Chácara em Gramado.

Um conto erótico de Hero
Categoria: Heterossexual
Contém 2413 palavras
Data: 08/05/2026 17:10:09

a Chácara em Gramado.

Eu sou o Vinícius, tenho 36 anos, casado com a Débora — a Deby, como eu sempre chamo, de 35 anos. Nós dois amamos o clima da serra, e por isso passamos boa parte do nosso tempo livre numa chácara nossa aqui em Gramado: um lugar especial, tudo muito bonito, confortável, espaçoso, com muito verde, ar puro e todo o aconchego que a gente gosta. Era lá que estávamos curtindo uns dias de descanso, até que precisei viajar até Santa Catarina para resolver uns assuntos importantes da empresa. Eu iria ficar fora uns quatro dias, mas tudo se resolveu muito mais rápido do que eu esperava.

No caminho de volta, bateu uma saudade danada, e também uma curiosidade boa: como é que Deby estaria aproveitando esses dias sozinha? Resolvi não avisar ninguém, não mandar mensagem, nada. Queria chegar de surpresa, ver tudo como estava, matar a saudade de repente. Cheguei já era fim de tarde, o sol baixando, aquele clima gostoso e fresco da serra, e fui chegando devagar, pé ante pé, só para ver como era a cena antes de aparecer.

Quando cheguei perto da varanda dos fundos, parei de vez. De lá, já dava para ver tudo pela porta de vidro aberta da sala, e ouvir cada palavra claramente.

Lá estava a Débora, a Deby, mas não estava sozinha. Com ela, quatro homens: amigos nossos de longa data, todos agricultores da região, gente boa, trabalhadora, daqueles que a gente confia de olhos fechados. Tinha o Gustavo — o Gutão, como a gente chama — de uns 40 anos, o Rogério, o Pablo e o Raul, todos mais ou menos na mesma idade.

Os quatro tinham um porte físico que chamava atenção de qualquer um — corpos marcados pelo trabalho pesado no campo, fortes, rijos, cheios de saúde e vigor. O Gutão usava calção de atletismo, tecido leve, e mesmo de longe dava para reparar o volume grande entre as pernas, pesado, bem definido. Tinha cabelo preto curto, barba cheia, peito largo e cheio de pelos grossos, braços grandes, daqueles que mostram força de verdade. E a sua bunda então… nossa, era perfeita: dura, arredondada, firme, bem máscula, daquele jeito que eu sempre achei lindo num homem, que se mexia e contraía a cada movimento que fazia.

O Rogério estava de bermuda de algodão, mais larga, mas também não escondia o tamanho e a forma que tinha. Ele era um pouco mais alto, ombros ainda mais largos, corpo todo definido, sem um pingo de gordura, pele morena do sol, cabelo um pouco grisalho nas têmporas que dava um charme danado. O peito dele também era cheio de pelos, as pernas grossas, fortes, e a sua bunda também chamava atenção: empinada, dura, muito bem feita. O Pablo e o Raul também não ficavam para trás: corpos fortes, cheios de energia, aquele jeito de homem do campo que a gente gosta e admira. Eu sempre gostei de reparar em homens bem feitos, e aqueles quatro eram sem dúvida exemplares. Todos ali juntos, com aquele porte, aquele jeito de homem de campo, causava uma impressão enorme.

Na mesa de centro, garrafas de vinho tinto, copos, várias taças já vazias espalhadas. Deby já estava com o rosto todo corado, os olhos brilhantes, solta, à vontade, com a língua mais rápida e o corpo todo sensível de quem já tinha bebido o suficiente para relaxar de vez.

— Vocês não deviam ter vindo, não — ela falou, voz meio arrastada, cheia de malícia, rindo baixo, olhando para todos, um de cada lado. — O Vinícius ia ficar fora até amanhã… agora ele chega, vê vocês aqui, e aí?

O Gutão riu, uma risada grave, forte, e apertou a coxa dela devagar, subindo a mão pela perna, por baixo da saia leve que ela usava.

— E daí, Deby? Você mesma ligou ontem à noite, disse que estava sozinha, com saudade, que queria conversar, beber um vinho… nós viemos porque você quis. E olha só como está agora… toda soltinha, toda quente…

O Rogério se inclinou também, roçou o rosto perto do pescoço dela, a mão grande já passeando pela cintura dela, abrindo devagar os botões da blusa.

— Sempre gostamos de você, Deby… sempre achamos muito bonita. E você sabe disso, sempre soube.

Ela se inclinou para eles, o rosto bem perto, os dedos passeando pelo peito do Gutão, depois indo tocar o peito de cada um deles, sem vergonha nenhuma.

— Eu também sempre gostei de vocês… sempre achei lindos, fortes, homens de verdade. Sempre tive muita curiosidade em saber como seria estar com vocês… o Vinícius sabe de tudo, ele sempre soube. Muitas vezes nós conversamos, na cama, sobre fantasias, desejos… ele sempre disse que não se importava, desde que eu fosse feliz, desde que fosse com pessoas de confiança.

