Tomei uma chuveirada pra acalmar os nervos. Eu ainda não estava acreditando que tudo aquilo tinha acontecido comigo, com ela. Era tão fora do normal que parecia que eu estava vendo um filme.
Sentei na cama enxugando os cabelos e vestindo a blusa. Paola cantarolava nua de costas para mim, escolhendo uma calcinha dentro de uma gaveta. Escolheu uma lilás e colocou.
Virou olhando o espelho colado numa parede. Os seios medianos balançando soltos, os bicos morenos levemente crescidos.
“Que cara é essa homem, tá feio?”
“Você vai colocar isso? Nem sabia que você tinha uma dessas. Um fio entrando na bunda. Uuuuh!”
Ela virou de costas para o espelho e ficou se examinando sobre o ombro.
“Porque? Tá na moda.”
“Você tá parecendo uma… vagabunda com isso.”
“Ah, Caiô! Tá bom, e é essa?”
Vestiu uma vermelha rendada que parecia uma asa detal saindo no alto da bunda. O problema ainda era o mesmo, o quase, mas ela ficava bem mais sensual. Ainda mais com a bunda que Paola tem, perfeita. O problema foi quando ela ficou de frente, era cavada e transparente uns poucos pentelhos surgiam selvagens por cima.
“Precisa disso? Porque você não coloca uma normal, daquelas que você usa lá em casa?”
“Vai começar, vai?”
Ela virou de frente, de lado, se olhou até de costas.
“Se não está gostando eu tiro. Vou sem nada. Vai ser bem muito mais confortável.”
“Paola! Já não chega o que você fez ali fora, precisa mais Paola?”
“Eu fiz, eu? Eu fiz sozinha ou foram os dois que fizeram? Homem é engraçado mesmo, né? Eu fiz, vocês são uns santinhos, não fazem nada, nunca. A gente é que sempre é a culpada de tudo. Porra, e eu deixei…”
Caçou uma camisetinha de alças, elas chamam de top, dessas bem curta e folgada e vestiu. Aquilo mal cobria os seios. Dependendo do movimento dava para advinhar os peitos.
“Você deixou o que?”
“Deixei você gozar na minha boca cara. Você sabe que eu não gosto.”
“Eu não pedi pra gozar na sua boca, você que ofereceu. E essa blusa, pra que ficar assim Paola? A gente só vai almoçar. Precisa ficar provocando o cara, não basta…”
Ela deu um riso de escárnio ajustando a blusa e procurando uma saia.
“Você é que pediu meu amor. Foi ou não foi? Foram anos querendo me ver com outros caras, quase implorando como se fosse um doente. E quando eu encontro um que me interessa aí começa esse chororô de homem enciumado.”
“É, mas você também bebeu do dele, eu pelo menos sou seu marido.”
Ela fez uma careta e pegou uma saia florida pelo menos não era tão curta quanto a blusa. Só achei transparente, ainda mais com aquela calcinha. O que é que o cara ia pensar dela? Será que Paola ficou louca?
“E além disso, eu só falava essas coisas quando eu estava bêbado. E faz tempos que eu não te peço.”
“Que faz tempo Caiô, que faz tempo! Nem tem dois meses, a gente trepando lá em casa e você falando no meu ouvido. Dorme com outro, dorme. Fode gostoso na pica de alguém. Um bem nutrido pra te fazer gozar como uma piranha. E isso é coisa que se fale com a própria mulher? Foi ou não foi, esqueceu?”
Eu mugi para não mandar Paola a merda. Nem tudo o que a gente fala é pra acontecer, é só um modo de dizer pra aumentar o tesão, mas nem adiantava argumentar. Quando Paola põe uma ideia na cabeça não tem como tirar. O problema é que a ideia agora era o pau do Gustavo, no fundo o que ela queria era ser comida e ainda por cima na minha frente só pra me provocar.
“Anda que a gente tá atrasado. Tô ouvindo o barulho de pratos, ela já deve estar arrumando a mesa e a gente nem foi ajudar a preparar o almoço.”
***
O strogonoff estava realmente sensacional, a batata souté perfeita, o arroz no ponto que eu gosto e o Cabernet Sauvignon excelente. Paola preferiu o vinho branco suave.
“Delícia esse almoço Gustavo. Você cozinha muito bem rapaz!”
“Eu gosto, é um hobby pra mim. E você gostou Caio?”
“Excelente, tudo perfeito.”
