Capítulo 31: Noites Quentes à Distância

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1952 palavras
Data: 08/05/2026 16:36:54

Andressa mandou uma mensagem rápida no final da tarde de quarta-feira, enquanto Jhonny ainda estava atolado no escritório, o sol se pondo devagar sobre Florianópolis, tingindo o céu de laranja e rosa. "Ei, amor… na tarde de hoje a gente só passeou por Torres – andamos pelas falésias, tiramos fotos das praias lindas, comemos um sorvete de morango fresquinho e curtimos o vento do mar. Acabamos não fazendo nenhum voyeurismo, juro – tava cheio de famílias por aí, e a gente quis relaxar mesmo. Amamos a cidade, é um paraíso! Saudade de você… beijos quentes." Jhonny viu a mensagem só quando chegou em casa, já à noite, o corpo exausto após um dia de reuniões intermináveis e códigos que pareciam não acabar, os ombros tensos como cordas esticadas. Eram quase 22h, o apartamento silencioso e vazio sem Andressa, o cheiro dela ainda no ar, impregnado nos lençóis e no sofá. Ele respondeu, sorrindo para si mesmo: "Que bom que curtiram, amor… descansa e aproveita. Tô morrendo de saudade também." Mas pra mexer com ela, tirou uma foto depois do banho – nu em frente ao espelho embaçado do banheiro, rola dura e veiosa latejando ereta, gotas de água escorrendo pelo peito forte e pelos músculos definidos, legenda: "Pensando em você… isso é pra te deixar louca. Boa noite, safada!" Lanchou um sanduíche rápido na cozinha, o pão crocante com queijo derretido, e se deitou, o pau ainda semi-duro com as memórias das fotos do ônibus, latejando como um eco de desejo não saciado.

Pela manhã de quinta-feira, Andressa ainda não tinha visto – eram 6h, hora de Jhonny se arrumar para o trabalho, e era de se esperar que ela estivesse dormindo no hotel, o corpo magrinho enrolado nos lençóis macios. Ele foi pro escritório, o dia intenso desde o início: chamadas com a equipe, prazos apertados para o projeto, o celular vibrando no bolso, mas sem tempo pra ver – muito menos pra se distrair com o que quer que fosse, os dedos voando no teclado em um frenesi de linhas de código. O almoço acabou sendo com o restante da equipe, inclusive seu gerente, em um restaurante próximo – conversas sobre metas e piadas corporativas, garfos tilintando em pratos de massa, e o telefone esquecido na mesa, ignorado. Por fim, ele chegou em casa, quase 23h, o corpo quebrado de fadiga, ombros tensos e olhos pesados, o apartamento ecoando com o silêncio da ausência dela. Ele se lembrou do celular e correu ansioso pra olhar, jogando-se no sofá com o aparelho na mão, o coração acelerando ao ver a enxurrada de notificações de Andressa e Suzana.

As mensagens começaram normais, cheias de carinho e leveza, como se fossem um diário compartilhado da viagem, o tom afetuoso aquecendo o peito dele. "Bom dia, amor! Acordei pensando em você… saudade do teu abraço quentinho. Te amo demais!" escrevia Andressa às 8h, seguida de um coração. "Ei, Jhonny, tô aqui com a Andi – ela não para de falar de você, que romântico!" zoava Suzana. Mas logo tudo ficava quente, o tom escalando para safadeza, o tesão transbordando nas palavras e imagens. Andressa mandou uma mensagem com foto, mostrando seu biquíni que iria pra praia: vermelho vibrante, pequeno e provocante, o top triangular mal cobrindo os seios pequenos, mamilos rosados marcando o tecido fino, a calcinha de tiras finas marcando os quadris magrinhos. "Olha o que eu vou usar hoje… tá aprovado? Queria você aqui pra tirar ele de mim." Mandou então uma foto dela com Suzana, as duas posando no quarto do hotel: Suzana de biquíni roxo escuro, tão pequeno quanto, tecido colando às curvas generosas, seios médios quase transbordando, mamilos endurecidos sob o tecido. E uma foto das duas, mostrando o bumbum também – ambas de fio dental, nádegas firmes e redondas viradas para a câmera, pele bronzeada reluzindo sob a luz da janela: "Nós duas prontinhas pra praia… qual bunda você prefere, careca?" - perguntou Suzana. Jhonny ficou doido, pau endurecendo instantaneamente nas calças, imaginando as curvas delas na areia, o sol beijando a pele exposta, gotas de suor escorrendo pelas nádegas.