Eu estava encostado na parede, escondido na sombra, ouvindo tudo, e o coração batia forte — não de raiva, muito pelo contrário: de emoção, de tesão, de uma alegria imensa e única. Minha calça já marcava o volume do meu pau duro, de 15 centímetros, que já estava latejando de vontade de ver mais, de participar. E eu sabia, tinha certeza absoluta, que todos eles eram muito maiores do que eu. Só de olhar, dava para ver que cada um devia ter uns 19 centímetros e meio, grossos, cabeçudos, daqueles que a gente olha e pensa: “isso aqui enche tudo”.

— Ele fala mesmo essas coisas? — perguntou o Pablo, agora beijando o ombro dela, devagar, roçando a barba grossa na pele, fazendo ela arrepiar toda. — Então ele é um homem de sorte. Poucos entendem o amor desse jeito, poucos confiam assim.

— Ele é diferente — ela respondeu, gemendo baixinho, abrindo mais as pernas para eles se encaixarem melhor entre elas. — E eu também sou diferente. Sempre quis saber como é ser comida por um pau do tamanho de cada um de vocês… sempre quis sentir ser preenchida de verdade, até o fundo. Sempre falei para ele: “amor, um dia eu quero experimentar homens de verdade, pau que me encha toda”. E ele só ria, dizia que um dia a gente arrumava isso direito.

Eu ouvia cada palavra, cada confissão, e sentia um calor subir pelo corpo todo. Sempre foi assim entre nós: amigos, parceiros, cúmplices de todos os desejos. Nunca teve segredo entre quatro paredes, e as fantasias dela eram também as minhas. Ver Deby ali, com quatro homens que eu achava lindos, fortes, bem feitos, me deixava louco, de uma forma que só quem ama de verdade consegue entender.

O Gutão levantou ela do sofá devagar, tirou a saia, puxou a blusa por cima da cabeça, deixando ela só de calcinha fina. Ela estava toda vermelha, ofegante, seios grandes e duros balançando, mamilos já escuros e endurecidos de tanto tesão. Ele tirou a camisa, e eu pude ver todo o peito, aqueles pelos grossos, barriga definida, braços enormes que seguravam ela com tanta facilidade. Os outros também abriram as camisas, mostrando todo o corpo forte, cheio de vida, pele brilhante de suor leve.

— Você é ainda mais linda do que eu imaginava — disse o Gutão, baixinho, e abaixou o calção de atletismo de uma vez.

Na hora, eu quase gemi alto escondido. Que pau! Era enorme, grosso, cabeçudo, veias saltadas, roxo de tão duro. Era realmente um pauzão, um pedaço de homem que eu adoraria ver de perto, tocar, sentir também.

O Rogério, o Pablo e o Raul fizeram o mesmo, abaixaram as bermudas, e também apareceram outros paus do mesmo tamanho, do mesmo jeito, grandes, fortes, imponentes. Comparado com os meus 15 centímetros, pareciam o dobro de grossura, tamanho que realmente impressionava e causava respeito.

Ele virou ela de costas, inclinou um pouco sobre a mesa, e foi abrindo as pernas devagar.

— Aqui é onde você mais quer, não é? — perguntou o Gutão, passando o dedo molhado de vinho bem na entrada do cuzinho dela.

Ela tremeu toda, agarrou o tampo da mesa, e gritou baixinho:

— Sim! Sempre disse que odiava, que era proibido… mas era mentira! Era vergonha! Eu sempre quis isso, sempre quis sentir esse tamanho entrando aqui, me abrindo toda… o Vinícius nunca conseguiu chegar nem perto, mas vocês… vocês vão me encher todinha…

Eu via tudo, escondido, a mão dentro da calça, me tocando devagar, sentindo cada emoção. Ele passou bastante lubrificante, encaixou a cabeça grande e foi entrando devagar, até que todo aquele pedaço de homem desapareceu dentro dela. Ela abriu a boca num grito sem som, os olhos revirando, o corpo todo se encolhendo e depois se abrindo para receber tudo.

— Nossa, que delícia! — ela gritou, alto, cheia de prazer. — É tão grande… tão grosso… mexe tudo aqui dentro…

E começou a meter, devagar no começo, depois mais forte, mais rápido, socando com tudo. Eu via a bunda dela se mexendo, dura, redonda, linda, batendo na bunda dele a cada estocada, e via o corpo dela sendo empurrado para frente, toda entregue. Os outros ficaram na frente, seguraram o rosto dela com as mãos, e foram encaixando os próprios paus na boca dela, que abria bem, lambendo, chupando com vontade, um de cada vez, como se já soubesse exatamente o que fazer.

— Gostou, meu amor? — perguntou o Rogério, com a voz pesada de tesão.

— Gostei muito! — ela respondia, ofegante, com a boca cheia. — É tudo o que eu sempre sonhei… o Vinícius ia amar ver isso… ele ia adorar saber que eu estou sendo comida por quatro homens como vocês… por quatro paus desse tamanho…

Foi aí que eu resolvi aparecer. Saí de trás da parede, caminhei devagar até a porta de vidro, e falei bem calmo, com a voz firme:

— E ele está vendo sim. E está adorando.