“Que bom que gostaram. Não tive muito tempo para preparar tudo. E a sobremesa eu não sei se vocês vão gostar. Querem mesmo assim?”
“Oxê se queremos, não é amor? O que é?”
“Surpresa já volto.”
Enquanto ele saia pra pegar a sobremesa na cozinha que era nesse estilo que chamam de cozinha americana, eu e Paola empilhamos os pratos e talheres do almoço de um lado da mesa. Falei sussurrando no ouvido dela.
“Ele não tirava os olhos do seu decote.”
“Que decote? Não tem decote.”
“Aposto que ele viu os seus peitos. Porra!”
“Viu é? Será que…”
“Paola, Paola.”
Ele voltou trazendo uma travessa de mousse de maracujá.
“Esqueci dos pratinhos.”
“Pode deixar que eu pego Gu. Onde fica?”
Paola saiu carregando os pratos e os talheres do almoço na direção da cozinha. Ele sentou na minha frente do outro lado da mesa comprida onde estávamos almoçando. Se apoiou nos cotovelos cruzando os braços. Deu um sorrisinho e se inclinou na minha direção sussurrando e vigiando Paola.
“Cara a tua mulher é muito gostosa. Olha só!”
Paola estava procurando os talheres numa gaveta inclinada de um jeito que a saia transparente deixava enxergar a calcinha vermelha saindo da bunda e fazendo um desenho que lembrava um ‘v’.
Gostosa pra caramba, ainda mais descalça como ela estava ficava estupenda.
“Escuta, será que eu posso… comer…”
“Comer?”
Ele riu como um macho tarado, claramente ansioso, mudou o verbo pra não me ofender.
“Você sabe, ficar com Paola. Aqui, você se importa?”
Eu fulizei com o olhar. Ia dar um murro, um murro bem dado na cara do atrevido, mas a tara era tanta que ele nem se importou que eu estivesse puto da vida.
“Também depois do que aconteceu hoje de manhã. Tá na cara que a sua esposa está doida pra dar. Deixa ora, melhor você saber com quem ela transa do que ela acabar ficando com um desconhecido qualquer.”
Eu não estava acreditando no raciocínio torto que ele estava usando. Ele riu meio sem jeito, meio envergonhado, mesmo assim continuou comendo Paola com os olhos.
“Não sei se ela vai querer.”
“É claro que ela quer. Qual o problema? Vai ser bom pra todo mundo, um fim de semana, só nós três aqui. Melhor assim, discreto, ninguém precisa saber. Pior, já aconteceu cara ela chupou nós dois. Que mulher, nossa, você tem muita sorte.”
Eu queria sumir, uma parte de mim queria gritar berrar e socar a cara do petulante. Mas olhando Paola de costas, aquele bundão sensacional, ainda mais com a calcinha valorizando o seu corpo. Imaginei Paola sentada na rola do atrevido, senti uma pontada no pau.
Paola levantou o braço abrindo o armário superior, dava pra ver a maior parte do seio, o bico fazendo o arremate. Parecia uma escultura. Gostosa pra caralho, e o meu pau cresceu dentro do calção.
“Quer dizer que você quer comer minha esposa e na minha frente. E se fosse a sua?”
“Eu sei, eu sei. Graças a Deus eu não tenho ninguém.”
“Graças a Deus! E aí quer levar a minha pra cama. Não bastou ela te chupar.”
“Cara, desculpa, mas chupada ela te deu meu irmão. Fiquei com inveja. Essa mulher é gata de mais. E na cama então… deve ser uma putinha muito gostosa.”
“Não chama de putinha, não fala isso cara!’
Foi eu falar e Paola colocar os pratinhos na mesa. Tava na cara que ela tinha ouvido. Ficou aquele silêncio constrangedor, o olhar de quem não gostou do que ouviu, mas depois seu rosto foi mudando, foi se formando um sorriso cínico no canto da boca.
“Não briguem meninos, não briguem. Que isso! Não precisa ninguém ficar nervoso. A gente é amigo ora.”
Paola sentou do meu lado no banco comprido enquanto ele servia a mousse nos pratinhos e entregou o primeiro, claro, pra ela.
“Prova vê se tá bom.”
Paola colocou a ponta da colher na boca e degustou um mínimo da mousse de maracujá.
“Hmmm! Divino, nossa Gustavo. Você cozinha realmente muito bem. Acho que você está na profissão errada sabia?”
Ele riu orgulhoso me dando uma encarada e ela mordeu um pedaço maior da mousse que estava no prato.
“Infelizmente eu fiz pouco dessa vez, acabei errando a mão.”