Durante o dia, enviaram várias mensagens – zoações leves misturadas a flertes, o vento do mar quase audível nas descrições. "Jhonny, você deve tá morrendo de vontade de estar aqui, né? Sol, mar e nós duas… pena que tá atolado no trabalho!" provocava Suzana, zoando Cris de tabela: "O Chris também, coitado – só vem amanhã, e vai ser bate e volta pra pegar o carro. Pelo menos a gente se diverte!" Andressa enviava mensagens picantes: "Amor, tô sentindo falta do teu pau… cada onda me lembra de você me fodendo gostoso." Contaram que fizeram aquilo de "arrumar" o biquíni várias vezes no decorrer do dia – puxando as tiras, ajustando o tecido para expor flashes de pele, nádegas ou seios, sempre "acidentalmente" na frente de olhares curiosos, o sol quente tornando a pele pegajosa e os mamilos endurecidos. "Teve um rapaz que ficou visivelmente duro ao nos ver 'se arrumando' – pau marcando na sunga, ele corou todo!" admitia Andressa. Mas ela dizia: "Não conversamos com ninguém, amor – evitamos isso. Até demos um fora numa dupla de caras que queriam nos pegar, tipo 'Ei, gatas, vamos tomar um drink?' – dissemos 'Não, obrigada, estamos casadas e felizes'. Mas confesso, eles chegaram a ver a arrumação… me deixou excitada, mas não quero outro homem de jeito nenhum. Tô subindo pelas paredes só de imaginar no tanto de gente que viu meus mamilos e boceta nessa viagem – molhadinha só de pensar!"

No final da tarde, com a praia mais vazia – o sol baixando no horizonte de Torres, ondas suaves batendo na areia dourada, tingindo tudo de tons alaranjados –, ela confessou que alopraram ainda mais, o tesão transbordando como as ondas. E mandou fotos: Suzana posando pra câmera de Andressa, na praia embaixo de um coqueiro solitário, com a calcinha do biquíni puxada pro lado, boceta carnuda exposta, seios à mostra sob o top erguido, mamilos duros ao ar livre, vento bagunçando os cabelos cacheados: "Olha a Su se exibindo… pra você e o Chris!" Outra foto, agora Andressa: mostrando tudo também, saia do biquíni de lado, boceta rosada piscando úmida, seios pequenos livres, vento bagunçando os cabelos loiros, um brilho de suor e excitação na pele branquinha. Depois, fotos mostrando os seios dentro do mar – água até a cintura, ondas lambendo a pele, mamilos endurecidos pelo frio e pelo tesão, gotas salgadas escorrendo pelos peitos: uma foto de cada, legendas como "Molhadinhas pra você, amor… vem lamber?" Então uma mensagem de Andressa, já eram umas 18h, praticamente final da tarde, ela dizendo em áudio, voz rouca e risonha: "Tô subindo pelas paredes aqui, Jhonny… o dia foi incrível, mas sem você é tortura. Nos divertimos bastante, mas tô pegando fogo!"

Por volta das 20h, ela mandou vários áudios e vídeos – Jhonny imaginou que algo quente tinha ali, e acertou em cheio, o pau já duro, latejando como se respondesse ao chamado. O áudio começava com Andressa dizendo, voz manhosa e ofegante: "Amor, a gente já lanchou – um peixe grelhado delícia com salada fresca – mas o prato principal tá tão longe… eu e a Su não estamos nos aguentando mais. Vamos… nos divertir um pouquinho." Vem um vídeo: as duas só de calcinha no quarto do hotel, luz baixa do abajur iluminando a cama king size, Andressa se filmando no espelho, depois virando para Suzana, que sorria maliciosa – logo a beijava, beijo com fome, línguas dançando devagar, quentes e molhadas, mãos apertando nádegas e seios, gemidos suaves ecoando: "Ah, Su… isso é pra eles verem." Então um áudio: "Amor, como nunca mais vou esconder nada de você, eu prometi e mantenho, então vou te avisar aqui, já que infelizmente você tá ocupado pra mim nesse momento: a Su vai ser minha mulher essa noite e eu a dela. Quero você, mas… vai ser quente, prometo contar tudo." Dizia isso com uma voz super manhosa e cheia de tesão, arfando levemente, o som de respiração acelerada misturando-se às palavras.