Todos pararam na hora, viraram a cabeça para mim, assustados no início, mas logo sorriram, sem vergonha nenhuma, como se já esperassem por isso. Ela continuou encaixada no Gutão, com aquele pau todo dentro de si, e abriu um sorriso lindo, safado, cheio de alegria.

— Eu sabia! — ela gritou, rindo. — Eu sabia que você ia chegar antes! E que ia ficar espiando, seu safado!

Eles também sorriram, não saíram de dentro dela nem um segundo, só me olharam firmes, com aquele olhar de amigos, cúmplices.

— Então é você o famoso Vinícius? — perguntou o Gutão, dando uma estocada forte que fez ela gritar de prazer. — Que bom que chegou, parceiro. A Deby estava nos contando tudo sobre vocês… que são amigos de verdade, que não tem essa de ciúme besta, que o prazer de um é o prazer do outro.

Eu entrei na sala devagar, tirei a camisa, abri o zíper da calça, deixando meu pau duro aparecer também, e me aproximei deles, sentindo-me em casa.

— É isso mesmo, parceiros. Sempre foi assim entre nós. E eu já estava aqui há um tempão, vendo tudo. E vou falar uma coisa… — eu parei bem perto, olhando para cada um de cima a baixo, admirando aquele corpo, aqueles pelos, o tamanho de cada um — …vocês são ainda mais bonitos do que eu imaginava. E pelo jeito, sabem usar tudo isso muito bem.

O Rogério riu, acariciou o rosto dela, e me chamou com a mão, abrindo espaço para mim.

— Então vem cá, Vinícius. Você também faz parte disso. Sempre fez. A Deby quer todos nós, nós todos queremos tudo. Vem provar também, vem ver como ela fica cheia de nós.

Eu me aproximei, beijei ela na boca, troquei um beijo demorado e molhado com cada um deles também — um beijo de amigos, de desejo, de carinho e entrega. Ficamos ali um tempão, bebendo mais vinho entre um beijo e outro, trocando carinhos, conversando coisas soltas, rindo como amigos de longa data. Eu toquei muito no corpo deles, passei a mão no peito cheio de pelos, na barriga dura, na bunda perfeita de cada um, sentindo a textura da pele, a força dos músculos. Eles também me tocaram, apertaram meu corpo, elogiaram meu tamanho, elogiaram a forma como ela se entregava para todos nós.

— Você tem uma mulher incrível, Vinícius — disse o Pablo, enquanto acariciava o cabelo dela, que agora estava deitada no sofá, comigo ao lado, eles todos ao redor. — E vocês dois têm sorte danada de encontrar gente que entenda tudo isso, que seja amigo, que esteja aqui para completar o que vocês querem.

— Nós temos mesmo — eu respondi, beijando a testa dela, depois olhando bem nos olhos de todos. — E é assim que a vida tem que ser, né? Sem regras bobas, sem vergonha, só amizade, desejo e muito carinho.

No final, quando todos já estavam exaustos, suados, satisfeitos, nós nos deitamos no chão da sala, cobertos com um cobertor macio, com as garrafas vazias ao lado, o fogo da lareira aceso no canto esquentando tudo. Ninguém tinha pressa de ir embora. Ela deitou no meio, a cabeça no meu peito, as pernas enroladas nas pernas deles. Eles ficaram ao redor, os braços grandes por cima de nós todos, como se fossem família, como se estivessem em casa.

Eu olhei para eles, senti o cheiro do vinho misturado com o cheiro do corpo deles, ouvi a respiração calma e pesada de sono e prazer. Tudo ali era perfeito. A chácara em Gramado, o clima frio lá fora e o calor enorme aqui dentro, a amizade, o desejo realizado, as fantasias que deixaram de ser só histórias contadas na cama e se tornaram realidade.

— Isso sim é viver — eu falei baixinho, só para mim, sentindo uma paz e uma alegria que não tem explicação.

E ali ficamos, abraçados, tranquilos, felizes, sabendo que esse era o nosso jeito de ser, o nosso jeito de amar, e que daqui para frente, a nossa vida seria sempre assim: cercada de amigos, de prazer, de segredos bons e de muito, muito amor.

Já era quase meia-noite quando o fogo da lareira já estava mais baixo, mas ninguém tinha sono de verdade. O vinho continuava passando de mão em mão, e o clima, que já era de total cumplicidade, ficou ainda mais brincalhão e safado. Deby estava encolhida entre mim e o Raul, ainda com o corpo sensível e arrependido, e foi ela quem começou a provocar, como sempre fazia:

— Ei, vocês aí, todos tão calados agora… — ela falou, a voz manhosa, passando a mão levemente pela coxa do Gutão, que estava ao lado. — Antes de eu chegar, vocês já tinham feito muita safadeza por aí, ou só ficam valentes mesmo quando tem mulher por perto?

O Gutão deu uma risada alta, virou o corpo todo grande para nós, e apertou a bunda dela

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