“Tá ótimo! Prova Caio, tá uma delícia.”
Eu dei a primeira mordida, mas quando ele ia começar a comer a provar veio um pedido abusado da minha esposa. Olhando direto nos olhos dele ela mostrando um sorriso largo na boca e degustando a mousse.
“Senta aqui Gustavo, senta aqui do meu lado.”
Ela nem me ollhou, só tinha olhos pra ele. Virei o que restava do tinto na minha taça e a enchi de novo. Gustavo nem respondeu, mostrou um sorriso tão safado quanto o dela e deu a volta sentando do outro lado.
“Chega mais garoto. Tá com vergonha por que?”
Vi um olhar de relance dele, na boca um riso mordendo os lábios. Ele se encostou nela. Coxa com coxa, braço com braço.
“Vem Caio, fica aqui juntinho de mim.”
Foi começando a surgir um clima entre nós. Os três em silêncio, mas era como se alguém tivesse ligado um forno na sala. Só se ouvia o som dos talheres e eu que não parava de entornar o vinho na taça. Eu ainda não estava suficientemente bêbado para viver a experiência que estava na cara que ia acontecer.
Paola fez um biquinho com os lábios, a mão segurando a colher suspensa no ar.
“Humm! Eu quero mais.”
“Pega, mas só tem mais esse pedaço. Eu falei que fiz pouco.”
“Você não quer?”
“Pode comer, pra mim já está ótimo.”
“E você Caio? Divide comigo.”
Eu balancei um não terminando de comer o que restava da mousse. Não estava lá essas coisas. Não sei de onde Paola tirou de que estava deliciosa.
Só ficou ela comendo e eu bebendo a taça de vinho.
“Hmmm! Que pena, fiquei com gosto de quero mais sabia?”
Foi ela falar aquilo e os dois se comeram com os olhos. O tesão entre eles era tanto que eles pareciam magnetizados. Era como se eu nem estivesse ali.
Dava para ouvir a respiração de Paola, o olhar do Gustavo grudado no dela e a mão do descarado se apoiou na coxa da minha mulher. Paola só suspirou e a mão foi em frente, descendo no meio das coxas, se esfregando na calcinha.
“Aaah! Huuuhh!”
Paola gemeu como uma gata no cio, movendo a cintura. Enquanto ele tocava a sua vagina ela só inclinou levemente a cabeça e ele aproveitou e beijo minha mulher na minha frente.
Os dois gemiam unidos num beijo molhado, as línguas agitadas dentro e fora das bocas. Nem sei como Paola conseguiu, mas de repente as coxas carnudas estavam sobre a minha e a perna dele.
Ela queria, eu sei que aquela putinha safada tinha planejado tudo. Estava doida pra uma boa siririca. Ele não perdeu tempo meteu a mãozona no meio da saia e começou a siriricar a xana da minha esposa.
“Hmmm! Hummmff! Hufff!”
Paola tremia e gemia excitada pelo beijo devasso na boca, masturbada como uma vagabunda. Mas eu não deixei por menos, se era o que ela queria era o que ela ia ter. Ocupei meu espaço na buceta da minha mulher. Passei os meus dedos nos seus pentelhos, a calcinha se tornara quase um fio enrolado todo lambuzado nos suores dela.
Os gemidos dela se tornaram mais altos e as coxas de Paola ainda mais abertas. Dava pra sentir a testa dura no alto, os lábios babando seus sucos. E eles se mordendo os beiços.
Paola vibrava sendo masturbada pelos dois. Ela se agarrou nos nossos pescoços e se deixou ser chupada nos seios enquanto os dedos se afundam no centro nervoso daquela vadia.
“Aaaah! Aaaa! Aaaaiii! Aaaaiii!”
A buceta tinha um calor abafado, cada vez mais molhado e os nossos dedos deixando Paola doida de desejo. Ela foi se inclinando para trás mais agarrada ainda nos nossos pescoços. Paola transpirava de tesão, pior, os movimentos da cintura ficaram ainda mais obscenos, era como se ela estivesse numa trepada sem se importar com o que pensassem dela depois.
“Aaaaii! Aaaaiii! Caraca! Aaaa!”
Seis dedos enfiados no meio dos lábios e ela se deixando foder pelos dois ao mesmo tempo. Paola chegou com um urro e as pernas tremeram fora de controle.
“Aaah! Aaaa! Nossa! Que isso que vocês fizeram comigo?”