Então outro vídeo: Suzana lembendo Andressa na lateral da virilha. Andressa implorava, voz trêmula: "Me chupa, Su… tô precisando tanto, imagina o pau do Jhonny aqui." Suzana por fim puxava a calcinha e lhe chupava com gosto – língua rodopiando no clitóris rosado, sugando os lábios majores com fome voraz, enfiando devagar no buraco úmido, Andressa rebolando os quadris magrinhos: "Ah, sim… chupa assim, delícia!" No vídeo seguinte, elas estavam em um 69 – corpos entrelaçados na cama, bocetas na cara uma da outra, lambidas ritmadas e gemidos sincronizados, línguas dançando, sugando clitóris inchados com sons úmidos e squishes ecoando, suor escorrendo pelas peles contrastantes. Hora Suzana se filmava chupando Andressa, close na língua traçando o vinco rosado, mas logo passava o celular pra Andressa se filmar chupando Suzana – sugando o clitóris carnudo, dedos auxiliando a penetração, gemidos vibrando contra a pele morena. Jhonny firme na punheta, mão voando no pau veioso, enquanto era gravado pela cam do computador, gemendo: "Ah, meninas… isso é tão quente!"

Suzana, durante o vídeo, começava a chupar seu dedo indicador, falando rouca: "Isso é o pau do Chris… grosso e quente, me fodendo devagar." Andressa fazia o mesmo, sugando o dedo com fome: "E isso é o pau do Jhonny… veioso e delicioso, enchendo minha boca." E quando uma começava a foder a outra com esses mesmos dedos – enfiando ritmado nas bocetas úmidas, polegar no clitóris circulando com pressão, o som de squish úmido preenchendo o áudio –, elas zoavam e gemiam, dizendo putarias: "Ah, Chris… fode a Andi assim, faz ela gozar no teu pau!" gemia Suzana, enquanto dedava Andressa com movimentos profundos. "E Jhonny, mete fundo na Su… olha como ela tá molhada!" respondia Andressa, dedos invadindo Suzana, sentindo as paredes pulsarem. Elas gemiam e falavam muita putaria, mas não perdiam a compostura chamando um ou outro de corno – ao contrário, era só safadeza e muitos elogios: "Vocês são os melhores maridos… pauzudos e carinhosos, nos deixando loucas!" Elas terminaram gozando daquela forma, bocetas pulsando ao redor dos dedos em espasmos intensos, gemidos altos e corpos tremendo em orgasmos simultâneos: "Ah, tô gozando… pensando em você, Jhonny!" gritava Andressa, o corpo magrinho convulsionando.

O vídeo fica então quase cinco minutos só com elas deitadas, uma do lado da outra, apenas se recuperando – peitos subindo e descendo ofegantes, suor brilhando na pele, risinhos cansados escapando: "Ufa… isso foi intenso. Faz tempo que nós duas não nos pegamos sem eles..." - diz Andressa. Jhonny não se aguentava, gozou forte vendo as duas fodendo uma a outra e chamando o nome dele e do Chris – porra jorrando na mão em jatos quentes, gemidos roucos: "Ah, Andi… Su… delícia!"

Por fim, ele assistiu ao último vídeo: Suzana pergunta, voz suave e safada: "Gostou do show, Jhonny? E você, Chris?" Ela filmava Andressa, que estava mais dormindo que acordada, enrolada no lençol, ambas já tinham tomado banho e estavam preparadas pra dormir – cabelos úmidos caindo em ondas, pele fresca e cheirando a sabonete. Andressa murmurava sonolenta: "Te amo, Jhonny… boa noite." Suzana diz então, pra Jhonny e Cris: "Agora mandem vídeo de vocês se masturbando… amanhã a gente vê e goza de novo. Te amo, Chris… e você, Jhonny, sabe que tem um lugar especial aqui, né?" E desligou a gravação. Jhonny parou sua gravação e mandou pra Andressa – sabia que ela veria com Suzana depois. Ele estava satisfeito com a sinceridade, apesar de não muito satisfeito por não poder fazer sua loirinha gozar ele mesmo – o tesão misturado a uma pontada de saudade, o pau ainda latejando residualmente. Tomou mais um banho, água quente aliviando os músculos tensos, vapor embaçando o espelho enquanto refletia nas imagens, e foi pra cama, o corpo relaxado mas a mente cheia de imagens quentes, adormecendo com um sorriso no rosto.

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