Eu Vou Morar com Ele parte 6

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 1075 palavras
Data: 08/05/2026 23:43:57

O Ultimato: Meu Mundo Desmoronando Enquanto Ele Me Arromba

Meu nome é Letícia. E eu estou no meio de um incêndio que eu mesma acendi.

Faz exatamente três dias que eu voltei correndo pra kitnet do Fernando assim que ele chegou da viagem. Três dias que eu vivo como se fosse a mulher dele de verdade — cozinhando nua só de avental, chupando ele antes do café da manhã, dormindo com o cu cheio da porra dele e acordando com ele já metendo devagar enquanto eu ainda estou sonolenta. Eu amo isso. Meu corpo ama. Minha bucetinha pulsa só de ouvir a chave girando na porta. Mas minha alma… minha alma está sendo rasgada ao meio.

A culpa me acorda de madrugada. Eu fico olhando o teto escuro enquanto o Fernando ronca ao meu lado, barriguinha de cerveja subindo e descendo. Penso nos meus filhos dormindo na casa que eu abandonei. Penso no Roberto sozinho, cuidando de tudo, tentando explicar pras crianças por que a mamãe “viajou de novo”. Eu choro em silêncio, mordendo o travesseiro, porque eu sei que sou uma mãe horrível. Uma esposa traidora. Uma puta egoísta. Eu amo o Roberto com tudo que tenho — ele é o pai dos meus filhos, o homem que me aceita mesmo sabendo que eu sou assim. Mas o Fernando… ele me fode de um jeito que o Roberto nunca vai conseguir. Ele me domina, me rasga, me faz sentir desejada como uma vadia barata e ao mesmo tempo como a única mulher do mundo. Eu me odeio por precisar disso. Eu me odeio por não conseguir escolher. “Se eu voltar pra casa agora, vou enlouquecer de tesão em uma semana. Se eu ficar, vou perder meus filhos pra sempre.” O conflito me sufoca. Eu respiro fundo e ainda assim minha bucetinha fica molhada só de pensar no pau dele.

Ontem à noite o conflito explodiu enquanto ele me comia.

Fernando chegou tarde, cheirando a cerveja, cigarro e suor de homem que trabalhou o dia inteiro. Assim que ele fechou a porta eu já estava de quatro no sofá, camisola transparente levantada até a cintura, bunda empinada, buceta e cu brilhando de lubrificante que eu passei esperando por ele.

— Caralho, Letícia… olha só essa puta casada toda aberta pra mim — ele rosnou, baixando a calça social.

O pau dele pulou pra fora, grosso, 20 centímetros latejando, veias saltadas, cabeçona roxa brilhando de pré-gozo. Ele cuspiu na palma da mão, passou na rola e meteu tudo de uma vez na minha bucetinha. Eu gritei alto, unhas cravadas no sofá, sentindo ele me abrindo inteira, me esticando até doer gostoso.

— Ai meu Deus, Fernando! Você é tão grosso… me rasga, amor… me fode como o Roberto nunca conseguiu!

Ele segurou minha cintura com força, dedos afundando na carne, e começou a socar com violência. Cada estocada fazia meu corpo tremer, meus peitos balançarem, o barulho molhado da minha buceta ecoando na kitnet pequena. Ele meteu uns vinte minutos assim, alternando buceta e cu sem tirar completamente — tirava só a pontinha e enfiava tudo de novo, me fazendo ver estrelas. Quando ele metia no cu, a dor virava prazer insano, meu rabinho piscando em volta da grossura dele.

— Isso, sua vadia… aperta esse cu no pau do teu macho — ele grunhia.

Depois ele me virou de frente, jogou minhas pernas nos ombros dele e me comeu olhando nos meus olhos. Eu estava chorando. Lágrimas escorrendo enquanto ele socava fundo, batendo o saco na minha bunda.

— Por que você tá chorando, safada? — ele perguntou, ainda metendo forte, suor pingando no meu peito.

— Porque eu amo meus filhos… porque eu amo meu marido… mas eu não consigo viver sem esse pau — confessei entre gemidos, soluços e prazer. — Eu sou uma mãe horrível… mas eu preciso de você me fodendo assim…

Ele sorriu com tesão puro e meteu mais fundo, girando os quadris pra roçar minha parede interna. Gozei duas vezes seguidas — orgasmo violento, esguichando no sofá, corpo convulsionando, buceta apertando o pau dele como se quisesse sugar tudo. Depois ele me colocou de joelhos no chão, segurou meu cabelo negro com as duas mãos e fodeu minha boca com força. A cabeçona batia no fundo da garganta, eu babava, engasgava, lágrimas misturadas com baba escorrendo pelo queixo. Ele gozou com um rugido — jatos grossos, quentes, enchendo minha boca até transbordar. Eu engoli tudo, tossindo, engasgando, mas ainda chupando o pau dele até a última gota, limpando com a língua enquanto olhava pra ele.

Quando terminamos, eu deitei no peito dele, corpo dolorido, buceta e cu pulsando, porra escorrendo pelas coxas. Chorei em silêncio. “Eu sou uma monstra… meus filhos estão sem mãe enquanto eu deixo esse homem me usar como uma vadia barata.”

Hoje, no final da tarde, meu celular vibrou em cima da mesa. Era uma mensagem do Roberto.

Abri com as mãos tremendo.

“ Letícia, já se passaram 3 dias. Chega dessa putaria. Venha para casa em 24 horas ou vou separar de você. Vou achar outra mãe para os meus filhos. Não vou mais aceitar isso. Escolhe agora: ou sua família, ou esse cara.”

Eu li a mensagem umas dez vezes. Meu coração parou. Senti um frio na barriga, náusea, pânico puro. Lágrimas caíram no celular. “Outra mãe para os meus filhos…” Essa frase me destruiu. Eu imaginei outra mulher beijando meus filhos, dormindo na cama com o Roberto, ocupando meu lugar na mesa do café da manhã. A culpa me esmagou como nunca. Eu amo o Roberto. Eu amo meus filhos mais que a minha própria vida. Eu quero voltar. Quero correr agora, de joelhos, pedir perdão, ser a mãe que eles merecem.

Mas quando penso em deixar o Fernando… meu corpo inteiro reage. Minha bucetinha aperta, meu cu lateja, meus mamilos endurecem. Eu estou aqui, sentada na cama, com a porra do Fernando ainda escorrendo devagar da minha buceta, lendo o ultimato do meu marido… e eu não sei o que fazer.

Parte de mim quer correr pra casa agora. Outra parte — a puta que mora dentro de mim e que eu não consigo matar — quer ficar de quatro e esperar o Fernando chegar pra me foder de novo, mesmo sabendo que isso pode ser o fim da minha família.

Eu estou destruída. Dividida ao meio. Chorando e molhada ao mesmo tempo.

O que eu vou fazer nas próximas 24 horas?

Eu não sei se consigo escolher. E isso me aterroriza mais do que qualquer coisa na vida.

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