DESEJO, CUMPLICIDADE E AMIZADE: A AVENTURA NO UBER
Era sexta-feira e o dia amanheceu diferente, tinha uma energia que eu não sabia dizer o que era, só sentia. Acordei com um calor que vinha de dentro, uma vontade forte de ser tocada, de ser pelada e amada sem jeito. O Roger, meu marido, tava trabalhando, mas eu só pensava nele o tempo todo. Cada pensamento era uma coisa que eu queria fazer com ele, cada lembrança do corpo do meu homem me deixava molhada, cheia de desejo. Passei o dia todo provocando ele: mandei fotos de calcinha, onde meus seios apareciam, mostrando minha buceta bem feita, pronta para ele. Mandei também áudios, com voz bem baixa, dizendo tudo o que eu queria que o meu safado fizesse: que eu queria sentir seu pau todo dentro de mim, que queria chupar ele enquanto ele me comia, que queria ser fodida a noite toda, e que ele teria que ser dois homens pra dar conta do fogo que eu sentia. Eu sabia bem o efeito que aquilo tinha nele, deixava ele doido só de ouvir minha voz. Combinamos de nos encontrar num bar, pra tomar umas antes de ir pra casa, já que o carro dele estava na oficina. Quando o Roger chegou, me olhou de um jeito que já me arrepiou toda, passou a mão por cima da calça marcando o que já crescia ali, e sorriu. Sentou do meu lado, me beijou com vontade, mordeu meu lábio e passou a mão por baixo da mesa, subindo pela minha perna até chegar bem perto de mim, e eu já sentia que ia gozar ali mesmo. Depois, pagou a conta e chamou um carro por aplicativo, logo chegou um carro escuro, limpo, dirigido por Augusto — o Gutão, como a gente passou a chamar ele — um homem de uns 35 anos, corpo forte, calmo, educado, que olhava tudo com atenção. Entramos no banco de trás, e antes mesmo do carro andar, o Roger me puxou pra um beijo, apertou minha cintura, me fazendo gemer baixo de vergonha e de vontade. Tentei me afastar um pouco, lembrei que tinha alguém dirigindo, mas o meu homem nem ligou, abriu os botões da minha blusa e começou a chupar meus seios por cima do pano. Olhei no espelho e vi que o Gutão não tirava os olhos da gente um segundo, mordia os lábios com força, todo vidrado, cada vez que o meu marido me tocava ou me beijava. Foi então que o Roger puxou meu sutiã pra fora, deixando meus seios tudo à mostra, e eu falei baixo que não devia fazer aquilo, com outra pessoa olhando, mas ele segurou meu rosto com calma e disse pra eu ficar tranquila, que tinha tudo combinado, que o Gutão só ia ver, não ia falar nada. Olhei pela janela e vi que não seguia o caminho de casa, ia era pra praia, por ruas mais vazias e escuras, e ali eu tive certeza: tudo aquilo era plano do meu safado, feito pra realizar tudo o que eu queria.
Senti o volume duro dentro da calça do meu homem, e com medo e muita vontade, abri o zíper, enquanto ele encaixou a mão por baixo do meu vestido, chegando até minha buceta toda molhada, dedilhando devagar e forte, me fazendo abrir bem as pernas como se quisesse que tudo aparecesse no espelho. De repente, ele arrancou minha calcinha, cheirou forte e jogou a peça em cima do painel, bem na frente do Gutão, disse que agora era dele, pra ele guardar meu cheiro. Eu tava assustada, mas ao mesmo tempo sentia um calor subir, uma coisa que só aumentava. Tirei seu pau pra fora, duro, cheio de veias, e comecei a passar a mão e chupar devagar, ouvindo ele gemer bem alto. O Roger gritou pro motorista ligar o som, e ao invés de música, saiu pelas caixas tudo o que eu tinha mandado nos áudios, cada palavra safada que eu tinha dito mais cedo, e tudo fez sentido de vez: ele tinha combinado tudo com o Gutão há dias. A voz do outro homem veio da frente, calma e grossa, dizendo o quanto tava bom, e eu percebia pelo espelho que ele não piscava, mordia os lábios com mais força ainda, os olhos grudados ali, onde o meu macho entrava e saía devagar de mim, como se quisesse gravar cada movimento. Olhei pro meu marido, e ele sorriu, me lembrou o que eu tinha dito: que ele precisava ser dois homens pra dar conta do que eu sentia. Explicou que o Gutão era amigo dele há anos, que fizeram acordo: ele ia receber um dinheiro pra ir com a gente, ver tudo, sem tocar, sem participar, só ser os olhos e o desejo que alimentava a gente. Disse também que lembrava bem das vezes que eu falei que queria ser vista, saber que alguém me via pelada e me via gemer, e que aquilo era meu presente de casamento, feito do jeito que eu sempre quis.
