O carinha do financeiro

Um conto erótico de Luiz
Categoria: Gay
Contém 2033 palavras
Data: 09/05/2026 16:30:32

Uma coisa que aprendi nestes anos é que muito cara gosta de curtir um sexo gostoso com outro cara, mas prefere a discrição, eventualmente, se cruzar com um a fim, invariavelmente vai fazer, na encolha, sem alarde, mas vai fazer gostoso.

E é exatamente por essa razão que passo a contar-lhes um fato que aconteceu comigo há algum tempo.

Naquele dia eu estava na transportadora grande que trabalhava em Guarulhos e de nenhuma forma esperava o que aconteceu.

Estava com a carga no caminhão pronto para sair, mas por alguma razão a nota fiscal não saia. Eu fui até o setor financeiro e procurei o responsável pelo lançamento das notas e não o encontrei, escritório vazio, cadeira vazia. Não tinha muito o que fazer. Estava voltando para o caminhão quando decidi ir ao banheiro do depósito, pelo qual eu precisava passar, para mijar.

Fui lá, dei aquela mijada e quando estava atravessando o depósito cheio de prateleiras e caixas, ouvi barulhos abafados e gemidos contidos vindo de trás de uma pilha de caixas.

Eu me aproximei mais e o que eu vi me deixou de cara. O cara do financeiro estava de joelhos no chão do depósito, o crachá pendurado no pescoço enquanto pagava o maior boquete pro Gilmar, um caminhoneiro amigo meu e de quem eu nunca suspeitei que gostasse de curtição com outro cara.

O Leo, do financeiro, não estava fazendo corpo mole. Tava dando o maior trato no pau do negão que gemia com aquela sua voz grossa. O cara sabia o que estava fazendo, engolia a pica e saliva escorria pelo canto da sua boca. Ele gemia baixinho na esperança de não ser ouvido, mas eu podia ouvi-los perfeitamente.

Quando Leo olhou nos olhos do negão enquanto fazia o serviço, o Gilmar tirou o pau da boca do cara, bateu com a pica na cara dele e com aquela sua voz grave e pesada, elogiou o cara dizendo que ele sabia como dar um trato numa rola. O Leo ficava todo arrepiado e era nítido o quanto eles estavam entrosados.

O Leo chupava a cabeça, as bolas, e enfiava dentro da boca o máximo que conseguia, os olhos lacrimejavam pelo esforço de engolir aquele pau todo.

Naquele momento todas as peças se encaixaram e entendi o porquê a minha nota fiscal estava atrasada.

Tô te falando. Naquele momento pensei em acabar com aquela porra toda, mas não consegui.

A visão dos dois ali no fundo de um depósito escuro, em meio ao cheiro de papelão, madeira e poeira suspensa me hipnotizou. Fiquei ali, parado e observando, meu pau já dando sinal de vida e ficando duro como rocha em segundos.

Uns cinco minutos depois, vi claramente o Gilmar soltar um urro e despejar todo seu leite na garganta do carinha do financeiro e ele engolir tudo, saboreando cada gota sem reclamar. Só depois deles terminarem é que me mexi.

Me aproximei deles. — Que porra é essa aqui entre vocês dois, disse.

O Leo levou num susto, mas o Gilmar nem se coçou. Apenas olhou para mim, para o volume que havia dentro da minha calça.

A seguir guardou o pau dentro da roupa e começou a andar na minha direção.

Ao passar por mim, deu um tapa no meu ombro e disse:

_ É isso aí, Luiz, o cara aqui adora um pauzão de caminhoneiro.

Em seguida saiu como se nada tivesse acontecido e o Leo ficou estático na minha frente, pálido como cera, as mãos trêmulas.

_ Não fala nada pra ninguém, por favor. Não posso perder este emprego.

_ Fica frio, cara. A gente conversa depois sobre isso tudo aqui.

Percebi que olhou para mim, pro volume que insistia em permanecer dentro da minha calça, mas o pânico era tanto que ele não conseguiu dizer nada.

O carinha do financeiro saiu do depósito às pressas e sem olhar para trás, era evidente que estava nervoso. Quando voltei para as docas, encontrei o Gilmar. Ele olhou para mim de um jeito significativo. Quando me aproximei dele o cara foi categórico.