Riu nos olhando enquanto voltávamos a sentá-la no meio de nós. Ela me encarou por um segundo, mas foi o suficiente para eu entender que ela estava agradecida por eu ter permitido o que acabara de acontecer.
“Nossa garota, você estava sensacional.”
“Hã! Não se faz isso com uma mulher casada, não é Caio?”
Eu dei uma encarada funda nos olhos do garoto exibido, mas ele nem tinha mais medo de mim. Estava encantado pelas formas de Paola, alisando os peitos e passeando pelo corpo sarado da minha mulher.
Paola olhou para baixo na minha direção, me examinando. Sorriu se mostrando satisfeita com o meu estado, passou a mão sobre o meu calção me apertando. Eu pus pra fora e ela começou a punheta de leve enquanto Gustavo passava os dedos nas coxas acariciando a virilha dela.
“Que buceta garota, que buceta!’
Paola virou pra ele abrindo um sorriso orgulhosa com o elogio, ainda mais uma mulher chegando aos quarenta. Me punhetava ainda quando eles voltaram a se beijar num outro beijo pra lá de obsceno.
A punheta de Paola ganhou força, até machucava, mesmo assim eu melava seus dedos. Ela voltando a gemer, ele voltando a meter os seus dedos na xana de uma mulher casada.
Parecia que ia acontecer de novo, mas foi aí que Paola fez o pedido mais indecente que uma esposa devia fazer na frente do seu marido.
“Me leva pra cama Gustavo. Eu quero na sua cama.”
Ele abriu um sorriso de satisfação e ela nem me olhou. Gustavo se levantou e a carregou nos braços, como se fossem recém casados.
“Paola, não! Espera.”
“Vem também Caiô. Vem.”
Eu fui atrás deles pelo corredor me sentindo um panaca, ouvi o barulho da porta batendo quando ele a empurrou com o pé. E quando cheguei a cena me hipnotizou. Paola deitada na cama um dedo mordido na boca, os pés no passeando na barriga do seu aluno.
“O que você vai fazer comigo Gustavo? O que meu marido vai ver?”
Ela sorriu pra mim como uma garotinha safada. Ele me olhou com um ar de desprezo.
“Vou te comer na frente dele Paola. Vou te foder como você merece.”
Ele puxou a blusa pela cabeça. Paola desceu a calcinha até os joelhos e deixou cair dobrando as pernas. Gustavo fez questão de se exibir, segurou o pau ainda dentro do calção e depois foi tirando, mostrando o tamanho da tora que ele ia enfiar nela.
Paola deu uma risadinha abrindo as pernas suspensas no ar, se mostrando toda pro cabra.
“Caralho Paola você é muito gostosa!”
O canalha se livrou do calção e a punheta ganhou ritmo. Já a safada endureceu a testa peluda e segurou as pernas com as mãos. Foi minha vez de colocar o pau pra fora. A visão era hipnotizante, as coxas morenas dobradas a buceta brilhava e se masturbando pra ela.
“Que buceta Paola! Que buceta garota!”
“Vem Gustavo, anda! Meu marido tá esperando.”
Ele me olhou de lado sorrindo e segurou os tornozelos da minha mulher. Deslizou o cacete no meio da rachinha sem pelos e depois montou nela. Enterrou o cacete no meio da minha mulher.
“Aaaaiii Gutavooo!”
Paola gemia e ele comia, comia como um esfomeado vagina que era só minha. Dava pra ouvir o barulho dos corpos batendo. As pernas dela apoiadas nos braços fortes do aluno e o babaca dizendo obscenidades olhando pra ela.
“Gostosa pra caralho Paola. Puta merda! Essa buceta tá um forno garota, vai me queimar o cacete.”
“Aaiii Guuuu!”
Paola espremia as tetas com as mãos, apertando e puxando os bicos se torturando como ela gosta. Linda como nunca, cada vez mais bela. E o canalha metendo a rola na xoxota da professora. Dava pra ver um melado escorrendo no meio da racha, um caldo melando o cacete e as bolas do atrevido.
Eu fui chegando, me aproximando devagar. Paola me olhou e sorriu satisfeitaa se exibindo, fazendo um sinal frenético com os dedos.
“Vem Caio, vem amor! Anda, vem.”
A voz sofrida, ela ansiosa sentindo a vara grossa do Gustavo se enterrando cada vez mais fundo em seu corpo. Me livrei do calção, da cueca e me ajoelhei diante dela. Eu balançava duro a dois dedos dos lábios, Paola sentiu meu cheiro, me tesão pingando no alto da rola. Ela me apertou entre os dedos e começou a me provocar. Sua testa estava suada, eu segurei sua cabeça, ela virou rindo e me engoliu até o fundo.