Me fez sentar em cima dele, de frente pro espelho, pra eu ver que o Gutão via cada pedacinho meu, e quando encaixou seu pau todo dentro de mim, devagar e fundo, eu comecei a me mexer olhando bem nos olhos do outro, apertando meus seios, me mostrando toda. Eu falava bem alto, cheia de desejo, pra ele ouvir:
— Olha só ele, Gutão… olha como esse homem me fode, como ele sabe tudo o que eu gosto, como ele não cansa nunca. É o melhor de todos, um garanhão que não tem fim, olha como ele me enche toda, como ele me deixa doida só de estar dentro de mim. Diz pra mim… diz pra ele também… como é que tu acha o meu homem? Diz o quanto ele é gostoso assim, me comendo inteira do jeito que só ele sabe.
O Gutão respirava forte, a voz saindo cheia de desejo, enquanto eu via ele morder os lábios, os olhos presos no movimento do meu marido me possuindo:
— Nossa amiga… ele é mesmo um garanhão, dos grandes. Nunca vi homem como ele, tão forte, tão cheio de vontade, nunca parando, sempre querendo mais. Ele é insaciável mesmo, daqueles que sabe o que fazer com uma mulher, que come com gosto, que mostra bem quem manda. É gostoso demais ver ele te foder assim, ver como ele toma conta de ti… olha como esse pau dele entra e sai com força, sem pressa, te enchendo toda. É o homem mais homem que eu já conheci, sem dúvida nenhuma.
O Roger sorriu ainda mais, bateu forte na minha bunda e meteu mais fundo, como se quisesse provar ainda mais o que o amigo tinha dito. Depois me virou de costas, deixou eu de quatro, toda aberta pra trás, e eu percebi de canto de olho que o Gutão tava ainda mais vidrado, mordia os lábios com gosto, olhava tudo, e às vezes desviava o olhar devagar, todo realizado, olhava também o corpo do meu marido, a bunda do meu macho se mexendo forte, cada vez que ele vinha pra dentro de mim. Perguntou então se podíamos ir direto pra nossa casa na praia, onde tinha mais espaço, e o Gutão respondeu que sim, que o caminho já era esse, e que ia rápido, pois queria ver o resto também. Todo o caminho, meu homem ficou me lembrando que tudo o que eu quisesse ele me dava, que eu era só dele, e que o Gutão era só quem via o nosso amor e o nosso desejo. Quando ele avisou que ia gozar, mexendo forte e fundo, eu gritei pra ele encher tudo de mim, me marcar toda, sabendo que cada palavra e cada gemido meu era ouvido e visto por ele. Ele gozou fora, espalhou tudo no meu peito e barriga, e ao mesmo tempo ouvi um gemido alto da frente: o Gutão também tinha gozado, só de ver, só de sentir. Quando chegamos, o Roger pagou o combinado e disse que ele podia ficar com a gente até o dia seguinte, e o Gutão me olhou com respeito e vontade, disse que aquele ia ser um fim de semana que ele nunca ia esquecer.
Já na casa da praia, com mais espaço, tudo ficou ainda mais quente. O Roger me levou pro quarto, me deixou toda peladinha no meio da cama, e o Gutão ficou de pé ao lado, sem tirar os olhos da gente um segundo, já com seu pau pra fora, duro, passava a mão devagar enquanto assistia. O meu macho veio pra cima de mim, me abriu as pernas, e começou a me comer devagar, com gosto, e eu via o amigo todo arrepiado, mordia os lábios sem parar, o olhar preso ali, onde o meu marido entrava e saía de mim, com força e vontade. De novo eu falava, com voz bem mansinha e cheia de prazer:
— Olha ele aqui, Gutão… olha como esse garanhão não cansa, como ele é insaciável, querendo me ter o tempo todo. Diz de novo, meu amor… diz como tu acha ele gostoso, me fodendo desse jeito, como ele é o melhor de todos.
O Gutão gemia baixo, a voz arrastada, cheia de admiração, os olhos brilhando:
— É mesmo amiga… ele é o maior de todos, um verdadeiro garanhão, não tem igual. Olha como ele se mexe, como ele mete com força, como ele sabe te dar prazer até tu não aguentar mais. Ele é insaciável sim, não cansa nunca, parece que tem fome de ti o tempo todo. É o homem mais gostoso que eu já vi na vida… ver esse pau dele entrando e saindo, te enchendo toda, é coisa de deixar qualquer um doido. Ele sabe ser homem, ele sabe tomar conta da mulher dele do jeito certo.