— Eu vi o jeito como você ficou lá no fundo. Tô te falando, o cara gosta do negócio. Se você tiver afim mesmo, nem vai precisar apertar demais, ele espana rapidinho. Ele gosta de fingir que não curte, mas no final acaba querendo mais. É só chegar junto.

Não demorou demais para o Leo vir me entregar a nota pessoalmente. Estava lívido de tensão. Quando estendeu a mão para me entregar o documento, senti que ainda tremia, o medo o rondava.

— Por favor…, disse ele com um olhar de súplica.

— Já te disse. Fica frio. Inda não sei o que vou fazer com isso.

Ele pareceu ficar ainda mais em pânico.

Quando eu estava saindo com o caminhão, olhei pelo retrovisor. ele estava de pé, parado no mesmo lugar.

O resto do dia seguiu tranquilo, terminei meu trampo e quando estava voltando meu telefone vibrou. Assim que parei num farol vermelho, peguei o celular e li a mensagem:

— Não diz nada a ninguém, eu faço qualquer coisa.

Aquela mensagem era a resposta que eu estava aguardando. É claro que eu não diria nada a ninguém, mas Leo não precisava saber disso. Assim que pude, mandei meu endereço para ele dizendo para me encontrar em casa às 21h para conversarmos e decidirmos aquela situação.

Mais tarde, quando cheguei em casa, me preparei para o abate e aguardei pacientemente, como um predador pronto para o bote.

Quando ele chegou não era nove ainda, a ansiedade não deixou ele esperar. Esperei ele chamar, não estava com pressa. Fiz questão de abrir o portão devagar, como se não o estivesse esperando.

Era possível ver tudo nele, o medo, o desespero.

Assim que ele entrou disse a ele que se sentasse. Ofereci uma cerveja, achei que ele estava precisando.

— E então, perguntou ele. O que você quer que eu faça, você quer dinheiro?

— Não é o caso, respondi com serenidade, mas com o olhar pesado sobre ele. Você sabe o que quero. Vi o quanto você gosta de dar prazer a um homem, você sabia perfeitamente bem o que estava fazendo com o pau do Gilmar. E agora, é a sua vez de calar o meu bico, finalizei levantando-me da cadeira e indo na sua direção.

Ele também levantou, com certo temor. Eu me aproximei dele, encostei a mão em seu peito, pude sentir seu coração palpitar acelerado ao tocá-lo. Quando segurei seu rosto com a mão e olhei nos seus olhos, meu desejo estava inteiro naquele momento e nos olhos dele surgiu um misto de temor e aceitação.

— Você sabe o que fazer, Leo. Não me decepcione, falei em tom de ameaça, só para fazê-lo se ajoelhar mais rápido.

— Não, por favor, Luiz, isso não. A gente não pode…, falou ele sem convicção e ajoelhando-se diante de mim.

Quando eu finalmente o vi prostrado diante de mim, abri o botão da minha calça, o zíper e ele apenas ficou esperando, como imaginei que iria ficar. Era evidente que ele estava ansioso por poder sentir prazer.

Eu já estava com o pau estourando a cueca de tão duro, quando puxei a pica para fora, vi seus olhos o traírem, um brilho intenso surgiu de satisfação mesmo que suas palavras negassem, seu corpo dizia o contrário.

Ele pegou minha rola e começou a chupar com uma devoção que era surpreendente. O cara realmente gostava de mamar num macho e já era tarde demais para negar. Eu sentia a língua dele trabalhando, a boca quente e úmida. Ele começou a gemer se deliciando com o cacete.

Meu corpo se arrepiava com o jeito como ele fazia. E ao mesmo tempo, percebi que ele já estava mais solto e disposto a pagar o preço que eu havia imposto. Depois de alguns minutos, tirou a boca do meu pau, respirou fundo e olhou para mim.

— Você é tão grande quanto o Gilmar, constatou, passando a língua na cabeça da minha pica com uma lentidão proposital.

Quando eu o puxei pelo braço e com os olhos indiquei o sofá, ele não se fez de rogado. Foi tirando a roupa para se entregar, a camiseta, a calça, cada movimento calculado. Ele já estava diferente de como havia chegado. Quando finalmente ficou nu, sua excitação era evidente demais.

Assim que ele ficou de joelhos no sofá olhou para mim com um olhar cheio de furor, quase suplicando para levar rola.