Me sugou forte e eu comecei a fuder a boca de Paola outra vez. Ele comendo a vagina da filha da puta e eu comendo a boca da minha esposa. Fui movendo cada vez mais fundo, cavando até chegar na garganta.
“Uuuh! Uuuuu! Ooooh!”
Paola teve um orgasmo incrível com dois cacetes dentro dela. Com certeza era o que ela sonhara nessas últimas semanas. Finalmente ser comida pelo marido e o amante ao mesmo tempo. Se transformar numa vagabunda na minha frente.
Ela ainda tremia as pernas quando ele chegou com um urro de um animal. Fazia caretas e era claro que cuspia o seu creme no útero da minha mulher.
“Ooooh! Aaaah! Uuuuh!”
Era muito mais do que eu era capaz de borrifar nela. Pior, quando ele puxou a vara aquilo saiu ainda cuspindo seus jatos nos pentelhos dela. Da buceta de Paola pingava gotas de porra de um homem que não era eu. .
“Aaah! Aaa! Paola! Caralho que mulher gostosa.”
Ele suava em bicas na testa, nos ombros e no peitoral de um atleta. Me deixou com inveja ainda mais sabendo que era um dos sonhos de Paola. Um macho lindo com o corpo brilhando. Tanto que ela parou de me chupar e falou só para me provocar.
“Nossa Gustavo, que tanto garoto. Assim, assim você engravida.”
“Culpa sua, quem mandou ficar me provocando.”
“Háháhá! Minha…”
E só então ela me olhou nos olhos, mordendo os lábios com os dois dentes da frente.
“Vai lá amor, a sua vez. Do jeito que você queria, lembra?”
“Paola, também não precisa chegar a tanto.”
“Eu quero você dentro de mim Caiô! Eu quero a porra dos dois no meu útero.”
Ela falou esganiçando a voz. Gustavo fez um muxoxo com os lábios e se afastou para que eu ficasse de frente para a buceta esporrada da minha esposa. Paola voltou a abrir as pernas e eu pude ver o estrago que uma rola grossa pode fazer a xoxota de uma mulher casada.
Os lábios morenos desbeiçados, o suor brilhando por toda a rachinha. Gotas esbranquiçadas pingavam na cama. A imagem era magnífica, era melhor que nos meus sonhos. Paola entestou a buceta, ergueu levemente o quadril fazendo um esforço enquanto eles trocavam um beijo chupado.
Vi um naco branco de porra surgir no meio da boquinha dela e depois sair como uma gota grossa descendo. Torci o meu pau encantado com a cena, eu não podia perder a chance de finalmente realizar um sonho antigo.
Passei o dedo naquilo, melecando meu dedo, massageando o grelinho dela.
“Uuufff! Uuuufff!”
Paola gemia com a boca colocada na dele ao mesmo tempo que movia a cintura sentindo os meus toques. Dedei Paola como ela queria. Aquela vagabunda, filha da puta bem que merecia ser fodida por dois homens ao mesmo tempo. A porra do Gustavo melecando meus dedos e eu masturbando a vadia da minha mulher.
“Oooouuuh! Oooaaah!”
Enterrei meu cacete bem fundo. Perrfurei Paola puto da vida, me sentindo um corno, mas adorando saber que a vadia estava gozando outra vez como o meu pau besuntado na porra do outro. Escorregava fácil naquela bucetinha lubrificada. Paola foi ficando quente de novo, entestando seu monte e me comendo o cacete com fome.
Era tudo o que eu queria, o que eu pedi a Paola sei lá quantas vezes. A porra leitosa começou a pingar no piso enquanto meu caralho saia e entrava.
“Ai amor, amor!”
Era a putinha gemendo outra vez, com certeza gozando de novo. Gustavo mamava os peitos e eu comia Paola com gosto. Fui ficando agitado, fui ficando frenético, ela me abraçou com as pernas, me dobrou sobre os dois.
Os três se beijando de um jeito estranho, como foi um dos meus sonhos. E eu afinal ejaculei dentro dela. Misturando as porras dos machos na bucetinha cremosa da mulher gostosa.
Melhor que um sonho.
“Aiii, ai meninos. Assim vocês me machucam.”
“Eu quero mais Paola.”
“Eu também.”
“Jura amor, jura que você quer?”