Mais uma vez o Roger me virou de quatro, empinou minha bunda bem alto, e de canto de olho eu via o Gutão todo realizado, mordia os lábios com força, agora olhava também a bunda do meu marido, como ele se mexia forte, como ele empurrava tudo pra dentro de mim, e o amigo respirava cada vez mais pesado, como se estivesse sentindo tudo também. Eu mexia o corpo com força, batia a bunda no ritmo das estocadas do Roger, e toda vez que eu olhava de lado, via o Gutão todo vidrado, não perdia nenhum detalhe, cada movimento, cada gemido meu. Ele falava baixo, repetindo o quanto era bom ver aquilo, o quanto o meu homem era mesmo um macho de verdade, insaciável, um garanhão que não tinha fim.
Quando as coisas ficaram mais fortes, eu já não sabia onde eu acabava e onde começava o desejo dos dois, via o Gutão se tocando com força, apertando a cabeça do seu pau, passando o dedo na ponta que já tinha líquido, tudo olhando direto pra mim, e às vezes parava um pouco, mordia os lábios e olhava pro corpo do meu marido, todo cheio de desejo e admiração. O Roger falava alto pra ele ver, mostrando como eu reagia, como eu gemia, como eu era toda dele, e o Gutão respondia com gemidos cada vez mais altos, dizendo que era o melhor que ele já tinha visto, que cada pedacinho meu era feito pra ele admirar. E por fim, quando chegou a hora, eu senti tudo explodir dentro de mim, gritei alto o nome do meu homem, sentindo meu corpo todo se apertar, e ao mesmo tempo vi o Gutão jogar a cabeça pra trás, gemeu tão forte que deu pra ouvir bem, e todo o líquido saiu quente e forte, espalhou na barriga dele, na mão, no peito, tudo só de me ver gozar, tudo só de ver como eu era amada e possuída, e ele ainda ficou se tocando devagar, sentindo cada gota daquele prazer, com os olhos ainda em mim, cheios de satisfação e carinho.
Ficamos ali todos sem ar, eu ainda sentindo o calor de tudo, o Roger me abraçado forte, e o Gutão sentado na beira da cama, todo satisfeito e amigo, ainda com o corpo todo arrepiado de tudo o que tinha visto e sentido. Depois que a gente se acalmou um pouco, conversamos todos juntos, bem à vontade:
— Nossa… — começou o Gutão, com a voz ainda fraca de tanto prazer — isso aqui foi a coisa mais incrível que eu já vivi na minha vida. Nunca pensei que podia sentir tudo isso só de ver, só de estar com vocês. E tu, Roger… meu amigo, tu é mesmo um homem de verdade, um garanhão sem fim, insaciável do jeito que ela diz. Nunca vi ninguém como tu, nem de perto.
— É, amigo — respondeu o Roger, rindo e me apertando mais contra ele — eu bem que te falei, né? Ela é tudo isso e mais um pouco. E o melhor: ela ama tudo isso, ama saber que causa tudo isso em nós dois.
— É verdade… — falei eu, ainda com o rosto quente, olhando pros dois — nunca imaginei que ia ser assim tão bom, tão forte. Ver vocês dois assim, um me querendo, o outro admirando ele e a gente… me deu uma coisa que não sei explicar, algo maior que tudo. Obrigada por ter topado tudo isso, por ter feito parte da gente.
— Eu que agradeço, de coração — disse ele, sério agora, com um brilho diferente nos olhos — eu faria tudo de novo, quantas vezes vocês quiserem. Fiquei aqui pensando… o combinado era só eu assistir, só eu ver… mas agora que já vivemos tudo isso, que já temos essa confiança e amizade… vocês não querem mudar um pouco as regras da próxima vez?
Olhei pro meu marido, curiosa e com o coração disparado, e ele olhou de volta, já sabendo o que eu queria perguntar:
— Como assim, Gutão? O que tu tá pensando?
Ele sorriu, todo cheio de desejo, e respondeu devagar:
— Da próxima vez… quem sabe eu não posso participar de verdade? Não só ver, não só me tocar… mas sim estar lá, junto com vocês. Ou né amiga? Com os dois, eu e tu, nós três, eu e ele também.
— Ótimo, ótimo Gutão.