A bundinha dele era redonda, os pelos loirinhos cobriam-na de forma delicada. Ele respirava mais acelerado de forma a evidenciar o desejo que sentia.

Antes de me aproximar dele o fitei por mais alguns segundos tocando-me com gentileza. ele olhava para mim, mordia os lábios e empinava a bundinha pro meu lado.

Eu tirei a calça, a cueca e quando eu finalmente me aproximei dele, toquei sua pele suave, ele se arrepiou, passei as mãos pelos seus cabelos loiros e levemente ondulados.

Me inclinei sobre ele, roçando o peito peludo em suas costas e esfregando a cabeça do pau na sua bunda. Ele arfou de desejo. Já estava completamente entregue.

— Vou comer seu buraquinho agora e você vai fazer tudo do jeito que eu sei que você gosta, do jeito que quer, falei, sussurrando em seu ouvido.

Eu apontei a cabeça da pica no cuzinho dele e empurrei. Forcei apenas o suficiente para senti-lo querer mais. Ele gemeu assim que sentiu meu pau atravessar os primeiros centímetros dentro dele.

— Oh, meu Deus, eu não esperava por isso, disse ele. Me come, Luiz, mete gostoso no meu buraquinho, pediu.

Eu gemia enquanto metia, sentia o calor dentro dele me abrasar, e eu ficava cada vez mais duro. Ele pedia para eu não parar de fodê-lo e eu fazia o que ele pedia com força, castigando seu buraquinho.

Ele gemia enquanto me sentia deslizar dentro dele. Arfava de tesão.

Em dado momento tirei o pauzão de dentro dele. Ele implorou para que eu metesse novamente.

Eu o empurrei contra a parede da sala, ele afastou as pernas e empinou o rabo.

— Vem, mete este pauzão gostoso em mim, disse ele com a voz trêmula, a respiração ofegante. Se eu soubesse que você era assim, tinha dado para você há muito mais tempo.

Eu empurrei a rola no rabo dele novamente. O carinha do financeiro empinou a bundinha para eu poder ir mais fundo.

— Você gosta de um pauzão de caminhoneiro, não é? Então toma, soquei o pau e continuei o vai e vem sem parar.

O cara estava suando, mas pedia cada vez mais.

— Ahhh, estou gozando, disse ele, com meu pau todo dentro dele. Vai, enche meu cuzinho de porra.

Eu não me aguentei muito mais, em dado momento senti meu pau ficar ainda mais grosso e teso, enquanto gozava. - Uhh, tõ gozando no teu rabo, seu puto. - O pau pulsava dentro dele enquanto eu gozava e o fazia gemer de satisfação.

Quando eu terminei, nossos corpos estavam suados, meus músculos ainda tensos.

Ele foi relaxando devagar, com meu pau ainda enterrado nele. Seus pelos da nuca arrepiados, o cabelo úmido pelo esforço.

Quando meu pau escorregou de dentro dele. ele levou a mão até sua bunda e verificou o seu cuzinho.

— Veja o que você fez comigo, seu puto. Me arrombou todo. Se eu ainda tinha alguma prega, ele acabou de ser arrebentada.

Quando olhei para seu buraquinho, vi uma quantidade enorme de sêmen vazando de dentro dele e escorrer pelas pernas.

Eu estava ofegante, mas extremamente satisfeito.

Depois de nos refazermos, antes de sair ele olhou para mim com um misto de dúvida e satisfação. Eu entendi o que ainda pairava em sua mente.

— Não se preocupe, cara. Teu segredo é meu também. Nunca quis que pensasse que poderia te prejudicar. Só queria te trazer para este momento, e foi bom pra caralho! Outra coisa, já está tudo certo com o Gilmar.

— Nossa, se eu soubesse que tudo seria assim eu teria vindo direto para cá. Foi uma das melhores fodas da minha vida.

— Com certeza foi para mim também. Quem sabe a gente repete em breve.

Quando ele saiu de casa e montou na moto, pude ver que ele saia com um leve sorriso de cumplicidade no rosto.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Luiz. a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Luiz.Luiz.Contos: 11Seguidores: 17Seguindo: 2Mensagem Homem maduro cuja mente é livre. Gosto de dar e sentir prazeres.

Comentários