por machos gulosos e pronta para um orgasmo mágico.

Nem lembrei do Sérgio olhando. Comecei a gemer alto; de forma desesperada e gozei tremendo e xingando:

- caralho, estou gozando, estou gozando.

Minha pressão caiu e eu praticamente desmaiei com a descarga elétrica do gozo que tive.

Os meninos esperaram eu despertar e Jorge saiu do meu cu.

Frank me levantou com a pica dentro e se encostou na parede.

Nessa hora, me fez de brinquedo.

Eu segurei seu pescoço e enlacei as pernas na sua cintura. Ele batia firme de baixo pra cima e minha buceta agradecia.

Estava bom, mas Jorge fez ficar ótimo.

Esperou o Frank trocar a posição e deixar meu rabinho exposto.

Ai ele veio por trás e tomou posse do meu cu.

Eu fiquei no meio da gangorra de machos, que se moviam igual pistão de carro.

Um entrava, um saia.

Os machos começaram a gritar palavrões e se prepararem para seus gozos.

Frank foi o primeiro:

- Ai Cadela, estou gozando, estou gozando.

Logo, veio o Jorge:

- Caralho, vou gozar nesse cu. Que gostoso. Que gostoso.

Acompanhei o balanço e gozei chorando no pau dos dois.

Descansamos.

Tomamos uns drinks e Jorge já tinha trocado a camisinha. Cavalguei nele e gozamos juntos.

Depois, chamei o Frank para me enrabar e ele fudeu meu rabinho sem pena.

Gozamos juntos também.

Enquanto eles tomavam banho para a terceira, fui até a cadeira do Sérgio e mamei ele até me dar todo o leite.

Aproveitei que os meninos voltaram e tomei a porra do Jorge e finalmente do Frank.

Tomamos banho, lanchamos e eles foram embora.

Fizemos isso com outros machos por quase um ano. Nunca mais com dois. Era sempre com um.

No entanto, o modelo foi cansando e a gente se afastando.

Aprendi muito, mas era hora de novos ares.

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